Agradecimentos aos Alunos
Uma educação formadora e não deformadora tem como principal objetivo abstrair o melhor dos alunos - provoca o pensar e não apenas o decorar.
" A educação atual perdeu o sentido de existir; pois os alunos trocaram conhecimento por informação".
Cunhya
"A Melancolia Que os Alunos Carregam Dentro Deles.”
As salas de aula parecem cheias de vozes, risadas e movimentação, mas, se olharmos com atenção, veremos algo escondido por trás dos cadernos abertos e das telas iluminadas: uma melancolia silenciosa que muitos alunos carregam.
Ela não é sempre visível. Às vezes se esconde num olhar cansado, num suspiro diante de uma prova, na falta de entusiasmo para responder a uma pergunta simples. Outras vezes aparece no corpo que está presente, mas na mente que vaga para bem longe.
Essa melancolia nasce de muitos lugares: da pressão em ser perfeito, do medo de decepcionar, da comparação constante, da falta de tempo para viver fora da escola, do peso das expectativas. Nasce também da solidão disfarçada, da sensação de não ser ouvido, de que suas dores são pequenas demais para importar.
No fundo, cada aluno carrega uma batalha invisível. E a escola, que deveria ser espaço de descoberta e crescimento, tantas vezes se torna palco de ansiedade, cobrança e silêncio forçado.
A melancolia dos alunos é um pedido de pausa, de escuta, de acolhimento. É o coração dizendo que aprender não pode ser apenas decorar fórmulas e datas, mas também encontrar sentido, encontrar lugar, encontrar-se.
Porque só quando a escola aprender a enxergar o que os olhos não mostram, os alunos poderão estudar sem sentir que precisam esconder dentro deles a parte mais humana que possuem: a fragilidade.
Ser professor, não é apenas ensinar, é inspirar seus alunos a serem melhores a cada dia, é plantar conhecimento, é enxergar além tempo, é ter paciência e acreditar no futuro da educação como caminho para o sucesso!! Feliz dia do professor a todos os meus colegas de profissão!
"Não quero que meus alunos lembrem de mim pelo currículo ou pelas experiências que acumulei, mas pelo exemplo que deixei e pela diferença positiva que fiz em suas vidas."
O começo...
É tempo de escola, quinta série, um novo começo, turma recheada de alunos desconhecidos,
o quadro negro está cantando a todo vapor, a molecada faz barulho, papéis são jogados uns nos outros, balas e cocadas são entregues as escondidas,
na primeira fileira duas cadeiras a minha frente e mais a direita um rosto perfeito com cabelos longos e olhar penetrante paralisou a minha atenção totalmente,
com um poder dominador ela si virou para trás e me viu, profundo foi saber sem entender como e o porque o futuro de uma história começaria ali,
Então:
No primeiro olhar, asas da imaginação,
no primeiro olhar, mudança de cor, mudança no fôlego e na transpiração,
sensação de estar dentro de um sonho, talvez seja um anjo escondendo suas asas, ou quem sabe uma deusa pronta para levar o meu coração em festa sem piedade,
bastou um toque nas mãos, uma frase dita em voz alta e um pouco daquele perfume adentrando nas minhas narinas para os meus sentidos e sentimentos ficarem completamente apaixonados e corajosos o bastante para eu arriscar um pedido inusitado,
Oi Rafaela?
Você quer namorar comigo?
_ Sim, eu aceito.
Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também serão grandes docentes.
Bons professores e professoras são como segundos pais na vida dos alunos. Logo tem grande influência na educação e na vida pessoal e profissional dos alunos. Para ser um bom docente, é preciso ter consciência que os alunos vão se espelhar nos bons mestres e no futuro esses alunos também poderão ser grandes profissionais e docentes de excelência.
Professor que interage falsamente com os colegas usa artifícios para humilhar e intimidar alunos, pois não gosta dos mesmos, é antiético, prescindível, apedeuta, néscio, presunçoso, reboto e boquiaberto. Caso se encontra em tal situação, abra caminho para aqueles que amam a Educação.
É superlegítimo que quase todos estejam muito preocupados com a readaptação dos alunos…
Mas, e a readaptação dos professores, que viajaram, reaprenderam a dormir, acordar tarde, e até a achar que já estavam ricos?
Fala-se da rotina que volta, do despertador que deixa de ser opcional, do caderno que substitui o travesseiro e das responsabilidades que retomam seu lugar.
Mas muito pouco se fala da readaptação dos professores.
Aqueles que, por alguns dias, viajaram — ainda que para dentro de si mesmos.
Que reaprenderam a dormir sem o peso do planejamento do dia seguinte.
Que almoçaram sem pressa.
Que ousaram esquecer o som da campainha.
Que até se permitiram acreditar, entre uma conta paga e outra, que talvez a vida estivesse finalmente entrando nos eixos… que talvez já estivessem “ricos” — não só de dinheiro, mas também de tão merecido descanso.
E então fevereiro chega sem ao menos pedir licença, já metendo o pé na porta…
Voltam os horários, os diários, as metas, as cobranças invisíveis.
Volta à responsabilidade de formar, orientar, acolher — muitas vezes sem que haja quem os acolha também.
Porque ensinar não é apenas transmitir conteúdo; é repartir energia, paciência e presença.
E tudo isso também precisa ser reabastecido.
A readaptação do professor é deveras muito silenciosa.
Não tem cartilha oficial.
Não tem reunião específica.
Não tem protocolo de acolhimento.
Mas existe.
E é muito profunda.
Porque antes de ser educador, ele é humano.
E humanos também precisam de tempo para voltar — não só à sala de aula, mas ao ritmo acelerado de um mundo que muito raramente reconhece o peso da missão que carregam.
Talvez o ano letivo começasse melhor se, junto aos alunos, também perguntássemos aos professores:
“Você está pronto… ou precisa de mais um pouco de fôlego?”
Força na peruca — Feliz e abençoado ano letivo, mestres!
O desinteresse político pela instrução/educação de um povo e o desinteresse dos alunos, faz o professor atrapalhar a ambos.
Por que os professores brasileiros não ensinam o pensar a seus alunos? Talvez pelo fato de que eles também nem façam ideia de que isso ainda existe. E pode (mesmo) ser usado...
Mari antes Ana
Era tempo de novos ares, a escola toda formava um imenso enchame de alunos abelhudos sedentos por curiosidade e imersos numa onda modista daquelas benditas canetas coloridas, com que a maioria das meninas carregavam milhares delas nos seus estojos esdruxulos de cores proeminentes das mais sutis e delicadas. Encontrava-se no final da fila mas não era a última, uma muleca sorridente e abusada com a cabeleira cheia de luzes mal feitas, tênis all star e unhas roídas. É verdade que tinha em si uma certa inteligência conhecia o Egito melhor que Tutacamon mas era um relaxo de menina em suma quando o assunto era o esporte. Mas em meio a tudo isso e por trás daquele corpo todo desajeitado havia um coração ingênuo e puro.
Na educação há muito a se fazer, nós educadores temos obrigação de trabalhar com nossos alunos a realidade e o novo, temos por obrigação e amor formar seres pensantes, pesquisadores que não tenham medo de enfrentar a vida e conquistar seu espaço.
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