Ameniza minha Dor
As notas de Tchaikovsky tocam minha dor, como se conhecessem minhas cicatrizes. No caos da vida, sua música dá forma à angústia e por um instante, ela dança.
Minha história é feita de renascimentos, em cada queda, um amanhecer incendiado, em cada dor, um poema forjado no fogo da perseverança.
O que eu faço com a minha dor?
Eu te digo: Você entrega ela ao Eterno, afim de que Ele cure suas feridas e console o seu coração, Ele pode tratar essa dor. Você só precisa entregar a ele, lançar sobre ele..e acredite, o Espírito Santo vai te consolar, e amenizar todo desconforto te ajudando a superar. No Altar, Ele vai sarar tuas feridas, vai amenizar a sua dor.
E dela restará apenas a cicatriz pra te lembrar que ele te curou, e que a experiência ficou.
-Ele cura os que têm o coração
partido e trata dos seus ferimentos. (Salmos 127:3)
Os momentos que não estou sofrendo, já fico desconfiado e me pergunto: cade a dor? Minha companheira diária; essa, pois jamais me abandonou, e de certa forma, respeita-me, e apesar de me infligir dor, a gente se acostuma com ela. Não é tão difícil assim...
Ontem achei que minha hora havia chegado
Senti que a morte me tocou
Eu sei era frio havia uma dor na alma
E o medo me congelou eu sabe a que era ela
A morte que está perto
Eu senti seu toque frio estático um
Arrepio invadiu meu corpo enfraquecido
Eu pensei que era o fim
Mas em algum momento a morte se ausentou e pude reviver a minha alma já desfalecida só com a presença amedrontadora da morte.
NO SILÊNCIO DA DOR, NASCI DE NOVO
No silêncio da dor,
Meu corpo gritava.
Minha boca se calou.
Meu olhar cansado,
Minha alma cansada.
Mas é no silêncio de um útero que nós somos gerados,
E é no grito da dor que nasce uma vida.
Quando até a alma dói:
Um gemido que não sai.
Um grito que silencia.
Uma lágrima que não cai.
No silêncio da minha dor,
Eu me encontrei com Deus.
Ele me diz olhando pra mim:
"Eu vou refazer a tua alma, sua erupção.
Fica aqui comigo agora, eu te guiarei,
Pegado em tua mão."
Van Escher
Leoa 3:55
(criação)
até o que eu sentia
fui eu mesma que criei
é minha própria invenção
essa dor que sinto
no fundo da alma
do meu coração
Declaração
Minha vida é bendita,
Como a beleza da flor,
Junto as virtudes desse amor
Sem a dor das noites frias!
Quando a dor me corroía
Na soledade sem magia
De um intenso desamor!
Com você não sinto as velhas feridas,
Pois o seu alento de vida
Simplesmente me completou!
A dita solidão que cita minha alma e que me incita nestes ais... Dita dor de nada e que de resto sou tudo dentro do espaço que agoniza outra hora natimorta sem a sua voz.
Nada
29 de agosto de 2011 às 20:42
Com a agulha em minha alma e o cérebro cheio de dor, apenas hoje consigo enxergar que as Guerras e todas as atrocidades são frutos do nível cultural dessas pessoas, que vivem em apenas em um corpo “O Corpo Sensível”, ou seja, Nós. O grande nada que somos, completamente nada, vermes, pequenos diante do que é puro e divino, do que é extremo, do que é ser vivo, do que é ser racional, do que é ser humano! E não me venha falar da moral, pois sinceramente eu caguei em cima desses hipócritas representados neste grande contexto social... Esta é minha Arte e se chama "O Nada".
“” Mostra pra dor
Que você amor
É minha cura
Meu céu azul
Além do dia
Mostra todo valor
Num longo beijo
E esse desejo
Ardendo em nós
Seja apenas o inicio
De um amor sem fim
Mostra amor
Que você mora em mim....””
“” No auge da minha dor, olhei para o céu
E vi Deus me abençoando antes mesmo de lhe pedir
Nesse momento entendi o que é ser seu filho...””
" Poesia é a minha dor
pelo teu amor que já não tenho
mas suponho, que mesmo distante e te amando
sou mais feliz,
pois o que é meu, nem eu, nem tu sabes mensurar
e certamente meu sonho, um dia haverá de te acordar
numa levada de desejos e toda molhada,
querendo amor
tu haverás de te encontrar
e eu estarei te esperando
querida...
“A Dor Não Vai Apagar Minha Fé”
O fogo prova, o vento testa,
mas a fé é ouro refinado.
A cada cicatriz, sou mais forte,
e mais firme no meu chamado.
LITURGIA DO AMOR QUE NÃO VOLTA.
Capítulo V - LIVRO: DOR DA MINHA DOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Ano: 1995.
Em minhas mãos há muitas mãos.
Nenhuma é inteira.
Todas tremem.
Escrevo como quem toca uma ferida antiga que jamais cicatrizou.
O amor não partiu.
Ele permaneceu distante.
E a distância é mais cruel que a morte.
Há um amor que não passa porque nunca se foi.
Ele apenas se deslocou para um lugar onde a memória não alcança e o corpo não suporta.
Desde então carrego no estômago um vazio que dói como fome etérea.
Não é ausência de pão.
É ausência de alma.
A noite entra pelos olhos, é linda.
Não pede licença.
Ela se senta ao meu lado e sussurra o que perdi, não, não foi um assassinato foi um suicídio.
Cada lembrança é um sino fúnebre tocando dentro do peito.
Cada silêncio é uma pergunta sem resposta, corta o segredo do nosso silêncio.
A tristeza aqui não grita, não é preciso é existência.
Ela se ajoelha.
Ela reza com palavras quebradas.
E eu me ajoelho com ela porque amar assim exige humildade diante do irreparável realizado por nós.
Meu amor não foi um erro.
Foi um excesso.
Amei com tamanha profundidade que o fôlego do mundo se tornou insuficiente para contê-lo.
Quando partiste algo em mim continuou indo ao teu encontro todos os dias,todos os dias...
Há dores que não querem cura.
Querem testemunho.
Esta é uma delas.
Carrego o amor como quem carrega um cadáver querido nos braços como judeu errante da profecia.
Não o enterro.
Não o abandono.
Aprendo a conviver com o leve peso.
O coração já não bate.
Ele ecoa.
Cada pulsar é um chamado que ninguém responde.
Sei que este amor não terá redenção no tempo e nem no vago.
Ele pertence ao domínio das coisas que só existem para doer com beleza.
E é por isso que volto a estas palavras.
E voltarei aqui quantas vezes me doer e me querer esse amor. Suas veias finas, lindas nessa pele translúcida, é nelas! É nelas que eu leio-as outra vez uma impossível esperança.
E outra vez.
E outra vez me perco de mim em teu roubo fácil de mim mesmo.
Não paramos esquecer, estranho, o nada não tem vez aqui.
Mas para manter viva a única forma de eternidade que me resta.
É admitir-me imortal em humilde homenagem a dor fiel que me ama mais, e sempre mais além de mim.
São no piores momentos que o amor aparece.
E na nossa dor que um novo floresce
E foi na minha dor, no meu sofrer.
Que eu encontrei você
Meu amor.
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