Adeus meu Amor a Morte me Levou de Vc

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⁠Se pensarmos bem, nossos amigos, parentes, familiares... nem sempre estão presentes em nossas vidas.

Vivemos o tempo todo entre ausências e presenças.

Nosso desespero vem da ausência definitiva trazida pela morte.

Às vezes ela chega assim tão calma, outras vezes chega violenta... Mas sei que a oportunidade que temos de te ter uma vez, os anjos gostariam de ter... ( Morte )

Inserida por AdrianoBarcelos

“O universo tal e qual conhecemos atualmente, assim como todos os demais universos paralelos do multiverso, obedecem a um ininterrupto, dinâmico e perfeito processo de renascimento, onde os satélites naturais, os planetas, os sistemas planetários, as galáxias e o(s) universo(s) cumpre(m), há eóns, um ciclo inexorável de nascimento, vida e transição, onde nada, absolutamente nada, se cria ou se perde, apenas se tra e sincronicidade entre o alfa e o ômega, o micro e o macro, o eu nsforma, se transmuta, se aprimora, evolui, em conformidade com os sete princípios universais e imutáveis, estabelecendo um perfeito equilíbrio, reciprocidade menor e o Eu Maior, a criação e o Criador.

Assim como tudo está contido no Todo e o Todo a tudo contém, da mesma forma que nada é, tudo está, assim como o que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima, nós seres humanos, os demais seres vivos (reinos animal e vegetal) e a matéria inorgânica (reino mineral), juntos, constituímos uma fração infinitesimal da amálgama universal e estamos sujeitos as mesmas leis e princípios universais. Tanto que em nosso corpo, em nosso sangue, encontramos traços dos minerais presentes na natureza, em nosso planeta, assim como nos demais planetas e meteoros. Somos, portanto, pó de estrelas, poeira cósmica no torvelinho sideral. Somos filhos e filhas de DEUS!

Sendo assim, da mesma forma que o(s) universo(s), nós, seres humanos, estamos sujeitos ao mesmo processo, ao mesmo ciclo, nascemos, vivemos e cumprimos nossa transição, de forma ininterrupta, ao longo do tempo, através da encarnação, existência, transição e reencarnação, em um compasso ciclotímico e inexorável, de aprimoramento do ser, da alma e do espírito. Portanto, a MORTE, enquanto conceito, não existe, o que existe é a TRANSIÇÃO da carne para o espírito, quando ocorre a transmutação do fluido vital para a essência espiritual, na perspectiva da evolução do espírito, imortal, e que outrora estivera encarnado enquanto alma em um corpo, em um indivíduo, que aqui, nesse plano, cumpriu seu propósito existencial no infinito espaço-tempo do multiverso.”

Inserida por Infinitum1959

Feche os olhos e tente dormir!
Estranho saber que ao dormir passamos por uma fase parecida com a morte, talvez seja para relembrar-nos que temos que nascer e morrer todos os dias!

Inserida por StefaniCastro

Todo problema parece insuportável para aquele que estão passando, mas olhe ao lado é você verá que tem pessoas que estão passando por coisas muito piores.
Reclamar não adianta, o que ajuda mesmo é arregaçar as mangas das camisetas e ir a luta, pois o único problema sem solução é a morte, e pra me em alguns momentos ela pode ser a própria solução.

Inserida por PHLimadeJesus

Ana Julia...

Ana Júlia já percebera em seu corpo alguns sinais do tempo, as mulheres são mais atentas, normalmente cuidam-se mais, mas suas mãos evidenciavam o que os afazeres de todos os dias vinham adiando, ter a consciência de que anos se passaram.

Sem saber ainda porque, em plena manhã de domingo, esse olhar mais atento para essa parte de seu corpo fez com que pensasse em como estava sua vida frente aos planos de sua juventude, quando imaginava para si um mundo sem limites e uma certeza de que poderia ser e fazer o que quisesse de sua vida.

Estava só, o esposo e as três filhas, jovens adultas, haviam saído para fazer algumas compras necessárias para uma pequena viagem de fim de semana numa casa de campo cedida por amigos.

Um pouco confusa com essa inquietação aparentemente sem motivo buscou em uma gaveta da cômoda uma delicada caixa de música, cuidadosamente guardada, ainda envolvida em tecido aveludado.

Mesmo sem acionar o mecanismo daquele relicário ouvia a suave música a tocar, lágrimas e uma intensa tristeza a envolveram no mesmo ambiente onde crescera e presenciara a lenta agonia de seu pai, época em que a tuberculose assombrava as famílias.

Nunca o perdoara pela vida boêmia e descuidada que o afetara e também à toda família, só não ficaram sem um teto porque a casa era fruto de herança de sua mãe, que mantinha o básico lavando, passando e costurando roupas para famílias de posse das redondezas, logo que aprendera Ana Julia também participava desse ofício.

O que mais a incomodava naquela época era a postura de sua mãe que, em muitas das noites que passara acordada preocupada com o marido, ficava em oração sem reclamar e de onde se abastecia de toda a energia de que precisava para continuar.

Ana Julia ainda mantinha vivas as lembranças das várias madrugadas quando, acordada e envergonhada, ouvia o pai entoar músicas ininteligíveis, enquanto era uma vez mais carregado pelos amigos da noite casa adentro, com as vestes sujas e cheiro forte de bebida, Ana Julia, observara incontáveis vezes daquele quarto sua mãe, gentil e resignada, o acolher e o acomodar como podia no surrado sofá da sala.

Durante anos e inúmeras noites em que a mesma cena se repetia sua mãe com o passar dos anos adoecera, e, enquanto seu pai estivera vivo, ela, com o que lhe restava de forças, dele cuidava sem reclamar.

Logo após o falecimento de seu pai sua mãe também se despediu de sua vida de entrega e amor, em seu leito Ana Julia a questionara uma única vez, porque permitira tanto sofrimento e humilhação sem reagir ou reclamar, em resposta ouvira, “sempre soube que você esperava uma reação minha, me perdoe, chegará o dia em que você entenderá”.

Ana Julia buscava ainda a compreensão de tanta abnegação, doação e amor em meio à doença, restrições e vergonha ao longo de tantos anos com o consequente afastamento da maioria dos familiares e amigos.

Finda em sua mente a música suave e delicada, com mais atenção olhava para a caixa de música e relia uma frase por seu pai gravada, “Meu amor me perdoe por todo o sofrimento que te causarei”.

Sua mãe fizera uma escolha consciente, sabendo o que enfrentaria na vida ao lado do companheiro que amava.

Iguais à ela quantas pessoas mais possuem essa força que, para quem está de fora observando sem compreender, beira à loucura, à baixa autoestima e ausência de amor-próprio?

Ana Julia, logo após a morte de sua mãe, decidira que não repetiria aquela história e hoje ainda busca a sua resposta, “...chegará o dia em que você entenderá”.

Inserida por pauloafonsobarros57

Morrer sem deixar um legado é morrer duas vezes.

Inserida por mantoar

SOVAS E CRENÇAS

"Sovas e crenças no estágio condoído,

Sejam fortes para me esculpir

No esplendor de meus currículos.

Não assaltem sem me empoçar,

E corporalizem sobras de meus estampidos.

Tristes são os moldes que suas ostentações

Respiraram sobre mim

Roubando-me urbanidades e cerrações,

Quérqueras e simulações,

Trazendo-me a insistência das perrices

E o estrume da morte.

Se o culto me entulha,

Divulgo descargas de simploriedades.

Se me estufo na gana de gestar peripécias,

Destituo meu fogo eterno

E me comprazo de nunca ter sido

Espera de contos e entrevamentos."

CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES

Inserida por CAROLINE__GUTERRES

⁠uns atravessam o inferno tocando gaita
outros se lamentam no paraíso
uns explodem fingindo que acontece nada
outros fazem belas moradas no precipício

uns fogem de si
outros abraçam seus demônios
uns se cuidam pra continuar a existir
outros dançam com a morte em meio aos escombros

muitos apaixonados
tantos de má fé
uns na contramão
outros seguem a maré

poucos perfeitos
talvez nenhum
mas muitos na busca
mesmo com nada em comum

e eu aqui
refletindo a passagem
perspectiva que obtive
observando da margem

mesmo tentando ver além do céu aberto
a vida não perdoa ninguém
caminhando em direção ao incerto
sou só mais um refém

Inserida por marcus_aj

⁠tipo um calor gelado
um frio quente
a gente se prende
preso na mente

uma liberdade impotente
uma escravidão transcendental
fingimos que ta tudo certo
o mal deu oi, o bem deu tchau

afinal, como diferenciar?
a dor que machuca também vem ensinar
a verdade é uma ilusão
é tudo vista de um ponto a se olhar

preferimos o ponto que nos convém
melhor que ninguém, é o que dizemos
mas sempre um passo a frente do outro
a desculpa é que nós merecemos

cordeiros quando expostos
lobos no anonimato
ser humano de aparências
nunca quer ser pego no ato

a questão não é nem é essa
o ponto é a hipocrisia
julgamos o próximo
como se vivêssemos nas mil maravilhas

a vida é sofrida
é uma lapidação sem dó
muitas vezes ardida
vivendo o resto dos dias até voltar ao pó

aqui todo mundo nasce morto
temos rédeas na mente
e quem ousa viver
acaba morrendo novamente

Inserida por marcus_aj

Quando a noite veio
O frio da ausência
De quem ainda não conheço
Tomou conta da casa
Que pertence
A quem jamais a habitou.

E nos corredores
Onde deveria haver vida
Não mais se ouvia
Do que os soluços
Do choro sentido
Do que chamamos
De solidão.

E a luz
Que com o passar das horas
Deveria ter sido apagada
Manteve-se acesa
Tal como um farol
Que espera e procura
Por um navio
Que nunca virá.

E estas palavras
Foram ditas
Como o grito
De quem não quere
E não pode mais
Esperar.

Assim nascem
As mortes do ser.

Inserida por UHQS

Lamentavelmente nenhum de nós poderá acompanhar o próprio enterro.
Nós, que temos vivido com tanta pompa e preocupação com o futuro, não poderemos estar de pé neste momento onde todos nossos momentos resumem-se e finalmente e oficialmente, tornaremo-nos iguais aos demais.


Será frágil o momento derradeiro, nossa mão de aço e alma de ferro nada poderão fazer por nosso orgulho recém deixado nesta terra.


Alguns irão chorar, infelizmente talvez só possamos ler pensamentos, e eles dirão mais do que as lágrimas momentâneas.


Neste tempo, apenas teremos sido.
A ausência fará de nós uma coleção rápida de esquecimentos sucessivos.


Estarão lá os supostos amigos
todos em meio as partes interessadas.
De fato será um bom momento para não ter como intervir.


Pegarão nas alças do caixão e nela com certeza irão sentir a frieza de um último aperto de mão.
Muitos não sentirão qualquer diferença,
Embora seja... um adeus de carne e ossos dado a uma alça metálica.


Nenhum de nós irá ao próprio enterro.
Caberia, se fossemos, questionar como alguém que era tão importante pode virar pó.
Caberia, se servíssemos ainda para alguma coisa, perguntar porque o fim não permite qualquer distinção.
Tanto o caixão como a cova, sem contar os enfeites externos, são comuns a todos.
não há lugar para o orgulho, para a exploração e para o ódio.


Triste fim, para um anfitrião de corpo presente.

Talvez sinta-se até.... vontade de morrer !

Inserida por UHQS

Você solta laser pelos olhos ? Você pode voar ? Você é a prova de balas ? Não !? Então você é igual a mim.

Inserida por GuilhermeFariaAlves

Criticamos enquanto estiver vivo, ⁠elogiamos quando estiver morto.

Inserida por I004145959

⁠O lado ruím de nascer, é estar destinado a sofrer até morrer.

Inserida por Pedrohenrique7

⁠Sem grandes problemas, vivemos separados de nossos entes queridos em várias circunstâncias da vida.

No entanto, quando chega o fim, a morte, o 'para sempre', o 'nunca mais nos veremos', a dor é intensa demais.

Inserida por I004145959

⁠Seria muito egoísmo da minha parte desejar que todos morressem e eu permanecesse eternamente.

Inserida por I004145959

Em vida, por vezes, já convivíamos sem a presença dos nossos entes queridos.

Mas, o "para sempre" trazido pela morte é insuportável.

Inserida por I004145959

semente infeliz

Era uma semente alada,
com um futuro promissor.
ganhou um berço de lata,
seu futuro virou opressor.
sem perceber caiu na cilada,
não era admirada,
cresceu, ficou entalada,
não sabia que era na lata,
que seu destino era a salada,
e assim a morte a ceifou.

Inserida por Alegoria

Conjugação da Vida

Eu vivo.
Eu, e você vive.
Eu, você, eles vivem...
Nós morremos.
Eles vivem...

Inserida por Alegoria