Adivinha
Adivinha, as linhas que hoje escrevo, são livres, não estão mais ligadas ao passado.
São apenas relatos soltos de momentos ao vento.
Não carregam as sombras do passado, nem tampouco relatos de você.
Então, pare, apenas pare de tentar decifrar o que nunca foi capaz; pare de querer decifrar minha vida!
Cuide de seu palácio, porque do meu, cuido eu!
Eu não sou adivinha, mas...
Eu não sou advinha, mas consigo enxergar melhor o meu futuro, me vejo num refúgio de paz e felicidade, desde que encontrei o teu coração, te garanto que me encontro todos os dias em um lugar seguro. Agradeço por você ter a habilidade de me olhar devagar e ter reconhecido em mim o seu "Príncipe de Cavalo Branco", olho com alegria alguns anos a nossa frente e vejo a construção da nossa bela história, foi difícil, mas eu consegui levantar o nosso castelo e você tem nessa moradia a vida que pediu a Deus, pois fostes coroada como a minha Princesa e o meu amor se curvou perante o teu, pois o teu coração de tão humilde, tratou o meu como o teu bem mais valioso.
Eu não sou advinha, mas consigo enxergar algo de magnífico acontecendo na minha vida todos os dias, porque sei que o meu maior presente será vivê-los com você.
Adê de Oxum
para cobrir o quê
a nossa poesia
não quer ocultar,
e ninguém adivinha
que eu e você
sem mais nem
menos e o porquê
viramos um.
