Água
O verde é responsável por manter a nossa água limpa;
O verde é responsável por gerar o ar que nos dá a vida;
O verde traz ao solo fertilização, gerando a cura em nosso mundo;
Encho me de satisfação quando vejo a chuva embeber o solo,não por causa do ciclo da agua,mas filosoficamente,porque a chuva parece uma coisa tão errada,ela atrapalha muita gente molhando a chapinha das meninas que correm quando começa o chuvisco,e ainda pro cima vem acompanhada de todo aquele vento que faz as saias voarem,olho para janela do meu apartamento e vejo garotas e jovens de todo o tipo correndo para fugir da garoa,raios e clarões no céu destacão as nuvens,predizendo a tempestade,as chuvas logo engrossam,só consigo ver luzes do poste e árvores dançando feito loucas,logo fecho a minha janela,por que a chuva não perdoa nada o que toca,como se fosse um remelento imparcial,tudo tem o mesmo veredicto,condenado a ficar frio e úmido,a secar devagar e ficar duro como rocha,a chuva entra egoísta no meu quarto,condenando meu lençol,minha fronha e meu travesseiro e por menos importante minha pele pálida e calorosa,deixo só uma brecha para espiar todas aquelas pessoas correndo na rua,de repente,um besouro entra pelo espaço entreaberto da janela,o espaço que eu abri meticulosamente,fui descoberto,descoberto por esse bichinho pequeno e escandaloso,entrou pela janela e começou a batucar em tudo,caindo desajeitadamente no teclado do meu notebook de barriga para cima,e suas perninhas iconicamente balançado para todos os lados tentando se virar do avesso,do do outro lado do quarto,no meu cantinho de estudos,desdobro meus joelhos,eles se erguem duros e inflexível,fiquei muito tempo espiando a janela,ergo meu dedo na frente do inseto,ele confiantemente sobe no meu dedo e começa a explorar a palma da minha mão,seria muito rude da minha parte fechar a palma da mão e esmagar o pobre inseto,levo ele para janela e ele começa a voar em direçao a algum poste,logo,ele desaparecer na chuva densa,fico olhando para cima como se apreciando o luar,procurando um besouro,um som de chuva monótono,um cheiro de terra vulgar,uma visão embaraçada,que me lembra memorias passadas e enterradas,a rua finalmente esta vazia,olho pro relógio do computador,minúsculos ensetinhos se aglomerão pouco a pouco na luz da tela,olho de novo para a rua monótona,manu,manuela,correndo,com aquele sueter vermelho estampado uma rosa,me olhando com aqueles olhos sombreados,e o cabelo molhado todo bagunçado,e com toda certeza pensando em alguma coisa,era isso que me enchia de frio a barriga,ela sempre estava pensando em alguma coisa...outro besouro entra pela janela,idêntico ao primeiro,nao pode ser o mesmo,agora que eu parei para pensar,seria impossível alguém usar maquiagem na chuva,que ideia boba a minha imaginar
Preservar o meio ambiente vai além de plantar uma árvore, economizar água. É necessário também cultivar a ideia na cabeça das pessoas, difundindo a necessidade de mudanças de conduta, pensando no bem-estar das futuras gerações.
Nossa terra é um presente
lugar que se vive bem
aqui o mar tem água quente
e o sertão é um harém
é fácil falar da gente
difícil é viver contente
sem ter o que o nordeste tem.
Seu sorriso seja como a água que mata minha sede.
E o seu amor como fogo que me aquece em dias frios.
E você seja a luz para meus dias sombrios.
O cabelo, a queda, d'água
A orelha a rocha, perfeita
O pescoço a água, azul
Que me tira, do rumo, do bem ?
Longe de mim ,tão perto de você..
Droga esses meus olhos cheios d´agua
E tua tristeza era tão doce
Que transparecia e eu podia ver
E agora quanto mais me afasto
Desse bem que me faz mal
Me afasto de mim mesmo
Me aproximo de teu ser
E me esquecia para lembrar depois
Que cada vez que seus olhos choravam
Eram os meus que se molhavam
Longe de mim ,tão perto de você
Já não me bastava apenas o seu corpo
Eu queria sua alma e todo o seu universo
Mergulhar no teu ser já cansado de esperar
Cada labirinto proibido segredo do seu intimo
No centro de seu ser ,deixe o meu viver
Joaquim Quintino Aires e a tvi…
Mais uma vez estais a meter água;
como aquando tratasteis os do NORTE;
por gente fraca ou em cultura não forte;
coisa que em nós deixou, pois, muita mágoa!!!
Agora ao despedirdes BOM Quintino;
sem tal, ter referido algo de mal;
contra a boa malta homossexual;
estais a porta-vos, como o asinino!
Asinino, que como já citado;
vos obrigou a vir-nos pedir desculpa;
por esse GRANDE erro em nós tão presente…
Cuidai-vos, e afastai é essa gente;
que não atinge, que um MAU culpar, sem culpa;
nem com desculpa, irá ser REPARADO!!!
Lamento QUINTINO que nem conheço;
Alentejano e querido no NORTE;
pois sempre em TI, vi homem, BOM, JUSTO e FORTE;
daí cá TE dedico este meu APREÇO.
Contigo e por ti, brioso psicólogo e SER humano;
Obs. Se eles reconsiderarem, desculpa-os como nós; [os tais por eles certo dia acusados, de fracos e analfabetos por gentes do norte] os “já” desculpamos.
Um jardim é uma experiência, uma biblioteca de percepções.
Uso água de fonte ou de chuva para pinta-los.
Nesta preparação me conecto e flui a poesia que a natureza inspira.
Brota teu vento em tua luz ,
Nesse céu azul sem cruz,
Brota tua falta de água a tua raiz,
Cruza tua lua a teu brilho amarelo ,
Escrevo e escrevo de baixo de te
Uma poesia com a estrada sem fim,
Escrevo e escrevo de baixo de te
O poema chamando alim !
Há que falta tem a esperança
Do amor sem infinitamente sem fim,
Que falta tem o coração
Do sonho da razão ...
Em me queimar a luz do sol,
Queimar o tempo , queimar meu uso
Apenas só relato dos idiotas
Só apenas uma árvore qualquer
"Imagine a cena: A jarra representa a experiência, a vida, o dia-a-dia, a rotina, a água representa o conhecimento, o estudo, o aprimoramento. Não há como levar água sem a jarra, mas uma jarra vazia não saciará a sede das pessoas. Tem água com você, use a jarra para transportá-la."
Eu sou como a água dos rios q escorrem entre as pedras, não fico no mesmo lugar e não volto atrás, mais cuido para que a beleza da vida, seja bem vivida!
O foda de ser intenso é que qualquer poça d’água é oceano, mergulhamos de cabeça sem testar a profundidade, pulamos de peito aberto sem fazer muitos planos, acabamos nos machucando por excesso de coragem!!!
Sim, também existe medo, de se ferir, de sangrar, de você partir, me deixar, de mais uma vez acreditar...
Mas o medo nunca anula, nossa suicida coragem de amar.
...
04/02/2020
Antiga Rima
Rosas são vermelhas
O Céu é bem azul
Mesmo com eu aqui
O mundo só em água
Só se desaba.
Nesse começo clichê
Eu nem ganhei cachê
Não entendo o porquê
Mas aceito por ser
Alguém de se esquecer
Da humanidade que vim a ter
Mesmo sem merecer
Um monstro deve viver
Será mesmo ?
Será que devo ver ?
O futuro devo ter ?
Penso e reflito sobre o que
O que mereço
O que não mereço
Sempre tendo
Em mente
O mesmo discurso
Com o ódio em curso
Pode ser errado, sei
Mas um monstro
Pode ser rei ?
Deveria entender
Mas não quero estender
Fui baleado na chuva
E devo esquecer
De tudo que fiz
Por que assim
Poderei te ver
De novo nos iremos ser
Uma dupla diferente
Velho amigo
Continue crente nessa ideia
Mesmo sem ceia
Eu estarei contigo
Me abrace
Me leve contigo Amigo.
Eu pulei de um precipício sem medo
do que estava por vir; se era um rio de
água doce, um mar de sal para lavar
minhas feridas ou pedregulhos e
pedras pontiagudas não sei: me joguei.
Me jogaria de novo, me jogarei.
Para o amor nunca medi esforços,
nunca tive limites em amar. Sempre fui
inteira e não importava de que jeito...
Nunca fui metade da laranja de
ninguém nem quis que alguém fosse
a minha. -transbordar é o que precisamos-
As pessoas não querem ser amadas
apenas por palavras, mas quando o
amor é freado, impedido, estagnado,
ele vai atrofiando, como um músculo
que não se exercita.
O amor é constante sem ser repetitivo.
O amor é a todo instante sem
ser incômodo.
O amor é tempo sem pressa que,
acelera o coração e nos faz planejar
um lindo futuro sem precisar atropelar
o presente.
Amor, é a maluquice de alguém muito
lúcido,desposto a ser sempre louco
em não deixar que razão alguma tire
a pessoa amada de perto de seus cuidados...
Amor é invasão sem ser invasivo;
é solidário, mas não se doa a qualquer um.
Cai em minha pele umagota d'água, que vem lá de cima, se senti, ou se molhou?
não percebi, apenas vi.
Jan Bernardo
