Amiga a Distância que Admiro
Distância e longa ausência prejudicam qualquer amizade, por mais desgostoso que seja admiti-lo. As pessoas que não vemos, mesmo os amigos mais queridos, aos poucos se evaporam no decurso do tempo até ao estado de noções abstratas, e o nosso interesse por elas torna-se cada vez mais racional, de tradição. Por outro lado, conservamos interesse vivo e profundo por aqueles que temos diante dos olhos, nem que sejam apenas os animais de estimação. Tão presa aos sentidos é a natureza humana. Por isso, aqui também são sábias as palavras de Goethe: O tempo presente é um deus poderoso.
Os amigos da casa são chamados assim com justeza, pois são amigos mais da casa do que do dono, portanto, assemelham-se antes aos gatos do que aos cães.
Os amigos dizem-se sinceros; os inimigos o são. Sendo assim, deveríamos usar a censura destes para nosso autoconhecimento, como se fosse um remédio amargo.
Os amigos são raros na necessidade? Não, pelo contrário! Mal fazemos amizade com alguém, e logo ele estará em dificuldade, pedindo dinheiro emprestado.
"Não sei mais comparar o que sou ao que eu era, a distância entre o que eu era e o que sou se tornou muito grande e não lembro mais".
Eu sei que vou te amar, apesar da distância, sem me importar com as circunstâncias que ainda hei de viver. O meu coração pulsa, bate forte, quase explode de saudades de você.
Você é uma pessoa muito especial pra mim, que ilumina minha vida.
Pouco importa a distância que nos separa ou o tempo que já passou desde nosso último encontro. Eu tenho certeza que, aconteça o que acontecer, existirá sempre um sentimento de grande carinho entre nós.
Você é alguém que contribuiu muito para minha felicidade, que nossos dias se prolonguem por muito tempo e o que nos une jamais desapareça! Temos nossas diferenças, pra mim nada mudou, continuo sendo a pessoa que conheceu, não sei se isso é bom ou ruim, mas continuo sendo apaixonada, chorona, sonhadora e que sente uma atração louca por vc, só que agora estou com os pés mais no chão, ouvindo a razão mais que o coração, só que ainda assim o coração tem pregado peças, morro de saudade de ti, dos momentos mais intensos de amor e carinho, mas procuro ser forte o bastante. É complicado, mas possível de ser dominado, te gosto muito, isso não consigo mudar dentro de mim, é uma mistura de amor, paixão, medo, confusão... mas gostoso de sentir, será que somos "almas gêmeas", o que resta agora é aguardar o que o tempo irá fazer com a gente... Bjo no seu coração e na alma... A VIDA É SIMPLES, VOCÊ FAZ ESCOLHAS E NÃO OLHA PARA TRÁS...
Só sei que a gente não encontra ninguém nessa vida por acaso. Ou a pessoa é um teste, uma lição ou um presente, pra mim você é um pouco de cada coisa, aprendi muito nesse tempo... e não me arrependo de nada do que vivi contigo... precisava escrever isso pra aliviar o meu coração e também porque não conversamos, enfim, você sabe dos meus sentimentos e eu sei dos seus... eu serei a sua pret@ sempre... acredite. Bjo.
E derepente tudo aquilo que me era CONSTANTE não vejo mais.
Esse tipo de distância dói, esmaga e explode..
Péssimo é saber que na maioria das vezes NADA pode ser feito...
Ou talvez tanha algo...não sei..é confuso.
De absoluto só tenho a certeza da importância e o afeto que tenho por VOCÊS, meus amigos de verdade.
A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.
A saudade bateu
E a distância só fortaleceu
O que já tinha nascido em nossos corações.
A paixão arde, e o amor queima dentro de nós
Fazendo com que nunca nos separemos
Sem ter hora e nem lugar para nos amar!
O amor que sinto por você é tão forte que nem mesmo o vento pode levá-lo, a distância pode separar ou a maldade pode destruí-lo."
A liberdade nunca está a mais do que uma geração de distância da extinção. Nós não a passamos aos nossos filhos na corrente sanguínea. Ela deve ser protegida e entregue para que eles façam o mesmo, ou um dia vamos passar anos dizendo aos nossos filhos e aos filhos de nossos filhos como era nos Estados Unidos, onde os homens eram livres.
Não excluo ninguém da minha vida, apenas mantenho uma distância considerável de pessoas egoístas e egocêntricas. Isso acontece naturalmente com gente que se acha o último biscoito do pacote e pensa que o mundo só gira em torno delas!
Destinos que se cruzam
Por tantas coisa a dizer
Por maior que seja a distância
Eu jamais vou te esquecer.
A distância é uma coisa relativa. Você pode estar longe de alguém e sentir-se perto ou estar perto e sentir-se longe.
Porque meu bem,
o amor é liberdade
Não se prende em egoísmo,
nem distância da amizade.
Amor é mais que pele,
é essência, é coração.
Se sufoca, não é amor,
não te tem no coração.
Como dizer eu te amo para quem usa e abusa de mim, não me dá valor nem à distância um fim? Apenas digo: não importa, pois te amo mesmo assim...
Ai, amor, sei que é muito difícil e doloroso essa distância, essa saudade que corta o peito, mas se é preciso tudo isso, sofrer até sangrar, deixar a saudade me maltratar todos os dias se é preciso mesmo tudo isso para ficar com você pra sempre, pra ter teus carinhos, teus beijos, teu corpo, tua atenção, tua alegria, tua calma que me acalma, teu sorriso, tua boca, teu carinho, se é preciso então que eu sofra, que eu sinta saudades, que eu chore pela distância, não me importa porque sei que um dia estarei do seu lado, coladinha com você, e sei que será para sempre, eu terei tudo isso que mencionei, então que venha, vou aguentar porque sei que vai valer a pena, vai valer a pena mesmo...
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