Agora foi o fim do nosso Amor
Sei que errei, mais não tem mais jeito
Não quero que o fim seja esse,
Mais sei, vai dar tudo certo.
Vamos Conseguir.
Todo que eu fiz, a culpa foi minha.
Já me ouvi chorando, dizendo não.
Mais agora já é tarde.
Aprendi que tenho que agarrar todas as oportunidades, como se fossem a última.
Foi em uma rara noite chuvosa de dezembro, final de ano, fim do ensino médio. Eles foram deixados, propositalmente, para trás, e riram, satisfeitos com a situação. Martini, cereja, moedas, sorriso, silêncio.
- Vam'bora daqui? Esse cara cantando tá me deixando doida!
Passos incertos em meio a calçada deserta, chuva, vento, liberdade. O silêncio fez mais pelos dois que qualquer frase ensaiada, era mútua a confiança, a cúmplicidade. Passaram juntos por mil situações ao longo do ano, sem jamais precisar falar demasiadamente sobre nenhuma delas, era o olhar, era o sorriso, e bastava. Riram de tudo, deixaram-se enxarcar e chover também, nessa noite não era só do céu que caíam as gotas, a presença dele coloria o céu nublado e aquecia a outra alma deserta, fugitiva. Contaram passos, casos, passado. Cantaram, sentaram no meio da madrugada da cidade. Relembraram, planejaram, enterraram.
Tiveram chance e até intenção de ir além, por instantes imaginaram soltar-se e deixar os instintos e os impulsos agirem, e quem sabe, um leve toque de lábios, uma leve mudança de hábitos, de quem-sabe-o-quê, porque isso é normal, sentiam que era, mas sempre existe alguma coisa, alguma voz lá no fundo que insiste em lembrar que consequências não desistem, e que nenhum dos dois estavam dispostos a arcar. Não havia medo, receio, teor algum de desconforto diante da presença um do outro. Havia só a chuva, o tempo correndo numa outra dimensão, não contabilizada pelos relógios de pulso, um tempo que contava um sentimento nutrido por anos em algumas horas na madrugada chuvosa daquele final de ano, inseguro e confuso.
Não sabiam, não pensava, apenas sentiam.
Cheguei em casa com cabelos, corpo e alma lavadas, o guarda-chuva que carreguei a noite inteira, continuava fechado e agora divertia a lembrança da madrugada mais livre, simples, e justamente por isso, mais incrível do meu ano.
Quanto mais disser que chegou ao fim, mais a frente irei; Quanto mais disser que do chão não levantarei, firmemente sempre estarei de pé e queixo erguido;
Quanto mais disser que inferior sou, inferior sentirá perante a mim.
Pelo motivo, meu coração bate com honra, apenas isso.
Nao ha dor que nao tenha fim, nao ha choro que nao cesse, mas da saudade, ah da saudade eu dessa nao da se esquivar...
Eu não sei o quanto ainda posso respirar,
Só sei que cedo ou tarde você vai entender,
No fim da tarde ou no amanhecer
Eu vou poder te mostrar.
A realidade do cotidiano capitalista!
As vezes no fim da noite me coloco a imaginar, tudo que houve no meu dia mais cedo em tudo que vivi nos segundos atrás. Me vem o questionamento se tudo que fiz foi certo, se foi realmente a melhor ação, o que deixei de fazer e o que poderia ter feito. O sol já se pôs, a claridade já se foi, o que resta no exato momento é refletir se quando chegar o fim de mais um episódio da vida, você se esforçou o máximo para desempenhar a função do seu roteiro. O que devia ter sido hoje, não será amanhã, e por mais que haja tentativas de assemelhar os períodos, será impossível, porque nada é igual, nada volta. Não é a melhor opção reclamar pelos erros, eles te auxiliarão nas etapas seguintes da sua história. Quanto ao medo, eu não me preocupo, superarei o maior deles agora, e daqui algumas horas terei capacidade de enfrentar todos. Nem a morte nem a vida se opõem, quem garante que quando você nasce está vivendo, ou que quando você morre a trajetória acabou? aqui estamos sem a certeza de nada, assim como cada ser humano é incerto, o mundo também é, é nele que estamos inseridos sem saber onde realmente estamos. Não jogue fora as oportunidades obtidas, pois as que parecem mais simples, te servirão da mais ampla forma. Penso em tudo que presenciei, todos os dias que comecei, todas as noites que não dei valor, nos equívocos que cometi, tantas pessoas que julguei sem provas concretas, pessoas que confiei plenamente e entreguei minha confiança, quem eu chamei de amigo, e até de mesmo de irmão, os que mais souberam sobre mim, foram os que mais juntaram argumentos contra minha imagem, foram quem se tornaram inigos fiéis, aliados da desordem. Amei e não reconheci amores, perdi os que tinha, e vivo na dúvida dos que sempre procurei. Deixei o tempo de lado, me dediquei a monotomia do capitalismo, da era tecnologica, esqueci da realidade da vida, da felicidade espontânea, natural. Perdi tempo várias vezes, mais hoje eu afirmo que também ganhei, ganhei experiência, ganhei sabedoria, e o que perdi no passado, lutarei para manter no presente, e se o futuro me pertencer, eternizar até o fim.
Os homens (de dinheiro) vão acabar, por desejos e ambições, antecipando o fim do mundo. Será trágico, sem sarcasmo , sem paródia.
Todo fim de ano representa o fechamento de um ciclo.
Pode ter sido um ano bom ou ruim... Foram as nossas atitudes que influenciaram nos resultados, pois as mudanças, não viriam por decreto ou pelo simples brindar da meia-noite.
Só que a cada virada de ano, temos a oportunidade de reinventarmos nossa própria história, corrigindo nossos erros.
Portanto se desejamos um roteiro recheado de amor, conquistas e realizações, precisamos abandonar as “roupas usadas” que já não nos ficam bem, e devemos desistir dos caminhos, que nos levaram sempre aos mesmos lugares, e conseqüentemente trouxeram os mesmos resultados.
Se quisermos um 2011 realmente melhor, a virada do ano não pode ser somente uma data no calendário, mas um momento para repensarmos tudo o que fizemos, refletirmos o que desejamos, e investirmos decididamente nos sonhos que almejamos realizar.
Não podemos prever o futuro, mas podemos inventá-lo, com atitude e com determinação, buscando diariamente a felicidade que tanto desejamos.
Pense nisso e que tenhamos, TODOS, um 2011 maravilhoso e repleto de realizações!!!
Teu nome completo
Se forma com flores
Num fim de tarde
De um verão profundo,
Um beijo adoçado
Com cores tão vivas
Fizeram o sentido
De toda minha vida.
Ah se o mundo soubesse
O quanto te amo…
Quando nos separamos de alguém que um dia amamos temos a certeza que chegou o nosso fim e o fim de tudo que um dia planejamos com essa pessoa, mas temos que ter a certeza que iremos achar uma pessoa que vai fazer todo nosso passado acabar e fazer tudo o nosso futuro começar a fazer sentido novamente.
Quase Morri
Eu vivi dentro de um calabouço,
Aprisionado sem poder sair
Para mim era o fim do mundo,
A vontade era sair dali.
O inimigo fez de tudo,
Pra minha vida acabar,
Mas apareceu um homem,
Que estendeu a mão para mim ajudar.
(refrão)
Foi jesus o nazareno, foi jesus o filho de deus,
Foi jesus o carpinteiro que me amou primeiro e a vida me deu. (bis)
O meu coração batia forte,
Como quem diz é o fim,
Pensei tudo estar perdido
Não aoarece um amigo que tenha pena de mim,
Mas quando eu estava chorando,
Ouvi alguém falando, me dizer-me assim,
Não temas eu estou contigo,
Sou eu teu amigo e vou te fazer feliz.
(refrão)
Foi jesus o nazareno...
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