Ame mas Nao Seja Trouxa
Seja suave. Não permita que o mundo o endureça.
Não permita que a dor o faça odiar.
Não permita que a amargura contamine sua doçura.
Sinta ORGULHO que, mesmo que o mundo inteiro discorde,
você ainda acredite que ele é um lugar bom.
(...)
Mesmo que o dia seja de chuva saia e tome uma bebida, as gotas não machucam mais que algumas palavras!
Lembre-se... Menor que seja hoje a mentira, amanhã a verdade será grande, pesada e você não conseguirá segurá-la.
Os anjos do céu me disseram em sonho que talvez seja a hora de mostrar pra você que já não me importo, não como antes. Os anjos da terra me mostram que não adianta eu continuar gastando minhas forças .. estou lutando sozinha. Eu estive o tempo todo na ofensiva e agora eu estou apenas esperando por um ataque seu, qualquer que seja. Seria legal ver você jogar um bomba de amor espontâneo e ela não me atingir .. porque coitada, chegou tarde demais e agora ... bem, agora já não me afeta. Ao longo dessa “guerra” aprendi que o tempo não é o mesmo para todos. Talvez as horas sejam .. mas na vida, infelizmente, alguns precisam chorar pra outros sorrir. E eu chorei, e você sorriu. E agora, eu sorrio e não sei se você chora. Na verdade, não me interessa se você chora. Eu sigo minha vida, porque agora eu consigo te esquecer por quase um dia completo .. e quando chega a noite e você me liga eu já não sinto mais um frio na barriga. Agora, eu não “preciso de você pra não morrer”. E o anjo sussurrou nos meus ouvidos “quando a gente deixa de pedir é porque a gente tá preparado pra receber!” ... talvez seja verdade. Acredito em Deus e não quero decepciona-lo ... só quero deixar claro que não importa quem vai ganhar nessa guerra. Porque na minha terra é provável que ela já tenha tido um fim. Levantei a bandeira branca, to voltando para casa. Mas não vou desfazer as malas, sei que corro o risco de voltar e recomeçar a guerra que é te amar. Desarmada e sem coletes a prova de bala .. porque não importa mais quais sejam suas munições... nenhuma delas me afetam. Que triste saber que você vai morrer de tentar me matar. Que triste saber que na verdade eu já morri. Que triste tudo isso .. Hum. Espera. Vou refazer a frase : Que triste pra você tudo isso. Pois é.
É preciso saber o que se é pra que se seja alguém, pois sem isso, não se é, não se sabe, não se conjuga, nem tampouco compreende quem é o próximo.
Usar reticências no fim não é muito adequado quando se quer realmente um ponto final, então seja cavalheiro comigo, do jeito que me abriu a sua porta feche, não a deixe encostada quando você na verdade não está mais lá para me receber...
nunca grite baixo, nem corra devagar. Não faça algo pela metade. Se for pra fazer, que seja feito com vontade, e completo. Se começar, termine. Se for pra ser, que seja agora! Se quer que aconteça, faça acontecer. Não espere a sorte, crie as tuas oportunidades. Se cantar, cante com vontade.. se chorar, chore com vontade! Pois nenhuma dor é curada sem vontade. Se for pra sorrir, aproveite! Pois sorrisos, podem sumir de um rosto em simples segundos. Se divirta.. saia por ai, e não ligue para dar noticias, deixe que eles venham te procurar. Pois assim, você saberá o quanto significa pra alguém.. faça as coisas simples se tornarem enormes apenas por ter acontecido. E não esqueça.. aquele abraço apertado ou aquele beijo demorado. Pense nisso.. poderá não ter tempo de reviver tudo isso. Ou melhor, não faça da sua vida apenas um rascunho, poderá não ter tempo de passa-lá a limpo.
Fragmentos 15/04/2012
E se for preciso o fim aparecer, que seja de frente e não por trás porque o fim está adiante de nós e os olhos não ficam nas costas!
"Não quero fazer por você...
Quero fazer com você...
Não importa o que seja, se for com você, topo qualquer parada!
HOLLYWOOD NÃO É AQUI?
Fazia tempo que eu não assistia a um filme americano, seja na grade televisiva, no videocassete, DVD, cinema ou congêneres.
Resolvi de uma hora para outra me atualizar e buscar algo mais que uma tela de computador por rotineiras horas a fio. Dirigi-me, então, à locadora que outrora costumava receber-me. Ali quase nada mudou, senão os filmes nas estantes. Até a atendente era a mesma, a qual recebeu-me com o sorriso de sempre, estranhando, porém, o meu sumiço. Foi ela quem sugeriu-me os filmes (minha única exigência foi que deveriam ser no estilo drama). Recordo-me dos títulos: "Homens de Honra"; "Pearl Harbor"; "Sleepers, a vingança adormecida"; "O náufrago", "A espera de um milagre", dentre outros, os quais eu teria alguns dias de prazo para assistir e assim o fiz.
Maugrado o estilo de filmes que eu houvera solicitado, percebi que Hollywood dimensiona o drama ao extremo, misturando o "patriotismo" do Tio Sam com o seu mais famoso slogan, a saber: "Somos nós que mandamos no mundo; somos os melhores e ponto final". Em outras palavras, percebi que não só a locadora não havia mudado muito como Hollywood e seus dramas superdimensionados e o próprio Estados Unidos da América continuavam os mesmos. Mas isso não tira o mérito das lições que os filmes relacionados passam aos telespectadores, através das personagens e a moral da história, pois eu também fui influenciado por elas, mesmo que cozidas ao molho do sonho dourado californiano. Mas, quando, após assistir a uma gama de filmes americanos, qualquer um sai para fora de casa e respira fundo. E se esse alguém está no Brasil, como eu estou, acaba por fatalmente "cair na real" e recorda-se que está na terra tupiniquim (eles nos tacham de Republiqueta das Bananas), com nosso cinema à la "Cidade de Deus" ou "Madame Satã" ou ainda "Central do Brasil", tais pouco contaminados pelo excentricismo das produções hollywoodianas, mas que muito mais fazem-nos ver a cruel realidade do dia a dia deste país (o que não deixa de ser triste).Sem falar que tais produções nunca conseguem o Oscar de melhor filme estrangeiro, sempre passando perto e perdendo de produções que têm o estilo exagerado que o americano do norte parece cultivar em suas próprias produções. Mas, antes assim, porque é melhor ficar sem Oscar do que produzirmos filmes que são feitos para agradar as "raposas velhas" da Academia de Cinema norte americana, e assim cairmos no erro de perpetuar o estilo "salve a utopia".
As histórias retratadas nas fitas tupiniquins geralmente acabam por mostrar a violência a que estamos sujeitos no dia a dia, seja ela qual for.
E nesse desfecho, por fim chego à conclusão que violência, Hollywood, raposas da Academia de Cinema, locadora, atendente da locadora... quase nada mudou.
Só que também vivemos uma outra utopia: a de achar que sentados assitiremos alguém fazer algo para mudar algo. Muitos de nós fazemos o nosso próprio roteiro de silêncio, estagnação, inércia. Somos verdadeiros produtores dentro de nossa Hollywood caseira, do boteco, do trabalho, do ônibus, da rua. Uma super produção do nada, dia a dia, mes a mes, ano a ano. Quando muito, muitos de nós tem o simples esforço de sair para fora e respirar fundo, voltando logo em seguida ao velho estilo. Muitos de nós não merecemos o Oscar da dedicação, do empenho, da abnegação e da perseverança.
Será que nós também mudamos nos últimos tempos?
Certas coisas parecem que são eternas, mas, não deveriam."
Você não tem preço, ainda que rica seja, seu amor incondicional, seu desejo tão seguro, transparente como a luz do dia, sua inteligência meiga, pura, como ouro que se refina, me transporta para lugar seguro onde minha alma se tranquiliza.
Seja brega ou não, seja loco ou não, seja normal ou desanormal, seja você esse é o mais importante. É melhor ser feliz , sendo você , do que ser infeliz e não poder ser você. É melhor se abrir , do que ser fechado..afinal é melhor mostrar o brilho, mesmo sendo forte demais ou raioso demais, do que não se abrir e se transformar numa rosa sem botão.
Thiago 22/08/2012
A autenticidade seja lá do que for, concreto ou abstrato, é medida por sua duração e não por sua intensidade!
