Agora
Há um instante em que tudo aquieta.
O mundo não corre.
O coração entende —
é agora, sem pressa.
A vida fecha o que não sustenta,
abre devagar o que pode florescer.
E quando não é hora,
ela apenas silencia.
O tempo certo é gentil.
A hora certa, quase um beijo.
Quem sente… sabe.
E só vai.
“Liberdade Não se Negocia”
Meus limites agora incomodam sem dó,
pois minha liberdade não se vende, nem por troco, nem por pó.
Continuo o poema com versos de liberdade,
Pois por definir limites virei um vilão que dizem que só fala maldade.
Não os culpo pela arrogância, pois não possuem mais o objeto da ostenta ocasião.
Estavam distraídos demais, preocupados com stories em suas redes sociais, embriagados na roda do escarnescimento que durante anos colocaram minha dignidade no altar.
Mas nesse lapso das suas loucuras que comecei a me libertar.
Sem nínguem perceber, sai de fininho.
Cantando no silêncio da alma, meu redentor me ensinou a sair bem mansinho.
Já não danço conforme o som da manipulação,
não sorrio pra mentira nem disfarço opressão.
Chamavam de amor o que era controle,
gritavam “cuidado” pra manter oculto as minhas escolhas.
Mas eu vi tarde ou cedo, a máscara cai,
e o que chamam de zelo, é só medo que atrai.
Minha alma cansou de viver com contrato,
com cláusula oculta e afeto barato.
Hoje sou cláusula viva, sou artigo final,
sou o próprio decreto contra o amor desigual.
Se minha liberdade fere, então reveja o seu jogo,
pois não sou mais brasa pra acender o seu fogo.
Não sou sua régua, nem sigo seu mapa,
aprendi a voar fora da sua capa.
A liberdade de antes era só decoração,
era o laço bonito que amarrava a opressão.
Hoje não, hoje é grito, é peito aberto, é estrada,
é dizer “não” sem culpa, sem volta marcada.
Me compare com quem quiser, não vou recuar,
porque só quem já foi cativo, sabe o que é se libertar.
E eu me libertei não pra fugir do amor,
mas pra não sangrar mais por um amor sem valor.
Que fique aqui registrado, meu Redentor vive e me comprou com alto preço.
Foi na Cruz do calvário que ele deixou a palavra final.
Então não venham ensinar qual é meu papel, se sou seu vilão é porque meu personagem agora é real, e não vive por migalhas nem por troféu.
Então guarde seus “mas”, seus “calma”, seus “porém”,
eu sou tempestade pra quem vive de amém.
Matador de gigantes, com cinco pedrinhas e um basculante.
A favor do Deus vivo.
Inegociável e adiante.
Desafios!
Para que a pressa? Se agora posso contemplar o (des)conforto da vida.
De que me adianta o medo?
Se a existência é indubitavelmente um desafio que nos assombra continuamente.
A hora de começar é agora. Quando será o fim, não sabemos, mas esse dia chegará. Por isso, aproveitemos cada oportunidade, fazendo o que precisa ser feito
Como os estudos demoram a dar frutos na era do “aqui e agora”, atalhos estão em voga, saberes vão embora, educação perde a rota.
"O agora é mais valioso que o futuro que ainda não existe e mais importante que o passado que não existe mais."
Viva o agora! Quem te estima, reconheça.
Deixe as ofensas partir, o perdão ser a promessa.
Sem temer o amanhã,
viva intensamente cada instante,
pois a vida é um ciclo,
um recomeço constante.
Livro: O respiro da inspiração
Em lembranças antigas ou em sonhos adiante, o agora se esconde num instante. Mas na serenidade calma, há a verdade: viver o presente é a melhor felicidade. No tempo presente, a vida encontra sua plenitude.
Livro: O respiro da inspiração
Viver é estar no agora nos risos, nos gritos, nos imprevistos, no abraço do tempo, no passo torto, no susto, nas dores e nos sabores.
De agora em diante, você vai fazer duas coisas. O que eu quiser e quando eu quiser.
"Ainda estou aqui"
Eles me viram cair,
e pensaram:
“Agora ele desiste.”
Me calaram com papéis,
me traíram com sangue,
me julgaram sem escutar.
Levaram meu nome,
meu sustento,
minha casa,
minha fé por instantes.
Mas não levaram tudo.
Porque uma coisa permaneceu:
eu.
Eu — o homem que escreve nas cicatrizes,
que empilha ruínas e chama de fundação.
O homem que sangra, mas não se curva.
Que não tem medo de dizer: “fui ferido.”
E mesmo que a justiça tenha preço,
minha verdade não está à venda.
Ela pulsa em cada verso,
em cada passo cansado,
em cada silêncio que não é rendição —
é força contida.
Eles pensaram que tinham vencido.
Mas esqueceram:
quem sobrevive à injustiça
aprende a renascer inteiro.
E eu?
Ainda estou aqui.
E agora, com voz.
Falo tudo que tu gosta
Faço tudo que tu gosta
E eu gosto, gosto muito de você
E agora que eu tô sozinho em casa
Eu vou deixar a porta aberta
Pra se caso você quiser voltar
Eu gosto, gosto muito de você
E agora que eu tô sozinho em casa
Eu vou deixar a porta aberta
Pra se caso você quiser voltar
Então por favor não vá demorar
Não sei ao certo em que ponto da caminhada você está agora. Se no meio do cansaço, da espera, da luta ou se já conseguiu escutar o som manso das respostas chegando. Deus tem o seu próprio tempo. E agora, Ele está abrindo espaço para te alcançar. Às vezes a vida parece tão difícil, mas respira fundo. Porque está vindo aí uma fase linda. Daquelas que a gente nem acredita no começo. Mas será como se, de repente e, Deus decidisse alinhar tudo para tr
mostrar que o melhor continua por vir. As coisas vão começando a dar certo. Sem pressa, mas com carinho. Um carinho que só Deus tem. Você vai perceber estar vivendo o que antes só conseguia imaginar. Não vai ser perfeito. Afinal, o processo sempre dói um pouquinho.
Mas dessa vez terá sentido. Como quem entende que tudo tem um propósito. Você viverá uma fase da vida de orações respondidas e milagres. A fase da colheita. Das sementes que você plantou quando ninguém via. Dos sorrisos que ofereceu. Do bem que você fez sem esperar de volta. Vai acontecer aos poucos, como tudo que é de verdade. Um sinal aqui, uma coincidência ali, um alívio que você não sabe explicar. Você vai sentir a alma voltar a vibrar como se a paz te abraçasse, te acolhendo, depois de tudo o que você passou.
Viva o momento, o presente, o agora. Desvende a vida e faça dela um tesouro. Passado ficou, em lembranças se foi. No futuro incerto, não mora a verdadeira glória.
Livro: O Respiro da Inspiração
É, a dor virou livro,
e o silêncio agora tem voz.
Cada linha, uma cicatriz.
Cada página, um grito disfarçado.
Escrevo pra não explodir.
Respiro entre palavras afiadas.
Viver doeu.
Escrever salvou.
A era do novo normal já passou.
Agora, é tecno-coexistência em vida algorítmica.
E isso pede mais do que atualização: pede presença.
