Ainda mais te Amarei na Morte

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Continuo. Não porque seja fácil, mas porque a vida, em toda sua dor e beleza, ainda merece a minha presença.

Minha infância ainda soluça em algum sótão da memória. Peço perdão ao menino que fui por não ter sido o herói que ele esperava.

Não ostento força, ostento permanência. Com tudo o que já me convidou ao fim, o fato de eu ainda estar aqui é meu maior feito.

⁠Hoje me lembrei o dia em q nos conhecemos, percebi q eu ainda amava vc, mas lembro toda vez que vc me machucou. Olhei para meus braços e vi as marcas que vc deixou em mim. Eu ainda amo vc, mas nunca vou esquecer o q vc me fez passar. Lembro da nossa música "hj foi bom te encontrar", mas nunca foi bom te encontrar. Eu sinto sua falta, mas de q adianta correr atrás sabendo o final? Isso é que nem um filme de terror, eu não posso mudar o final dessa história. Vc me fala para acreditar em vc, mas você nunca SEQUER teve a coragem de me fazer sentir bem ou até msm confiar em vc. E hoje percebo quão idiota eu fui de ter sentimentos por vc um dia. Vc fala "eu amo vc, n sei pq vc não sente o msm", mas quando eu senti vc me fez de otária, vc me trocou, fez a sua escolha e hoje eu vivo com as consequências de ter um dia escolhido vc em vez de ter escolhido quem me amava de verdade.
Eu te conheci, vc era a "min" não a Beatriz, horrível e imatura e sem coração de hoje, agr eu não sou aql menina q vc conheceu no começo. Fiquei fria, sumo quando percebo que você me machuca, essa sou eu, nunca mais vc verá meu lado bom de novo. Ontem eu era uma menina inocente, hj já vejo como vc me fez madura, aprendi com a dor e o sofrimento. Vc nunca mais vai me ver tentando colocar você em minha rotina.

Ainda bem que existe outros dias, outras noites, outros lugares, outras pessoas e outros amanhãs, imagina se não existisse...

Eis que um novo tempo se aproxima, e no passado o vento ainda varre as folhas de outono num chão onde deixei marcas das pisadas de meus pés e que ainda estão cicatrizando dos ferimentos de espinhos em tempos de outrora onde observava no recôndito de minha existência Aquele que em silêncio de seu sofrimento percorria aos sons estridentes de risadas e chibatadas o caminho da Luz e da Salvação.

⁠Não faço a menor
ideia se o amor
ainda está previsto
no meu destino,
Apreciando a copa
de um belo Angico
assumo mesmo
que tenho obstinação
de pôr romantismo
em tudo em nome
do sonho neste mundo
que por hábito vive
flertando com o absurdo.

⁠Khirbat al-Zababida

O vento ainda canta a antiga
canção beduína,
Cestos com cereais e frutas
cítricas e a poesia
de Khirbat al-Zababida,
O direito de regresso
é uma das leis da vida.

A vida é maravilhosa,
um pouco doce e ácida
como a Jentik-Jentik
que ainda não provei,
Sob a orientação de Deus,
logo jamais desistirei.

Não custa lembrar
que ainda é Primavera
no Hemisfério Sul,
Estamos em novembro,
é tempo de floração
de Tucaneiro do achado,
dizer que sinto do amor
não ter encontrado.


Não há nenhuma regra
teoria da conspiração
segredo ou que eu esteja
buscando o inatingível;
Quero o quê é simples que
tem a força diária de fazer
o quê for preciso para ser.


Estou buscando por você
que é tão humano quanto,
querendo acertar o passo,
o amoroso sentimento
no afã de um acordo perene
e cúmplice com o tempo.

Estou nas flores de Jenipapo
desabrochadas em novembro,
Percebo que sem pedir licença
ainda ocupo o seu pensamento.


Passei a ser todo aysú na sua
mente, alma, corpo e coração,
Não conhece mais na vida
na visa nenhuma outra direção.

Versos Intimistas que ainda
hei de declarar para celebrar
a tua amorosa e doce vinda
sob a Sapucaia toda florida.


...


Versos Intimistas sob o Ingá
e eu olhando nos teus olhos,
É assim que dois boas-vindas
para você que mora nos sonhos.


...


Versos Intimistas sobre nós dois
sem clichês, sem mistérios
e sem deixar nada para depois,
declamações sob o Jequitibá-branco.


...


Versos Intimistas como buquê
eterno presenteado bem debaixo
do Jequitibá-rosa e uma história
surgindo entre nós toda venturosa.

A sua silhueta que foi feita sob
medida ainda que enigmática,
surpreende com beijos potentes,
que pouco a pouco vem sendo
capturados, raptados e sem devolução,
Deixando na minha que é sua
geografia incontáveis rastros
sensuais em adoráveis formatos,
Teus apelos que viram poemas totais
e labaredas plenas e inapagáveis.


Um abandono tem provocado
da minha própria consciência,
não tenho mais noção de nada,
sem noção da essência real se é
ou não é de fato para nós pecado,
nutro a imagem e sensação
como se aqui já tivesse chegado.


Um mistério crescente, envolvente
uma fantasia total e evidente,
exposta publicamente para dizer
que estou pronta para viver a gente.


Quando as sapucaias florescerem
ou derem frutos sou eu a sua poetisa
que estará de alma e coração presente
lembrando que se é para vir que venha,
romântico, indecoroso e avassaladoramente.

É perceptível que o apego ao valores da Ditadura por parte de uns aqui no Brasil ainda é contemporâneo que eles censuram com desqualificação os filmes premiados e o carinho a sociedade que manifestam alegria pelas premiações.

O espírito de Paineira-rosa
ainda se conserva nesta
terra que só pode contar
com os próprios olhos
para o nosso céu vigiar.


O desamparo austral é
um fato que ninguém mais
pode fingir que não há,
Não é de hoje que tem
gente fingindo que não
tem sido da própria conta,
este mal de ponta a ponta.


Aperte forte a minha mão,
que aos poucos vou te contar
sobre estes tempos que são
próprios para moldar o ter e o ser,
para ninguém -- nos derrubar.


Se o apelo é erótico sob a luz
do dia, das auroras e da noite,
digo as respostas conhecidas,
Porque em aspectos internos,
temos muitas coisas parecidas.


Somos feitos de terra, água e ar,
e o poder de fogo para o jogo,
é preciso por contar conosco
mesmos para unidos forjar,
para do que distrai nos preservar;
A glória inextricável pertence
somente a quem busca se alinhar.

Nada retira a autoridade
de ter visto ou vivido,
Ainda é bem vívido
como se tivesse ido
agora para encontrar um
povo gentil que sabia
receber a qualquer hora,
Sem marcar parecia
estar esperando desde
a aurora matutina.


Ali lado a lado de nós,
sem questionar --
e sem importar da onde
veio ou para você onde vai,
olhar para o relógio
não estava em questão.


Nostalgia de Ardósia
bruta ou em placa --
de quem tem memória
estradeira até chegar
de longe em Paraobepa,
Sem mesmo atentar
que ía pavimentando-se
o tempo naquela terra,
e trazer à tona a poeta.

Folia de Carnaval
anunciada no silêncio
citadino de Rodeio,
Antecipando do que
ainda para nós não veio,
e que não pede freio.


Do teu amor não
terei nenhum receio,
E o seu coração
com o meu terá jeito.


Sob a Lua de Neve
por dois escrevo,
O sutil encanto que
ilumina o romance
bonito que preludia
com gala e magia.

Antes do sol nascer, quando ainda está escuro, os pássaros começam a cantar e rompem o silêncio da noite; o céu começa a clarear

Resta o vázio



Como decifrar a ferida do coração?
Ainda sangram quando olho suas fotos, quando você sorri para outro e não para mim.


Como decifrar a ferida do coração?
Quando a ferida ainda não cicatrizou,
Desde que você partiu
E nunca mais voltou.


E mesmo que o tempo tente apagar,
O eco do seu riso ainda me persegue, como um fantasma que não sabe partir, ea ferida…
ela sussurra seu nome em silêncio.


E no fim, só resta o vazio
que você deixou.

Eu sigo vivendo


Todo mundo diz que já passou,
Que esse amor não era pra ser.
Mas eu ainda acordo pensando em você,
Tentando entender onde foi que eu errei.


Me pedem pra superar, mas não sabem como dói,
Tem ferida aberta que o tempo não fecha.
Eu sigo vivendo, mas você ainda é nós,
Superar você tá mais difícil do que parece.


Não foi falta de vontade, nem falta de tentar,
Foi excesso de sentimento sem lugar pra ficar.
Ficou saudade demais pra pouco final,
E um amor inteiro sem poder amar.


Me pedem pra superar, mas meu peito não vai,
Tem lembrança que insiste em ficar.
Eu tô indo, eu sei…
mas dói demais,
Porque superar você não é só deixar passar.