Agradecimento á Escola

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⁠A diferença entre um artista e um adorador é que o artista tenta fabricar uma coisa que é gerada no lugar secreto.

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⁠A única coisa que um homem e uma mulher de Deus podem se orgulhar é saber que não há absolutamente nada neles para se orgulharem.

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⁠A crítica nunca será mais edificante que uma oração!

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⁠A teologia Arminiana não é um conjunto de argumentos contra o calvinismo, e nem uma apologia ao livre-arbítrio. A teologia Arminiana tem dois pontos importantíssimos: A defesa do caráter Santo de Deus, e o Seu Amor incondicional manifestado em Jesus Cristo por toda a humanidade. As escrituras são claras: Deus ama a TODOS e a morte de Cristo foi por TODOS (João 3.16-17; 1ª Timóteo 2.3-4).

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⁠A Oração e as Perguntas de Deus
A oração deve ser preponderante na vida de todo homem e mulher de Deus. Uma coisa que devemos entender é, que a oração em si mesma não tem poder. Mas o poder está no Deus que responde as orações do Seu povo.
De vez enquanto é escuto alguém questionando: “mas Deus não sabe o que desejamos”? É logico que Ele Sabe! Jesus disse assim: (...) o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais. Mateus 6:8. Mas no capitulo 7.7-8 de Mateus, observe o que Jesus diz: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque aquele que pede recebe; e o que busca encontra; e, ao que bate, se abre”.
Se o Pai sabe no capitulo seis, porque eu tenho que pedir no capítulo sete? Porque a oração é via de relacionamento e intimidade com Deus. O Pai sabe, mais deseja que você se aproxime Dele, fale com Ele, tenha intimidade com Ele, converse com Ele e goste de ficar na presença Dele. Então defina o que você quer; agora, se Deus vai te atender da forma como você quer é uma questão de Soberania Dele. Mas apresentar a Deus o pedido de forma clara e objetiva é nosso dever.
Outra coisa que me chama a atenção nessas interações são as perguntas que Deus faz. Vejamos:
O Cego de Jericó – Marcos 10.48. “filho de Davi tem compaixão de mim”... Observe que o homem é cego! Mas, quando Jesus o chama, a pergunta de Jesus é no mínimo estranha: “o que desejas que eu te faça”? Não estava obvio?
O Enfermo do tanque de Betesda – João 5.1-9. Outro é o enfermo do tanque de Betesda, 38 anos aguardando um milagre. Mas novamente, Jesus faz uma pergunta aparentemente obvia: “você quer ficar são”?
Adão Após a queda - Genesis 3.9: “E chamou o Senhor Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás”? É logico que Deus sabia onde Adão estava, mas era Adão que não sabia onde estava.
Jacó no Vau de Jaboque - Genesis 32.27. Quando Jacó está voltando pra casa Deus pergunta: “Como te chamas? Ele respondeu: Jacó”. É claro que Deus sabia o nome de Jacó, mas era Jacó que não sabia quem era! Pois ele passou a vida inteira querendo ser Esaú.
Toda vez que Deus faz uma pergunta, não é porque Ele não sabe a resposta, mas nos que não sabemos o que queremos, não sabemos a resposta ou não sabemos onde estamos.
Lembre-se do que Tiago disse a respeito da oração: pedis e não recebeis, porque pedis mal... Tiago 4.3.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠A igreja deve ter as portas abertas para todos, mas não para tudo!

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⁠A única prosperidade que Jesus ensinou foi ser rico dos tesouros do céu, e não dos tesouros da terra (MT 6.19-20).

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⁠A igreja que vai ser arrebatada por Cristo, não é uma igreja perfeita, mas uma igreja arrependida!

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⁠A igreja verdadeira não precisa de cobertura de homens, ela precisa do fundamento de Jesus Cristo. 1ª Coríntios 3.11.

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⁠A Palavra escrita é como uma espada (Efésios 6.17; Hebreus 4.12), e a Palavra Viva (João 1.14) tem uma espada (Apocalipse 1.16; Apocalipse 19.15).

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⁠A Igreja é o rebanho de Cristo, e não alimento de lobos.

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⁠A vida é um sopro (Sl 144.4), então olhe para o Autor da Vida (Is 45.22)!

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⁠A fé genuína é a certeza em Deus de que seus pecados estão perdoados, através dos méritos de Cristo, e você está reconciliado para o favor de Deus.

John Wesley
As Marcas do Novo Nascimento.
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⁠A sorte é apenas um outro nome para Providencia Divina. John Wesley - Carta para Sra. Miss Bolton

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⁠A graça ou amor de Deus, a fonte de nossa salvação, é livre em todos, e livre para todos. Não depende de qualquer poder ou mérito no homem; não, não em qualquer medida, nem no todo, nem em parte. Não depende de qualquer forma das boas obras ou da justiça do recebedor, nem de qualquer coisa que ele tenha feito, ou de qualquer coisa que ele é. Não depende de seus esforços. Não depende de sua boa disposição, ou bons desejos, ou bons propósitos e intenções; pois todas estas coisas fluem da livre graça de Deus; elas são apenas as correntes, não a fonte. Elas são os frutos da livre graça, e não a raiz. Elas não são a causa, mas os efeitos dela. Tudo de bom que esteja no homem, ou que seja feito pelo homem, Deus é o seu autor e doador. Dessa maneira é Sua graça livre em todos; isto é, de nenhum modo dependendo de qualquer poder ou mérito no homem, mas em Deus somente, que livremente nos entregou Seu próprio Filho, e com Ele livremente nos dá todas as coisas. John Wesley - Sermão Graça Livre

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⁠John Wesley expondo o calvinismo: “A esses Deus odeia; e, por isso, antes deles nascerem, decretou que eles devessem morrer eternamente. E isto ele absolutamente decretou; pois assim era seu beneplácito; pois era sua vontade soberana. Consequentemente, eles são nascidos para isto, - para ser destruídos corpo e alma no inferno. E eles crescem debaixo da irrevogável maldição de Deus, sem qualquer possibilidade de redenção; quanto à graça que Deus dá, ele dá somente para isto, para aumentar, e não impedir, sua condenação. Este é aquele decreto da predestinação” (calvinista). Chame-o pelo nome que quiser, eleição, preterição, predestinação, ou reprovação, dá tudo no mesmo. O sentido de tudo é claramente isto, - em virtude de um eterno, imutável, irresistível decreto de Deus, uma parte da humanidade é infalivelmente salva, e o restante infalivelmente condenado; sendo impossível que alguns dos primeiros sejam condenados, ou que alguns dos últimos sejam salvos. Mas se for assim, então toda pregação é vã. É inútil para aqueles que são eleitos; pois eles, com pregação ou sem, irão infalivelmente ser salvos. Por isso, o fim da pregação – salvar – é vão em relação a eles; e é inútil para aqueles que não são eleitos, pois eles não podem possivelmente ser salvos: Eles, com pregação ou não, serão infalivelmente condenados. O fim da pregação é, por essa razão, vão em relação a eles, da mesma forma; de modo que em qualquer caso nossa pregação é vã, como ouvi-la também é vão. Isto, então, é uma clara prova de que a doutrina da predestinação (calvinista) não é uma doutrina de Deus, pois torna vã a ordenação de Deus; e Deus não está dividido contra si mesmo. John Wesley - Sermão Graça Livre

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⁠A Reforma Protestante
Hoje, estamos lembrando e celebrando a Reforma Protestante iniciada em 31 de outubro de 1517, por Martinho Lutero.
Um século antes de Lutero, João Huss (1369-1415), natural da Boêmia, liderou também um movimento de reforma religiosa na Europa, mas foi condenado à morte por isso. Hoje, na cidade de Praga, na atual República Tcheca, há um importante e famoso monumento que registra a memória da morte de João Huss, queimado vivo, em praça pública, em 1415. O epicentro da ação reformista de Lutero foi à Alemanha, especialmente a cidade de Wittenberg, onde, na data de 31 de outubro de 1517, ele fixou, na porta da Igreja do Castelo, suas 95 teses, convidando o povo e as autoridades da Igreja Católica para um debate acerca de suas proposições.
Muitos pensam que foi Calvino e os calvinistas que realizaram a reforma, mais isso não passa de mais uma fake news calvinista. Quando Lutero e os seus companheiros de Wittenberg iniciaram o movimento da reforma, Calvino tinha 08 anos de idade. Portanto, não foi Lutero e os reformadores que aderiram a Calvino, mas Calvino e os calvinistas que aderiram à reforma. O calvinismo é apenas uma ramificação extremada e desajustada da reforma protestante.
Os personagens mais proeminentes do movimento da reforma são: John Wycliff (1325-1384), John Huss (1372-1415), Jerônimo Savonarola (1452-1498), conhecidos como pré-reformadores, que combateram irregularidades e imoralidades do clero católico romano. Martinho Lutero (1483-1546) foi o mentor da reforma e quem a colocou em curso, juntamente com Filipe Melanchton (1497-1560), Johannes Brenz (1499–1570), Johannes Bugenhagen (1485–1558) e muitos alunos e anônimos de Wittemberg!
Não se deixe enganar, todos nós, evangélicos e protestantes do século XXI, somos de uma forma direta ou indireta, filhos e filhas da Reforma Luterana do Século XVI, que se originaram do movimento inicialmente liderado por Martinho Lutero e os seus companheiros de Wittemberg no Século XVI.
Pense nisso e ótimo fim de semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠A Graça Preveniente é o agir gracioso e misericordioso de Deus para salvação humana.

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⁠Não há problema algum em uma mulher ser submissa á um homem que ama da mesma forma que Cristo amou a igreja.

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⁠A Disposição de Deus Para Perdoar
A natureza divina é rica em misericórdia (Ef 2.4), não necessita de nada para tornar Deus misericórdiamente disposto a oferecer o perdão gratuito a pecadores ARREPENDIDOS.
O Primeiro e o Segundo Testamento demonstram essa disposição para perdoar, bem como as seguintes características de Deus:
A santidade de caráter para nossa reverência é imitação (Lv 11.44-45), livre de qualquer vingança ou retaliação (1ª Jo 1.5-7; 1ª Pe 1.16; Ap. 4.8).
Amor ou benevolência imparcial, que leva a Deus a adiar o julgamento e oferecer o perdão (Jr 31.3). O caráter moral essencial de Deus (1ª Jo 4.8).
Bondade e benignidade, uma disposição voluntária interior (Sl 86.5) movendo a mão de Deus para conceder muitas bênçãos (MT 7.11).
Graciosidade, inclinando-se em bondade em relação ao interior (Ne 9.17).
Misericórdia, o fluir do terno espírito de compaixão (Lm 3.22); um sentimento de empatia com a miséria e a desgraça da humanidade (Ef 2.4).
Longanimidade, tardio em irar-se e paciente diante da provocação (Na 1.3); tardio em punir nossos erros e pecados (Rm 2.4; 2 Pe 3.9).
Filantropia, amor pela humanidade, expressando a afeição de Deus (Tt 3.4).
Bem, no sentido da beleza moral (Jo 10.11; Hb 6.5).
Bondade, manifestando-se em boas ações (Lc 6.35; Rm 2.4).
Graça, alegria e prazer em demonstrar misericórdia (Rm 3.24).
Alegria ou benevolência em oferecer a expiação pelo pecado (Lc 18.13).
Compaixão, um anseio emocional pela salvação do homem (Mt 9.36; Tg 5.11).
Piedade, preocupação pesarosa com trágico estado do homem (Rm 12.1; 1ª Tm 2.4).
Simpatia, compadecer-se de nossas fraquezas (Hb 4.15).
Consolo, chamado para receber força e bênção (2ª Co 1.3, do Pai; em 1ª Jo 2.1, do Senhor Jesus; em Jo 14.16, do Espírito Santo).
Paciência, tolerância com o dano e o abuso que a para a prática do mal pode causar (Rm 15.5).
Indulgência, retendo ou adiando a punição (Rm 2.4).
Portanto, ninguém precisa temer a falta de perdão, pelo contrário, Deus é riquíssimo em amor e misericórdia!
Pense nisso e ótima semana a todos!
No Amor do Abba, Marcelo Rissma.

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