Amar é Correr o Risco de não ser Amado

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Receio


Tens receio de decifrar o Amor?
tens receio de desfolhar o Amor?
não tenhas receio de amar o Amor.
O Amor é um receio que aumenta a coragem
que tu e o tempo não irão querer perder.

Inserida por JoniBaltar

⁠Amar-te Torrencialmente
Estou a amar-te
como as árvores
amam a terra.
Estou a amar-te
como os oceanos
amam as luas.
Estou a amar-te
com a racionalidade da loucura.
Estou a amar-te com os olhos
cheios de chuva.
Estou a amar-te torrencialmente.

Inserida por JoniBaltar

Força Oceânica



⁠Quero rimar com o mar
porque é esta força oceânica
que me faz amar
tudo o que existe em ti.

Inserida por JoniBaltar

⁠Amo-te com toda a razão.
Mesmo tendo razão
para amar-te sem razão.

Inserida por JoniBaltar

⁠Coração que anda à deriva na Terra
necessita ouvir o Amor gritar: (a)mar à vista.

Inserida por JoniBaltar

⁠Sempre

Não prometo amar-te para sempre.
Sempre é pouco tempo.
Quero amar-te para lá do sempre.
Vou amar-te todos os dias e noites
sem a ajuda do sempre.
Irei beijar-te constantemente
até ultrapassar todo o sempre.
Não serei sempre o mesmo,
porque sempre que amanheço: amo-te
e sempre que te amo anoitece apenas no mar.

Inserida por JoniBaltar

⁠⁠Amar é isto: quando beijas a pessoa que amas, o teu coração sente que está em casa.

Inserida por JoniBaltar

⁠⁠Caminhamos para uma geração em que será necessário password para amar.

Inserida por JoniBaltar

⁠Amar: é a alma inteira dentro de um verbo.

Inserida por JoniBaltar

⁠Ausências

⁠Não é no amar que eu te penso. É no pensar que eu te amo. Não é na minha ausência que morre o tempo. É na tua ausência que o tempo morre em mim. Não é a solidão que me faz sozinho. É sozinho em ti que a solidão não respira. Não sou poeta sem este amor. É a poesia que trazes no peito que me faz ser poeta inteiro.

Joni Baltar

Inserida por JoniBaltar

⁠⁠Hoje sei que não vou morrer.
Vou aproveitar esta imortal certeza, para imortalmente amar-te. Vou sugar todos os indesatáveis infinitos e colocá-los no teu abraço, nesse lugar que me faz viver. Respondo a todos os indecisos outonos, com este frondoso pulsar, onde as árvores vestem a indumentária dos poentes.
E todos os dias vou morrer a amar-te.

Inserida por JoniBaltar

⁠Não quero amar-te como a Lua ama Vénus e vice-versa. Permanecem num cósmico silêncio, intocavelmente estatuados no Universo.
Quero amar-te como as flores amam a Primavera.
Quero amar-te como os poentes amam o horizonte. Quero amar-te como as canções dos rios a desaguarem nas vozes dos mares.
Quero amar-te como um poema de Amor que ama toda a poesia que existe em ti e em mim.

Inserida por JoniBaltar

⁠⁠A minha
maior
saudável
loucura:
insanavelmente
amar-te.

Inserida por JoniBaltar

⁠O que sinto
por ti é Poesia.
É um sentimento raro
porque é a única forma
de se morrer a amar.

Inserida por JoniBaltar

⁠É cosmologicamente
injusto amar
em silêncio.

Inserida por JoniBaltar

⁠Quero ouvir o teu (a)mar.

Inserida por JoniBaltar

⁠⁠Amar mata: as rotinas do coração.

Inserida por JoniBaltar

É amor. Eu vou levar isso comigo pra vida toda e se houver outra vida eu vou me lembrar e amar de novo.

Inserida por marylalinha

Se eu sou louca por falar de amor,
que amar seja meu anticorpo.
Mais e mais.
Até que sucumba o egoísmo.
Até que dois tornem-se um.
Se amar for pecado,
que meu inferno seja eternamente amar.
Até que esses irregulares versos sejam poemas
e esses grunhidos uma canção.
Do amor nasceu a iniciativa.
Desnudando as mais centradas rimas
chega-se ao intocável.
Abstrato.
Vagaroso.
A explorar o inanimado.
Como se fosse a última vez.
Inexperiente.
Provocando o sensato.
Contornando os abismos do temor.
Até que dois tornem-se um.
Tilintar.
Desmedidamente.
Um brinde ao desconhecido.
Do amor nasceu a mais brilhante ideia.

Inserida por marylalinha

”Amei-te de mais" poema
Quantas vezes eu pergunto onde foi que errei...
Errei ao te amar de mais.
Errei ao seguir meu coração...
Sem pensar que um tudo fosse acabar.
Errei em pensar que você fosse me amar...
Como eu amei você.
Errei ao viver uma doce ilusão...
Machuquei meu coração.
Não parei para pensar...
Hoje vivo a recordar...
Sua voz a me chamar como o vento de outono.
Que sussurra nas folhas das arvores...
Assim é o meu meditar.
Deitam as folhas a terra onde não ah florir...
Pergunto-me por que desse triste abandono por ti.
Só eu o vi nascer o amor que sinto...
Só eu o vi cair.
Como a escura montanha esguia e pavorosa...
Faz quando o sol se esconde no vale ao anoitecer.
Essa montanha da alma, triste amorosa...
Também de ignota sombra enche todo meu ser.
Sinto minha alma e meu todo tremer...
Transforma o frio inverno a água em pedra dura...
Mas torna a pedra em água um raio de verão.
Vem o sol assume seu trono na altura...
Fazendo sofrer meu coração.
Para que germine a flor do amor...
Que meu ser não sinta mais dor.
Assim talvez eu possa te esquecer...
E novamente voltar a viver.

Inserida por Marylucy