Agradecimento á Escola

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✝️ A disciplina consiste em descobrir quem sou e fazer o que é necessário para manter isso. 👣

✝️ Se o vaso está cheio de água mundana, derrame-a no abismo e renove-o com a água pura do evangelho.
📖 Efésios 4:22–24

A luxúria é uma bebida tóxica, ingerida pouco a pouco quando a caridade se torna apenas teoria. 💭

O entendimento de um livro não vem da leitura dinâmica nem da memorização, mas sim da compreensão do conceito. 📚

Sinta toda a emoção, examine-a e depois expresse-a ou deixe-a passar como fumaça. 🌀

O pecado é a iniciação da iniquidade, e o não arrependimento é a confirmação da perdição. 🚫

⁠A fé em Jesus Cristo é como uma espiral: curva contínua que nasce no centro, expande-se suavemente, gerando crescimento e transformação constante. 🌀

Jesus ensinava mais pelo exemplo: oração
e serviço ao próximo.


📖 Evangelho de João 13–17

Davi, o belemita:


• Músico    • Valente
• Forte     • Guerreiro
• Prudente   • Gentil


Nota: O SENHOR é com ele.


📖 1 Samuel 16:18

"Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor..."


✝️ Oséias 6:3a


📝 Nota: יָדַע (yadaʿ) significa conhecer intimamente. Não é apenas adquirir conhecimento intelectual sobre Deus, mas conhecê-lo de forma relacional.

✝️ Fé em Jesus Cristo


📄 Fé (pístis – πίστις)


📚 Significados: confiança, convicção, fidelidade, certeza.


📝 Nota: A fé bíblica expressa confiança e fidelidade a Jesus Cristo, cujo sacrifício reconciliou o homem com Deus.

MOLDURA HUMANA


É ilusório pensar que ás adversidades da vida, nalgum instante não moldar-nos-á. Seres mutáveis estão susceptíveis a serem moldados, logo, a nossa sanidade estará em constante teste.

Existe uma beleza cruel na decepção.

Ela chega sem ser convidada, quebra os móveis da esperança, rasga os retratos que insistíamos em chamar de futuro e, por alguns dias, nos convence de que nada além da dor permanecerá de pé. Mas a decepção nunca veio para destruir; ela veio para devolver.

Antes dela, chamávamos de amor aquilo que muitas vezes era apego. Não à pessoa, mas à promessa. Não ao que existia, mas ao que imaginávamos existir depois de tempo suficiente.

É curioso como insistimos em regar jardins onde as flores já decidiram morrer. Dizemos que é persistência, maturidade, lealdade. Às vezes é apenas medo. Medo de admitir que o castelo em que depositamos tantas horas nunca passou de um andaime.

Então a decepção faz aquilo que o afeto não teve coragem de fazer: arranca nossas mãos do que já não nos pertence.

Ela nos obriga a olhar para o outro sem o filtro da saudade antecipada, sem a maquiagem das expectativas. Pela primeira vez, enxergamos pessoas como elas são, e não como precisaríamos que fossem para justificar nossa permanência.

Há uma violência quase divina nisso.

Porque dói descobrir que não perdemos alguém; perdemos a fantasia que construímos ao redor dessa pessoa.

E fantasias morrem gritando.

A decepção tem a elegância dos carrascos antigos. Não ergue a voz, não pede licença, não explica seus métodos. Apenas corta, com precisão suficiente para separar quem somos daquilo em que insistíamos em nos prender.

Depois, resta um silêncio.

No início, ele parece abandono.

Mais tarde, entendemos que era liberdade.

A verdade é que nossos maiores cárceres raramente têm grades. São feitos de expectativas, de lembranças editadas, de versões idealizadas de pessoas comuns. Passamos anos chamando isso de destino, quando era apenas apego usando roupas bonitas.

Por isso, hoje desconfio dos finais que chegam sem decepção.

São os desapontamentos que arrancam de nós as últimas ilusões. Eles devolvem a lucidez que o encantamento havia roubado.

Que privilégio descobrir, ainda em vida, que aquilo que julgávamos indispensável era apenas um hábito emocional.

Há perdas que diminuem um homem.

Mas há decepções que o devolvem a si mesmo.

E talvez seja essa a mais silenciosa das libertações: perceber que a dor nunca veio para nos ensinar a viver sem alguém. Ela veio para nos ensinar a viver sem a necessidade de transformar qualquer pessoa no centro da nossa existência.

Como é bela a decepção.

Porque toda corrente, antes de ser rompida, faz barulho.
Depois, resta apenas o som discreto da liberdade.

Sonhei que dizia que ia comprar dois carros e mostrava a imagem desses dois carros á uma pessoa que não lembro. Eu estava totalmente feliz e confiante no sonho.




Julho de 2023

14 de novembro de 2022


Eu sonhei também, semana passada, que estava o olhando céu á tardinha e passava um grande objeto voador no céu, com duas turbinas ao lado, e grandes faróis, carregando uma grande faixa com o nome Jesus, em seu comprimento e atrás várias cartas de baralho, em torno de 7 ou 8, que voavam e de repente parou todas de frente para mim, e eu fiquei tentando mostrar às pessoas ao meu redor, e uma única delas, não conseguiu ver, eu chamava no sonho de ovni, eu virei as costas e quando retornei de frente, apareceu um manto gigante, muito reluzente na minha frente e todos correram com medo, só eu fiquei.
Ele ficou na distância de uns 30 centímetros de mim, entendi que era para que eu tocasse, então, toquei e nesse momento uma energia muito forte, preencheu todo o meu corpo, e eu chorei como nunca havia chorado, um choro de alegria, como se tivesse sido purificada, de todos os meus pecados.
O meu esposo, estava ao lado e eu pedi para que ele tocasse também, e ele tocou e automaticamente, também chorou.
Esse sonho foi incrível!


Eu não consigo entender meus sonhos, mas a maior parte deles, acontece com detalhes na vida real.
Por isso, tenho medo, quando são ruins.
Muito bizarro, mesmo!"

"A noite que satanás tentou roubar minhas memórias em pesadelos quase infinitos!

Acabei de chegar de uma entrevista de emprego.
Antes disso, dormi um pouco por pelo menos uns 20 minutos.
Nesse intervalo entre o sono e a entrevista em seguida, tive um sonho muito louco, mas bem difícil de acreditar que foi tudo real.
Bom, primeiro sonhei com uma super lua, mas não era simplesmente uma super lua, como vemos nos jornais, com um tamanho praticamente normal.
No céu, aparecia uma lua gigantesca que era como se ela tocasse o chão e o céu ao mesmo tempo.
Seu tamanho era indecifrável.
Vi nela uns triângulos, em forma de pirâmide. Na cor branca.
De repente o sol começa a tocar nela e tudo se transforma em fogo.
Todos que estavam a admirar aquela raridade ficaram perplexos, mas, não amedrontados.
Meio que ficaram maravilhados.
E, comigo não foi diferente, amei aquilo tudo.
Começa um dançar de fogo na lua.
Com todas aquelas cores vibrantes, nossa!
Passava no telejornal em tempo real, que aquela lua, só seria vista novamente após 150 anos.
E que se todos pudessem vê - la, seria uma imagem incrível, guardada pelo resto de suas vidas.
E admirei até tudo terminar.
Aquele fenômeno estava sendo visto mundialmente, por bilhões de pessoas.
Realmente era um fenômeno incrível, lindo e maravilhoso.
Em seguida, comecei a sonhar com eu e meu esposo, no mesmo ambiente em que moramos.
Estávamos olhando nossas fotos das viagens que já fizemos, no celular.
De repente, algumas fotos começam a ficar desfocadas.
Meu esposo em um banco na praça, e o seu rosto ficava embaçado, como se tivesse um ser tomando o seu lugar.
O mais louco mesmo, é que essas fotos do meu sonho ou pesadelo, sei lá, do que posso chamar.
Todas existem.
Então, passamos foto por foto. Pudemos observar que todas elas, é como se tivesse a presença de um ser além de nós.
Começamos a discutir a questão, porquê elas eram perfeitas.
Porém, estavam assim por quê?
Desconfiamos do óbvio.
Começamos a passar novamente as fotos, quando de repente surge eu, em um cemitério em pé.
Mas, não era uma foto, era um vídeo!
O plano de fundo era um cemitério. E aquela seria eu? A mesma roupa, o mesmo cabelo.
Quem teria me filmado?
Na verdade, eu nunca estive naquele lugar.
O meu olhar começou a mudar, os olhos ficaram turvos e de repente a figura que era eu, começou a me encarar de uma forma macabra.
Eu entendi na mesma hora, que aquilo ali era um ser transformado em mim, em tempo real.
Fiquei atordoada, e eu comecei a falar com meu esposo, tem alguma coisa errada.
Foi quando a gente começou a perceber que os vídeos estavam passando sozinhos.
E de repente vi meus sonhos anteriores naquele primeiro vídeo.
Vi meus irmãos, minha tia... Tudo o que eu havia sonhado nas noites anteriores.
Entendi que realmente havia ali uma força maligna, tentando se apossar de mim, e me mostrando tudo o que é de mais importante pra mim.
Percebi que meus sonhos foram roubados de minha memória.
O interessante é que nesse terrível pesadelo, eu sabia que aquilo tudo era real, porquê realmente foi os sonhos que eu tive semana passada, que estavam ali, na minha frente transformados em vários vídeos.
Eu e meu esposo, no mesmo quarto que estamos, começamos a repreender todo o mal.
Foi quando, a gente percebeu que na tela do celular, começou a aparecer um vídeo com um ser bem estranho.
E ele ria muito, e ao mesmo tempo, parecia estar com raiva.
Ele era alto, e tinha uma voz, e um sorriso medonho.
Com uma capa preta por fora, e por dentro dela tinha uma cor avermelhada.
Orei tão alto, e com tanta fé, que aquele ser de repente começou a falar.
"Então, já que você pediu pra que nós te deixemos em paz, adeus."
E saiu pulando e sorrindo, com gargalhadas altamente sombrias.
Ele desapareceu em um lugar de montanhas e arbustos, era um lugar bonito, mas, bem sombrio e estranho.
Só sei que acordei sabendo que tudo aquilo foi real. De uma maneira diferente.
Era como se satanás tivesse tão zangado pelas coisas começarem a dar certo por aqui, que resolveu roubar meus sonhos, pra tentar me fazer parar pelo medo.
Mas, ele nunca vai conseguir.
Minha vida e minha família é de Deus.
E é ele que controla e domina a nossa vida.
Começamos ir a igreja.
Começamos a fazer o curso de design gráfico.
E agora estou recebendo várias propostas de trabalho.
Deve ser por isso, que satanás está tão interessado em me fazer parar.
Porquê ele sabe, que quando a gente segue a Deus.
A gente consegue ser muito, mais muito feliz.
Tudo começa a dar certo.
E a vida se torna muito melhor de ser vivida.
Então, siga a Deus e nunca deixe que forças malignas tentem te parar.
27/11/2019 23:38"

Sonhei que estava em um lugar desconhecido e vi uma inimiga e sua mãe á me olhar, com um olhar tenebroso, depois alguém me perguntou, se eu ainda morava em São Paulo e eu falava que havia voltado pra cidade, no sonho, eu estava muito insegura de mim.


14 de maio de 2023

Sonhei em uma estação de trem, perguntando á umas meninas coreanas, onde pegava o trêm pra Itália.




MAIO DE 2023

Tem um momento curioso da vida em que a gente percebe que algo mudou, mas não houve fogos de artifício, nem anúncio no alto-falante do universo. Simplesmente aconteceu. Um dia eu acordo, preparo um café qualquer, desses que parecem conversar com a gente enquanto sobe o cheiro pela cozinha, e percebo que aquilo que antes pesava no peito já não ocupa tanto espaço. Não é esquecimento, não é indiferença, é outra coisa. É como trocar um móvel enorme de lugar e descobrir que a sala respira melhor.

Eu lembro de quando certas lembranças doíam como quem pisa descalça em pedra quente. Tudo parecia recente demais, vivo demais, quase insolente. O passado às vezes se comporta como visita inconveniente, entra sem bater, senta no sofá da memória e ainda pede atenção. E eu, naquela época, ficava olhando para dentro de mim como quem procura um botão de desligar emoções. Não achava. A vida, sábia e meio irônica, nunca entrega manual de instruções.

Mas então chega um tempo. E esse tempo não avisa que chegou. Ele se instala devagarinho, como luz entrando pela janela no final da tarde. O que antes era ferida aberta vira cicatriz. E cicatriz é uma coisa interessante, ela não some totalmente, mas também não manda mais na história. Eu olho para trás e penso que sobrevivi a mim mesma. Parece filosófico demais para uma sexta-feira comum, eu sei. Ainda assim é verdade.

Existe um tipo de silêncio que aparece quando a dor se transforma em superação. Não é o silêncio do vazio, é o silêncio da paz. Como se o coração finalmente sentasse numa cadeira confortável depois de caminhar quilômetros carregando malas que nem eram dele. E aí eu percebo que muita coisa ficou para trás não porque eu quis forçar, mas porque simplesmente deixou de me pertencer.

É estranho como a gente acredita que algumas dores vão morar para sempre dentro da gente, pagando aluguel emocional atrasado. Só que a vida tem essa mania de renovar contratos internos sem pedir opinião. Quando vejo, já não dói. E não doer mais não significa que não importou. Significa que eu cresci o suficiente para não sangrar toda vez que a memória passa.

Eu gosto de pensar que superar é um tipo de maturidade silenciosa. Não é aquela pose de quem venceu tudo, até porque ninguém vence tudo. É mais como quem aprendeu a caminhar sem tropeçar nas mesmas pedras. E quando olho para frente agora, existe um espaço novo dentro de mim, um espaço que antes era ocupado por perguntas, culpas e saudades que machucavam.

Hoje esse espaço virou paz. E paz, descobri, não é ausência de história. É presença de entendimento. É seguir adiante com o coração mais leve, quase sorrindo para o próprio passado, como quem diz obrigada por tudo, até pelo que doeu, porque no final das contas foi justamente isso que me ensinou a continuar.

Se os vilões fossem maioria, a humanidade já teria entrado em colapso há muito tempo. O que mantém a sociedade funcionando são milhões de heróis anônimos que acordam cedo, trabalham honestamente, cuidam dos filhos, ajudam desconhecidos, respeitam os outros e fazem o certo mesmo quando ninguém está olhando.