Amiga Mensagem Ana Maria Braga
J, Espero q a distancia, as ideias de terceiros, nem mesmo o silencio , seja suficiente para desatar o laco de nossa amizade, espero q a distancia seja suficiente para descobrir a forca e o valor de nossa amizade, q a distantancia seja apenas por metros, quilometros, o que queria dizer, mas que nossa mente e coracao, tenha forca suficiente para manter os lacos de nossa amizade sempre ligada e que a distancia seja uma fonte de descoberta de tal valor de uma pura e inocente amizade. Mesmo que em algumo momento de nossa vida tivemos um deslizo, desavencioso, um escorregao, Mas tenho certeza , que se por ambas partes alimentamos nossa amizade com amor sincero, iremos chegar do outro lado de mãos dadas. Lembre se, amizade e uma. Raminha do amor, e que o amor se divide, poristo eu o digo, eu te amo, ass: Uma grande e eterna amiga, amiga, Silvania.
O dia entardeceu. Nuvens brancas a passar, a ausência de quem nunca se foi, faz do meu coração um céu azul sem estrelas.
Ministério da saúde adverte:
misturar razão e amor pode não dar bons resultados. Nessa balança um lado sempre penderá mais que o outro. Apresentando várias reações dependendo do coração de quem ousar utilizar. Recomenda-se quando tratar-se de um "nós" escolher apenas uma das substâncias, e de preferência o amor, porque o resto, o teu coração vai saber pra onde te levar.
Olha lá, duas mulheres descendo a rua de mãos sobrepostas e de coração compartilhado, misturam-se os lábios e chamam a atenção dos que não tem coração.
Teus olhos são oceano
mergulho profundamente,
até mesmo sem querer
observando-os,
na grandeza do teu olhar
Deixo-me sem pensar
me naufragar
Cores pesadas
Cores marcadas
De todas elas
Na mente passam.
Observo atentamente
Cada passo dado teu
Com o olhar.
O que se passa na tua mente
E que cê esconde e não conta
Pra gente, quem sabe, surgir por nós
Do que fica e do que se esvai
Prefiro acreditar no que está sendo
Sonho
Ela era cheia deles
Os carregava em uma pequena sacola
E adorava compartilha-los
Memória
Onde guardava as suas lembranças
com sabedoria
Até mesmo as que não tinha
O hábito de recordar
Saudade
Não podia (ainda) lidar com a tal
Mas aprendeu a conviver
Com o vazio no coração
De algo que ainda não havia vivido
Amor
Não fazia ideia do era,
Contudo, já tinha ouvido falar
Algumas vezes por outras pessoas.
Essas, acreditava a moça,
Também não tinham noção nenhuma
Do que era
Ela dançava de mãos dadas com a alma
Não se importava de tropeçar
Pois sempre recomeçava a dançar
Nada podia interromper, Maria
Quando se movimentava pela casa,
Do quarto para a cozinha
Em um simples passo
Que acabava de criar
Não entendiam porque mesmo sem música
prosseguia com o seu bailado
uma vez que só a moça podia escutar
as batidas do seu coração
Dançava o ritmo do bater
Da sua existência,
Movimentava-se com a música da vida
Que partia de dentro.
Nem da laranja quero a metade. Nenhuma pessoa merece ser o "quase" ou "talvez" de ninguém. Se tem fome, não se come meio prato. Se tem música, não se dança meio passo. Se tem o alfabeto, não se escreve apenas com consoantes. E se tem amor, é amor e pronto.
Sou mar de palavras. Ondas de poesias. Naufrágios de sentimentos. E barcos que flutuam por medo de se deixar molhar de amor. Um mar que nunca se finda com um horizonte incerto de alcançar.
"O amor a não ser o próprio, é para dois."
Ela estava sempre de prontidão!
Pronta para amar,
Para realizar algo de extraordinário
Ou até as coisas mais simples.
Porém não compreendia
Que em um ato que exigia dos dois,
Ambos deveriam estar prontos,
E que não podia carregar sozinha
O peso do amor.
Menina,
Quando colocado na balança
E dividido por dois ele se torna muito mais leve!
Há um equilíbrio que quando os dois se encontram
Ele se torna inteiro novamente.
Isso se chama reciprocidade, Maria!
Como está você?
Ao invés de "como vai você?"
Ela sempre perguntará:
"Como está seu coração?"
Maria não queria saber
Do que ela podia ver,
Mas sim do que estava por dentro.
Gostava mesmo dos sentimentos,
Do bater do coração,
Era o que lhe dava a vida!
"Essa mulher é um mundo!"
Escreverá outrora Vinicius de Moraes.
A vida lá fora não se comparava ao que havia dentro de Maria.
Um turbilhão de sentimentos, pensamentos, dúvidas, certezas.
Nada que não parti-se de si mesma.
Coisa que só ela poderia construir... ou destruir.
Ela tinha o mundo em suas mãos.
E mesmo que o dono do destino resolve-se lhe afrontar,
Este como um bom moço, cederia aos seus encantos.
Todo mundo precisa de um herói. E talvez você chore se algum dia ele for embora... Mas quem garante que ele chore por você?
Mesmo que machuque, não pare de me beliscar. É a única forma de me livrar de tantos sonhos que nunca irão se tornar realidade...
Carrego comigo marcas,
Sou feita de sorrisos amarelos e olhares baixos.
Trago da noite histórias de ser medo e ser sonho.
E quando o dia rompe a noite já não tenho lugar.
A minha clausura diurna, que se faz nos olhares cortantes
de senhores de bem.
O estigma daquelas que se fazem do romper das normas,
E sem espaço no ciclo morto, macho e cinza que constrói-se
sobre cadáveres em tonalidades múltiplas, se despersonificam!
Fadadas ao nada e ao não lugar.
Sou essas mulheres que não são...
Que não puderam ser.
Temos uma a outra, apenas por hoje.
E em cada uma a continuidade da força da outra.
E quando ela rasga os tratados, rompe ritos e derruba muralhas
em busca de oxigênio...
Respiramos juntas.
O meu folego é fruto de tua luta companheira!
Do nosso suspiro tênue, florescem possibilidades.
De nossos corpos marcados e entregues a margem, brota
esperança.
Como a flor de Drummond que rompe o asfalto.
E enquanto viva seremos contraposição a esse ciclo
que nos rouba as cores e os sonhos.
"Tenho alma livre e um coração gigante. Sou passageira deste mundo. Só me apego ao que me faz ser uma pessoa melhor."
Tão certo como o sol que nasce todos os dias é o dia em que veremos ele se pôr, juntinhos, lado a lado, você e eu num lugar qualquer.
CANÇÃO DO DESCABIDO AMOR
Você dá o tom, eu desafino amor
Você é o sol, eu sou dó
Nossa melodia, fez raiar o dia
Que tão logo se pôs
O meu coração é o teu jardim
Ele floresceu e secou
E de tanta melancolia, nasceu uma estrela guia
Que a noite se iluminou
Peguei o meu violão
Voltei para a boêmia
Cantei minha agonia, minha decepção
E agora eu vou seguir
A estrela que eu vi
Nascer só para mim, meu coração
E juro não voltar, a te desafinar
Você me deu o tom e eu te dou esta canção
Mas “se você disser que eu desafino amor”...
Tu ensinaste-me tudo o que eu ainda não sabia sobre a solidão.
Eu ensinei-te tudo o que tu ainda não sabias sobre o amor.
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