Ame
Apaixone-se!
Ame um pouco mais.
Divirta-se!
Brinque um pouco mais.
Porque a vida é curta.
É curta até demais.
Cuide e ame a sua família com todas as suas forças e vontades, mas nunca diga e nem faça nenhuma outra menos importante do que ela.
Faça alguém feliz ...
Comece por você🙏🏻 Lembre-se: 1. Pessoas chatas chateiam pessoas; 2. Pessoas irritadas, irritam pessoas; 3. pessoas amorosas amam pessoas; 4. Pessoas felizes alegram pessoas. Tudo o que você É irradia aos que estão ao seu redor!!! Então, seja o melhor que você pode hoje.
Já passou ou já pensou na sua cabeça que a qualquer momento hoje pode ser seu último dia na terra? Muitos simplesmente não que pensa nisso seja por está muito ocupado, ou até mesmo ignora a dura realidade da vida, todos nós sabemos que não vamos viver para sempre, que um dia vamos morrer, só que não sabemos o dia, e não sabemos a hora, a morte e como um vento forte que soprar nos nossos rostos, só que não volta, assim e a vida, muitas coisas não voltam mais, então se alegre hoje, ame hoje, não deixe para manhã, o que você pode fazer hoje.
Um grande homem não se faz pelo seu poder econômico, porque suas atitudes podem ser mesquinhas e avarentas. Um grande homem não se faz pela força física, porque ainda sim poderá ser orgulhoso e prepotente. Um grande homem não se faz pela sua estatura, porque mesmo assim poderá ter um coração pequeno, pouco generoso e invejoso. Nem se faz grandes homens só de palavras, porque ainda assim poderá esconder os piores interesses escusos em belas palavras. O homem se fará grande com suas atitudes, em atos de bondade, humildade, sinceridade, paciência, tolerância, benevolência, todas essas são caminhos por onde o amor percorre. Então o amor é o princípio, o caminho e o destino. Se Deus nos diz que ele é amor e todas as coisas cooperam para o bem daqueles que o amam, então ele seria nossa última parada, o nosso destino (last stop) Como Paulo vai nos dizer lá em 1 coríntios, permanece a fé, a esperança e o amor estes 3 porem o amor é o maior deles. O amor por si só basta. Pois aquele que ama, não comete mal ao próximo, nem tão pouco aos pequeninos. Então ame o amor e viva melhor.
Se tomássemos consciência de quão breve é esta passagem, jamais deixaríamos aquele abraço para depois. Aproveite enquanto está aqui, perdoe, peça desculpas, diga o quanto ama, o quanto quer bem a outra pessoa. Todos querem ser amados e respeitados. Então dê você o primeiro passo.
O chamado que nunca se cala"
Por Diane Leite
Quando eu era menina, falava demais. Tanta coisa borbulhava dentro de mim que eu dizia para a minha mãe, meu pai e meu irmão que, quando crescesse, seria freira. Eu não sabia ao certo o que significava, só sabia que queria curar o mundo com amor. Eu não conhecia a palavra "missionária", mas já sentia, no peito, o que era ser uma.
Com 16 anos, me inscrevi para ser missionária. Não me aceitaram — eu era “nova demais”. Me pediram para esperar.
Aos 18, me chamaram. Mas eu já estava grávida do meu primeiro filho.
Foi como se Deus dissesse: “Sua missão começa aqui.”
Hoje, aos 40 anos, tenho dois filhos. Um com 22. E outro com 7, que está dentro do espectro autista, grau 1 de suporte. E eu? Eu continuo missionária. Não porque recebi um título. Mas porque a vida me ungiu no silêncio das madrugadas sem dormir, nos choros calados no banheiro, nas reuniões escolares em que fui humilhada, e no amor que se recusa a desistir.
Eu nasci para acolher.
Para ser casa.
Para ser abrigo das mães que ninguém escuta.
Minha missão é com elas — com as mulheres que seguram o mundo nos braços, sozinhas, cansadas, invisíveis.
Ser mãe atípica é viver entre a cruz e a espada.
É amar alguém que o mundo não quer compreender.
É ser chamada na escola como se fosse cúmplice de um crime.
É ouvir de um professor: “que bom que ele foi embora mais cedo, agora teremos paz.”
É saber que, ali, naquela escola, naquele ambiente, seu filho não é bem-vindo.
E você também não.
É ter que pagar o aluguel, a luz, o remédio, o alimento — enquanto dá amor, atenção, limites, acolhimento, dignidade.
E muitas vezes, sozinha. Porque os pais vão embora.
No primeiro ano, aparecem. Querem mostrar serviço.
No segundo, somem.
E se você não entra na justiça, esqueça ajuda.
Mas eu nunca entrei. Nunca processei ninguém. Não por eles. Mas pelos meus filhos.
Porque eles não merecem carregar mais dor do que já carregam.
Enquanto muitas escapam da dor com distrações, festas ou amores temporários, eu mergulho no que é verdadeiro.
Eu escrevo. Eu cuido. Eu trabalho.
Minha vida é feita de metas, de entrega, de missão.
E mesmo sendo autista — sim, autista — eu sigo.
Nunca recebi diagnóstico formal, porque perdi meus documentos em um incêndio.
Mas eu sei quem sou.
Sei como funciono.
Sei como sinto.
E posso te dizer:
Não perceber a maldade das pessoas é uma bênção e uma maldição.
Você se doa por inteiro, até o dia em que percebe.
Percebe que está sendo usada, sugada, ignorada.
Percebe que ninguém te pergunta como você está.
Mas hoje, eu afirmo com todas as letras:
Eu não aceito menos do que mereço.
Nem em amor, nem em respeito, nem em entrega.
Se eu sentir que estou ali apenas como papel — social, decorativo ou financeiro — eu vou embora.
Sem escândalo. Sem vingança.
Mas vou.
E é isso que eu quero dizer a você, mulher:
Você é incrível. Você é necessária. E você não merece menos.
Não aceite menos.
Não se conforme com metades.
Choram? Choram.
Surtam? Surtam.
Mas as mães ficam.
São elas que aguentam o que ninguém vê.
São elas que viram piada por usarem fone de ouvido para suportar o barulho.
São elas que se anulam todos os dias por alguém que talvez jamais seja compreendido pelo mundo.
Mas elas seguem.
Porque elas sabem que o amor verdadeiro é resistência, é coragem, é missão.
Hoje, eu me reconstruo em cada linha que escrevo.
Me reconheço em cada mãe que lê e chora.
Me fortaleço em cada mulher que descobre que pode dizer “basta”.
Sou missionária.
De almas.
De feridas.
De mães.
E no fim de tudo, eu me basto.
Tudo que vier além — tem que me transbordar.
Você não precisa de ninguém pra ser completa.
Mas quando vier alguém, que venha pra somar — e saiba que te encontrou como quem ganha um presente raro.
E até lá?
Você se cuida, se honra, se celebra.
Não por vaidade.
Mas porque aprendeu que o amor-próprio não é moda.
É casa.
É raiz.
É revolução doce.
A vida não te deve um amor.
Te deve alegria.
E isso, minha linda, começa com você.
Agora respira fundo, se olha no espelho… e vai ser feliz.
Você merece. Desde sempre. Por inteira.
— Diane Leite
