Agradecimento de Professora para Aluno
- Tudo, menos o alicerce vital
Eu tinha tudo para ser um excelente aluno no ensino fundamental, em um teste público de lógica, sobressaí genialmente os demais da classe; tudo para ser excelente, mas não fui.
A minha mente estava saturada de opressões, os meus ouvidos estavam cansados de gritos irracionais, os meus olhos estavam tristes por vislumbrar negligências, os meus pés e mãos não eram promovidos, a realizar obrigações que semeia um futuro... tudo isso, dentro de casa.
Não quero ser mais um, um aluno, um robô, minha corda está pendurada, minha arma está carregada, minha faca está apontada, para mim, estou desapontado comigo, e a escola não quer ensinar, sim avaliar, somente querem resultados, não aguento mais ser cobrado, eles me sufocam daqui e de lá, eu quero apenas descansar, será que é para a morte que tenho que apelar?
Falsa miragem, falsa alegria, alegria que instantânea, feito pelos outros, não por mim, preciso respirar, enxergar, este mar escuro está a me sufocar, não quero mas também quero me afogar, mano... o que penso não faço, o que faço não importa, eles não vêem seu esforço, mas quando verem seu pescoço marcado, vão se perguntar o que fizeram de errado? Rimando ou não, isso só é um desabafo.
Ontem na "Cantata do natal" na escola, ouvi de um aluno: — "Este é o Claudeci não precisa respeitar ele." De um aluno reprovado se espera tudo. Não fiquei chocado, mas queria dizer isso para você, talvez aprenda algo sobre caráter e educação familiar. Assim se explica também o medo da escola em reprovar aluno.
Na certeza de que a MÃO DE DEUS escreve uma história de sucesso para cada aluno(a), eu cumpro com alegria, amor e dedicação a missão de ensinar tudo que ELE, o ÚNICO MESTRE, concede a mim nesta Terra.
Se o aluno não é amigo do professor, então a vontade exagerada para aprová-lo de qualquer jeito é reciprocidade?
Um aluno do oitavo ano já deveria saber perfeitamente o seu papel na escola, mas não sabe! Como posso lhe exigir que saiba qual é o papel do professor?
Ensinar o aluno a encontrar motivação interior para aprender é louvável. Motivá-lo é torná-lo dependente do outro e do que lhe é externo. O professor que motiva o aluno a estudar torna-o frágil diante dos mínimos obstáculos, enquanto aquele que desperta motivações interiores forma gênios.
O professor universitário orienta, mostra caminhos, retira obstáculos; o aluno, se desejar, aprende.
“SE PUDESSE DAR UM ÚNICO CONSELHO AO SEU ALUNO, QUAL SERIA?”
SURPREENDA-NOS!
A única palavra que daria como conselho ao meu aluno, em geral, seria “Surpreenda-nos!”, pois ela resume todos os objetivos dos processos de ensino-aprendizagem tão almejados pelos amantes do saber. Logo, o aluno se depararia com um grande desafio a ser superado a sua frente, e isso seria uma das chaves de um despertar cognitivo decisivo, direcionado e empolgante; o que desencadearia a uma sequência de ações/reações epistemológicas benéficas ao mesmo, pois o ato do descobrir é, ainda, mágico, encantador e estimulante. Uma vez que o aluno que estuda é um estudante pesquisador.
É bem verdade que a experiência diária em sala de aula nos leve a perceber niveladamente o grau de interesse, conhecimento e comprometimento da grande parte dos alunos e isso de fato é preocupante devido os dados serem abaixo tanto do esperado como em relação ao lecionado; tal disparidade nos faz até, consequentemente, questionar nossa metodologia, transposição didática, experiência e domínio seja de classe ou, mais ainda, de conteúdo. Podemos até ter certa culpa por essa realidade arcaica e que ainda é perene, porém a maior parte fica com os discentes negligentes que não cumprem o que lhes é (im)posto. No dia em que o aluno der ouvidos ao que é indubitavelmente certo e converter a preguiça e o desânimo em propósitos e estímulos ele conseguirá romper com a falta de desejo de pesquisar, descobrir e aprender, como resultado o céu será o limite. Vale salientar que se o professor não for capaz de estimular o questionar dos alunos, muito menos conseguirá extrair respostas seguras. Pois o aluno é mais que um instrumento de trabalho árduo; ele é uma joia rara que deveria ser lapidada diariamente com amor, carinho, prazer e dedicação. E não como um instrumento de desprezo e tolerância.
Portanto, tudo dependerá das prioridades do aluno, visto que se ele se portar deontologicamente, tal escolha proporcionará um estudante autodidata e pesquisador assíduo capaz de ir além das fronteiras das ementas curriculares, não se conformando com o que é exposto em aula ou limitando-se ao conteúdo didático do livro, de modo que tais motivações levará o aluno a caminhos magníficos e direções excelentes o que na realidade surpreenderá a todos! Já que ir muito além da média será algo, agora, determinado e previsto. De modo que acreditar sempre no grande potencial latente do aluno será fundamental para ele despertá-lo e pô-lo em prática. Por fim, ele entenderá o meu conselho “surpreenda-nos!”, pois será algo recíproco.
O aluno é mais que um instrumento de trabalho árduo; ele é uma joia rara que deveria ser lapidada diariamente com amor, carinho, prazer e dedicação. E não como um instrumento de desprezo e tolerância.
No dia em que o aluno der ouvidos ao que é indubitavelmente certo e converter a preguiça e o desânimo em propósitos e estímulos ele conseguirá romper com a falta de desejo de pesquisar, descobrir e aprender, como resultado o céu será o limite.
Aluno ou professor?
As coisas que você ouviu de mim. . . Comprometa-os a homens fiéis que sejam capazes de ensinar os outros também. - 2 Timóteo 2: 2
Um estudante universitário estava tendo dificuldades com seus estudos, então ele finalmente decidiu conversar com seu professor. Ele reclamou: “Estou estudando muito. Estou fazendo o meu melhor, mas simplesmente não consigo reter o que leio ou tento memorizar. Você acha que ajudaria se eu contratasse um tutor?
Claramente entendendo o problema do jovem, o instrutor respondeu: “Não, eu não recomendaria isso. Você não precisa de um professor, precisa de um aluno! ”Ele sabia que o aprendizado é aprimorado quando compartilhamos nosso conhecimento com os outros.
O conselho deste professor me faz lembrar de crentes que conhecem muitos fatos bíblicos, mas ainda têm um entendimento pobre das verdades das escrituras. Eles freqüentam a igreja todos os domingos, ouvem fielmente as transmissões religiosas, inscrevem-se em cursos de correspondência bíblica e estudam as Escrituras pessoalmente; ainda assim, parecem não ter conhecimento prático da Bíblia. Qual é o problema? Eles nunca fazem nada com a informação! Eles não precisam ser ensinados mais; eles precisam dizer aos outros o que aprenderam. Ao colocá-lo em prática, eles o compreenderão completamente.
Você discute as verdades da Palavra de Deus com os outros? Se não, é hora de você deixar de ser apenas um aluno e começar a ser professor.
Até você contar a alguém o que você aprendeu,
seu estudo pode não resistir ao teste;
Mas quando a verdade do Espírito tiver discernido,
ensinando você saberá melhor. - Hess
Uma boa maneira de aprender a verdade de Deus é ensiná-la aos outros. Richard DeHaan
É PELO CHEIRO
É pelo cheiro de aluno entrando em sala, uma espécie de sabonete (para os que tomaram banho) com “corre que vai dar o sinal”.
É pelo cheiro da merenda que entra em sala e “atiça os narizes” antes do sinal do intervalo...
É pelo cheiro de aluno que correu o intervalo todo e voltou correndo mais ainda para a sala...
É pelo cheiro que fica na sala após tudo isso e ainda assim a aula segue...
É pelo cheiro que se sente falta durante as férias onde não se tem cheiros.
É pelo cheiro! Mas é, também, pelo abraço suado, melado que mesmo assim é bem recebido.
E é, também, pelos gritos no pátio.
É pela rotina... Que deixa “cheiros”!
É melhor ser um aluno mediano e dedicado, do que um aluno inteligente e preguiçoso.
livro "Pense nisso 1"
