Agora foi o fim do nosso Amor
Ó entranhas
Que me arrebatas
Ao fim de cada noite
Já absorvi seus socos garrafais
Os vomitei em papel
Em forma de licores baratos
Expeli seu maldito odor
De contra o espelho
Ó frascos vazios
De coragens baratas
Que pelo chão dormem espalhadas
Neste lapso tardio
Este amuntuado de carne magra
Palhaço assustado
De olhar vazio, pálido
De sorriso quebrado
Não aguento mais olhar nos olhos dele
Tirem ele daqui
Vamos, tire-me daqui...
É chegado o momento do fim da transição. Há 30 anos esperamos por uma ruptura que nos eleve a outro patamar, ao próximo estágio. Há 30 anos essa ruptura é prorrogada pela pasteurização do debate político vendida com o nome de governabilidade. Uma mentira que criou e alimentou a ditadura das maiorias parlamentares, sem as quais nenhum governo poderia de fato governar na frágil democracia púbere. Uma mentira que tornou a peemedebização da política numa verdade inarredável e disseminou a prática delituosa da cultura fisiológica trambiqueira em ofício comum no exercício do poder no país. No lugar da cidadania plena, a lógica hegemônica estabelecida pelo capital e seus interesses tornou-se a medida exata a ser obedecida pelos partidos do pós-ditadura e implementada pelos governantes da Nova República. É essa práxis política, que se fortalece governo após governo, a mãe das relações incestuosas entre o Estado e o setor privado. Que caia finalmente a Nova República e que se instale a Verum Res Publica.
O tempo...
O que resta no fim da essência e o rastro do aroma incolor de um sentimento negado a mercê do tempo. A nostalgia de um passado pouco remoto onde a vida era o mesmo que flor, e flor levava o nome de amor. É tempo que para toda flor existia o tempo, que mata, que cura, que revivi um determinado fim. E no fim aos mortais restam apenas pétalas secas, com a idealização de um verão passado, onde os poetas vivem a eternamente felizes com seus jardins de flores em seus pensamentos imortais...
É triste o fim daqueles que sobrecarregam seu coração de sofrimento por coisas passadas. O futuro é mágico; e o amanhã, imprescindível.
Eu sou meio todo mundo. A engraçada, a chata, a romântica, a amiga e a solitária. No fim do dia não sei qual delas eu sou e o sentimento de ser ninguém me invade. Eu choro.
Mas afinal qual o sentido da vida? No fim de contas, o que nos fará pensar se seguimos o caminho correcto?
Para mim é sabermos que sentirão a nossa falta, que as ligações que criamos, fizeram diferença na vida dos que nos rodeiam. Sabermos que as nossas acções, os nossos sacrifícios, tiveram significado para aqueles que nos são mais próximos.
Afinal de contas viver é dar tudo pelo outro, por amor, por amizade ou por compaixão. Através da marca que deixamos nessas pessoas, deixamos também uma marca neste mundo que um dia abandonaremos.
Você tem medo do término, tem medo do fim, mesmo antes do começo. Você tem medo de se entregar, de amar intensamente e não ser recíproco. Você tem medo de ser trocada pela primeira que aparecer na frente dele. Você tem medo de quebrar a cara mais uma vez. Porque eles são todos iguais. Mas eu discordo. Ainda existem aqueles que são diferentes. Poucos, mas ainda existem. Então se encontrar um deles por ai. Não o deixe fugir.
Uma coisa que vai acontecer até o fim dos tempos:
Imaginamos uma situação. A situação real acontece de uma maneira diferente. Pessoa frustrada.
Aprender a lidar com isso é um grande passo para o desenvolvimento pessoal.
No fim das contas, paradigmas nascem para ser quebrados, não é? O dogma do ser talvez possa se tornar o reinventar. Reinventar-se dia a dia, quem sabe?
Meu Jeito
E agora o fim está próximo
E, portanto encaro o desafio final
Meu amigo, direi claramente
Irei expor o meu caso do qual eu tenho certeza
Eu tenho vivido uma vida plena
Viajei por todas as estradas
E mais, muito mais que isso
Eu o fiz do meu jeito
Arrependimentos, eu tive alguns
Mas, pensando bem, pouquíssimos para mencionar
Eu fiz o que eu devia ter feito
E passei por tudo consciente, sem exceção
Eu planejei cada caminho do mapa
Cada passo, cuidadosamente, ao longo dessa estrada
E mais, muito mais que isso
Eu o fiz do meu jeito
Sim, em certos momentos, tenho certeza que tu sabias
Que eu mordia mais do que eu podia mastigar
Todavia, quando restavam dúvidas
Eu engolia e cuspia fora
Eu enfrentei a tudo e continuei de pé
E fiz tudo do meu jeito
Eu já amei, ri e chorei
Cometi minhas falhas, tive a minha parte nas derrotas
E agora que as lágrimas vertem
Eu acho tudo tão divertido
E pensar que eu fiz tudo isto
E posso dizer, não foi de uma maneira tímida
Ah não, não, não eu
Eu fiz tudo do meu jeito
E para que serve um homem, o que ele possui?
Senão tem a si mesmo, então ele não tem nada
Para dizer as coisas que ele realmente sente
E não as palavras de alguém que se ajoelha
Os registros mostram, eu recebi as pancadas
E fiz do meu jeito
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