Algumas Pessoas Nao Merecem nosso Amor
Seja feita a sua vontade, pois não faz dois meses, que prometias dedicar-se mais no nosso relacionamento e esquecer aquilo que nos aflinge! Mas olha o que fizeste! Só acabaste de jogar fora a pequena confiança que estava a construir!! Porque de tudo que já me magoaste, se fosse alguém que se arrependesse de verdade só iria se dedicar em conquistar a nova confiança em mim!! Mas porque o vicio é vicio, é difícil!! Por isso meu querido faça o que quiseres! Pois eu já estou morta por dentro!!
O Egito não influenciou José, mas foi José quem influenciou o Egito. Quando nosso coração está no céu, Deus nos capacita a influenciar o lugar onde fomos colocados.
Uma pressuposição que devemos trazer para as Escrituras é que nosso Deus é bom e Ele não está de forma alguma implícito em causar o mal moral. Ele é um Deus amoroso que deseja genuinamente que todos se arrependam para serem salvos (2ª Pedro 3.9). Nenhum homem se apresentará diante do Pai e poderá dar a desculpa: “Eu nasci sem ser amado pelo meu Criador” (João 3.16). “Eu nasci não escolhido e sem esperança de salvação” (Tito 2.11). “Eu nasci incapaz de ver, ouvir ou entender a revelação de Deus sobre si mesmo” (Atos 28.27-28). Não! Eles permanecerão total e completamente “indesculpáveis” (Romanos 1.20), porque Deus os amou (João 3.16), chamou-os para salvação (2ª Coríntios 5.20), revelou-se a eles (Tito 2.11), e forneceu os meios pelos quais seus pecados seriam expiados (1º João 2.2). Nenhum homem tem desculpa para a incredulidade (Romanos 1.20).
A Era dos Isentões
“Não julgueis” é o mantra dos isentões gospels (mornos de Ap 3.16) do nosso tempo. Muita gente e lideranças da igreja foram doutrinadas pelo liberalismo teológico e pela agenda progressista, que colocou uma focinheira chamada politicamente correto neles. E essa focinheira tem o objetivo de calar a todos, para não se manifestarem contra a agenda obscura praticada por essa gente. Mas a eclesiologia ensina a esses isentões modernos, como os primeiros cristãos agiam e enfrentavam a essas agendas maléficas; e não foi com o mantra do “não julgueis”.
Cristãos dos séculos I-III defenderam a fé:
Contra os judaizantes
Contra os ebionitas
Contra os montanistas
Contra os docetistas
Contra os gnósticos (atuais calvinistas).
Cristãos dos séculos IV-V defenderam a fé:
Contra os arianos
Contra o pelagianismo
Contra os maniqueus (atuais calvinistas)
Cristãos escolásticos séculos XII-XIII defenderam a fé:
Contra os averróis
Contra o avicenismo
Contra Algazel
Cristãos pré-reformadores e reformadores séculos XV-XVI defenderam a fé:
Contra a inquisição
Contra os dogmas da igreja
Contra o poder papal
Cristãos contemporâneos (isentões, mornos)
Quem sou eu para julgar?
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Quem põe a mão no arado não deve olhar para trás, pois o nosso serviço só terminará quando Cristo voltar.
Jesus morreu pelo pecado, não o dEle, mas o nosso; somos salvos pela justiça, não a nossa, mas a dEle.
Não são os aplausos que recebemos dos homens, mas as vidas que são tocadas pelo nosso testemunho de Jesus que revelarão quem somos de verdade no Reino de Deus.
A oração não é um argumento com Deus para persuadi-Lo a mover as coisas do nosso jeito, mas um exercício pelo qual somos capacitados pelo Seu Espírito a nos mover do seu jeito.
Não devemos orar para que Deus esteja do nosso lado, mas orar para que possamos estar do lado de Deus.
Pastor e Avivalista Metodista
Não podemos comprar o favor de Deus pelo nosso serviço. O serviço é a nossa gratidão por Sua graça imerecida. Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Efésios 2:8-9.
Não há nada em nosso comportamento, em nossas atitudes ou realizações que podem fazer com que Deus nos ame e salve. Contudo, por Sua própria vontade, para mostrar quem realmente É e o que pode fazer, Ele nos amou e salvou. Deus não nos salva por sermos bons, mas porque nos ama, e por ser perdoador. Isaías 48.9.
