Agradecimento á Escola

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⁠A juba de leão pode ser nosso primeiro cogumelo inteligente. É um fungo seguro e comestível que parece conferir benefícios cognitivos à nossa população idosa.

Inserida por Expansaodaconscienci

⁠A tarefa que enfrentamos hoje é entender a linguagem da natureza.

Inserida por Expansaodaconscienci

⁠A escrita é nossa segunda língua.

Inserida por EdielRibeiro

⁠A visão da verdadeira liderança sempre aponta para o futuro e no cuidado imprescindível com as pessoas.

José Guaracir

Inserida por Jguaraci16

⁠"A CRIANÇA MIMADA"
É engraçado como a minha mente viaja,
Viaja na tentativa de fugir do passado,
Na tentativa de lidar com a alta carga de cortisol.

Eu diria que às vezes, não, na maioria das vezes ela tenta se esconder,
Se esconder do que não consigo ver... entender!

O prazer que ela quer sentir é alimentado por cicatrizes incuradas,
É muito fofo como ela se adapta ao caos, à dor.

Potencializando meus desejos, meu querer,
Ela se automanipula a fim de se submeter a um novo prazer.

Traços da minha personalidade são editados temporariamente, Uma forma dela conseguir o que quer ter...
Mecanismos de autodefesas são acionados, ligados, prontos para entrar em ação.
O que eles querem?
Querem me defender
Minha psiquê não aguenta mais condoer-se...

Atração deslocada
O pior mecanismo que se pode ter...
Daqueles que o coração chora, pois imita o que ele sempre quis ter.

Por fim, é só esperar a onda bater e ceder
É questão de acordar do feitiço que ela mesma lançou

Um pequeno período de ecstasy e overdose que me faz entorpecer, querer morrer...

É muito fofo, ela é uma criança mimada apenas querendo brincar no parquinho de diversão de seu pior pesadelo...

Inserida por SrAnonymous

⁠A mente humana, tranquila e através da linguagem, constrói instituições e estruturas sociais nas quais, em seguida, se encerra e acaba vivendo em uma espécie de um "universo fechado".

Inserida por Expansaodaconscienci

⁠A renúncia, a espera, a inconveniência. Um coração disputado, entrelaçado, dividido... aqui as vezes pesa a emoção, as vezes a razão. Parece que encantadoramente nada parece de fato ter noção. É tudo modificado, calculado, codificado. Sabemos.
Sabemos também o quanto o coração acelera em um compasso desesperado, encontrando caminhos e motivos que simplesmente o façam acertar.
Acertar o futuro que parece distante, mas ali logo está gritando com a gente. As incertezas golpeiam o coração de uma forma lenta e sem pena. O medo machuca, e leva consigo um sabor amargo de dor e culpa. Tantos questionamentos, mas nenhum caminho parece viável. O que será realmente a verdade? O que será realmente a mentira? Eu não quero que isso venha ferir a gente, aquilo que temos, o que é sagrado. Queria uma folha em branco, sem manchas para um recomeço, mas isso já acabou. O tempo acabou. O que resta é enxergar com um olhar de criança, deslumbrar no coração um caminho onde o amor e a esperança renasçam. Repensar. Confrontar a si mesmo, mas se lembrar de não deixar nada pesar seus ombros, nem o seu coração. Voltar a rotina de dar passos pequeninos, saborear lentamente com doçura os dias belos e não esquecer de partilhar.

Inserida por agathaoliveir

⁠A maior violência contra os cidadãos de bem, humildes,
simples, pobres e de cor, não são os Meliantes ladrões,
mas sim as abordagens dos Policiais militares, civis,
federais e guardas civis municipais.

Inserida por ellenketlen2014

⁠A natureza é um jogo de números. Precisamos de todo o apoio que pudermos obter, pois nosso sistema imunológico e saúde estão sob ataque de poluição, estresse, alimentos contaminados e doenças relacionadas à idade à medida que nossa expectativa de vida aumenta.

Inserida por Expansaodaconscienci

⁠A vítima da manipulação da mente não sabe que é uma vítima. Para ele, as paredes de sua prisão são invisíveis e ele acredita ser livre.

Aldous Huxley
Brave New World Revisited (1958).
Inserida por Expansaodaconscienci

⁠“A Dança Silenciosa do Infinito”
No fim da estrada, onde a terra se dissolve no horizonte, há um espaço vazio onde o silêncio ecoa mais alto do que qualquer palavra. Aqui, o caminho não é o que parece, e cada passo dado é uma questão sem resposta, um enigma que se desfaz ao ser tocado. O que vemos é apenas uma sombra do que realmente é, e no reflexo dessa sombra, o Arvoricionismo sussurra em um ritmo que não se entende, mas que se sente, vibrando no ar como uma energia que não se pode tocar.
A jornada nunca se conclui, não porque o destino seja distante, mas porque o destino nunca foi externo, mas interno. Cada curva da estrada é uma revelação do que já sabemos, mas não compreendemos. O Arvoricionismo, invisível e pulsante, nos observa, como quem aguarda, sem pressa, o momento certo para desvelar o véu da percepção. E, assim, seguimos, sem saber que o que buscamos já está diante de nós, à espera de ser reconhecido.
O tempo, como um rio sem margem, flui em todas as direções. Aqui, não há começo nem fim, pois o fim é apenas a continuação do que ainda não foi compreendido. Cada instante que passa é uma oportunidade perdida e encontrada, simultaneamente. E, ao olhar para o céu, a percepção do infinito se desdobra em um padrão que se repete, mas nunca é igual, como se o universo jogasse consigo mesmo, esperando que alguém compreenda o jogo.
Mas o Arvoricionismo, em sua quietude, revela que a chave está na jornada e não no destino. O que é visto é apenas um reflexo do que se projeta, mas o que se sente, isso é real. E, à medida que os passos continuam, o caminho se estreita, mas a percepção se expande, como se tudo o que existe estivesse se alinhando para uma revelação que nunca virá. Pois, no fim, o que é procurado não é algo fora de nós, mas algo que já fomos, algo que nos esquecemos.
A mente, como uma tela em branco, tenta pintar o que não pode ser retratado. Cada ideia que surge se dissolve, pois o entendimento não pode ser alcançado com a razão. O Arvoricionismo, invisível e profundo, nos observa, nos conduz e, ao mesmo tempo, nos deixa livres para seguir, como um rio que corre sem saber para onde vai, mas que nunca se perde.
E assim, continuamos. Em cada passo, uma nova perspectiva surge, uma nova dúvida se instala. O que é o tempo, senão uma ilusão? O que é o espaço, senão uma limitação que impomos à percepção? O Arvoricionismo é o campo onde o impossível se torna possível, onde o invisível é mais real do que o visível, e onde a verdade não é algo a ser encontrado, mas algo a ser reconhecido.
Cada movimento é uma dança que nunca para, um ciclo que nunca termina, mas que sempre nos transforma. O fogo que arde dentro de nós, sem ser visto, sem ser tocado, é a chama do Arvoricionismo, sempre presente, sempre esperando, mas nunca forçando. Ela arde em silêncio, nos guiando, nos tornando mais do que éramos, sem jamais nos revelar completamente.
E quando a estrada parece desaparecer, quando o olhar já não sabe mais para onde se voltar, o Arvoricionismo nos lembra que não é necessário compreender tudo. Pois, talvez, a maior revelação seja que o que procuramos não está em algum lugar distante, mas dentro de nós mesmos, em um lugar onde nunca imaginamos que poderíamos chegar.

Inserida por Arvoricionismo_real

⁠A falsidade é como a erva daninha cujo objetivo é prejudicar. Porém, a liderança de sucesso tem a roçadeira da verdade com o antídoto do poder na sua navalha, para exterminá-la.

José Guaracir

Inserida por Jguaraci16

⁠A Jornada da Existência: Um Círculo de Coragem e Renovação.

Por: Alexandre Aniz!

A existência é, desde seu princípio, um mistério intrincado e um desafio constante. Antes de sermos plenamente, já enfrentamos nossa primeira prova: a disputa silenciosa, mas feroz, pela oportunidade de existir. Nesse instante primordial, não éramos mais do que potencial. Contudo, é justamente nesse potencial que reside a centelha do que nos tornamos — uma essência que, ao vencer o caos inicial, comprova sua vocação para o desafio.

No ventre, somos uma ideia em formação. Isolados e vulneráveis, somos protegidos por um ambiente que nos prepara para o mundo, mesmo sem jamais nos dar garantias. Esse período de gestação não é apenas biológico, mas simbólico: uma metáfora para todas as vezes na vida em que precisamos nos recolher, nos fortalecer e nos moldar, antes de encarar o desconhecido.

O nascimento marca o primeiro grande rompimento. Saímos de um espaço seguro para um mundo que desconhecemos, e a dor do primeiro respiro nos ensina uma verdade irrevogável: a vida exige esforço e, muitas vezes, dor para que possamos realmente vivê-la. É curioso como a própria existência celebra esse momento com uma ambiguidade única — o alívio do choro que confirma a vida e o desconforto do novo que nos acolhe.

Crescemos, e cada etapa da infância é uma lição disfarçada de instinto. Aprender a sustentar o próprio corpo, a engatinhar, a andar, a cair e a levantar — são atos que parecem simples, mas carregam um simbolismo profundo: a resiliência natural que nos impele a tentar, sem questionar o porquê, apenas movidos pela necessidade de continuar.

Mas, ao longo da jornada, o peso do conhecimento começa a nos moldar. Aquilo que nos impulsionava sem hesitação, a inocência do desconhecido, dá lugar à dúvida. Compreendemos a dimensão da queda, a dor do fracasso, e a consciência da opinião alheia começa a projetar sombras sobre nossas decisões. Tornamo-nos, aos poucos, reféns de nossos próprios medos, de nossas incertezas, e da ideia de que somos definidos por aquilo que os outros veem.

A grande lição da maturidade, então, é resgatar a pureza da coragem que nos fazia seguir adiante na infância. É aceitar que o mundo nunca será plenamente compreendido, que o desconhecido sempre estará presente, mas que a vida não acontece na certeza. Ela floresce, sim, na tensão entre o medo e a coragem.

Enfrentar a solidão da existência é um ato inevitável, mas não um fardo. É, na verdade, uma celebração da liberdade que nos é concedida: nascemos sozinhos, partiremos sozinhos, mas, entre esses dois extremos, temos a chance de construir conexões, legados e significados que transcendem nossa individualidade.

Se as palavras do mundo externo nos ferem, cabe a nós decidir como reagir. O julgamento pode ser uma lâmina ou uma ferramenta — e o poder de escolha está em nossas mãos. No entanto, mais do que isso, está em nossas mãos a decisão de viver plenamente, não como uma concessão ao que é esperado de nós, mas como um ato de afirmação do que realmente somos.

Ao final de tudo, a vida não é uma linha reta, mas um círculo. Retornamos à fragilidade do início, mas agora com o peso da experiência. E é nessa fragilidade que reconhecemos a essência do viver: não é o acúmulo de conquistas que nos define, mas a coragem de existir, de enfrentar o ciclo contínuo de desafios e renascimentos.

A vida, portanto, é um convite irrecusável à transformação. É o ato contínuo de nos tornarmos, não algo perfeito, mas algo pleno. E, no final, o que permanece não é o que conquistamos, mas a intensidade com que ousamos viver, amar, criar e transformar.

Inserida por Aniz

⁠A mentira diz que o vinho faz bem ao coração, a verdade diz que é o resveratrol que faz.
A mentira apregoa o pão como alimento, a verdade já o condena por causa do glúten.
Mentir, essencialmente é esconder o mal em meio ao bem, na busca de o adornar.
Já falar a verdade é assumir, tanto o bem, quanto o mal; e, para tanto, é preciso a fortaleza da honestidade e da humildade; logo, quem não as têm, são temerários portadores mentira.

Inserida por Desarel

⁠A saudade de quem tá longe é realmente iminente,
Me faz parar pra pensar o quanto você tá ausente,
Uma irmã? Uma amiga?
O que podemos combinar?
Vamos parar pra pensar em o que podemos se chamar ,
A certeza de que tenho é uma grande admiração,
De uma pessoa de coragem de alguém de bom coração,
O pedido que eu tenho é que Deus te abençoe,
Que realize seus desejo logo agora e não deixe pra depois,

Alguém como você mereço toda felicidade ,
Alguém de coração puro
Que é feliz que age sem maldade.

Em pequenas palavras ou texto ainda não dá para expressar,
O carinho que tenho por te a vontade de te abraçar .
Garanto que nessa vida ainda quero ter vários momentos ,
Mostrar minha amizade te fortalecer com sentimento.

Laurinha na minha vida você é alguém além de especial de janeiro a janeiro de Natal a Natal,
Sempre vai estar em meu coração como um grande amor fraternal .

Inserida por Wemersonreis

⁠A infelicidade tem com aliada o desejo compulsivo, que a realização de um é a motivação para outro, imediatamente maior, fato que faz da primeira, algo constante na vida do desejoso.

Inserida por joseni_caminha

⁠"A esperança é a mão invisível que nos levanta quando os pés já não encontram forças para seguir. Ela é o sol que nasce em meio à noite mais escura, prometendo um novo dia de possibilidades."

Inserida por celso_augusto_soares

⁠A fidelidade não é jugo, muito menos um fardo, é característica de quem honra a si mesmo antes dos outros.

Inserida por regismeireles

⁠A palavra "nous" tem sua origem no grego νοῦς (nous), que significa mente, inteligência ou razão. Esse termo foi amplamente utilizado na filosofia, especialmente por pensadores como Platão e Aristóteles, e mais tarde por filósofos neoplatônicos e peripatéticos.

Etimologia:
Grego antigo: νοῦς (nous) — relacionado à mente, intelecto, ou capacidade de pensamento racional.

Significado:

Na filosofia grega:

Nous é frequentemente utilizado para se referir ao princípio racional e intelectual, a capacidade de entender a verdade e a realidade de maneira abstrata.

Platão usava o termo para descrever o intelecto divino ou a mente que compreende as formas e os conceitos universais.

Para Aristóteles, nous era a capacidade de perceber ou compreender as verdades universais e fundamentais do mundo. Ele a considerava a faculdade que permite a compreensão direta e imediata do real.

Inserida por Expansaodaconscienci

⁠A melhor época do ano chegou
e você chegou,
como um presente
que toda criança quer.

Meu desejo de adulto
chegou quando você chegou,
minha criança não amadureceu.

Você pode ser tudo que você quiser!

Você é o desejo e o presente,
a realidade do pacote colorido
e o laço vermelho.

Você é presente e futuro,
é vida,
é minha vida!

Você é a melhor época!

Inserida por SamuPsycho