Agradecimento a Empresa
Para construir um legado duradouro na sua empresa, cuide das pessoas e respeite a sustentabilidade do planeta.
"Bem antes de um empresa ser um corpo jurídico, ela é um CPF que a idealizou e a executa. Cuide dessa mente para que esse corpo não padeça em concordata!"
#Altaimpactoempresarial
#trgresolve
"É muita insensatez colocar um insensato para administrar sua empresa, principalmente se o Gestor não tiver formação acadêmica, pior ainda se sua empresa for pública, é, correr o risco da empresa quebrar e ainda o gestor poder alegar falta de conhecimento".
Enel Brasil S.A. é uma empresa brasileira do ramo de energia elétrica controlada pelo grupo italiano Enel. Há uma enxurrada de críticas à empresa ENEL, distribuidora de Energia Elétrica de São Paulo, como se fosse culpada por não conseguir livrar a população de São Paulo, pela falta de Energia Elétrica. Os ventos, a mais de 100 quilômetros por hora, não tem como não derrubar as árvores e danificar o sistema de distribuição de energia elétrica. OS INSENSATOS CRITICOS NÃO SABEM DIFERENCIAR ENTRE O CERTO E ERRADO! COMO ALGUÉM PODE ATRIBUIR A CULPA A ENEL PELOS FENÔMENOS DA NATUREZA?
Não acredita na empresa em que você trabalha?
Saia daí o mais rápido possível sob pena de se vender barato em troca de conseguir algumas moedas pra pagar suas contas no final do mês. Sua vida e seu tempo valem muito mais do que isso.
O que fazer? Não me pergunte. Pergunte a si mesmo: o que você quer para sua vida?
Você pensa que falar é fácil, não é? Pois é, quero ver então ter a coragem pra largar o certo medíocre em busca de seu sonho duvidoso, tão cobiçado.
Poucos têm esta coragem. Poucos se destacam da multidão.
PARA PROGREDIR NA VIDA:
1 -- Obedeça as normas da empresa que você trabalha; os responsáveis pela empresa já se esforçaram para definir as regras em vigor. Não seja rebelde; mesmo que você seja um bom funcionário, a empresa não pode tolerar o teu comportamento para não prejudicar o grupo.
2 -- Se conhece parcialmente um assunto não diga que é fluente (conhecedor do assunto), seja sincero e modesto. Se você só fala inglês, não diga que é fluente, eles rapidamente vão descobrir"
"O LUCRO É A FORÇA MOTORA DO CAPITALISMO -- Você que trabalha; lembra-se: a empresa te contratou porque terá benício financeira com a contratação. Custo/Benício"
"Certa vez trabalhei em uma empresa; cujo ramo de atividade havia muitos CONCORRENTES, o lema desta empresa era: --- NÃO PRECISAMOS APAGAR A LUZ DO VIZINHO PRA FAZER A NOSSA BRILHAR -- está empresa era a primeira. Talvez faça sentido para você"
Numa empresa, nenhum colaborador precisa provar nada quando o olhar do administrador vai além dos seus interesses pessoais.
Mesmo você tendo sua empresa e sendo um empresário de sucesso não terá apenas um chefe e sim milhares de chefes, é claro se quiser realmente ficar com seu negócio, terá que tratar bem seus cliente por que eles serão seu chefe.
Pequeno Delito.
Em 1953, onde foi a Olerol, era uma acampamento de uma empresa que estava construindo a Rodovia (asfaltando) Havia várias casa. Umas mais simples e outras um pouco melhor que eram destinadas para os engenheiros, acho. Como qualquer moleque da minha idade, 6/7 anos eu me maravilhava com aquele vai e vem de máquinas. fazendo estrada e jogando aquelas mistura de pedras que depois eram cobertas com piche, deixando aquele cheiro de óleo diesel no ar. O dia era curto.
Uma noite acordei com minha mãe me chamando. Estava pegando fogo numa das casa do acampamento. Como era uma casa bem simples, cobertura de sapé, queimou bem rápido. Na manhã do dia seguinte eu encontrei várias garrafas derretidas parecendo figuras de bichos. Guardei algumas como relíquia. Eu tinha um esconderijo, uma caverna, que ficava debaixo do assoalho da nossa casa. No esconderijo ficava meus tesouros. Tinha estilingue, pião, faquinhas feitas de serra, bolinhas de gudes, um canivete corneta, coisa rara. algumas pedras coloridas e agora os vidros com aspectos de bichos.
Eu dividia o tempo em duas partes; de manhã ficava vendo as máquinas trabalharem e a tarde fuçando pelo acampamento, subindo e descendo nas máquinas quebradas me imaginando operando aqueles monstros.Vez ou outra eu dava uma inspecionada nas casa dos engenheiros. Numa dessas "fuçadas" achei uma casa com a janela da cozinha aberta e, como não podia deixar de ser, olhei e vi, sobre a mesa, uma lata de abacaxi.; Uma coisa inimaginável para nosso poder aquisitivo familiar . Me afastei rápido dali, mas algo me puxava de volta. Entre idas e vindas, numas da vindas pulei a janela e levei a lata de abacaxi, que por um dia, passou a fazer parte do meu tesouro. No dia seguinte, aquela máxima que diz que o criminoso sempre volta ao local do crime, atuou e lá estava eu observando o movimento. Tudo calmo,nada de anormal, janela aberta e no local da ex lata, um vasinho com flores. Esperei mais um dia para dar fim naquela tentação. Tive que dividir uma boa parte com as formigas, mas faz parte. Dei fim na lata e voltei a ver as máquinas que comiam e vomitavam terra
Eu me confessei alguns anos depois. Fiz um combo de pecados e entreguei nas mãos do padre. Aquelas mesmas mãos que um dia eu beijei com a boca cheia de manga. Claro que esse pecado não foi o maior, mas ele só perdia para os da figurinhas. /i
Meu amigo Fred Fritz ( Frederico Burrico)
Em 1977, a empresa que eu trabalhava, junto com a matriz dos Estados Unidos, deram um curso de linha viva, classe 500.000 volts. O curso foi em Paulo Afonso, na Chesf. (Cia. Hidroelétrica do São Francisco) e foi ministrado por um técnico americano, Fred Fritz. O curso teve a duração de quinze dias. Nesse período, convivemos com uma pessoa fabulosa: o instrutor americano. Um cara simples, educado e super profissional da área. Durante o treinamento, ele foi arregimentando admiração de todos nós. O curso foi para mais ou menos quinze eletricistas, funcionários da Chesf. No dia a dia, , como não podia deixar de ser, ocorriam as brincadeiras entre nós. Nos primeiros dias, o americano ficou meio introvertido. Depois, pouco a pouco foi se soltando e participando das brincadeiras e ensinando palavrões em inglês para nós e nós para ele em "bom português".Ás vezes, sem motivo algum,ele falava uns palavrões em português. Todos ríamos pela mistura que ele fazia dos palavrões. No final do curso, os eletricistas proporcionaram uma jantar de despedida para ele e claro, para nós. O cardápio foi meio estranho: Tinha jiboia assada com batatas, um tatu ensopado e revoada de pombas silvestres, como tira gosto . (Claro que na época tudo isso era permitido). Cardápio difícil de traduzir para o inglês. A cobra até que deu, mas o tatu e as pombas não deu. O tatu ele comeu como se fosse tartaruga e as pombas como se fosse um tipo de galinha anã. No dia seguinte viajamos para Recife onde pegaríamos um voo para o Rio. No aeroporto de Recife ele mandou ver num palavrão em português, um não dois. Não sei bem o que que aconteceu entre ele e um funcionário da Varig, De repente, bem alto e em bom som ele disse: "surubunda". A principio houve um silêncio, mas depois vendo que ele não era brasileiro, todos, que estava por perto, e ouviram o palavrão, começaram a rir, inclusive ele. Seis meses depois ele voltou para o Brasil para um outro curso, mas aí, infelizmente, eu já não estava mais trabalhando na mesma empresa dele (filial do Brasil), mas mesmo assim fui me encontrar com ele no aeroporto de SP e depois, quando ele voltou para os Estados Unidos, fui me despedir dele. Na despedida, fui com minha esposa que estava grávida do meu primeiro filho. Ele ficou muito feliz em nos ver, O pessoal da Cesp (Cia. Elétrica de São Paulo) tinha deixado ele no aeroporto sozinho.
Um pouco por mímicas e com algumas palavras pescadas, fomos nos entendendo. Brinquei com ele dizendo que o nome do meu filho, se fosse homem, seria Frederico em homenagem a ele,.Mas,.quando estivemos em Paulo Afonso, o pessoal brincava com o nome dele chamando-o de Frederico Burrico. Depois que ele descobriu a brincadeira começou, ele mesmo, a se denominar de Fred Burrico, e aí, no aeroporto, ele se lembrou da brincadeira da associação do nome dele com o burrico e ria muito. Nunca mais vi meu amigo americano .. Depois de uns seis ele me mandou pelo correio um pasta Sansonite. No curso de Paulo Afonso ele ficava rindo da minha pasta, uma 007, bem surrada. Um dia ele falou: _"só não te dou a minha porque não tenho onde colocar minhas coisas".
A discussão dele no aeroporto de Recife, , quando ele soltou o palavrão mesclado, foi porque . ele queria tirar as coisas que estavam na pasta e colocar numa bagagem que já tinha sido despachada, assim ele poderia me dar a pasta .. /i
Você não deixaria um gestor corrupto ou incompetente gerindo sua empresa. Um sujeito com qualquer desses adjetivos, poderia destruir sua empresa.
Valor, virtude e princípio, hoje em dia esses nomes mais parecem nomenclatura de empresa falida que pediu concordata
A empresa, por sua própria natureza, é uma instituição total, onívora, que gostaria de absorver o trabalhador o tempo todo.
A verdade é que qualquer um abaixo do maioral de uma empresa é apenas um empregado.
Não é fácil deixar sua marca numa empresa criada por seu pai e transformada em um enorme sucesso.
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