Agradecimento de Professora para Aluno
Um aplicado e bom aluno pode ser um dia, o mestre que estará ensinando a sabedoria aprendida em sua infância.
O professor moderno acredita que tudo foi pensado, e não vale o esforço do aluno, em usar as suas capacidades cognitivas. Na verdade, google não pode responder tudo.
Trocar o ensino filosófico por educação financeira, é preferir ensinar o aluno a lidar com o pouco que ganha do que permitir que ele questione o porquê ganha pouco.
Aluno apaixonado
Não pode ser coincidência quando a garota que você gosta senta-se ao seu lado em uma sala com outras cinquenta cadeiras disponíveis.
“SE PUDESSE DAR UM ÚNICO CONSELHO AO SEU ALUNO, QUAL SERIA?”
SURPREENDA-NOS!
A única palavra que daria como conselho ao meu aluno, em geral, seria “Surpreenda-nos!”, pois ela resume todos os objetivos dos processos de ensino-aprendizagem tão almejados pelos amantes do saber. Logo, o aluno se depararia com um grande desafio a ser superado a sua frente, e isso seria uma das chaves de um despertar cognitivo decisivo, direcionado e empolgante; o que desencadearia a uma sequência de ações/reações epistemológicas benéficas ao mesmo, pois o ato do descobrir é, ainda, mágico, encantador e estimulante. Uma vez que o aluno que estuda é um estudante pesquisador.
É bem verdade que a experiência diária em sala de aula nos leve a perceber niveladamente o grau de interesse, conhecimento e comprometimento da grande parte dos alunos e isso de fato é preocupante devido os dados serem abaixo tanto do esperado como em relação ao lecionado; tal disparidade nos faz até, consequentemente, questionar nossa metodologia, transposição didática, experiência e domínio seja de classe ou, mais ainda, de conteúdo. Podemos até ter certa culpa por essa realidade arcaica e que ainda é perene, porém a maior parte fica com os discentes negligentes que não cumprem o que lhes é (im)posto. No dia em que o aluno der ouvidos ao que é indubitavelmente certo e converter a preguiça e o desânimo em propósitos e estímulos ele conseguirá romper com a falta de desejo de pesquisar, descobrir e aprender, como resultado o céu será o limite. Vale salientar que se o professor não for capaz de estimular o questionar dos alunos, muito menos conseguirá extrair respostas seguras. Pois o aluno é mais que um instrumento de trabalho árduo; ele é uma joia rara que deveria ser lapidada diariamente com amor, carinho, prazer e dedicação. E não como um instrumento de desprezo e tolerância.
Portanto, tudo dependerá das prioridades do aluno, visto que se ele se portar deontologicamente, tal escolha proporcionará um estudante autodidata e pesquisador assíduo capaz de ir além das fronteiras das ementas curriculares, não se conformando com o que é exposto em aula ou limitando-se ao conteúdo didático do livro, de modo que tais motivações levará o aluno a caminhos magníficos e direções excelentes o que na realidade surpreenderá a todos! Já que ir muito além da média será algo, agora, determinado e previsto. De modo que acreditar sempre no grande potencial latente do aluno será fundamental para ele despertá-lo e pô-lo em prática. Por fim, ele entenderá o meu conselho “surpreenda-nos!”, pois será algo recíproco.
O aluno é mais que um instrumento de trabalho árduo; ele é uma joia rara que deveria ser lapidada diariamente com amor, carinho, prazer e dedicação. E não como um instrumento de desprezo e tolerância.
No dia em que o aluno der ouvidos ao que é indubitavelmente certo e converter a preguiça e o desânimo em propósitos e estímulos ele conseguirá romper com a falta de desejo de pesquisar, descobrir e aprender, como resultado o céu será o limite.
Antes de buscar respostas prontas, escute o aluno. Antes de esperar um laudo, observe a pessoa.
A inclusão começa quando a escola entende que ensinar não é aplicar uma fórmula, mas acolher a diversidade com respeito e intenção pedagógica. Não eduque pelo diagnóstico — eduque pela presença, pelo encontro, pelo olhar que enxerga possibilidades, não limitações.
ESCOLA APRENDIZ
A escola diz que o aluno não quer aprender.
Mas a escola também não.
A inclusão segue tentando ensinar à escola uma lição:
Se não conhecemos bem a realidade de alguém,
A EMPATIA deve ser nosso GUIA.
Se nos dizem onde dói, perguntamos como ajudar.
Em vez de dizer apenas que é preciso se acostumar.
Se lidamos com pessoas, elas não cabem em fôrmas.
Se a escola semeia a sociedade do futuro,
O que colheremos, então, se a escola não puder
Aprender com a inclusão?
Cuspe e giz não funcionam mais, isso porque nosso objetivo é que o aluno aprenda e não decore datas ou termos para conseguir uma aprovação no final do ano.
Saber lidar com as emoções no ambiente escolar é imprescindível, pois o aluno é ser individual pensante que constrói o seu mundo, espaço, conhecimento com sua afetividade. E com todos os outros sentidos de percepção, expressão, crítica e imaginação.
Com o uso das ferramentas multimeios ludo pedagógica, o aluno tem a oportunidade de buscar novos conhecimentos e, sendo assim, pode passar da aprendizagem mecânica onde o conhecimento é armazenado de forma arbitrária para aprendizagem significativa facilitando ao aluno uma melhor assimilação e consequentemente uma aprendizagem mais permanente.
Preparar é; Se colocar na posição de aluno; ser humilde.
Aprender é; Desenvolver uma forma de ensinar.
Treinar é; Demonstração de força de vontade aplicada na execução de tarefas.
Ensinar é; Elaborar possibilidades de praticar o que se aprende.
O pior aluno é aquele que não quer aprender, assim como, o pior resgate é aquele que o resgatado desistiu de sí próprio.
