Amigo da Hora Certa e Incetra
Se eu disser que estou namorando com alguém é mentira. Mas se eu falar que estou conhecendo pode até ser verdade. Eu sempre invento de dizer isso quando estou mais que destruído pela ardente saudade.
Não há nada que podemos dizer em nosso favor, que mudará o que fizemos alimentados pelo simplório rancor.
Qualquer relacionamento seja de amizade ou de amor, sempre haverá de sucumbir quando insistentemente conjugados na primeira pessoa do singular.
Amor... Há o amor que transcende o ápice do extraordinário e sobrepuja o mais auto grau de toda criação onde necessitamos para vive-lo; Trocar o vou pelo vamos, fui pelo fomos e sobretudo, o eu pelo nós.
Sobre as guerras... Sobre os monstros que moram dentro de nós...
Dentro de mim existe um monstro. Egoísta. traiçoeiro. Usurpador do bem que há em mim. Embora não mostre suas garras, eu sei que ele está lá, adormecido. A espera de qualquer qualquer coisa que em algum momento lhe dê forças e lhe dê vida.
A minha luta diária é não deixar isso acontecer. Não deixar que ele cresça. Não alimentá-lo. É de nunca sequer olhar para ele, pois sei que nunca conseguirei aniquilá-lo. Para matá-lo, eu também teria que dar o ultimo suspiro. Não tenho saída, tenho que conviver com ele durante toda a minha vida.
As batalhas são constantes e diárias. Às vezes eu ganho. Às vezes, eu perco. Quando isso acontece, eu enfraqueço. E a reerguida sempre é mais árdua e difícil.
E ainda assim, ele continua lá. Esperando, esperando, esperando. E quando vê que não me lembro dele, que o esqueci, ele se faz lembrar, age como um bebê com fome. Chora, chora, chora... Me olha com aqueles olhos marejados pedindo compaixão, tentando amolecer o meu coração. Mas sei que não devo olhar, não devo ter compaixão. Preciso que ser inflexível. Não posso fraquejar. Não posso ter me entregar.
Se alimentá-lo uma única vez que seja, será fatal. Se apossará de mim. Da minha razão. Da minha percepção. Do meu agir. A única saída é fugir, correr, ficar bem longe. Não olhar. Não escutar. Deixá-lo lá. Sozinho. Com fome. Se não posso matá-lo, ao menos vou deixá-lo enfraquecido, à mingua, sem forças. Sou eu que tenho que estar forte, que ser forte.
Dentro de mim mora um monstro.
E eu sei que ele está lá.
Esperando...
MORTE
A única coisa inevitável na vida.
Sempre surpreendente da pior maneira possível.
Às vezes ela vem inesperada: debaixo de um caminhão, no céu dentro de um avião, na bola um ataque do coração.
Outras, ela é cruel: nos atravessa como uma bala perdida, queimando o corpo, afogando a alma.
E ainda, chega muito, muito cedo sem sequer nos deixar saber que havíamos vivido.
O que ela nunca faz é chegar tarde. Isso não. No máximo, excepcionalmente, marca hora.
E nunca nos acostumamos à ela. Na realidade, vivemos como se ela não existisse...
Fazemos planos, impomos condições. Quando... Se...
Mas ela não se importa.
Não espera.
Não quer saber se estávamos lendo um livro, se escrevendo a monografia, se o casamento dali a um mês, se o filho tava nascendo, se a viagem dos sonhos era agora, se tinha encontrado o amor da sua vida.
Ela nos tira tudo. Ela nos tira de todos. Deixa somente o vazio. E aquela sensação de que deveríamos ter feito, deveríamos ter falado, deveríamos ter vivido.
Deveríamos, deveríamos, deveríamos...
Mas agora é tarde. E não simplesmente tarde. Agora é TARDE DEMAIS.
Morte.
A única coisa inevitável na vida.
Entre tantos braços e muitos abraços... Conservador segue o coração insistindo em requisitar-me àqueles braços que não me abraçarão mais.
"Seus olhos mudaram,
já não tens aquela alma,
seus desejos foram corrompidos e
sua luz se apagou..."
"Sinta!
Não há nada a perder,
Nada se perde, nem os sentimentos!
E quando dizer que a vida foi injusta,
lembre-se que foram suas escolhas.
Mas não se culpe, sua vida não depende exclusivamente de suas escolhas, elas são apenas parte!
portanto, faça suas escolhas, não tenha medo de errar, pois o erro não será apenas seu!..."
"Às vezes procuro me encontrar em lugares que não estou.
Às vezes lembro de momentos que ainda não vivi.
Às vezes apenas ouço o silêncio.
Às vezes, apenas algumas vezes, ela me deixa.
Talvez, da próxima vez ela não volte..."
Por que seu sorriso me deixa tão feliz?
Por que seu olhar penetra tão fundo, a ponto de me sentir nu diante de ti?
Por que sua simples presença faz com que meu coração fique ligeiramente mais rápido, e se fala comigo, ele mal cabe no peito?
Por que os dias parecem tão cinza quando estou distante de você?
Por quê?
"Sou apenas uma palavra, que aparece poucas vezes no seu livro da vida, que sempre morre com o ponto final de um capítulo, e que pode ou não ser renascida..."
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