Amiga te Conhecer foi um Prazer
A vida é um sopro,
o tempo passa rápido.
Do despertar da vida
A sua despedida, parece
passar apenas uma fração de tempo.
Tão rápido como começa, chega ao fim.
Como uma leve brisa passageira!
Por isso se esforce em viver de uma
maneira que deixe marcas,
sorria, viaje, cante, dance... ame!
Se torne inesquecível,
Viva a Vida!
Herói é aquele que vive perdendo e se fortalecendo com as suas derrotas, até se tornar um vencedor. Porque o que vive ganhando, basta uma simples derrota para fazê-lo um perdedor.
O Brasil mudará de "cara" quando houver um casamento real da educação com a arte. Será então um país com memória.
Busca do amor
Busco um amor
Que seja verdadeiro
Que seja real
Que seja único
Que seja amoroso
Que seja eterno
Que seja amável
Um amor...
Que tenha alegria
Que tenha paz
Que tenha confiança
Que tenha lembrança
Que tenha coragem
Um amor..
Que seja companheiro
Que seja amigo
Que possa caminhar ao infinito em todo o momento
Um amor...
Que tenha intimidade
Que tenha amizade
Que tenha um sorriso amável
Que tenha olhos de alegria
Um amor...
Que acredite no amor
Que acredite na liberdade
Que acredite na paixão
Cujo amor...
Nasça do amargo
Nasça da briga
Nasça de um espinho
Nasça em um coração
Um amor....
Que tenha sinceridade
Que tenha naturalidade
Que tenha simplicidade
Que seja capaz de chorar
Que seja capaz de sorrir
Que seja capaz de gritar
Que seja capaz de amar
Que acredite
Que tenha
Que seja
Que nasça
Do amor e do reflexo de Deus
Sou mesmo um caso perdido, pois embora eu tenha tomado todas as precauções, frequentemente tenho uma horrível incontinência para o amor...
“Acho lindo quem se comunica em silêncio; com um olhar, um sorriso. Tem coisa mais incrível que falar sem dizer uma palavra? Dizer tudo, sem dizer nada.”
''Ser banido significa ir pra longe, muito longe. Pra um lugar onde as pessoas foram conscientes demais...''
" As lágrimas são um rio que nos leva a algum lugar. O choro forma um rio em volta do barco que carrega a vida da alma. As lágrimas erguem seu barco das pedras, soltam-no do chão seco, carregam-no para um lugar novo, um lugar melhor.
Há oceanos de lágrimas que as mulheres nunca choraram por terem sido ensinadas a levar para o túmulo os segredos dos pais e das mães, dos homens, da sociedade, bem como os seus próprios. O choro da mulher sempre foi considerado muito perigoso, pois ele abre os trincos e os ferrolhos dos segredos que ela carrega. Na realidade, porém, para o bem da alma selvagem da mulher, é melhor chorar. Para as mulheres, as lágrimas são um princípio de iniciação para o ingresso no clã das cicatrizes, essa eterna tribo de mulheres de todas as cores, todas as nacionalidades, todos os idiomas, que no decorrer dos séculos passaram por algo de grandioso e que mantiveram seu orgulho."
Entre o Vazio e a Criação
Às vezes, parece que minhas ideias vivem em um limbo, presas entre o que desejo expressar e o medo de que não seja suficiente. Eu as deixo flutuar no ar, na esperança de que um dia elas se tornem reais, mas, na verdade, sinto que o tempo as dissolve, como se eu fosse incapaz de lhes dar forma.
Sinto uma imensa vontade de criar, de dar vida ao que se agita em minha mente, mas ao mesmo tempo, me encontro paralisada pela insegurança. O medo de não conseguir traduzir o que vejo, de não ser capaz de fazer com que os outros sintam o que eu sinto, me deixa à deriva. Em vez de tomar as rédeas da minha própria criação, acabo jogando ideias ao vento, esperando que outros, talvez mais capazes ou mais ousados, consigam construir o que eu não consegui.
O que me impede de dar esse passo? O que me paralisa ao ponto de ver minhas ideias nas mãos de outros, enquanto eu fico à margem, assistindo sem saber como agir? Sinto que há um valor no que faço, mas, ao mesmo tempo, o medo de ser incompreendida me impede de dar a cara a tapa. A frustração cresce, e as palavras ficam guardadas, as imagens permanecem em arquivos, e o desejo de ver o fruto do meu trabalho se perde na incerteza.
Mas, por dentro, algo ainda insiste. Um fio de esperança que não me deixa desistir. Mesmo que o medo se faça presente, mesmo que eu me veja hesitante e sem confiança, sei que não posso deixar de tentar. Porque minha essência, minhas ideias, meus sonhos, são meus. E, de alguma forma, precisam ganhar vida. Porque, no final, o único risco verdadeiro é o de não tentar.
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Entre o Ímpeto e o Silêncio
Hoje é um daqueles dias em que as palavras querem saltar, atropelando o tempo e a razão. Elas pesam no peito, se acumulam na garganta, ansiosas para serem ditas. Mas minha mente está inquieta, desorganizada, e eu não posso confiar nelas agora.
Não quero falar no calor da emoção e depois me arrepender. Não quero que a pressa transforme sentimento em ruído ou que uma palavra mal colocada machuque quem não merece. Então, respiro fundo. Seguro o ímpeto. Não por medo de sentir, mas por respeito ao que sinto.
Às vezes, o silêncio é a pausa necessária para que a verdade se alinhe dentro de nós. Estou tentando organizar o que há em mim antes de transformar em voz.
Indiaroba
Indiaroba, um município encantador situado no litoral Sul de Sergipe, se destaca por suas belezas naturais e um turismo sustentável que envolve ecoturismo e a valorização de suas raízes culturais e gastronômicas. Com um nome de origem indígena, que remete à palmeira "Indaiá" e a semente "Rubá", a cidade tem como significado popular "índia bela", refletindo a beleza de sua gente e de seu ambiente.
A cidade, composta por belos estuários ecológicos e manguezais, é um cenário perfeito para a prática do ecoturismo, onde é possível observar a fauna e flora local, como caranguejos, siris e camarões, além de aves que enfeitam o céu. A costa da cidade oferece atrativos turísticos, como a orla repleta de paisagens naturais e a travessia para locais encantadores como a praia do Saco, a Ilha do Sossego e Mangue Seco.
Um dos destaques da cidade é o povoado Terra Caída, que encanta pela sua tranquilidade e rusticidade, banhado pelo rio Piauí e cercado pela biodiversidade local. O povoado é um exemplo da mistura entre o campo e o litoral, com suas paisagens bucólicas e com saborosos pratos típicos, como as empadinhas de mais de 50 anos de tradição, patrimônio cultural imaterial do estado de Sergipe. A gastronomia local é um convite a sabores autênticos, com pratos à base de macaxeira, batata doce, caju, coco e mangaba, além da famosa culinária de frutos do mar.
Outro ponto de destaque é o Pontal, uma área privilegiada que encanta os turistas com seu estuário e um cenário de prainha rodeada por aves e fauna local. O ecoturismo ali é igualmente rico, oferecendo passeios para as ilhas próximas, como a Ilha da Sogra e Ilha do Sossego, e também para o Projeto Associação das Catadoras de Mangaba, que promove a produção de iguarias a partir dessa fruta típica da Caatinga.
Indiaroba não é apenas um lugar de belas paisagens, mas também de uma cultura rica e acolhedora, onde o turismo, a pesca e a preservação do meio ambiente andam lado a lado, oferecendo experiências inesquecíveis aos que visitam essa joia do litoral sergipano.
📷✍🏻@jorgeane_borges
Ser Muito
Dizem que sou muito. Que sou demais. Que transbordo sentimento. Como se houvesse um limite para sentir, como se fosse possível medir o que pulsa dentro de mim. Não sei ser pouco, não sei ser metade. Minha essência é excesso, intensidade, entrega.
Eu sinto fundo, amo inteiro, desejo com a alma. Não me contento com rascunhos de sentimentos, com migalhas de presença, com o morno das emoções rasas. E sei que isso assusta. Sei que, para alguns, sou tempestade quando esperavam brisa. Mas não sei ser menos.
Quem quiser ficar, que fique por inteiro. Quem quiser amar, que ame sem medo. Porque dentro de mim, o sentir nunca será um fio de água. Será sempre mar.
Reflexos de Alma
Há um eco no espelho,
um reflexo que não é só luz.
É pele, tempo e memória,
uma sombra que sente e traduz.
Me transfiro em olhares,
sou vestígio em cada cor.
O passado resiste em traços,
feito espelho a guardar calor.
Toquei-me na transparência,
mas era outro a me olhar.
Alma fluindo em espelhos,
sempre a se reencontrar.
Um Trabalho de Valorização e Incentivo Cultural
Capturar imagens como as vejo e revelar ao mundo a essência das coisas.
É um trabalho delicado, mas essencial.
Quando um olhar atento destaca a importância da permanência e do legado representativo, ele convida as pessoas a se enxergarem sob novas perspectivas, diferentes ângulos e projeções de sua própria grandiosidade.
Pode-se dizer que é também um ato de empoderamento.
Vamos nos orgulhar do que nos pertence, nos apropriar de nossas riquezas e raízes.
Mostrar ao mundo que somos um povo rico de ser e de saber.
Essa é uma forma de permanência e consciência cultural!
@lambe_sujos.sambanegro, o som do Samba de Coco que atravessa gerações.
Um grupo popular forte e valente, que transborda alegria com seu jeito único de brincar com a vida!
E eu?
Uma outra história… Acompanha meus passos. 😉🤗
A Solidão da Minha Solitude
Há um vazio que me visita sem pedir,
mesmo quando tudo parece estar em paz.
É a ausência que mora no peito
quando escolho estar só,
mas não deixo de desejar companhia.
Minha solitude tem nome,
tem gosto de café frio e cama arrumada demais.
É minha, mas às vezes pesa.
Não grita, mas se impõe com um silêncio
que fala de mim mais do que mil palavras.
É escolha… mas também falta.
É liberdade… mas também espera.
Porque há dias em que o silêncio me acolhe,
e outros em que ele me abandona.
Queria às vezes dividir o pôr do sol,
contar as estrelas com alguém que ficasse.
Alguém que entendesse
que até quem gosta do próprio espaço
anseia, vez ou outra, por um colo.
E nessa dança entre o querer e o suportar,
vou existindo: inteira, mas com vazios.
Solta, mas sonhando com um laço.
Sozinha, mas querendo ser achada.
Solitude
É um silêncio cheio de mim.
A solitude, que escolhi ou que me escolheu,
às vezes pesa mais do que liberta.
Não é ausência de gente — é ausência de encontro.
É uma quietude que não consola,
uma liberdade que não abraça.
É estranho como, mesmo cercada de paz,
sinto falta do barulho certo,
da presença que não invade, mas se encaixa.
Do olhar que atravessa sem pressa,
do toque que entende sem precisar explicar.
Minha solitude é um lugar onde me ouço alto,
mas, às vezes, só queria escutar outro coração batendo ao lado.
Porque até o que é escolhido pode doer —
e o que é bonito também cansa.
Às vezes, o peito é largo demais pra abrigar só um silêncio.
Às vezes, o eco do que falta grita mais alto que a própria dor.
A solidão da minha solitude…
não grita, mas ecoa.
Entre Olhares e Palavras
Há um instante, entre o piscar dos olhos e o sussurro do pensamento, onde a vida se revela em sua forma mais pura. Um tempo suspenso entre o que sinto e o que expresso, entre a fotografia e a palavra, entre a imagem que congelo e a emoção que deixo fluir.
Sou feita de silêncios que gritam e de gestos que falam. Meu olhar recua no tempo, buscando histórias que resistem ao esquecimento, vestígios de quem fomos, ecos de quem ainda somos. Escrevo para dar voz ao que se cala, para traduzir a dança invisível entre o que se vê e o que se sente.
Meu caminho é feito de entrega – a mim mesma, ao instante, ao que me atravessa. Carrego a suavidade de quem sente fundo e a força de quem transforma dor em criação. Cada palavra que escolho, cada imagem que capto, é um convite para enxergar além do óbvio, para sentir além do esperado.
E assim sigo, costurando tempo e memória, conectando passado e presente, trazendo para perto aqueles que se permitem ver – e, quem sabe, se reconhecer.
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O Desejo Como Chuva em Terra Seca
Dentro de mim há um solo sedento, esperando pela chuva certa. Mas não aceito qualquer tempestade, qualquer gotejar. Meu desejo não floresce com qualquer toque, não desperta sob mãos que não saibam sentir. Precisa ser um alívio, não um dilúvio. Um toque que nutre, não que devasta. E então eu espero, mesmo que a espera resseque, mesmo que a sede arda. Porque quando a chuva certa vier, será raiz, será renascimento.
O Corpo Como um Instrumento que Só Toca na Sintonia Certa
Meu corpo não é uma melodia qualquer, não toca para qualquer ouvido. Ele precisa da sintonia certa, do toque que sabe a nota exata para fazê-lo vibrar. Há desejo em mim, mas ele não dança ao som de qualquer presença. E eu espero. Porque sei que, quando a música certa tocar, eu não terei dúvidas – será entrega, será arrepio, será um acorde perfeito.
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