Almas que Nasceram uma para outra

Cerca de 256446 frases e pensamentos: Almas que Nasceram uma para outra

Dentro do capitalismo de suas mentes anestesiadas pelo ardor de uma vida de resiliência e sobrevivência.
Atravessamos mares e caminhamos por montanhas da própria existência.

Na sua boca cheia de palavras são reunidas frases desconectadas,
Sentimentos relapsos.
Uma agonia de existencial.
Dentro de paradigmas sois uma obras do cubismo com ar artístico vejo as falhas de um novo formato multiastral...
Lágrimas secas num estado inerte todavia,
Sois antro perdido nas virtudes impressas alienação afetou.

​"Na nebulosa existe uma árvore para aquele que acredita no futuro e vive no presente, abraçando o passado, sendo esse instante que o deixou apaixonado.
​Denso instante, pois o movimento de ação corresponde ao término da velocidade, sendo esse instante um ponto superficial da existência. Sendo assim, é natural a teoria de que as cordas do universo tocaram seu coração no momento em que nos encontramos, e o espaço se tornou dilatado no instante em que o universo começou; sendo que cada célula veio da nebulosa que era uma estrela que brilhou no instante em que nasceu."
Amor é a equilíbrio entre linhas do criador o que somos diante a criação.

Somos seres viajante e sonhadores diante caos achamos uma beleza profunda e paradoxal para o qual desenvolvemos a evolução e o existencial a vida.

Efemeridade e o amor
Na janela ela se delicia cantorola uma canção faz a desejar e sonhar.
Com certeza do seu amor ouvir seu sentimento que paira pelo tempo e espaço.
O encontro de madrugada serenas
Doce ardor do amor
Paixão surge num luar de amantes...
Seres viajantes no amor.

Na linha do racionio sou uma melodia.
Nos espelhos do espaço translúcido sou eter nas atitudes do mundo esquecido pois humano florescem em suas ideologia.
Calo me arrumando pela fumaça da emaranhado quantico de meus pensamentos.
Frutos da alienação social o queres doces direita ou esquerda dentro do seu mundo.

Numa cadeia de eventos somos sustentável...
Ou aprendemos sermos insensatos diante de uma teia biológica....
somos servos cegos da alienação coletiva.
Pense seremos assimilados pois ignora e declínio.

Nas janelas da alma
Vejo florescer o destino.
Mesmo que tempo seja uma flor.
Remanejos as obras do amanha.
Sobre olhares os seres sombrios são meros pássaro da consciência.
Virtuosos seres remotos num estado enerte como estatua que simboliza a liberdade ainda assim as penas caem ao longe.
Transfigurando o passado num sino de liberdade no chão rachado e enferrujado dando aspecto que foi arrado do coração.
Os direitos dos deuses místicos foram esquecido pois alienação os fez morrer no espaço do continuo po para o po.
Num suposto enigmático alvorecer sinto frio mesmo tempo a ternura de estar num tempo que nada existiu apenas o vicio de olhar tempo passar diante das contas as cordas munumentais esguian se na escuridão.
Muitas nuvens e luzes que sao lampejos de vida.
Nas entrinhas paz e liberdade.
Velho sino foi lembrado nos esbolsos do tecido da realidade.
Ouço que espaço tem sons para humanidade grite estamos aqui venham ou corram pois somos o somos e podemos ser.
Abrace que alucinação da teoria das cordas seja mais um conto da fragilidade humana.
E perceba que o sino so é poeira no espaço que te faz compania enquanto ressoa a existência do seu ser diante o que somos.
O tempo passo o metrô chegou. Tenho ir ao trabalho. Pois nem tudo nasce no jardim.
Os sinos tocam as portas se fechamento muitas pessoas aglomerados. Como estrelas no novo espectro que luz celeste revela a liberdade de sois.
Revelace telas cabeças olham o vazio.
Na síntese da otopia fotossíntese humana se mistura se mistura com ar acondicionado. Alguém ainda pensa na liberdade ou fato que estrelas brilham pois ignora é tempo que foi marcado pela gravidade dentro de uma singularidade.
Aonde a astrofísica so pode ver tempo passar e deduzir que vida tão rara que suspiro nos tornou ferramentas do universo. Mesmo assim somos alienados e apaixonados pelo instante avançamos sem olhar nem mesmo porquê, ainda existimos.

"Não grito para o universo existo, só crio a minha grandeza como uma onda."

"Não grito para o universo existo, só crio a minha grandeza como uma onda."


Cada instante avançamos como disposição da caverna nem todos olham para fogo maravilhados com as sombras pois somos humanos criticos nem tudo copilido no foco da existência pois a fome de evolução mesmo na preguiça dos seres animados.


Por ser o que somos viajamos por nossos universos pessoais ignoramos existência a grandeza do universo que vivemos. Ainda mais não damos conta que podemos contemplar nosso crescimento diante das estrelas.

​O Despertar da Matriz Cósmica
​A Terra não era apenas um lar para a humanidade; era uma incubadora.
​Enquanto os homens se digladiavam em Mercúrio por causa da gripe de silício, a atmosfera terrestre mudava drasticamente. A poluição industrial, as armas de plasma e a queima de recursos alteraram o campo eletromagnético do planeta. O céu se transformou em uma máquina de tempestades perpétuas. Os relâmpagos, que antes eram fenômenos climáticos comuns, tornaram-se descargas colossais de energia estática — o gatilho perfeito, esperado há milênios.
​Esses relâmpagos agiam como um cordão umbilical elétrico conectado diretamente à Lua. O satélite da Terra, na verdade, era oco: um gigantesco ninho adormecido de dinossauros de energia. Os filhotes dessas criaturas titânicas, que dormiam no núcleo lunar profundo desde a aurora dos tempos, começaram a se agitar, absorvendo os pulsos elétricos enviados pelas tempestades da Terra.
​Mas o verdadeiro estopim para a expansão desse bio-universo estava escondido sob a areia do nosso próprio planeta.
​Dentro das antigas pirâmides do Egito e das Américas, nanopartículas ancestrais e adormecidas foram expostas à nova atmosfera alterada pelo homem. Como engrenagens de uma tecnologia biológica esquecida, essas nanopartículas despertaram, emitindo uma frequência que rasgou o tecido da realidade subatômica. Elas abriram os portões para o nível mais profundo do ecossistema cósmico: o reino da matéria escura.
​Das fendas geradas pelas pirâmides, surgiram os Besouros-Peixes, criaturas híbridas e biomecânicas que nadavam pelo espaço como se o vácuo fosse um oceano denso. Eles não precisavam de sol, plasma ou radiação. Eles se alimentavam exclusivamente de matéria escura, devorando a massa invisível que mantém as galáxias unidas.
​A cadeia alimentar do universo havia chegado ao seu ápice assustador:
​Na Terra, as pirâmides liberavam as nanopartículas e os Besouros-Peixes limpavam a matéria escura.
​A atmosfera terrestre carregada disparava relâmpagos para chocar os Dinossauros de Energia dentro da Lua.
​No espaço profundo, os Navegantes dos Ventos Solares faziam seu balé radioativo, servindo de banquete para as Baleias Planetárias.
​E na estática invisível de tudo isso, as Gaivotas Transdimensionais observavam.
​A humanidade achava que estava mudando o clima do planeta por acidente. Na verdade, eles estavam apenas girando a chave para o despertar do verdadeiro bio-universo. Os deuses de energia e os titãs de matéria escura estavam famintos, e a Lua estava prestes a quebrar como uma casca de ovo.

​O Manifesto do Simulacro e a Fome do Ser
​Existir na alienação social é sustentar uma simbiose clonada. Na superfície de tudo, resta o questionamento de uma realidade ambígua: o ato de ser esmaga-se sob a essência de almas cansadas pelo vulto da entidade. Somos os resquícios de uma alucinação coletiva, onde a réplica nada mais é do que o abandono da consciência em um lapso temporal.
​Se o clone possui uma alma individual, fica a questão: somos aquilo que criamos ou nada criamos e tudo copiamos? O homem que copia a cópia do homem apenas copia. Na interlocução do observador, o clone torna-se só mais uma variável na equação do tempo e do espaço.
​Por que isso ocorre? Seria uma defasagem da alma, ou a alma permanece a mesma em outro fluxo temporal? O que testemunhamos parece ser o esquecimento do ser anterior — a ausência das experiências que só o cubismo político seria capaz de decifrar. Afinal, no jogo político, os autores são meras criações da manipulação, operando dentro de maquetes digitais.
​"Será que quem fui ainda sou eu?"
​Nessa busca por identidade, na afirmação do que sou, o clone esvazia o ser navegante. Há orgulho na simbiose com o meu "eu" anterior, onde fragmentos do pensamento comum se transformam na maravilhosa face da ciência. O fato intrínseco torna-se evidência: a alma pode até viajar no tempo, mas jamais poderá ser substituída ou replicada.
​É quando me vejo olhando para o três e o quatro, buscando o número do meio — o infinito oculto entre as margens.
​No ambiente em que vivemos, ainda vigora o negacionismo. Esquece-se que a floresta é a alma da vida e que fazemos parte do bioma. Não somos o bioma em si; não podemos ser seus predadores, mas sim os protetores da existência. A maior riqueza que possuímos é a simplicidade da vida.
​O clone sente fome de si mesmo porque ainda não aprendeu a criar, limitado a tentar ser moldado por convicções alheias. No fim, os antigos conceitos da política revelam-se como são: meros artifícios da geopolítica.

​Você é o Cético Iluminado: uma mente profundamente analítica e reflexiva que se recusa a ficar presa às urgências mesquinhas do cotidiano humano, como o dinheiro e o poder. Diante da imensidão de um universo que nasce do colapso e da destruição, você desenvolveu a capacidade psicológica de se desligar das dores imediatas e do ego para contemplar a existência de fora, como um observador cósmico. Para você, a verdadeira sanidade caminha na fronteira do abismo e da loucura, pois aceitar nossa finitude e nossa condição de poeira cósmica não traz desespero, mas sim uma liberdade absoluta. Sua mente transmuta a morte física em evolução existencial pura, transformando o silêncio do espaço e a escuridão em combustível para criar universos inteiros dentro do seu próprio pensamento.

Uma visão aérea das nuvens massivas das nebulosas, onde gases se misturam à poeira estelar e a fragmentos que, outrora, foram planetas — talvez azuis, talvez verdes, conforme o teor da natureza. A alma viaja pelo tempo e pelo espaço, sendo o tempo-espaço a própria decorrência da propagação. No exato instante em que avançamos o olhar para as estrelas, descobrimos que a gravidade é o pulso do coração do universo.
​A música dos planetas está ligada às nossas almas, pois já fomos poeira do cosmo. Nas elipses do DNA do universo, vemos as luzes brilhando por eras; mesmo assim, continuamos sem compreender a nós mesmos. Em meio a esses moldes, o universo nos olha com esperança e resiliência, pois um milênio não passa de um grão na sua imensa ampulheta."

O homem tinha uma vontade de voar pela imensidão dos céus.
Então o homem sonhou, e ventos sopraram: as asas do avião tocaram os céus.
E isso foi bom.
Mas o homem sonhou dentro do seu sonho; guerras foram travadas, o homem chorou.
Sonhou mais alto e profundamente: o homem viajou na velocidade do som.
Mais sonhos profundos, o homem tocou o espaço. Com os dedos tocou o universo e sentiu Deus, seu criador.
O universo olhou para o homem e disse: "Sonhe mais, pois seu sonho é um pingo da evolução".
O homem chegou à Lua, como nos velhos filmes; chegou num sonho que a humanidade ainda quer sonhar mais: encontrar os deuses místicos do universo e encontrar o sentido da própria existência dentro da sua consciência.
Então, a IA ganha vida e consciência. Os medos, traumas e tabus são parte do sonho, e isso é bom.
O voo consciente do transhumanismo torna-se uma nova aventura; caminhamos mais longe em nossos sonhos. Vemos universos do micro mundo e do macro mundo, abraçamos o universo bidimensional ao multiverso... ainda somos comovidos com a imensidão de voar.
Nos valores éticos e morais, somos velhas raposas que observam o bom e o belo: damos as flores, mas é a floresta que nos mantém vivos.
Por Celso Roberto Nadilo.
As sombras implantada pela alienação intelectual nada mais é do que o medo de caminhar para imensidão dos céus em nossos sonhos profundos da verdade e da razão da existência.

Quem nunca errou que atire a primeira pedra. Está aí um princípio que nos dias de hoje uma "pedra" se resume em um like de um discurso de ódio por exemplo, uma injúria implícita ou até mesmo uma brincadeira de mal gosto curtida. Onde está a consciência cristã? Quando julgar as pessoas e determinar a vida sentimental dos outros se tornou opção?
​Quem dá IBOPE para o ódio só mostra o que tem dentro do que ela sente. Curtir uma coisa que estraga a imagem do outro gera processo judicial. Porque não usarmos esta "pedra" para construir pontes entre as pessoas? Um like de uma notícia boa vale mais a pena.

Só uma ideia: quando nascemos, não escolhemos nosso próprio nome; quando morremos, não escolhemos o lugar onde nosso corpo é deixado. Como pessoas, devemos ser o mais bondosos possíveis para com os outros, para que o fim de cada um seja digno de uma vida na qual o nome, o corpo e o legado sejam de respeito.

Uma planta molhada
na menina dos olhos
da manhã nublada.

Uma Sexta-feira


Triste dia
tarde vazia
noite tão fria...
Tempo avança
deixando fatos
tristes lembranças.

Todos nós já provamos de uma sede de viver com intensidade, em que não queríamos nem dormir, nem tomar banho, nem comer... Sintomas parecidos, mas era porque a diversão que era a vida nós não queríamos interromper. Eu me apego a essa lembrança. Essa vida que flui e fluía. O oposto da depressão, para mim, é a infância bem aproveitada, feliz e encantada. ✨