Adeus meu Amor a Morte me Levou de Vc
A morte
A morte te espreita em cada esquina.
A vida inteira te segue e maquina.
Aproveita, então, a vida e vive com alegria.
Usufrua de cada momento do dia.
A morte vem... te apunhalá-la.
Não há como dela fugir.
Toma o que tens de mais precioso
Leva com ela teu bem mais valioso.
A morte vem e leva consigo
Todos os teus sonhos e direitos...
A morte te marca de bala...
Definitivamente, a morte não está nem aí contigo.
Vi o céu nascer cinza e a morte morrer dentro de mim... Hoje ainda tô meio cinza, feito chumbo.
Eu sei, o que mais me contamina, são as cinzas queimadas deste céu cinzento!
Antes de ter pena dos que quiseram pecar a vida inteira e só na hora da morte pedem perdão pelos seus pecados, tenhamos realmente pena dos que vivem evitando pecar e sempre pedem perdão porque são induzidos a acreditar que pecaram.
Passamos a vida inteira com medo da morte mesmo sabendo que inevitavelmente esse será nosso fim....
Rio da Morte
Vento sombrio
Que sopra sobre
Este rio de tormentos
Do qual estou dentro,
Imerso em vil sentimento,
Passa pesaroso e friorento
Tal qual os versos arenosos
Deste aqui poeta sutil,
Gelando a água ribeira,
Trazendo uma mágoa inteira
Que me vai dissipando.
Estive amando -
Razão pela qual estou
Sofrendo e chorando.
Uma paixão sem sentido
Dum coração atrevido
Que ama o impossível,
Sonhando ser visível.
Na cama quente
Com a fronte ardente
Me assoma uma fonte
Incandescente de desejo,
Que se soma aos latentes
Arquejos de minha mente.
Mas meu pejo me desengana,
Dizendo que ninguém mais
Me ama, que é inútil insistir
Nessas fantasias de sentir
Sem toque físico, apenas
Um choque psíquico.
Uma lição de Filosofia.
Uma questão de Psiquiatria.
Por isso estou aqui,
Tremendo de frio,
Morrendo neste rio
Chamado realidade,
Me afogando em
Minhas próprias verdades,
Ao acaso de ópias ilusões.
Tudo aqui é raso,
Cheio de distorções
Tal qual as veleidades
Que tanto me torturaram.
Receio já estar perdendo
Os sentidos, deixando
Para trás este mundo,
Me indo ao infindo
E profundo Estelar...
Deixar-me ir, partir
Para uma nova jornada
De auto-conhecimento,
Um breve momento
Entre viver e existir.
E saber que nada
Na vida é em vão -
Um porvir, uma partida
Para alguma lição
Que nos faça evoluir.
Grande e exuberante atormentador é o estado pecaminoso, ele pulsa como um coração gerido pela morte e lamenta como um rio em declínio com a chegada da mais severa seca, cada indivíduo então lentamente parece resmoer o mesmo ciclo um mal constituído e defendido por esse mesmo estadual modo errôneo de viver, longe das diretrizes do Criador do Universo, afastados do seu amor ímpar e inegociável, uma armadilha real e concreta, um passo aliado ao declive, existe portanto um fim eminente e aplicável para as lágrimas da culpa essa que tão amargamente chicoteia seu ser, escraviza sua alma, terrível sensação do dissabor, pesadelo fluente oriundo de um viver sem Deus, sem os pilares da graça, eu vi sorrisos apagando-se a mando da presença malevolente do pecado, mais das cinzas um Jó renasce por meio da graça motriz do Altíssimo, No grafar do mais inspirado salmista temi o revelar de um charco de lodo, em sussurros um âmago desorientado, quem pode ser liberto? Então como o sol sem reavisos nascerá em mim um dia de esperança presente no olhar de Cristo e o fardo leve foi a procura sabia do meu proceder, como posso observar o meu notório momento de euforia e até divulga-lo mais nas obscuridades sei o quanto seres humanos como nós em vezes temos pedras em mãos ao invés de denários e hospedarias bem como o notável remédio sarador de feridas, pecadores quem somos senão pecadores, mais assim como o poder gracioso do calvário nos tocou e nas horas dolorosas, optamos pelo toque na santa orla do mestre Jesus, vamos anunciar aos fracos uma força salvivica e perdoadora, e em seus pesares, um bálsamo proveniente de um arrepender reformador, e de um aceitar eloquente, a razão por tanto ouvir ler e saber desse pregador as lindíssimas e preciosas palavras do Senhor é a mesma que me torna feliz todos os insistentes, saber que o pecado trouxe
abundantemente medos e incertezas mais a graça de meu Senhor Jesus Cristo me apresentou superabundatemente a alegria incansável da felicidade e o Amor Perfeito do próprio criador, ainda existe chance! Salve-se! Salve-se em Jesus leia a bíblia creia na bíblia, viva com Deus.
A vida é uma curta pausa na sala do tempo da morte. Condenar alguém ao inferno por pecado seria o mesmo que condenar uma criança que se comportou mal no recreio à pena de morte
Se pecados realmente existem,
eles são pagos em vida,
não em morte.
Em morte
se descansa dos outros,
não de nós mesmos.
Morte às crianças! Dizem os glutões. Morte aos racionais, dizem os padres, que depois de anos de estudo não sabem o mínimo do segredo do amor. Morte aos camelos! Diz os protestantes, que apenas são sanguessugas de vida, não ensinam e apenas repetem o que Jesus Cristo havia feito.
Estas três metamorfoses estão na calmaria total, mas as verdadeiras de uma criança, ou pelo menos os próprios sacrilégios, mas a real situação é a quarta metamorfose.
Digo-vos aqui e agora a quarta metamorfose é a do Aviano, não está escrito em nenhum livro, são crianças que criaram asas e voaram, para apenas buscar o sentido. Que homens são esses, que matam, destroem, diz Panemorfi em seu túmulo. Panemorfi e Mávros estão além do bem e do mal.
