Amar um Inutil
A Paraíba também é um local para amar
Seja no sertão ou no mar,
Contigo quero passear
De mãos dadas no Pavilhão do Chá.
Do alvorecer ao crepúsculo no Rio Sanhauá
Quero você agarrado na minha cintura,
Indo muito além do forrozar
Vamos juntos namorar...
Eis-me aqui, e você aí
Dá até para escrever uma letra de forró,
Quando você não está aqui
Porque foi na Paraíba que eu te conheci.
Não existe o 'cedo', e nunca é tarde
Para amar sempre existe tempo,
Aos poucos vamos nos aproximando
Por causa desse amor que está florescendo...
Se a vontade de me amar existe, que ela seja um rugido e não um sussurro envergonhado. A hesitação é um freio de mão puxado na subida, e eu não posso carregar o peso do teu "e se" enquanto tento te salvar da tua própria maré baixa.
Um coração ferido ainda sabe amar, mas ama com olhos atentos, não entrega tudo de uma vez, mas também não fecha as portas, ama com sabedoria.
Amar é um movimento que se expande, toca o simples e transforma o cotidiano. É a escolha diária de enxergar beleza no trivial, de acolher o outro em sua essência, de curar feridas com gentileza. É a coragem de se doar sem medo, de florescer mesmo em solo árido. Esse sentimento que nos conecta, nos fortalece e nos faz mais humanos é, no seu sentido mais puro e amplo, um amor pela Vida.
Amor doido de amar sem limite, sem peso na consciência e sem pensar no que vai sobrar no fim. Um amor sem noção e fora da casinha, daqueles que tocam a campainha de madrugada, que vivem fazendo promessas de amor a qualquer hora, em qualquer dia. Que abandonam tudo, enfrentam o chefe e um trânsito caótico só para passar algumas horas grudados.
“A ciência suave de amar”
Amar é um estado químico que aprende a ser humano.
Começa no corpo antes de virar escolha.
No início, o amor é dopamina em festa: euforia, foco absoluto, aquela vontade quase infantil de estar perto, de repetir o encontro, a conversa, o cheiro. É o cérebro dizendo “mais disso, por favor”. A pessoa vira ideia fixa, não por fraqueza, mas porque a serotonina cai e a mente passa a orbitar um só nome — como se pensar nela fosse um hábito involuntário.
Aí vem o frio na barriga: a noradrenalina e a adrenalina aceleram o coração, suam as mãos, deixam tudo mais vivo. O amor, nessa fase, é risco gostoso. É expectativa. É o corpo em alerta, como quem sabe que algo importante está acontecendo.
Com o tempo — se houver cuidado — a química muda de tom.
A paixão barulhenta aprende a falar baixo.
Surge a ocitocina, que não grita, mas fica. Ela constrói confiança, abrigo, vínculo. É o conforto do abraço que acalma, da presença que não exige performance. O amor amadurece quando deixa de ser só fogo e vira lareira: menos urgente, mais constante. A vasopressina entra em cena e sustenta a ideia de “nós” ao longo do tempo.
Então, pelas experiências humanas, amar é isso:
Um processo onde o corpo se apaixona primeiro
e o coração aprende depois a ficar.
Amor não é só química — mas também não existe sem ela.
É quando os hormônios acendem a chama,
e as escolhas diárias decidem mantê-la acesa.
1544
" 'Eu escrevi na fria areia um nome para amar / O mar chegou, tudo apagou / Palavras leva o mar'. Quem cria algo assim, pode descansar de criar por muito tempo (da composição 'Nossos Momentos', de Haroldo Barbosa e Luis Carlos Reis)!"
.. Me prenda a você se ainda quiser me amar,
com um sorriso, com um olhar, me prenda com uma palavra. Se não, me deixe ir..
Destinada sem nome.
Um olhar sério que me assusta
Você é tão bela, mulher
Que me fez amar aquilo que não é
E agora amo sem poder dizer quem você é...
Você é meu ponto fraco,
Você é a minha fuga,
O seu sorriso me agrada
Ao mesmo tempo em que machuca.
Você se aproximou de um pobre diabo
Que não tinha medo de morrer,
E você o fez chorar
Apenas com o medo de te perder...
Você é meu ponto fraco,
Você é a minha fuga,
O seu sorriso me agrada
Ao mesmo tempo em que machuca.
Sou humilde e digo que não sou bom pra você
Digo que você não será minha, mas não posso te ver sofrer.
Digo que não sou sua melhor opção
E mesmo você com outros eu te destino o meu coração.
Você é meu ponto fraco,
Você é a minha fuga,
O seu sorriso me agrada
Ao mesmo tempo em que machuca.
Espero sinceramente que entenda
Nem todos têm a chance,
De viver com a amada um grande romance.
Deus me deu um coração que sabe amar, uma impulsividade soberana e uma criatividade irresponsável. Aos poucos, como todo adulto, vou perdendo tudo isso. Amadurecendo ao contrário. Uma chatice. Eu, logo eu, que sempre achei o máximo amar, viver intensamente cada gota e até sangrar por amor. Vou me juntando, lentamente, a todo resto desse mundo medíocre, coberto de razões intolerantes. Todos gostam de Shakespare, mas vivem com versos Clinton no seu criado mudo.
Então, alguém me aparece assim, de repente, como se fosse preciso me fazer “desamadurecer”. Faz eu ouvir Legião Urbana, beber seu vinho caro e fumar falsas doces realidades. Pulei em câmera lenta e falei das colheitas de algodão. “Jô, eu nem sabia que algodão era planta”.
Todos, possuímos um monstro de nós, chamado medo, de algo. Mas e se começarmos a ter medo de amar, o que nos dará forças e impacto para perder o outros tipos?.
Aceitar o amor, entender um sorriso, saber perdoar, AMAR. Sentir a necessidade de ter alguém ao seu lado e acima de tudo valorizar, amar. São poucos os que amam. A sensação de consciência tranqüila, o desamor sem peso, de ser feliz sem precisar de alguém, ser feliz por essas pequenas coisas.. Ser feliz com a simplicidade.Até porque a felicidade está em você e não naquilo que você idealiza.
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