Adeus meu Amor a Morte me Levou de Vc

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A única coisa que posso te oferecer é a verdade
dentro dela vai embalado meus sentimentos
Meu amor
Meu carinho
meu desejo
tudo embalado na verdade
as vezes a embalagem pode não ser bela, mas é a verdade
as vezes ela pode ser resplandecente, mas é a verdade
só posso te oferecer isso, a verdade

Inserida por chvmattos

Sozinho em meio a densa fumaça que cobre meu quarto, delirando sobre alguns graus de febre e a overdose de remédios, meus fracos pulmões relutam ainda em suspiros para eu não apagar de vez, contudo, não importa, um dia a mais um a menos, lamentos, lamentos, delírios de alguém que já não vive mais, apenas, sobrevive, não espero mudanças, apenas aguardo o final.

Eu não sou daqui,
não vim para ficar.
Tudo o que eu tenho,
tudo o eu posso levar,
está no meu barco.
Agora é hora de voltar para casa.

Ela me chama

O meu peito explode como uma supernova
Dissipando o encanto alegre entre as minhas virilhas
O músculo tenro balança medíocre como um sino
A morte dança e geme desnuda à cada badalada
Me excita
Preciso fomentar o peito com padecimento
Calado no açoite ferir-me à clausura
Conciso e consciente
Morrer.

⁠porque eu ainda tento? Ninguém entende meu ponto, só exigem de mim, querendo que eu seja forte. Mas eu sou forte, eu só não quero ser mais...

Queria ter dito-te que te amava... Que eras o meu protetor em meio a escuridão de minha infância! Queria ter abraçado-te a velhice mais bela que minha ávida imaginação de criança! Queria ter contigo chorado quando juntos estivemos em uma longa tarde de inverno, onde a ti deveria eu ter feito saber o quanto foi inspiração de doce melodia em meu sôfrego arfar. Tua força protetora de quem com asas voa como por liberdade dos mais tristes lugares comuns. Sim, queria ter dito o quando foste meu rosto amigo em momentos de solidão de outrora. E, assim tenho-te como eterno, sempre perambulando nas lembranças de um segundo furtivo que me varam as visões de um efêmero contemplador. Tua voz mais enevoada, que do terror libertava quando criança a minha alma infeliz. Que possam teus feitos emoldurarem as portas dos céus decaídos com pétalas de esperança. Que possa tua face servir de ornato vivo para meu coração já distante de todo cenário febril. Que possas estar no mais belo descanso da paz, como nos mais silentes campos nos aguardando, Jacob, meu irmão!

A sua partida deixou um vazio em minha alma, e uma dor insuportável em meu peito.
Todos os dias são nublados, e uma névoa envolve meu ser. Não existe luz, motivo ou razão que me tire deste torpor... O que faço sem você, meu amor?

Debruço no peitoral da existência esperando a luz do fim do túnel brilhar no meu espírito.(Do livro de crônicas Romanceiro de Goiânia - Doracino Naves).

⁠Meu maior medo é não morrer.

“conduzindo seus olhos para meu rosto
há uma porta aberta na minha pupila
se você me deixar confortável de bruços sob a cama eu vou te conduzir
para um lugar que não existe mais
doces nuvens e canções de ninar
há flores de papel
então repouso dentro de mim por horas
mas se você me ver olhando atrás dos ombros um pouco assustado
eu estou sentindo a minha alma presa
implorado que você a encontre e me leve para a casa
deixe o sangue fluir para meus dedos
me salve do nada que me tornei
respire dentro de mim
há flores de papel, doces de nuvens e um porta jóias
estou vivendo uma mentira
minha alma dorme em um lugar frio
tente encontrar e me leve para casa
assopre ar dentro de mim
essa felicidade não é real.”⁠

⁠Meu sonho é me formar. Ir para a faculdade, conseguir um emprego. Ter filhos, criar os filhos. Viver uma vida comum e ter uma morte comum.

Se, em meu diálogo com meu Deus interno, ouvisse dele que, por algum mérito, eu teria direito a uma graça, vêm-me à consciência ter recebido muito mais créditos do que débitos em toda a história escrita até aqui, não havendo nada mais a pedir. Assim sendo, a única coisa que ainda me restaria esperar seria um último momento sereno, entendendo isso como livre de sofrimento para mim a para os que deixo ao transpor meu portal. Mas sou capaz de assimilar que pelo entendimento de Deus essa serenidade se apresente de uma forma diferente da que concebi.

"Moço, eu não morri não!
Eu apenas saí de cena.
Quando menos esperar estou de volta com meu dengo, meu banzo e meu Eu."
☆Haredita Angel -11.6.17 -.11.08h

"Sorte daqueles que já morreram, Azar o meu, luto para viver e luto para não envelhecer e mesmo assim morrerei".

Do lado de cá,
um abismo
do meu lado!

Do lado de lá,
talvez um
lugar
mais feliz...

Enquanto
estou
escrevendo
tem um
Anjo
me surpreendendo...

Agora somente
me faço
conhecer,
pois são
tantas cores
para o
mesmo pintor.

Ontem,
hoje,
amanhã
tanto
importa
não sei
quem sou,
e nem
para onde
vou...!

Inserida por santos-sp7

Senhor Deus

Cansado de anjos sem asas
um passaro
resolveu chamar

Gostaste tanto do meu amigo
que ao seu lado resolveu colocar?

do silencio do piado
a rigidez do corpo

é confirmado
a alma dele não estava mais lá...

Não fique surpreso nem admirado

apenas com um olhar apatico
pois meu amigo não tive a chance de ensinar a voar


Não aprendeu a caçar
nem a cantarolar
so a pedir comida
e chegar perto quanto eu chamar

Se o senhor o levou
so te suplico uma coisa
cuide bem dele
e me de forças
para mais uma perda
eu conmseguir suportar.

Inserida por boni

Menino novo também morre!
conversa sobre peça nova que estragou no caminhão do meu pai. dia dos pais hj pra variar kk

Inserida por Aelsonj

DÁ-ME ╭✿

Dá-me dêem-me as tábuas
Daquelas que se constroem tudo
Que serão para o meu caixão
Essas tábuas de madeira firme
Rijas pelo tempo de belas árvores
Nas folhagens do despojamento
Para decorar com o uivo dos lobos
Um belo sentido poema jamais escrito
De palavras perfumadas em poesia
Madeira repleta de letras de tantos poetas
Vestidos de leitura despidas de palavras
Dêem-me as tábuas que eu quero escrever
Como foi a minha vida vivida em harmonia
Com o perfume da poesia, dá-me as tábuas
Podem ser de cerejeira, pinho ou castanheiro
Para eu possa finalmente descansar o corpo.

Inserida por Sentimentos-Poeticos

ESCREVO QUE AS CINZAS ❤

Escrevo que as cinzas do meu rosto
São feitas de letras, palavras escritas
Com os dedos de fogo numa melodia
Entre os lençóis de seda preta de lava

Mordo a escuridão num véu que me cobre
O rosto nas cinzas que voam na escuridão
Alma que a solidão tratou virar do avesso
Corro, fujo, entre as rimas de fúnebre

Sentimento meu, para não me afundar
Neste meu amordaçado sentir retalhado
Escrevo as palavras que o meu coração dita
Na poeira que as cinzas deixam na lareira

Resto de fogo, de luz, na sufocada escrita esta
Que corre nas veias, sangue numa prece muda
Muda de letras, palavras sentidas como um campo
De belas papolias que o vento tenta levar a dançar

Num lençol de letras escritas de momentos nossos
Onde o meu corpo pede o teu, num viril vendaval
De palavras, história de amor escrita num deleite mútuo
Nas cinzas que nos cobrem o corpo como fogo.

Inserida por Sentimentos-Poeticos

Quando eu chegar no meu último suspiro direi: UAUUU que vida linda eu vivi! Eu vivi!

Inserida por Todeschi