Adeus meu Amor a Morte me Levou de Vc

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Dedicado a aquele que me tirou o sorriso
Dedicado a aquele que levou meu coração,
pobre quase não palpita...
Dedicado a aquele que decepou minhas asas,
Dedicado a aquele que passou pro território inimigo,
Dedicado a aquele que conquistou meu amor,
Dedicado a aquele, aliás, aqueles dois inimigos que não me incomodam mais.
E se me perguntares porque dedico a eles, simplesmente os responderei:
Devo a eles a vontade de vencer, pois fui colocada em uma grande guerra
onde meu maior amor se uniu ao meu maior ódio.
E com isso aprendi que meu poder de luta é mais forte, pois não luto com armas,
ou bombas. Luto com palavras, que nos ouvidos tais, agradam um pouco mais.

Já gozei de boa vida
Tinha até meu bangalô
Cobertor, comida
Roupa lavada
Vida veio e me levou

A esperança perdida

Quem sou?
Não sei.
Talvez o vento
Levou o meu nome.
Só não sei pra onde.

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

". seduziu, mas não quis se envolver nunca me levou a serio então eu resolvi te esquecer. "

(Sorriso Maroto)

⁠A vida é finita, e a morte é inevitável. Todos vivem nas mesmas condições.

O Amor Mora ao Lado (série)
1ª temporada, episódio 14.

No segundo que ela abriu seus olhos e olhou pra mim, eu soube. Ela seria a minha morte... ou ela seria aquela que finalmente me traria de volta à vida.

SORTE

"O vento me trouxe seu jeito doce
Seu olhar encantou meu coração
Trouxe emoção ao meu mundo
Seu sorriso meu desejo infinito
Hoje sei que tive sorte ao te encontrar
Minha vida ficou melhor depois do seu lado estar
Não tenho medo de mais nada a não ser de te perder
Eu te amo,preciso estar nos seus braços meu bem querer..."

O Cão Sem Plumas

A cidade é passada pelo rio
como uma rua
é passada por um cachorro;
uma fruta
por uma espada.

O rio ora lembrava
a língua mansa de um cão
ora o ventre triste de um cão,
ora o outro rio
de aquoso pano sujo
dos olhos de um cão.

Aquele rio
era como um cão sem plumas.
Nada sabia da chuva azul,
da fonte cor-de-rosa,
da água do copo de água,
da água de cântaro,
dos peixes de água,
da brisa na água.

Sabia dos caranguejos
de lodo e ferrugem.

Sabia da lama
como de uma mucosa.
Devia saber dos povos.
Sabia seguramente
da mulher febril que habita as ostras.

Aquele rio
jamais se abre aos peixes,
ao brilho,
à inquietação de faca
que há nos peixes.
Jamais se abre em peixes.

Ventos nos umbrais
janelas antigas,
modernos varais.

Laços sonoros
asas e afagos - cacos -
tragos de luz.

⁠Carta para Jesus,

Venho aqui, pedir encarecidamente, que destrua a minha vida.
Odeio viver e estou cansado de tudo.
Sei que é errado o que estou fazendo, mas não tenho planos.
Minha vó se foi e tive mais um casamento destruido.
Não tenho objetivos e não vejo sentido na vida.
Não me importo para onde eu vou.
Só peço que o Senhor realize meu sonho.
O ódio e o desprezo que tenho pela vida é muito mais forte do que eu.
O inimigo conhece meus pontos fracos e usa categoricamente.
Sei que estou condenado ao fogo eterno.
Mas só o Senhor pode me dar uma morte digna.
Não peço dinheiro, status e nem ascensão, só peço a morte.

Inserida por SemSalvacao

⁠ROSA SELVAGEM

Antes da morte, a sorte.
A rosa selvagem com suas pétalas endurecidas.
A visita do desafeto que acha que faz o bem, a quem?

Inserida por gamalielmoreira

Me levou pra passear depois,e fez com que esse amor crescesse tanto em mim.

meus pensamentos o vento levou e na boca ainda sobra um gosto esquisito de amor, essa vida louca brincando de sentir dor...

Tenho muitos amigos... ou melhor dizendo, tenho imensos conhecidos... Mas quando estou na "fossa", só uma pequena quantidade me ajuda. Podem ser poucos mas são bons.

meu amor...
Oi, acordei tarde hoje só pra sonhar mais tempo com você, que pena que o sol veio tão cedo tirar-te do meu mundo. A cada dia conto as horas lentamente quando poderei dizer cada palavra de amor que escrevi nas páginas do meu coração e assim derramá-las em seus ouvidos? Quando perceberás que cada olhar que lanço em tua direção são vários “eu te amo” ditos pelo silencio de minha timidez? Quando oh bela de minha vida perceberás que cada vez que te tocava meu coração se derramava de amores dentro de meu peito afogando sua imagem esculpida nele? Queria que o tempo não passasse enquanto estou com você, tempo cruel que se apressa a correr, ferindo-me com a idéia de separar-me de ti, oh amada minha.
Não fez nada para merecer tudo o que sinto, porém tudo o que falei é muito pouco em comparação com o que tenho dentro de meu peito, pequeno demais para suportá-lo... O mundo em que guardo os meus sonhos é pequeno demais para guardar por o que sinto por você. Preciso dizer, não posso conter tudo isso dentro de mim: EU TE AMO e não consigo imaginar outra pessoa ao meu lado, minha vida é triste demais sem você, arde dentro de mim o desejo de declarar o meu amor por ti, mas emudeço quando penso no simples fato de ouvir um não de seus lábios que tanto quero junto aos meus, não posso falar, me assusta correr tanto risco, no entanto te escrevo com todas as letras...EU TE AMO e não deixarei de te amar, mesmo que você peça, não adianta, decepcionei meu coração ao amar quem não me ama...amando...você .

Amo-te como o vinho e como o sono,
Tu és meu copo e amoroso leito...
Mas teu néctar de amor jamais se esgota,
Travesseiro não há como teu peito.

Álvares de Azevedo

Nota: Trecho do poema "A Lagartixa"

Meu pobre coração que estremecia,
Suspira a desmaiar no peito meu;
Para enchê-lo de amor, tu bem sabia.
Bastava um beijo teu!

Álvares de Azevedo
Lira dos Vinte Anos

A T

No amor basta uma noite para fazer de um homem um Deus.
(PROPÉRCIO)

Amoroso palor meu rosto inunda,
Mórbida languidez me banha os olhos,
Ardem sem sono as pálpebras doridas,
Convulsivo tremor meu corpo vibra...
Quanto sofro por ti! Nas longas noites
Adoeço de amor e de desejos...
E nos meus sonhos desmaiando passa
A imagem voluptuosa da ventura:
Eu sinto-a de paixão encher a brisa,
Embalsamar a noite e o céu sem nuvens;
E ela mesma suave descorando
Os alvacentos véus soltar do colo,
Cheirosas flores desparzir sorrindo
Da mágica cintura.
Sinto na fronte pétalas de flores,
Sinto-as nos lábios e de amor suspiro...
Mas flores e perfumes embriagam...
E no fogo da febre, e em meu delírio
Embebem na minh’alma enamorada
Delicioso veneno.

Estrela de mistério! em tua fronte
Os céus revela e mostra-me na terra,
Como um anjo que dorme, a tua imagem
E teus encantos, onde amor estende
Nessa morena tez a cor de rosa.
Meu amor, minha vida, eu sofro tanto!
O fogo de teus olhos me fascina,
O langor de teus olhos me enlanguece,
Cada suspiro que te abala o seio
Vem no meu peito enlouquecer minh’alma!

Ah! vem, pálida virgem, se tens pena
De quem morre por ti, e morre amando,
Dá vida em teu alento à minha vida,
Une nos lábios meus minh’alma à tua!
Eu quero ao pé de ti sentir o mundo
Na tu’alma infantil; na tua fronte
Beijar a luz de Deus; nos teus suspiros
Sentir as virações do paraíso...
E a teus pés, de joelhos, crer ainda
Que não mente o amor que um anjo inspira,
Que eu posso na tu’alma ser ditoso,
Beijar-te nos cabelos soluçando
E no teu seio ser feliz morrendo!

Dezembro, 1851

Culpa

Cheguei cansada.
Colhi as flores
Murchas, coitadas,
Descoloridas, empoeiradas,
Pareciam mortas...
Reguei as flores,
Como sangue em carne viva,
Dilaceradas, de pétalas escorridas
No ralo da pia.
Não ressuscitaram.
Agora vão me culpar por todas as queimadas da vida.

Inserida por MeMorte