Agradecimento á Escola
E a gente cansa de bater na mesma porta sempre e nunca encontrar disponível...a gente cansa de amar e não receber amor em troca...a gente cansa..uma hora cansa de tudo e de todos...porque o amor precisa nos fazer sofrer? Eu pensava que seria pra sempre meu corpo no teu corpo, minha pele na tua pele...tua respiração na minha mas como eu me enganei todos esses anos...eu sempre tive você pela metade..nunca por inteiro... eu sempre tive você por instantes e nunca em uma vida toda... são tantos anos contigo e continuo sempre sozinha... se amar dói tanto assim.. então porque não preferir estar sozinha?
A felicidade consiste em trabalhá-la dentro de um molde de modo que ela seja vista, em um processo inerente... assim a felicidade será sentida, a alegria inundará o coração como o céu quando decide chover a cântaros.
Brilho da escuridão
A lua...Linda!
Um enfeite da noite
Tão linda que
Se fosse gente
Seria como uma deusa.
Um capricho rodeada
Da escuridão.
Tão perfeita que
Até mesmo ela,
Tem suas fases.
Em cada uma delas
Não deixa de ser ela.
Então o que te tornas
Diferente?
A felicidade do homem que conhece aumenta a beleza do mundo e torna mais ensolarado tudo o que há; o conhecimento põe sua beleza não só em torno das coisas, mas, com o tempo, nas coisas; que a humanidade vindoura dê testemunho dessa afirmação!
A recíproca da vida
Eu não nasci em uma família tradicional, mas conquistei famílias fidedignas que me encaminharam até as portas da minha adolescência.
Não tive a formatura da escola tampouco dancei a valsa com meu pai. Aprendi a ser coreógrafa na dança da minha própria vida. Quando eu era criança, eu contava uma história para eu dormir. O nome da história era minha própria história. Eu me cobria depois para me proteger dos ventos que vinham através das frestas da janela do quarto.
Nunca fui coitadinha, mas autora iniciante da minha própria história. Na escola, eu só precisava mesmo de um lápis, uma caneta, uma borracha e um caderno. Minha mochila era uma sacola plástica. Nos meus pés, eu calçava um tênis azul, vestia uma camiseta branca e uma saia de preguinha azul, meias brancas nos pés, mas algumas vezes fui para escola de chinelo de dedo. Mas, acreditem, eu era feliz! Porque eu estava buscando algo que ninguém conseguiria tirar de mim futuramente: o conhecimento. Sempre fui muito observadora com tudo, com todos e com todas as coisas ao meu redor. Podia estar em qualquer lugar, lá estava eu aprendendo, copiando tudo, seguindo a cartilha da vida, ''caminhos quase suaves''.
Parei de estudar com quinze nos de idade, mas às vezes volto e retomo de onde eu parei, vou um pouco adiante e paro para uma pausa. Acredito que mais que uma meta é poder agregar pessoas que eu amo.
Às vezes eu me recuo, outras vezes eu saio de cena, mas continuo nos bastidores aprimorando meus conhecimentos. Nessa vida, já fui aluna e também professora, são títulos que a própria vida se encarrega de nos dar, conforme nossas experiências.
Já fui ponte e já fui chão. Fui me adaptando no meu próprio habitat. Todas as pessoas que passaram pelo meu caminho, deixaram flores ou espinhos, mas elas também tiveram de mim as mesmas coisas.
A vida é mesmo uma recíproca.
"A carta"
Se eu soubesse desenhar
(Porra)
Eu desenharia várias coisas (óbvio)
Mas seu rosto estava para sempre marcado naquela folha
E eu a queimei
E não sei se me arrependo
Isso me dói
Isso me dá medo
Me arrepio sempre que lembro
EU SÓ QUERIA VOCÊ AQUI COMIGO
De momentos ruins eu não lembro
Um pobre adoecido
Autopiedade
Eu não tenho
Você
Eles
E isso me dói
Como dói
"A tradição foi o berço da bíblia que a gestou, e o Sagrado Magistério foi a autoridade que a confirmou no atual Cânon"
A Diferença entre o Valor e o Preço de Uma Mulher:
A sociedade é repleta de dualidades, mas poucos são tão marcantes quanto a distinção entre o valor de uma mulher e o preço de uma mulher. Palavras aparentemente similares, quando aplicadas à vida e às escolhas de uma mulher, delineiam caminhos completamente diferentes e até mesmo opostos. Uma mulher, assim como qualquer ser humano, é complexa e multifacetada, e sua jornada pode se desdobrar de várias maneiras. Duas situações distintas: a da mulher que edifica seu lar e cuida de sua vida e marido, e a da mulher que vive na superficialidade de relações pagas, buscando um significado que escapa por entre seus dedos. Imagine uma mulher que escolhe dedicar sua vida ao cultivo de relacionamentos significativos e à construção deum lar sólido. Ela entende que seu valor transcende qualquer preço. Sua jornada é pautada na busca por crescimento pessoal, felicidade genuína e relacionamentos saudáveis. Ela não se limita a um papel tradicional, mas sim busca a autenticidade, o equilíbrio e a realização. Essa mulher investe tempo e energia em seu relacionamento, nutrindo-o com amor, comunicação e compreensão. Ela enxerga o valor intrínseco de seu parceiro e o apoia em suas aspirações, assim como ele a apoia. Juntos, eles enfrentam desafios e celebram conquistas, construindo um lar onde ambos se sentem amados e valorizados. Além disso, essa mulher não negligencia seu próprio crescimento. Ela investe em sua educação, carreira e hobbies, encontrando satisfação e autoestima em suas realizações pessoais. Ela compreende que seu valor não está atrelado à opinião dos outros, mas sim à sua autoestima e auto aceitação. Agora, consideremos o oposto: uma mulher que busca relacionamentos efêmeros e superficiais, muitas vezes baseados em transações financeiras. Ela pode sentir uma falsa sensação de poder e liberdade ao trocar sua intimidade por dinheiro, mas, no fundo, essa escolha muitas vezes a leva a uma espiral de infelicidade. Nessa busca incessante por conexões momentâneas, ela corre o risco de perder de vista seu próprio valor intrínseco. Ela pode começar a se enxergar apenas como um objeto de desejo temporário, cujo preço varia de acordo com as circunstâncias. A busca pelo próximo pagamento pode substituir a busca por amor genuíno e relacionamentos significativos. Essa mulher pode, inadvertidamente, se afastar da possibilidade de encontrar um parceiro que a valorize pelo que ela é, e não pelo que ela oferece em troca. Ela pode se ver presa em um ciclo de relações superficiais e vazias, onde a solidão e a insatisfação são seus companheiros constantes. A distinção entre o valor de uma mulher e o preço de uma mulher não pode ser mais clara. Valorizar-se é uma jornada que envolve autoconhecimento, auto aceitação e construção de relacionamentos autênticos. O valor de uma mulher está enraizado em sua essência como ser humano, em suas qualidades, em sua capacidade de amar e ser amada, em suas contribuições para o mundo e na maneira como ela se vê. Enquanto o preço de uma mulher pode ser atribuído temporariamente em transações financeiras, esse preço não define seu verdadeiro valor. O preço é fugaz e efêmero, enquanto o valor é duradouro e intrínseco. Cada mulher tem o potencial de edificar sua vida de maneira significativa, encontrando um equilíbrio entre cuidar de si mesma e dos outros. Encontrar relacionamentos baseados no amor, respeito e apoio mútuo é uma escolha que enriquece a alma e fortalece a jornada de vida.
A “face” do ‘silêncio’, “gélida ao olhar dos inquietos”, ‘familiar’ para os “calados”, e única em sua “solitude”!
A Ç Ã O I M E D I A T A
A ação imediata é voltada para o primeiro momento, ou seja, para a primeira ação depois da identificação do problema. Para que ela seja rápida e eficiente precisamos eliminar todos os movimentos «parasitas», assim iremos agilizar o processo!
A luz é vivida nas obras do destino...
Súplicas de um amor eterno e verdadeiro...
O luar da seus caminhos a um tempo que amamos e somos amados.
Tendo para si as obras derradeiras do amor.
No precipício escuro do universo somos abençoados pela luz do amor perfeito e único.
A vida preciosa do mundo é cheio de toda felicidade que podemos ter...
a princesa e a dama se conhecem desde a infância, quando susurravam segredos ao ouvido um do outro durante os jantares em família. Elas foram feitas uma para o outra, sentiram sua energia e conexão, mas sabiam que não poderiam estar juntas. a princesa era prometido o outro, e a dama era uma plebeia. Elas sabiam que suas famílias nunca aceitariam esse romance proibido, o que lhes causaria agonia.
A Ambivalência da Mudança
Na busca incessante por compreender a natureza humana e suas complexidades, nos deparamos com um dilema intrigante: o desejo ardente pela mudança, entrelaçado com a resistência teimosa à transformação. Este capítulo examinará profundamente essa dualidade que permeia nossas vidas e sociedade.
A Contradição Inerente
"Quero a mudança, mas não mudo; quero que tudo seja diferente, mas faço tudo igual." Esta frase ecoa através dos tempos, capturando uma contradição intrínseca que desafia nossas aspirações e ações. Como seres humanos, nutrimos anseios por um mundo melhor, uma vida mais satisfatória e relações mais harmoniosas, mas frequentemente nos encontramos presos em comportamentos e padrões que parecem nos aprisionar.
As Cadeias da Conformidade
Nossa sociedade, enraizada em estruturas sociais e culturais, muitas vezes nos incute com uma mentalidade conformista. Ela nos empurra para a segurança da conformidade, mesmo quando nosso espírito anseia por exploração e inovação. Assim, a ambiguidade entre o desejo de mudança e a adesão ao status quo emerge como uma luta constante.
A Zona de Conforto
A conhecida "zona de conforto" é onde essa batalha atinge seu ápice. É um território familiar, onde nos sentimos seguros, mesmo que seja insatisfatório. Sair dessa zona requer coragem, enfrentamento do desconhecido e aceitação de riscos. Muitos hesitam em dar esse salto no escuro, apesar de desejarem profundamente a mudança.
O Caminho para a Autenticidade
No entanto, para abraçar a mudança que desejamos, devemos primeiro olhar para dentro de nós mesmos. Isso envolve a exploração de nossos valores, a compreensão de nossos medos e a busca pela autenticidade. Ao alinhar nossos desejos com nossas ações e superar a resistência interna à mudança, podemos começar a forjar um caminho rumo à realização de nossos anseios.
Conclusão
A ambivalência da mudança é um paradoxo arraigado na experiência humana. Reconhecer essa dualidade é o primeiro passo para a transformação pessoal e social. Neste capítulo, exploramos as origens e implicações dessa contradição e oferecemos uma perspectiva sobre como navegar por esse terreno complexo.
À medida que avançamos na busca pela compreensão e reconciliação de nossos desejos com nossas ações, podemos encontrar uma chave para desbloquear o potencial humano e dar vida à mudança que almejamos. Afinal, é na aceitação dessa ambiguidade que a verdadeira jornada em direção à autenticidade e à transformação começa.
A leitura pode mudar o teu modo de pensar, de agir, de viver... Não seja como 'as pedras, que choram sozinhas no mesmo lugar'.
A lei da vida é simples: se queres que te escute, escuta os outros; se queres que te perdoe, perdoa os outros; se queres que te ame, ama os outros; se queres que te respeite, respeita os outros; se queres que te ajude, ajuda os outros. Ninguém é digno de ter, o que não foi capaz de dar aos outros.
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