Agradecimento á Escola

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⁠A morte foi derrotada na morte de Cristo. 1° Coríntios 15.54-55: Tragada foi à morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Mateus 28.6: Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito.

⁠A Graça é como um oceano. Nós somos os peixes. O peixe não tem o oceano. O oceano, no entanto, tem o peixe. Portanto, minha segurança é porque creio que vivo num oceano onde tudo é Graça.

⁠A graça preveniente é universal, ela manifesta e trabalha eficazmente em cada ambiente em que o pecado original está atuando. Pois o Cordeiro morreu antes da fundação do mundo, ou seja, a graça preveniente sempre operou desde a eternidade, a criação nasce no ambiente da redenção, é graça do inicio ao fim. No Abba, que fez provisão da graça antes da queda.

⁠A teologia Arminiana não é um livro de argumentos contra o calvinismo e nem a defesa do livre-arbítrio, mas a defesa do amor incondicional de Deus para com toda a humanidade. Nela, que ama a TODOS e morreu por TODOS.

⁠A fé tem se evaporado e morrido na vida de milhares de pessoas, pelos surtos e abusos de muitos líderes religiosos que transformaram o nome de Jesus numa marca e a igreja numa empresa da fé.

⁠A pregação do Evangelho está quase desaparecendo de alguns púlpitos, os mandamentos da mutualidade não existem mais, a espiritualidade está sumindo de algumas comunidades e uma parcela enorme daquilo que se chama “igreja” está funcionando por meio de entretenimento, performance, efeitos especiais e manipulação das massas via redes sociais.

⁠A igreja neotestamentária se reunia somente em torno de Jesus. Nessa igreja não havia visões particulares de um líder, não havia individualidades, nem independência, nem lideranças autoritárias ou projetos para crescimento de um ministério pessoal. Voltemos à simplicidade do Evangelho.

⁠A religião gosta de guardar e preservar o que Deus recusa; Marcos 7.7-9: E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. Negligenciando o mandamento de Deus, GUARDAIS a tradição dos homens. E disse-lhes ainda: Jeitosamente rejeitais o preceito de Deus para GUARDARDES a vossa própria tradição.

⁠A falsidade não inspira, o que é forçado incomoda, e a mentira não se manterá.

⁠A expiação limitada no calvinismo limita o amor divino a uma classe eleita de antemão, tornando a Cruz de Cristo uma causa secundária, superficial e desnecessária na eleição.

⁠A Religião Muda Rotinas, O Evangelho Muda Pessoas.

⁠A autêntica experiência de salvação é transformadora. Ou impacta a orientação total da vida ou não é autêntica.

⁠A coisa está tão feia em alguns ambientes “evangélicos”, que já existe até “personal profhet” para gente cheia de grana, mas vazia de Deus.

"A profunda inflexão sobre a beleza da inocência tece, talvez, a maior das ilusões. Aqueles que assim se vestem com o manto da honestidade raramente repousam sobre a aspereza de seus próprios passos e atos; afinal, para eles, tudo é exato ou foi forjado com a melhor das intenções."

​"A ingenuidade foi o ralo da minha própria fundação, dando a luz do meu núcleo pra quem só traz escuridão.
A vida exige um tributo de quem ousa ser criador, se a obra custa o meu sangue, o alquimista é o cobrador.
O que toma o meu limite não me devolve a metade: encerrei os meus favores. Instalei a gravidade."

A TENTAÇÃO DE JESUS: O DESERTO DA CONSCIÊNCIA E A VITÓRIA DO ESPÍRITO SOBRE AS ILUSÕES DA MATÉRIA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Jesus devem ser examinados à luz da razão, da moral e da concordância do conjunto de sua missão. O próprio Allan Kardec, em A Gênese, afasta a interpretação puramente literal desse episódio, entendendo-o como uma lição moral de profundo alcance simbólico.
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A TENTAÇÃO DE JESUS: O DESERTO DA CONSCIÊNCIA E A VITÓRIA DO ESPÍRITO SOBRE AS ILUSÕES DA MATÉRIA.
O deserto onde Jesus se recolhe não é apenas um lugar geográfico. Sob a ótica espírita, representa o silêncio da alma diante das grandes decisões da existência. É quando cessam as vozes da multidão para que o Espírito escute apenas a voz da própria consciência.
Após quarenta dias de jejum, o Cristo é apresentado diante de três tentações que resumem, em essência, as grandes provas da humanidade: a submissão às necessidades materiais, a sedução do orgulho e a embriaguez do poder.
Entretanto, seria incompatível com toda a grandeza moral de Jesus admitir que o Espírito mais puro que habitou a Terra pudesse encontrar-se, ainda que por instantes, dominado por um ser maligno dotado de poder superior ao seu. Em A Gênese, capítulo XV, Kardec esclarece que a tentação constitui uma figura moral, uma linguagem pedagógica empregada para ensinar aos homens a vigilância contra as más inspirações. Jesus não foi literalmente transportado pelo demônio; antes, utilizou uma imagem acessível à cultura religiosa de seu tempo para transmitir uma verdade espiritual permanente.
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O PRIMEIRO CONVITE: TRANSFORMAR PEDRAS EM PÃO.
A primeira proposta não era apenas produzir alimento.
Representava a tentação de colocar a matéria acima do Espírito.
Jesus responde:
"Nem só de pão viverá o homem."
O ensinamento permanece atual. O pão sustenta o corpo, mas somente a verdade, a virtude, o amor e o conhecimento das leis divinas alimentam o Espírito imortal. A civilização pode multiplicar riquezas, tecnologias e conforto, mas continuará experimentando angústia enquanto esquecer que a felicidade verdadeira nasce da renovação íntima.

O SEGUNDO CONVITE: A VAIDADE DISFARÇADA DE FÉ.
O tentador propõe que Jesus se lance do pináculo do templo para obrigar os anjos a socorrê-lo.
Aqui aparece uma das mais sutis tentações humanas: exigir provas extraordinárias da Providência.
Jesus responde:
"Não tentarás o Senhor teu Deus."
A fé raciocinada não desafia Deus para obter demonstrações espetaculares. Confia sem presunção. Age sem imprudência. Compreende que a proteção divina acompanha o dever cumprido, não a exibição do ego.
Quantas vezes o homem moderno deseja sinais exteriores quando lhe falta apenas reformar o próprio coração?

O TERCEIRO CONVITE: O PODER SEM AMOR.
O tentador oferece todos os reinos da Terra.
É a velha fascinação pelo domínio, pela glória e pela autoridade.
Jesus recusa:
"Ao Senhor teu Deus adorarás e só a Ele servirás."
O Reino anunciado pelo Cristo jamais seria construído pela força, pela conquista política ou pela imposição exterior. Seu império é o da consciência. Seu trono é o coração regenerado.
O Espiritismo confirma essa verdade ao ensinar que a verdadeira superioridade não consiste em governar homens, mas em governar a si mesmo.

QUEM É O "DIABO" SOB A ÓTICA ESPÍRITA?
A Doutrina Espírita não admite um ser criado exclusivamente para o mal, eterno e rival de Deus.
Os chamados "demônios" das Escrituras correspondem, em linguagem espírita, aos Espíritos imperfeitos ou às próprias imperfeições morais que ainda habitam o homem.
Nesse sentido, a narrativa das tentações retrata igualmente o combate íntimo entre as inspirações superiores e inferiores.
Cada orgulho vencido.
Cada egoísmo dominado.
Cada desejo desordenado transformado em virtude.
Tudo isso representa a vitória do Cristo nas profundezas da consciência humana.

JESUS PODERIA TER PEDIDO LEGIÕES DE ANJOS.
Essa compreensão torna ainda mais significativa outra passagem do Evangelho.
Quando foi preso no Getsêmani, Jesus declarou:
"Ou pensas tu que eu não poderia rogar a meu Pai, e que ele não me mandaria agora mais de doze legiões de anjos?" (Mateus 26:53).
O Cristo afirma possuir recursos espirituais infinitamente superiores a qualquer força material. Contudo, não os utiliza para escapar ao sofrimento necessário ao cumprimento de sua missão.
Da mesma forma, quando Tiago e João desejaram fazer descer fogo do céu sobre os samaritanos (Lucas 9:54), Jesus os repreendeu, mostrando que o verdadeiro poder espiritual jamais se manifesta pela vingança, mas pela misericórdia.
Essa coerência moral demonstra que o Evangelho inteiro converge para uma única direção: a supremacia do amor sobre a força.

O DESERTO CONTINUA DENTRO DE NÓS.
A tentação de Jesus não pertence apenas ao passado.
Todos atravessam desertos interiores.
Há momentos em que a necessidade material parece querer sufocar os valores da alma.
Há dias em que o orgulho deseja ocupar o lugar da humildade.
Há ocasiões em que o poder parece mais sedutor que o serviço.
O Cristo permanece como modelo perfeito porque demonstra que nenhuma dessas provas é vencida pela violência, mas pela fidelidade às leis divinas.
A vitória não ocorre quando desaparecem as dificuldades.
A verdadeira vitória acontece quando a consciência permanece fiel ao bem, mesmo cercada pelas mais intensas solicitações do mundo.

CHEGARAM OS ANJOS E O SERVIRAM." (Mateus 4:11)
"Então o diabo o deixou; e eis que chegaram os anjos e o serviram." (Mateus 4:11)
não significa que Jesus precisasse de auxílio por incapacidade. Antes, indica que, encerrada a prova, os bons Espíritos lhe prestaram assistência compatível com sua condição humana.
Há três interpretações complementares.
1. Serviram-lhe materialmente
Jesus havia jejuado quarenta dias e quarenta noites. O verbo grego diakonéō, traduzido por "servir", significa justamente assistir, cuidar, prover, atender às necessidades. Assim, os anjos podem ter-lhe proporcionado os recursos necessários para a recuperação do organismo físico após o prolongado jejum, da mesma forma que, em outras passagens, pessoas "serviam" Jesus oferecendo alimento e cuidados.
2. Serviram-lhe espiritualmente
Na compreensão espírita, os anjos são Espíritos puros, mensageiros de Deus. Nada impede que, concluída aquela grande prova moral, tenham envolvido Jesus em fluidos benéficos, fortalecendo-lhe o corpo e favorecendo a harmonia entre o Espírito e o organismo material.
Allan Kardec ensina que os bons Espíritos assistem constantemente os homens de boa vontade. Se isso ocorre conosco, quanto mais junto ao Cristo, governador espiritual do planeta.
3. Serviram à missão do Cristo
O serviço não se limita ao consolo pessoal. Os anjos colaboravam com a missão de Jesus, preparando circunstâncias, inspirando corações e cooperando na execução da vontade divina. Não serviam porque Jesus necessitasse de proteção contra Satanás; serviam porque toda missão divina é realizada em perfeita harmonia entre os Espíritos superiores.
Isso se harmoniza com outra afirmação de Jesus:
"Ou pensas que eu não poderia rogar a meu Pai, e que ele não me mandaria agora mais de doze legiões de anjos?" (Mateus 26:53)
Perceba a diferença: Jesus podia pedir legiões de anjos, mas não quis, porque sua missão exigia o testemunho do amor e da renúncia, não uma demonstração de poder. Já em Mateus 4, ele não pede; os anjos vêm espontaneamente após a vitória moral, como expressão da Providência Divina.
À luz do Espiritismo, a cena encerra um ensinamento profundo: quando o homem vence suas tentações e permanece fiel à Lei de Deus, nunca permanece sozinho. A assistência dos bons Espíritos se aproxima, fortalecendo-o para prosseguir na caminhada. É um princípio coerente com O Livro dos Espíritos, especialmente nas questões 459, 466 e 495, que tratam da influência e da proteção dos Espíritos benfeitores.

POR QUE JESUS JEJUOU?
Essa pergunta conduz ao verdadeiro sentido do episódio. Sob a perspectiva espírita, o jejum de Jesus não foi um meio de obter poder sobrenatural nem de modificar a vontade de Deus. Foi uma preparação moral e bíblica para o início de sua missão pública.

POR QUE JESUS JEJUOU?
Os Evangelhos narram que, logo após o batismo no Jordão, "Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto" (Mateus 4:1). O recolhimento precede o começo de sua vida apostólica.
O jejum simboliza o desligamento temporário das preocupações materiais para concentrar todas as forças na missão espiritual. É um período de meditação, oração e profunda comunhão com o Pai.
Sob a ótica espírita, Jesus não precisava "purificar-se", pois era o Espírito mais puro que veio à Terra. Seu jejum tinha caráter educativo e exemplar, mostrando que as grandes decisões da vida exigem disciplina interior, silêncio e domínio de si.

POR QUE QUARENTA DIAS?
O número quarenta possui forte significado simbólico na tradição bíblica.
Moisés permaneceu quarenta dias no Sinai.
Elias caminhou quarenta dias até o Horebe.
O povo hebreu peregrinou quarenta anos no deserto.
O número representa um período de preparação, amadurecimento e transição espiritual. Não é o número em si que possui poder, mas a ideia de um tempo suficiente para profunda transformação.

O JEJUM DAVA PODER A JESUS?
Não.
No entendimento espírita, o poder moral de Jesus procedia de sua perfeição espiritual, não da privação de alimentos.
Se o jejum fosse fonte de poder, bastaria deixar de comer para tornar-se santo, o que evidentemente não corresponde à realidade.
Allan Kardec ensina que o mérito está na transformação moral, nunca nas práticas exteriores tomadas isoladamente. Em O Evangelho segundo o Espiritismo, a verdadeira adoração é a do coração e da conduta, não a dos atos formais sem renovação íntima.

POR QUE JESUS TEVE FOME?
O Evangelho faz questão de dizer:
"Depois teve fome."
Essa observação demonstra que Jesus possuía um corpo humano real, sujeito às necessidades fisiológicas.
Embora fosse um Espírito puro, encarnou-se verdadeiramente. Sentia cansaço, sede, fome e dor física. Isso torna seu exemplo ainda mais significativo: venceu as provas sem recorrer a privilégios extraordinários.

O QUE O JEJUM ENSINA AO ESPÍRITA?
O Espiritismo não estabelece o jejum como prática obrigatória.
Allan Kardec nunca o apresentou como condição para o progresso espiritual. O que transforma o Espírito é a reforma íntima.
Contudo, a narrativa ensina valores permanentes:
o domínio dos impulsos inferiores;
a capacidade de renunciar ao supérfluo;
a preparação interior antes das grandes tarefas;
a confiança em Deus acima das necessidades imediatas;
a supremacia do Espírito sobre os apelos da matéria.
Assim, o verdadeiro "jejum" para o espírita é muito mais amplo do que abster-se de alimento. É jejuar do orgulho, da vaidade, da violência, do egoísmo, da maledicência e de todas as paixões que obscurecem a consciência.
Como sintetiza O Evangelho segundo o Espiritismo, Deus não pergunta quantos dias alguém passou sem comer, mas quanto amor cultivou, quanto bem realizou e quanto conseguiu vencer de si mesmo. Essa é a essência do ensinamento que o Cristo deixou ao atravessar o deserto antes de iniciar sua missão.
Fontes:
A Bíblia Sagrada — Mateus 4:1–11; Mateus 26:53; Lucas 9:54–56.
Allan Kardec — A Gênese, Capítulo XV, itens 52 e 53 ("Tentação de Jesus").
KardecPedia ·
Allan Kardec — O Evangelho segundo o Espiritismo, obra fundamental para a interpretação moral dos ensinos de Jesus.
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​A vida é uma dança constante entre o que planejamos e o que o destino nos impõe de repente.


Entre o silêncio da calmaria e o estrondo da pressa, o tempo veste diferentes máscaras.


Há o tempo que pede calma, o tempo que apenas flui e, claro, as urgências que não negociam com o relógio.


​Abaixo, exploramos três momentos distintos da urgência, o que pode esperar, o que exige atenção imediata e aquilo que transborda o próprio conceito de tempo.


Evangelista Araújo leite


30/07/2026 ✍️

"A maneira mais rápida de atrair o que você merece é se tornar completamente indisponível para o que você não merece "

⁠A Vida Não Espera, Não Seja Invisível

Dar valor a quem nos ama e confia em nós é fundamental em qualquer relacionamento. É o alicerce da confiança. Quando alguém confia em você, estão permitindo que você leia cada página do livro aberto de seus sentimentos. É uma dádiva preciosa que deve ser cuidada com carinho.

Após um longo percurso, percebi que a vida é efêmera, que só valorizamos algo quando o perdemos de verdade. Não há destino predeterminado; uma única escolha no presente pode remodelar todo o nosso futuro. Não adianta lamentar o que não fizemos ou nos arrependermos do que fizemos. Essa autopunição só nos faz sofrer e não constrói nada positivo em nossa jornada.

A vida é uma escada infinita. Às vezes subimos, outras descemos, e em alguns momentos, ficamos estagnados, bloqueando o caminho para quem deseja passar. É crucial não olhar para trás com medo da altura em que estamos, mas sim com gratidão pela jornada até aqui. Tropeçamos em degraus, sim, mas estamos de pé, e isso é o que importa.

Ser transparente vai além da sinceridade; é a coragem de se mostrar vulnerável, de compartilhar nossos sentimentos mais profundos. Muitos de nós escondem lágrimas e sorrisos, temendo a exposição, mas é a expressão sincera de nossas emoções que enriquece nossa jornada.

Esperar algo de nós mesmos é fundamental, pois a verdadeira mudança começa em nosso interior. Não devemos esperar dos outros, pois todos somos únicos, com erros e acertos, agindo impulsivamente ou demorando para perceber as coisas. Perdemos oportunidades por medo e hesitação, muitas vezes por causa de pequenos obstáculos que nos fazem perder todo o caminho percorrido.

O medo do novo mantém muitos de nós presos à rotina, mas a vida é dinâmica. Devemos viver o presente, que se torna o futuro a cada segundo. Se não nos libertarmos do passado, não experimentaremos o novo. Precisamos mudar nossa perspectiva e não complicar tanto as coisas. A vida é simples se não a tornarmos complexa.

Evite conflitos desnecessários, pois discordar constantemente não traz benefícios. Seja humilde para reconhecer suas falhas e pedir perdão quando necessário, mas não se humilhe. Não use o passado como exemplo para o presente; o passado deve ficar para trás. Perdoe os outros, da mesma forma que você aprecia quando o perdoam.

Não julgue nem fofoque, pois a verdade sempre prevalece. Intrometer-se nos segredos alheios só mina a confiança. Envelhecer não garante sabedoria; aprender com a vida é mais importante do que acumular experiência.

A vida é rápida, e cada momento é único. Algumas coisas permanecerão para sempre em nossa memória, enquanto outras desaparecerão. Portanto, ouse ser transparente, permita-se ser humano. Lembre-se de que ser transparente é um ato de coragem, muito mais gratificante do que permanecer invisível.

Sonhe, estabeleça metas, seja sincero e enfrente seus medos. Agarre cada oportunidade, aguente as consequências de suas escolhas e não tema nada nem ninguém. Afinal, a vida é para ser vivida, não apenas existida.

"A verdade, na verdade, ela nunca tarda, e por mais trocadilho que seja, ela, a verdade é e somente é a verdade"
Fabio Alexandre
Estudante