Agradecimento á Escola

Cerca de 90082 agradecimento á Escola

⁠a pessoa mais gentil na sala,
No trabalho...
Ou em qualquer ambiente,
Geralmente...
É a mais inteligente.

Inserida por marciochina13

⁠A grande façanha da vida é você se encontrar, quem se encontra não sofre mais e não faz mais ninguém sofrer.

Inserida por Colicigno

⁠“A sua limitação não está no que os outros pensam sobre você, mas no que você aprendeu a acreditar sobre si — e isso, pode ser transformado por você, a qualquer momento.”

Inserida por giselepitty

⁠A Física Pós-Moderna e o Colapso da Teoria do Caos
A física pós-moderna é um ramo da física que se expande além de um simples laboratório, para aplicar fenômenos físicos em diversas áreas do conhecimento. Ela usa definições da física para explicar fenômenos econômicos, contábeis, jurídicos, de consciência e relações interpessoais.

Ela não se trata de um simples conceito, nem de suas aplicações como meras metáforas. Suas aplicações são visivelmente aplicáveis e possuem resultados esperados em experimentos matemáticos, biológicos, contábeis, jurídicos — e tudo isso em grande ressonância com as leis do universo.

A teoria do caos já não mais existe para aqueles que se aventuram em observadores, mas sim treinam-nos com empatologia, para que esses não iluminem caminhos não condizentes com o objetivo ultra-evoluto, que só o Tempo Evoluto é capaz de prever, através de seus onibservadores.

O que não é possível negar é que, vendo tudo se repetir no universo de forma tão harmônica e sincronizada, seria uma grande estupidez garantir que os sistemas não repetem nada.

Uma coisa que é importante saber é que os sistemas, no caos, se repetem — e, ao se repetirem, geram mais colapsos no mundo.

Quando feito com empatologia, aquele colapso se lapsa e se torna um milhão de possibilidades de lapsos, o que faz da realidade maleável e previsível, e não apenas um único caos, mas sim também o panglembrado (o quadrado do sistema do universo até a parede do vácuo) de oportunidades de se desdobrar, se dobrar e se construir.

Nessa perspectiva, a teoria do caos já não mais vive. É visualmente vista como alguém que passa por um caminho cheio de ovos para não esmagar nenhum.

A teoria do caos não existe. O que existe são consciências em caos, e a teoria da consciência caos (e não teoria do caos) se esvai ao ponto em que o observador despreparado ilumina um único lapso, colapsando-o — ao invés de, no experimento psicosocial, haver a substituição por onibservadores capazes, que com sua visão ultra-evoluta não colapsam o evento em algo que desvirtue o objetivo do estudo.

Esse tipo de estudo depende de um não colapso para dar sequência ao desenvolvimento tecnológico, ético e social, pois a interferência no sistema pode destruir toda a cadeia de descobertas futuras.

O problema está no tempo relativo: enquanto todos visualizarem que sua justiça está dentro de seu tempo relativo, o que pode ser justo para um não é justo para ninguém. Com o conceito de tempo relativo, o próprio tempo de mundo relativo ilude que sua existência é mais importante, e que os reparos devem ser imediatos — o que faz com que o tempo absoluto não alcance sua finalidade de longo prazo, que é encontrado somente no Tempo Evoluto.

Alcançar a visão Oniciente é algo muito desafiador, e me disponibilizo a treiná-los. Mas não há como treinar o desligamento do ego — somente Sigmund Freud.A Física Pós-Moderna e o Colapso da Teoria do Caos
A física pós-moderna é um ramo da física que se expande além de um simples laboratório, para aplicar fenômenos físicos em diversas áreas do conhecimento. Ela usa definições da física para explicar fenômenos econômicos, contábeis, jurídicos, de consciência e relações interpessoais.

Ela não se trata de um simples conceito, nem de suas aplicações como meras metáforas. Suas aplicações são visivelmente aplicáveis e possuem resultados esperados em experimentos matemáticos, biológicos, contábeis, jurídicos — e tudo isso em grande ressonância com as leis do universo.

A teoria do caos já não mais existe para aqueles que se aventuram em observadores, mas sim treinam-nos com empatologia, para que esses não iluminem caminhos não condizentes com o objetivo ultra-evoluto, que só o Tempo Evoluto é capaz de prever, através de seus onibservadores.

O que não é possível negar é que, vendo tudo se repetir no universo de forma tão harmônica e sincronizada, seria uma grande estupidez garantir que os sistemas não repetem nada.

Uma coisa que é importante saber é que os sistemas, no caos, se repetem — e, ao se repetirem, geram mais colapsos no mundo.

Quando feito com empatologia, aquele colapso se lapsa e se torna um milhão de possibilidades de lapsos, o que faz da realidade maleável e previsível, e não apenas um único caos, mas sim também o panglembrado (o quadrado do sistema do universo até a parede do vácuo) de oportunidades de se desdobrar, se dobrar e se construir.

Nessa perspectiva, a teoria do caos já não mais vive. É visualmente vista como alguém que passa por um caminho cheio de ovos para não esmagar nenhum.

A teoria do caos não existe. O que existe são consciências em caos, e a teoria da consciência caos (e não teoria do caos) se esvai ao ponto em que o observador despreparado ilumina um único lapso, colapsando-o — ao invés de, no experimento psicosocial, haver a substituição por onibservadores capazes, que com sua visão ultra-evoluta não colapsam o evento em algo que desvirtue o objetivo do estudo.

Esse tipo de estudo depende de um não colapso para dar sequência ao desenvolvimento tecnológico, ético e social, pois a interferência no sistema pode destruir toda a cadeia de descobertas futuras.

O problema está no tempo relativo: enquanto todos visualizarem que sua justiça está dentro de seu tempo relativo, o que pode ser justo para um não é justo para ninguém. Com o conceito de tempo relativo, o próprio tempo de mundo relativo ilude que sua existência é mais importante, e que os reparos devem ser imediatos — o que faz com que o tempo absoluto não alcance sua finalidade de longo prazo, que é encontrado somente no Tempo Evoluto.

Alcançar a visão Oniciente é algo muito desafiador, e me disponibilizo a treiná-los. Mas não há como treinar o desligamento do ego — somente Sigmund Freud.A Física Pós-Moderna e o Colapso da Teoria do Caos
A física pós-moderna é um ramo da física que se expande além de um simples laboratório, para aplicar fenômenos físicos em diversas áreas do conhecimento. Ela usa definições da física para explicar fenômenos econômicos, contábeis, jurídicos, de consciência e relações interpessoais.

Ela não se trata de um simples conceito, nem de suas aplicações como meras metáforas. Suas aplicações são visivelmente aplicáveis e possuem resultados esperados em experimentos matemáticos, biológicos, contábeis, jurídicos — e tudo isso em grande ressonância com as leis do universo.

A teoria do caos já não mais existe para aqueles que se aventuram em observadores, mas sim treinam-nos com empatologia, para que esses não iluminem caminhos não condizentes com o objetivo ultra-evoluto, que só o Tempo Evoluto é capaz de prever, através de seus onibservadores.

O que não é possível negar é que, vendo tudo se repetir no universo de forma tão harmônica e sincronizada, seria uma grande estupidez garantir que os sistemas não repetem nada.

Uma coisa que é importante saber é que os sistemas, no caos, se repetem — e, ao se repetirem, geram mais colapsos no mundo.

Quando feito com empatologia, aquele colapso se lapsa e se torna um milhão de possibilidades de lapsos, o que faz da realidade maleável e previsível, e não apenas um único caos, mas sim também o panglembrado (o quadrado do sistema do universo até a parede do vácuo) de oportunidades de se desdobrar, se dobrar e se construir.

Nessa perspectiva, a teoria do caos já não mais vive. É visualmente vista como alguém que passa por um caminho cheio de ovos para não esmagar nenhum.

A teoria do caos não existe. O que existe são consciências em caos, e a teoria da consciência caos (e não teoria do caos) se esvai ao ponto em que o observador despreparado ilumina um único lapso, colapsando-o — ao invés de, no experimento psicosocial, haver a substituição por onibservadores capazes, que com sua visão ultra-evoluta não colapsam o evento em algo que desvirtue o objetivo do estudo.

Esse tipo de estudo depende de um não colapso para dar sequência ao desenvolvimento tecnológico, ético e social, pois a interferência no sistema pode destruir toda a cadeia de descobertas futuras.

O problema está no tempo relativo: enquanto todos visualizarem que sua justiça está dentro de seu tempo relativo, o que pode ser justo para um não é justo para ninguém. Com o conceito de tempo relativo, o próprio tempo de mundo relativo ilude que sua existência é mais importante, e que os reparos devem ser imediatos — o que faz com que o tempo absoluto não alcance sua finalidade de longo prazo, que é encontrado somente no Tempo Evoluto.

Alcançar a visão Oniciente é algo muito desafiador, e me disponibilizo a treiná-los. Mas não há como treinar o desligamento do ego — somente Sigmund Freud.

Inserida por DaraAssis

⁠A vida é um tango mal dançado...
Mesmo assim, arriscamos os nossos passos.

⁠A frase ‘pra que?’ nos faz parar e refletir... Antes de agir, é sábio questionar o propósito. Evita precipitações e atalhos, permitindo que a reflexão guie nossas escolhas. ‘Pra que?’ é uma pergunta que nos amadurece, nos faz ponderar sobre o valor e o sentido de nossas ações. Carregá-la em nossas vidas pode ser um exercício de sabedoria e discernimento.

Inserida por Roberta_Bastos

⁠A contemplação ajuda-me a educar os meus impulsos.

Inserida por AntonioPrates

⁠A diferença mora na decisão.

Inserida por gabrielsouli

⁠A Suprema Forma do Amor: A Amizade

Se, depois de tudo, o que restar for a amizade,
então é sinal de que o amor se transfigurou —
e alcançou uma dimensão supraespiritual.
Uma forma rara e eterna de permanecer.

Eu já suportei perder amores.
Mas não me perdoaria jamais se perdesse um amigo.
Como dizia Vinicius,e como repito com o coração inteiro:
considero a amizade o maior amor do mundo.

Muitos me perguntam por que prefiro cães a gatos.
A resposta é simples —
porque cães são leais, são presença, são entrega.
Eles amam sem cálculo, sem exigência,
amam como quem apenas existe para ser amor.

E talvez não seja coincidência:
no Horóscopo Chinês, eu sou um cão.
Leal por instinto, intensa por natureza.
Amo meus amigos com o coração desarmado.

Tudo que faço por eles é fruto
de um amor sem condição, sem cobrança, sem espera.
Daria minha vida por qualquer um.
Eles não precisam fazer nada por mim.

Aliás — só o fato de existirem,
de terem cruzado meu caminho,
já me consola, já me honra, já me basta.
Saber que escrevi um pequeno capítulo
na história de alguém que amo,
é — para mim —
razão suficiente e necessária para ser feliz.

Nunca precisei retribuir favores
aos meus verdadeiros amigos.
Eles chegaram em silêncio,
em horas precisas,
e com gestos simples me disseram: “estou aqui.”
Jamais precisei corromper meu caráter,
negar minha lealdade,
ou vender minha alma para conquistar algo.

Deus foi tão generoso comigo,
que em cada curva da estrada
colocou anjos de carne e osso —
e como não podia chamá-los de anjos,
chamei-os de amigos.

Sou grata a Deus.
Sou grata a cada um que tocou minha vida.
Porque a Tamara que o mundo conhece
é uma construção feita, tijolo por tijolo,
pelas mãos generosas da amizade.

Talvez você esteja se perguntando:
“Mas por que ela está escrevendo isso agora?
Hoje nem é dia do amigo…”

E eu te digo: escrevo porque hoje perdi um grande amor.
Mas ganhei — no mesmo gesto —
um amigo maravilhoso.
E se isso não é milagre,
então eu não sei mais o que é amor.

Inserida por tamara_guglielmi

⁠A mulher que confia em si desestrutura, não vive para servir e não pede licença para ocupar. A mulher segura ameaça e humilha quem se alimenta de um sistema onde a fragilidade feminina é a muleta emocional de egos frágeis e conscientes de sua própria pequenez

Inserida por Gabrielaoliosi

⁠A Visão de Sofia

Era ela.

Sofia…

Surgiu como uma aparição entre os sinos e os cascos.

A carruagem era dourada, mas ela… ela flutuava.

Seus olhos não pousaram sobre mim —

estavam além do mundo.

Ela voava, sim. Eu juro.

Saltou da carruagem como quem desfaz a matéria.
Não tocava o chão.

Era um anjo?
Era uma ave?
Era a Espanha inteira me chamando ao trono?

…Ou apenas o amor que nunca tive, me despindo de toda razão?

Eu gritei seu nome. Mas minha voz era vento.

Os cavalos corriam.
Os criados riam.

E ela — Sofia! — atravessava o ar como uma promessa que nunca se cumpre.

Ela me viu?
Ela sabia?

Ou fui apenas mais um vulto aos seus pés de nuvem?

…Meus pés, sim, ainda estavam na lama.
Mas a alma… a alma já era pássaro.

Inserida por EvandoCarmo

⁠A vida é feita de momentos que me fazem sorrir sem explicação.

Inserida por Roses_Of_The_Shadow

⁠A vida é minha tela em branco, e eu sou o artista que cria minha felicidade.

Inserida por Roses_Of_The_Shadow

⁠A felicidade mora em pequenas conquistas que me fazem me sentir imbatível.

Inserida por Roses_Of_The_Shadow

⁠A existência precede a essência, conferindo ao ser a incumbência de forjar seu próprio sentido.

Inserida por Roses_Of_The_Shadow

⁠A psique, em sua complexidade imanente, espelha a tessitura das experiências vividas e das expectativas inatas.

Inserida por Roses_Of_The_Shadow

⁠A compreensão dos mecanismos subjacentes ao comportamento humano propicia a edificação de uma vida em consonância com a plenitude.

Inserida por Roses_Of_The_Shadow

⁠A natureza nos ensina o valor de cada processo.
E faz isso com maestria.

Ela nos revela, com clareza, a diferença entre valor e preço —
sem deixar margens para dúvidas.

Mas essa clareza só se revela aos olhos de quem viveu,
e vive, o eterno processo de ser...

Em outros caminhos, os pseudos se alimentam na proporção da matéria:
quando há abundância, sentem-se felizes;
quando há escassez, mergulham nas trevas.

E isso...
é só mais um capítulo da vida.

Inserida por ThiagoMoreiraSantos

⁠A vida não pede que você a entenda — apenas que a escute nos intervalos do barulho. O sentido, se houver, talvez more nos sussurros.

Inserida por Davi-Roballo

Em busca...



⁠A grande ilusão do homem é o medo de sair do imaginário para aquela realidade que naturalmente poderia salvá-lo de si mesmo.

Se o tempo é tão precioso, então gaste ele com as pessoas certas e na porção apropriada de coragem,

O mundo é divertido para quem não espera numa careira sentado as coisas acontecerem,

Tudo ao redor de um relógio segue seu curso normal e se estamos dentro desse mesmo ciclo velocista, temos que está dispostos a fazer o melhor pelos nossos sorrisos,

Se estamos perdidos a noite no meio de um deserto ou entre grandes montanhas ou quem sabe em um vale sombrio, devemos nos apressar para enxergar a luz e quando enxerga-la é importante correr se aproximando ao máximo dela de um jeito que ela possa ficar tão grande e tão forte que fique a beira de nos cegar ao mesmo tempo que ela nos deixe completamente iluminados como uma chama fumegante.

Inserida por ricardo_souza_5