Amiga te Conhecer foi um Prazer
Foi um lance louco,
quando nos vimos
grudamos um no outro
mais do que chiclete,
Uma história de amor
que a dois compete,
Um pacto indestrutível
que ninguém se mete.
O General foi preso
indevidamente só
por pensar diferente,
Pensar diferente para
uns é um crime por
não aceitarem ter
na vida um divergente.
A prisão de consciência
do General é reconhecida
publicamente muito
além das habituais listas,
Não há como ser indiferente
com uma tropa que
como ele sofre intermitente,
As vozes dos clamores
pela liberdade de todos
têm sido crescentes.
O General foi preso
no dia treze de março,
do ano 2018 no meio
de uma reunião pacífica
no Hotel Presidente,
e preso segue injustamente
sem acesso a justiça só
porque pensa diferente,
e nunca foi indiferente.
Só sei de uma coisa
sobre quem pensa
que pode destruir
caminhos colocando
destinos fora de prumo,
e que assim está
caminhando no rumo certo:
"No tiene sueños,
ni alas, solo silencio
y soledades amargas".
Os meus cabelos
foram cobertos
por um lindo buquê
de xarıbülbül que
foi colhido por você.
Nem pelas nossas
próprias mãos
a Primavera do amor
poderá ser detida,
ela floresce sem
permissão na vida.
Há sementes e raízes
ocultas pelo escudo
da minha timidez,
e insisto sobreviver
a tudo com sensatez.
O anel de fogo que
daqui se aproxima
nos tornam ainda
mais enamorados,
a cada dia estamos
mais apaixonados.
A aliança de fogo
de nós se aproxima,
onde o Sol se ergue
e de nós se retira:
a magia permanece
nesta Via Láctea.
Só posso é contar
com a paz do teu
amor para lidar
com meus medos
que não são poucos.
A aliança de fogo
para nós é prevista,
onde a Lua brilha
permitindo ser coberta
e da espera infinita
continuo ser a tua poeta.
O General foi
preso sem
nenhuma culpa
há pouco
mais de um
ano e meio,
Ficamos até
sem saber
onde foi levado,
E sei que ele
ainda está
fisicamente
debilitado;
A história é
uma trama
macabra,
Só de pensar
me preenche
de medo,
Nem que eu
seja a última
voz a falar,
A liberdade
dele não vou
parar de rogar.
Ele nunca foi
golpista
ou traidor,
E sim um
ele é grande
idealista,
Um dos mais
raros deste
continente,
Desde ontem
vem crescendo
a expectativa
que ele seja
libertado,
Ele não merece
permanecer
aprisionado.
O General foi
carregado em
meio a uma
reunião pacífica
dentro de um
hotel só por
ter discordado
de tudo que
para ninguém
não é segredo,
E mesmo assim
nunca deixou
de ser apegado
a Pátria e um
militar ordeiro.
Sob a mirada
de um dos 7
infantes de Lara,
O Comissário
libertado,
e o advogado
foi aprisionado.
Na lembrança
(o calendário),
No coração
(há esperança).
Dizem que
desde o dia
28 de abril,
Sobre o General
que ninguém
mais sabe,
e nem mais viu.
Na cabeça (a dúvida),
No lábio (a pergunta).
O velho sargento
infartado,
Este giro tem
causado um
total enfado,
Excessos contra
a tropa tem
causado um
incalculável
e brutal estrago.
Ontem um quartel
ao sul foi assaltado
por terroristas
que queriam mais
uma vez convulsionar
a Pátria de Bolívar,
um militar foi morto,
o armamento recuperado
e o terror aprisionado.
É preciso esclarecer
cada passo dado,
Ser preciso ao manter
o povo bem informado
porque o perigo
vem sendo todo
o santo dia pavimentado
e o continente vem
sendo na escalada
pelo Império sacrificado.
Rechacar a externa
e grave intromissão
que faz perder tempo,
impedindo a paz,
e o restabelecimento
pela via de um caminho
mais aplainado,
é uma sensível urgência
de cada instante
e não há como desviar
da realidade dos fatos:
É quase Natal e até
agora não houve
nenhuma notícia
de reconciliação
com a tropa
e com o General
que estão há anos
injustamente aprisionados.
No dia treze
de março
do ano de dois
mil e dezoito,
um General
foi preso
injustamente
no meio de
uma reunião
ordeira e pacífica,
E contra ele
tudo ficou tudo
ficou por
isso mesmo:
nunca mais
se ouviu notícia
de libertação.
Um poemário
em reclamação,
Dando conta
de saber do
destino da tropa
e da população
de um continente
a poesia
além escrita,
vem alimentando
uma multidão
e dos ouvidos
virou a canção.
O General deixou
como mensagem
a reconciliação,
E eu poesia
todo o dia
pela consciência
continental
para um povo
nascer de novo
e libertar a mais
frágil filha de Bolívar.
Passou um mês
do massacre
de Sacaba:
ninguém foi preso
e quem sabe
da verdade
não abre a boca,
Não se indigna
ou não demonstra
por medo
de represália
de ser mais
um desaparecido,
Um sobrevivente
sem salvo-conduto
ou simplesmente
se tornar mais
um preso político.
Não importa
onde esteja
se é na quermesse
em prol das vítimas
de Senkata ou até
mesmo na igreja,
O autoritarismo
vai te aprisionar
quando você
não permite
a sua dignidade
ele sequestrar.
Muitas histórias
sem fim nesta
Pátria imensa
para contar e recontar,
Não se sabe nem
o porquê e nem
quando vão soltar
a tropa e um General
presos injustamente
e não há notícias
nem de esperança
para este Natal,
Da poesia sigo
sendo o último
soldado até o final.
O General
que foi
capturado
em dezoito
de março
fatídico
dentro de
um hotel
no meio
de uma
reunião
pacífica,
E ainda
está há mais
de um ano
e meio
sem nenhum
acesso à justiça.
Sem você
perceber
em mim
há ameríndios
vestígios,
É por isso
que o meu
espírito livre
te incomoda
mesmo que
eu me cale.
Não faço idéia
da onde
tiraram que
o desterro
é liberdade,
E poderá ser
concedido
como prêmio,
Mas longe
de qualquer
prisão de
segurança
máxima
qualquer lugar
é melhor até
do que o paraíso.
Há por aqui nesta
minha terra um
museu de grandes
novidades que foi
previsto pelo poeta,
Estamos sentindo
como ele pesa
em nossas carnes.
De tanto extremismo
todo o dia vigiar
os meus olhos
andam exaustos
por sobrevivência
neste momento
que buscar a calma
é a urgência
até a curva abaixar
na América Latina
e pelo mundo afora.
Falta ainda muita
serenidade
na minha terra
e por todo o lado,
Quem está sofrendo
mais os efeitos
é quem está
menos capitalizado.
Falta clareza para
uns discernirem
aquilo que não é
furar o isolamento
para abusos não
virarem uma onda
popular de tormento
por toda a região,
e para vir aumentar
o sofrimento e a dor
da nossa população.
Ninguém suporta
mais aturar o peso
de tramas, bloqueios
e falta de paz,
Que por aqui querem
que aceitemos como
conviver com eles
como normais fossem.
Ainda estou nos panos
roxos das janelas
frontais colombianas
morrendo de medo,
fome e de desgosto
por este sofrido povo;
E na força da minha
gente das favelas
desinfetando caminhos
e auxiliando como
irmãos o povo do asfalto.
Vendo tudo por uma tela,
contando histórias
de sobrevivência,
a espera da liberdade
de gente que abraçou
de maneira heróica
a própria consciência:
Uma tropa e um General
preso há mais de dois anos
(injustificadamente),
uns como ele que presos
jamais deveriam ter sido,
e não devem continuar
porque criticar nada
tem a ver com desestabilizar.
Não foi como
eu pensava,
não voltaram todos,
houve um incidente
na fronteira
com os bolivianos
que querem
voltar para casa,
e segue a desgraça
plantada pela
autoproclamada
deixando completamente
a gente esfomeada
e totalmente abandonada,...
Na Pátria do Condor
tem sido rotina:
quando pouco se sabe,
não se sabe de nada,
tem sido normalizado
deixar muitos abandonados
nas fronteiras
e estradas da orfandade;
Por aqui virou terra
de contra-informação,
informação falsa,
informação pela metade
ou mesmo nenhuma,
e uns querem que
até para fazer
pergunta você se cale,...
Assim tem sido com
o nosso povo, com a tropa
e com o General preso
injustamente há mais
de dois anos que há
mais de três semanas
não recebem por ele
roupas limpas e comida
(e ninguém mais sabe
de absolutamente nada),
e de vez em quando
só recebem mesmo é água.
Um jornalista foi preso
porque foi equivocado
neste momento que
o mundo está atordoado
pela maldita pandemia,
Não condeno o outro
lado porque entendo
que há quem passe
do limite inventando
falsas notícias
e festas corona como
não houvesse o amanhã;
E infelizmente para
manter a ordem às vezes
dependendo do caso
não resta outra opção.
Dependendo do caso
o modelo pode ser
superado em nome
da liberdade de imprensa
porque não é fácil
lidar com informação,
é só dar justo e são
o direito de resposta
ou pedir a retratação.
Foi acesa a Cruz
de Waraira Repano
e os corações estão
unidos para vencer
a pandemia e o bloqueio
imperial que foi espalhado,
Os bloqueios em dias
normais causam estragos,
E num momento
como este só
aumentam a devastação,
não dá para fechar os olhos
porque estes bloqueios
são como esgotos a céu aberto.
Assistindo a tudo isso
que passa pela minha
janela para o mundo:
a história do General
que está preso
injustamente há dois anos
segue me comovendo,
e pelo jeito ninguém sabe
se ele e outros em igual
situação estão
recebendo alimentação.
Chega um momento
que tudo o quê foi dito
a quem merece ouvir
não precisa ser repetido,
é melhor deixar o tempo
se encarregar de fazer
o papel de educar,
para que gente assim
não se sinta empoderada
para fazer ainda mais mal;
e a dor existencial
de ser ela própria não
castigar ainda mais
a quem não merece.
O anjo nas finas linhas
do destino ao povo assim
escreveu: "Não
esqueçamos
dos presos de consciência,
Não existem presos
de consciência de primeira
ou de segunda.
Todos sofrem o rigor
de pagar com a sua
liberdade de discordar
por suas idéias,
frente ao status quo;
quem não compreende
vai contra a história,
sobram os exemplos.
Lutemos pela LIBERDADE.".
Por saber que anjos
existem continuo a escrever os meus
poemas para lembrar que
as mil prisões políticas ainda
nesse século ao tempo resistem.
Jacinto Machado Poética
Na planície costeira foi escrita
como um verdadeiro poema
quase ao pé da Serra Geral:
um pedacinho do coração nacional.
Trilhas seculares com belas
paisagens contam lendas
e levam o espírito tropeiro:
um lugar para o encontro perfeito.
Jacinto Machado poética
nos cânions vejo os sinais
que aqui tu és o meu recanto
que amo todos os dias sempre mais.
O Brasil foi vencido
pelo Camarões,
Um jogo que dos corações
foi bastante exigido.
Ainda há mais uma
chance para trazer
o Hexa para todos nós,
não vou parar de torcer!
O Hexa tá chegando,
eu acredito!
O Hexa vem bonito,
eu não duvido!
O Brasil vai ganhar
esta Copa no Catar,
você vai se surpreender,
pode acreditar!
O Hexa virá agora
e vai ser lindo,
O Hexa vem com tudo,
eu tenho fé e acredito!
Todo carinhoso com
o arco de flores
nas mãos para dançar
a jardineira comigo,
Foi um aceno do destino
para mergulhar
de vez no oceano
do teu amor e me deixar
levar até quando
nada fizer sentido,
Porque sem explicação
me vejo sobre o seu peito
em silêncio e nele o meu abrigo.
Um foi se moldando
ao outro feito argila
nas mãos do oleiro,
Somos dois corações
e o amor construiu
o nosso amor inteiro,
Celebramos orgulhosos
o amor verdadeiro.
Do meu coração
um yurt foi feito
para o amor mais
lindo e perfeito,
Com toda a poesia
nele abrigada,
a escolha, o sentimento
e minh'alma serenada:
Confio nas mãos do tempo.
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