Amiga Voce Mora no meu Coracao

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Aqui
Meu coração se parte ao ve-la chorar.
Pois somente ela e dona de um sorriso doce de encantar.
As lágrimas dos olhos dela escorre na imensidão.
Escondendo o brilho que ilumina a escuridão.
Não tento entender qual é o motivo da sua grande decepção.
Mas consolo ela com um abraço de ursão.
E se por ventura ela quiser desabafar eu empresto o meu ombro pra ela chorar.

Inserida por Isam25

Meu momo querido!
O meu milagre do coração:
Você que me protege e me faz sentir
a menina mais amada de todo universo
Você que é tão fofo e tão forte ao mesmo tempo, e é tão interessado no que eu sinto
Você que ama a Deus e Sua palavra tanto quanto eu
Você que me faz a cada dia só querer te amar mais e mais
E eu quero estar na alegria, na tristeza, na saúde e na doença até que apenas a morte nos separe

Inserida por noemimozao1

Tá faltando mulher que se dê valor. Que cubra os peitos e mostre o coração. Que exercite o cérebro ao invés da bunda. Que saia a noite pra se divertir e não pra caçar. Que se respeite. Que se ame.

Glória

Vive dentro de mim um mundo raro
Tão vário, tão vibrante, tão profundo
Que o meu amor indómito e avaro
O oculto raivoso ao outro mundo

E nele vivo audaz, ardentemente,
Sentindo consumir-se a sua chama
Que oscila e desce e sobe inquietamente;
Ouvindo a minha voz que por mim chama

Em situações grotescas que me ferem,
Ou conquistando o que meus olhos querem:
Príncipe ou Rei sonhando com domínios.

Sinto bem que são vãs pra me prenderem
As mãos da Vida, muito embora imperem
Sobre a noção real dos meus declínios.

(in "Dispersos e Inéditos")

A rã de Bashô
sai num pulo do haicai
dele para o meu.

Pequena, mas suficiente para mim, não depende de ninguém,
decorosa, e comprada com o meu dinheiro.

Porque quando alguém, meu caro, vangloria-se / de ser um homem honrado, depois de dar / a sua palavra, esta deve ser sagrada. // E mesmo que a estrada seja longa, feia ou bela, / custe o que custar, nem que ele tenha de ser morto, / mas a sua palavra deve ser mantida.

Só, tudo parece breu.
Um hálito ébrio vem de fora:
Estranho, mas é meu.

sol quente de outono
a mão do amigo morto
toca meu ombro

Folha de jornal
vem no vento ao meu pescoço;
cachecol de letras.

Manhã de frio.
Se fosse menino escrevia
Meu nome no vidro.

A porteira bate -
Do meu lado esquerdo,
A lua de verão.

meu cachorro velho
ouvindo com interesse
o canto do verme

Meu Deus, como ficam / sozinhos os mortos!

Maria-fecha-a-porta
ao toque do meu dedo:
ah plantinha tímida...

E por esta arte de conhecer os homens, digo-vos, meu filho, que se pode aprender, mas que não se pode ensinar.

A ociosa espada
sonha com suas batalhas.
Outro é meu sonho.

Ao lado do homem vou crescendo

Defendo-me da morte quando dou
Meu corpo ao seu desejo violento
E lhe devoro o corpo lentamente

Mesa dos sonhos no meu corpo vivem
Todas as formas e começam
Todas as vidas

Ao lado do homem vou crescendo

E defendo-me da morte povoando
de novos sonhos a vida.

Antes de vos pertencer, pertenço ao meu país.

Considero como uma das felicidades da minha vida não escrever nos jornais; isto faz mal ao meu bolso, mas faz bem à minha consciência.