Agradecimento de Professora para Aluno
"A RA permite que o aluno leve o laboratório de ciências para dentro da sua sala de estar"
(PERRONE FILHO, 2024)
Pela Tecnicalidade Chega Um Aluno e Sai Um Técnico;
Pela Praticidade Chega Um Técnico e Sai Um Professor;
Pela Funcionalidade Chega Um Professor e Sai Um Erudito;
A verdadeira escola é aquela que ensina com a prática e que conduz o aluno através de seus erros e acertos. A verdadeira escola é aquela que se chama vida
A avaliação na educação não existe para medir e punir o aluno pelo que ainda não sabe, mas para lhe oferecer a oportunidade de conhecer o que não sabe e aprender o que precisa saber.
Acreditar sempre no grande potencial latente do aluno será fundamental para ele despertá-lo e pô-lo em prática.
“O aluno que não termina a tarefa pode não estar recusando aprender; pode estar perdido entre intenção, desorganização e vergonha.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A escola que compreende o TDAH deixa de perguntar apenas por que o aluno atrapalha e começa a perguntar do que ele precisa para aprender.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“O aluno com TDAH não precisa ser tratado como incapaz; precisa de estratégias que transformem potencial em realização possível.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A escola se torna viva quando o aluno deixa de decorar respostas e começa a investigar o mundo com pensamento crítico, criatividade e propósito.”
Do livro BNCC Aplicada na Prática — Conectando a Educação com a Realidade para Despertar o Interesse dos Alunos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando o currículo se conecta à realidade, o aluno deixa de perguntar ‘para que serve isso?’ e começa a descobrir o valor do aprender.”
Do livro BNCC Aplicada na Prática — Conectando a Educação com a Realidade para Despertar o Interesse dos Alunos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O protagonismo estudantil começa quando a escola reconhece que o aluno não é recipiente vazio, mas sujeito ativo da própria aprendizagem.”
Do livro BNCC Aplicada na Prática — Conectando a Educação com a Realidade para Despertar o Interesse dos Alunos, da autora Nina Lee Magalhães de S
Existem áreas da nossa vida que podem ficar estagnadas, assim como um aluno que é reprovado por muitos anos e ficou no primário escolar. Talvez seja a área relacional, financeira, profissional, espiritual ou emocional. Os muitos anos sem a resolução deste problema indica que este ser humano ainda não obteve a capacidade de assumir a responsabilidade sobre esta área, pelo que vive preso por um trauma, dor ou ferida que fora encampada de forma ingênua pela mente, o dirigindo para uma generalização capaz de paralisar a sua evolução nesta área. Assumir isto é o primeiro passo para uma mudança, pelo que os sentimentos (culpa, vergonha, raiva, ódio e etc) que se formaram a partir disto devem ser também eliminados por meio de uma ressignificação. Neste novo tempo, esta área terá prioridade de resolução, toda a energia será canalizada para que haja novos aprendizados, outros pontos de vista, mudanças precisam ser engendradas para que novos resultados aconteçam. Quando isto ocorre, uma nova energia pulsa sobre o seu corpo, uma energia capaz de atrair aquilo que sempre fora impossível, mas que agora se tornará uma realidade, tirando todo o atraso e o colocando em sintonia com o universo.
JOSÉ LUIZ DE SOUSA NETO
PSICANALISTA
Não existe escola sem aluno, nem sem educadores, muito menos sem professores. Também não existe sem um ambiente acolhedor que promova o pertencimento e a existência. Afirmo: a estrutura é importante, mas não essencial. Se houver um educador apaixonado pelo ato de educar, não importará o lugar; sempre haverá mentes e horizontes preparados para reivindicar sua cidadania, exercendo força nas mudanças e inovações para o bem comum.
Não existe escola sem aluno, nem sem educadores, muito menos sem professores. Também não existe sem um ambiente acolhedor que promova o pertencimento e a existência. Afirmo: a estrutura é importante, mas não essencial. Se houver um educador apaixonado pelo ato de educar, não importará o lugar — sempre haverá mentes e horizontes preparados para reivindicar sua cidadania, exercendo força nas mudanças e inovações para o bem comum.
