Alienação
A Cobiça é um veneno
Quem cobiça seu semelhante
Sofre de ingratidão pela vida
Não tem amor no coração
Não conhece a estrada de seus irmãos
E nem os atalhos
Que infelizmente
Alguns procuram para progredir na vida...
Contudo
Quando o olho cresce:
A inveja penetra no coração
Morre lentamente
Sem sentir a gravidade de sua alma...
Só que esquecem que agindo assim,
Estarão sempre em necessidades...
Quem quer as coisas de outrem
Vai sempre ter um inferno na vida
Mesmo que conquiste algo
Sempre lhe escapará pelos dedos...
Falsidade não cria riqueza na alma
E nem na vida. 🙏🙏🙏🙏
🤗Felicidades sempre
Buscando a caridade
A beleza da vida
E a harmonia
No bem viver
Bom domingo
Para todos vocês
🤗👏🙏😃✊🙌☺️
Quanto mais consciência de ti mesmo e conhecimento fores detentor, menos possibilidade existe doutros te controlarem, calarem e dizerem quem tu deves vir a ser.
Por isso que o Brasil é uma República das Bananas. Esse povo medíocre só pensa em carnaval, futebol, novelas, Netflix e BBB.
Um ponto no arranha céu ...
Seria um ponto "negro" ou de exclamação?
Em cada canto com a bandeira nacional protestando pela avenida famílias na luta em prol da nação um canto de misericórdia madrugada adentro, ao som dos "ratos" que roem nossa pátria, "corujas" vigiando nossas muralhas e quintais, milhares de espíritos de porco tentam nos ludibriar, mas no nosso canto um canto que encanta, os arcanjos louvam ao criador que nuncam nos deixam só.
Dentro da nossa alienação quanto mais buscamos contemplar a luz percebemos
"mentes" ociosas arquitetando o mal diariamente.
Na pequena londres dentro de outros arranhas céu vidas,
almas humanas sonham com uma sociedade perfeita com liberdade, mas a realidade cotidiana não condiz com a nossa utopia.
Será que todos nós nascemos realmente livres? Todos somos iguais em dignidade e em direitos?
Algum dia você já foi livre?
Gilson de faria.
21/03/2021.
Ao não buscarmos conhecer nosso conteúdo interno, vivemos como se tivesse um estranho vivendo dentro de nós a nos comandar.
São os súditos que mantêm a coroa do poder na cabeça dos oportunistas e algozes enquanto for cega e passiva a sua obediência.
O novo trabalhador não irá trabalhar. Ele irá ganhar pontos por colaborar com ideias que beneficiem o poder atuante.
Pensei que pensava meus pensamentos, até pensar que os pensamentos
que pensei não eram meus se pensados por aqueles que pensaram antes de mim.
Ao pensar assim me senti pensando fora das regras e agora o que vão eles pensar de mim?
Aos conterrâneos brasileiros, ocasionalmente se apresentam "fatos" com uma função social análoga a da arena romana, conquanto, nada verossímil a eloquência de Górgias ou à retórica sofisticada de Protágoras.
CAPITALISMO
A bola de neve do capital proporciona um mundo cada vez mais desigual
Temperaturas absurdas poluição evidente todos vítimas de um sistema que não sente
Seu sentimentalismo barato tem um nome uma marca que se vende se propaga
Romantismo nada romântico sem qualquer amor ao próximo escondido atrás do pano encobrindo esse mundo ilusório
"Estive um ano no Brasil e vi que se exige muito do jogador brasileiro e da seleção brasileira. Vivi a pressão que eles têm. Às vezes jogam neles uma bagagem do passado".
O ANALFABETO POÉTICO
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Em meio à fauna amorfa dos que não sentem,
ali está ele – com seu ódio tão peculiar.
A Fome dos outros não o comove;
a Injustiça não lhe diz respeito...
A Guerra? Não lhe tira sono.
Mas a Poesia, isto sim...
Como o incomoda!
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O Analfabeto Poético
diz que só quer viver a vida,
mas não percebe que a vida viva
depende crucialmente da poesia.
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Vaidoso, ele estufa o seu peito esnobe,
orgulhoso de sua pretensiosa racionalidade;
sem impedir que se inflame a barriga infame,
deixa à vista o seu vasto vazio de sentimentos.
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Lá vai ele, vestindo o rosto com seu riso bobo,
suspenso por um fio fino, e tão previsível.
Sempre pela mesma estrada!
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Zomba dos que sentem,
despreza os que fazem versos,
e nunca amou as mulheres
(no máximo,
intrometeu-se entre elas).
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O Analfabeto Poético
admite a Política, mas não a Poética;
Não sabe que a verdadeira Política
nutre-se intimamente da Poesia.
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Ele pretende mudar o mundo
com pequenas operações cirúrgicas,
a golpe das mais descuidadas marteladas,
ou com a triste frieza das canetas tecnocráticas;
mas não tem a sensibilidade poética para perceber
o que precisa ser mudado.
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O Analfabeto Poético, bem armado e mal amado,
reconhece a Ciência, mas não a Poesia.
Não compreende que não há ciência
sem que esta tenha em si poesia.
(Em sua matemática rústica,
ele confunde ciência
com tecnologia).
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Sabe talvez ganhar dinheiro, o Analfabeto Poético.
E o reverte para ganhar ainda + mais dinheiro +.
O que tem tudo isso a ver com a Poesia?
Ele pergunta, sem desejar resposta...
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Pede o prato mais caro, sem capacidade de saborear.
Compra um sistema de som de alta fidelidade
sem ter nenhum gosto para a Música.
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Ouviu falar das mulheres belas
e por isso deseja comprá-las
para exibi-las a outros como ele.
Quando sucede aparentemente tê-las,
não consegue extrair delas um simples sorriso
realmente verdadeiro.
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Ele não percebe que, para que a luz do sol adentre
a inexistente janela da sala de pregões da Bolsa de Valores,
é preciso ter capacidade poética para perceber a luz, para além da luz.
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O Analfabeto Poético declara-se um homem prático...
Por sua vontade, seriam abolidos os livros
que não fossem tratados ou manuais.
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Por ele não haveria música,
não fluiria o pranto,
não transbordaria o riso...
que não fosse mero deboche.
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Munido de algumas frases,
para dizer nas horas mais erradas,
lá se vai ele para a sua ruidosa festa.
Nela, o Analfabeto Poético dissolve-se
em meio a todas as banalidades.
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(1990. Dedicado à genial obra poética, dramatúrgica ensaística e política de Bertolt Brecht).
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[BARROS, José D'Assunção. Publicado na revista Cronos, vol22, nº1, 2021]
A extrema direita, com seu verniz de patriotismo distorcido, conduziu o Brasil por um caminho de divisões acentuadas e retrocessos dolorosos, trocando o progresso pelo medo e a esperança pela amargura de um ódio semeado no coração da nação.
Diante de uma realidade social marcada pelas desigualdades e discriminação, o seu silêncio é a aceitação consciente do estado serviçal ao seu algoz, fruto de uma alienação construída paulatinamente, a qual você foi incorporando inconscientemente.
A VITRINE DO SILÊNCIO
Na vitrine do Fatal, suas curvas perfeitas ofuscam sua real natureza.
Olhos curiosos a espiam, desejos silenciosos a consomem.
Um sorriso falso, máscara de seda velando a dor que a consome.
Lágrimas amargas, atrás do rímel, invisíveis aos olhares mundanos.
A beleza, um cárcere privado; a mercadoria exposta, a carne em oferta, a alma em leilão.
Um preço a pagar, um sorriso forçado, a dignidade em estilhaços.
O Fatal sorri, a sociedade cúmplice, enquanto ela se desfaz em silêncio.
A cada transação financeira, a cada olhar lascivo, a cada toque frio, a realidade se impõe: ela está presa em um sistema que a define, que a explora, que a condiciona.
Com o "EU" fragmentado, sonhos desfeitos, futuro incerto, um vazio profundo.
Mas o Fatal não se limita àquela vitrine. Sua sombra se estende por toda parte, transformando cada um de nós em mercadoria. O Fatal, a vitrine, um reflexo distorcido da sociedade. Vendemos sorrisos forçados em reuniões; nosso corpo e mente, em jornadas exaustivas; nossos sonhos, em troca de migalhas de reconhecimento. A alma, uma mercadoria barata, negociada em contratos e relações tóxicas. A liberdade? Um luxo perdido a cada hora extra, a cada compromisso assumido por obrigação, a cada "sim" que significa "não". A prostituição, em suas múltiplas facetas, se infiltra em cada canto da vida, espreitando nas relações interpessoais, nas pressões sociais, nas demandas do trabalho, nas expectativas da sociedade. A hipocrisia se espreita em cada julgamento, em cada crítica, em cada olhar que condena, mas que se alimenta do mesmo sistema que explora. A busca por validação, por reconhecimento, por segurança, nos reduz a estilhaços, vítimas e cúmplices dessa grande farsa. A mulher na vitrine, um símbolo dessa realidade, um reflexo de nós mesmos. Ela vende seu corpo; nós vendemos nosso tempo, nossa energia, nossa dignidade. A moeda de troca é diferente, mas a essência da transação é a mesma: a alienação, a exploração, a busca desesperada por sobrevivência em um sistema que nos reduz a mercadorias.
Na vitrine ou na rotina, a alienação é a mesma; a exploração, sistêmica; e a luta pela dignidade, uma constante e necessária revolta contra a hipocrisia que nos cerca...
(a.c) -
21/02/2025
A moralidade autêntica nasce da compreensão do bem, não da coerção religiosa. Obedecer sob a ameaça do inferno ou a promessa do céu não é virtude, é condicionamento.
“...em vão, acredita o ladrão, que o ítem roubado lhe pertence”
[Não é sobre coisas]
Rubenita Olindo - Psicanalista
