Amiga ele Nao te Merece

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A inteligência é quase inútil para quem não tem mais nada.

A juventude deve ser domada com a razão, não com a força.

Os trabalhos escolares são provas para o carácter, não para a inteligência. Quer se trate de ortografia, de poesia ou de cálculo, está sempre em causa aprender a querer.

A prudência não passa de uma qualidade: não devemos transformá-la em virtude.

Momentos houvera em que fora feliz, mas não dera conta.

Se amas, perdoa; se não amas, esquece.

Não afirmo que o inimigo do Brasil é o capital estrangeiro, mas também não afirmo que por ser estrangeiro é melhor e mais amigo.

A mulher veste-se para as demais mulheres, e não para os homens, nem sequer para aquele a quem mais quer.

Talvez a juventude seja apenas este
Amar perene dos sentidos e não arrepender-se.

Sandro Penna
PENNA, S., Poesie, Garzanti, 1989

O sonho é um túnel que passa por baixo da realidade. É um esgoto de água clara, mas não deixa de ser esgoto.

Certamente é bom que o mundo conheça apenas a obra bela e não as suas origens nem as condições em que foi gerada; pois o conhecimento das fontes de onde provém a inspiração para o artista causaria frequentemente perturbação e espanto, neutralizando assim os efeitos da excelência.

Como Deus não pode alterar o passado, é obrigado a depender dos historiadores.

O amor é o único sonho que não se sonha.

As mulheres não meditam, contentam-se com entrever ideias sob a forma mais flutuante e mais indecisa. Nada se acusa, nada se fixa nas brumas douradas das suas fantasias. São apenas aparições rápidas, figuras vagas, contornos imediatamente desvanecidos. Dir-se-ia que nada se importam com a verdade das coisas.

Nunca melhora o seu estado quem muda só de lugar mas não de vida e hábitos.

A vida não se passa na terra mas na minha cabeça.

A ortografia não faz o génio.

O amor não é o lamento moribundo de um violino longínquo - é o rangido triunfante das molas da cama.

o lutador, na velhice,
conta à sua mulher o combate
que não devia ter perdido

Yosa Buson
O livro dos haikais. São Paulo: Massao Ohno, 1980.

Aquele pensa que sabe muito, mas não sabe de nada, e a sua ignorância é tanta que nem sequer está em condições de saber aquilo que lhe falta.