Adeus meu Amor a Morte me Levou de Vc
Eu chorei a morte dele, com ele ainda vivo... É que o "Ele" de hoje, não é o mesmo que eu conheci há anos atrás... Mas sinto falta dele, como se ele fosse um pedaço de mim, dentro de mim, ele ainda vive, mas quando olho para minha vida hoje, não vejo ele, apenas uma pessoa fisicamente muito parecida.
Ao suicida a morte é a única forma de se livrar de seus problemas; Aos que amam viver a morte não ensina, apenas prova que viver é o único meio de aprender. A fuga não é a solução mais sensata para quem está preso numa cela desde que nasceu. O corpo não é uma prisão, a vida não é uma prisão, mas sim o que o homem faz dela. Só nos sentimos presos e doentes em razão do que o homem fez para tentar obter controle sobre a terra e tudo o que há nela. A sabedoria do homem o levou a lua, mas não o trouxe de volta para sua verdadeira liberdade. Visto que a liberdade necessita de confiança divina, o ser humano se sente inseguro demais pra dizer: Voe da forma que desejar. Porque sabem que o que ensinam no mundo é pura ilusão, é a forma de manter os homens presos em suas próprias celas e pagarem por elas e seus alimentos, e assim manipularem uma falsa liberdade, que ensinam nas escolas, desde sua infância. É injusto aprender uma mentira e crescer sem nenhum alicerce real do que realmente se trata a vida. Por isso, é necessário ser forte para permanecer vivo por mais tempo e trabalhar muito. E quem se destaca no mundo dos negócios recebe um prêmio do próprio homem: O poder da influência. Sócrates veio ao mundo antes de Jesus e foi condenado à morte por falar de liberdade, e não de como se manter preso na cela vazia, escura e covarde da manipulação. Sócrates preparou o povo pro que viria mais à frente. Vejam, as pessoas se tornaram tolas, não falam mais de liberdade, apenas de ilusões, ou seja, do que o dinheiro pode comprar. Mas não se esqueçam, que dinheiro algum compra sua liberdade e a liberdade de toda a população. Os humanos manipulam as palavras de Deus e de sábios para permanecerem no controle, mas não compreendem a verdadeira essência da liberdade. O que adoece o coração humano e põe maldade em seu pensamento é a forma que são obrigados a fazerem dia após dias as coisas que não querem para se manterem vivos por mais tempo e cuidarem de suas famílias. O amor à Deus e ao próximo é o verdadeiro limite da liberdade humana.
" Por que não aceitamos a morte?
Simples, porque não queremos aceitar a perda,
Ficamos em um estado de total negação,
O medo e o desespero de nunca mais vê a pessoa amada é enorme.
Mas isso é egoísmo nosso,
Ou talvez tenhamos inveja de como a pessoa estará melhor sem nós,
Sem dor,
E não terá sofrimento algum.
As únicas pessoas que de fato sofrem,
São seus familiares...
A saudade?
Ela é eterna
E o que fica?
São as boas e velhas recordações.
“Asas de cera, a certeza da morte e o sonho de Ícaro"
Ô vida arriscada, nossa quanta besteira, viver sonhando com a morte, sonhando em tocar a Estrela.
Estrela, linda Estrela, Estrela da minha cidade, arriscaria perder as ceras das minhas asas em busca de reciprocidade.
Estrela, bela rainha, se as ceras que colam as asas dos meus sonhos, suportassem só por segundos o imenso poder dos seus raios, arriscaria sonhar mais alto e nessa peça protagonizar.
Estrela, voar em direção aos raios, que chamo de braços, mesmo significando a morte, seria um prazer eterno, mas vivido em apenas segundos.
Chama-me Estrela, mais vale ser pulverizado pelo calor de suas entranhas do que viver no labirinto, onde as pedras dizem me amar.
Deixe-me queimar a cera das minhas asas e morrer feliz.
Estrela, há prazer em olhar para ti só de relance, ou através da parede de desilusões, pois o humano pode viver sonhando com o céu, é direito, mas não pode experimentá-lo ainda vivo.
Oh Estrela de beleza única e existência infinita, me perdoe em sonhar tocá-la, logo eu que tenho os dias possíveis de serem contados com as mãos,
Chama-me, quero ser dissolvido pela poeira do tempo, só por pensar em uma aproximação, mas, alegre em saber que se fosse possível tal acontecido, seria aceito.
Chama-me Estrela, os dias estão passando!
Se me chamar Estrela, ou quando o fizeres, e as ceras das minhas asas derreterem, isso, antes de atingi-la,
permita que o odor das minhas penas, queimadas por seu calor, se aproximem de ti, a ponto de confundir a quem pensar sobre o assunto,
não permitindo entender se foi meu cheiro que chegou a ti, ou seu raio que me tocou.
De qualquer jeito morrerei.
Sorte minha, Estrela, no labirinto mundano onde as pedras interagem, resta-me o risco de queimar as ceras das minhas asas na pretensão de a encontrar. Olha pra mim Estrela, pois a morte é certa.
Estrela, brilho da minha vida, não fuja, fique onde estás, pois quando as nuvens se interpuserem entre mim e ti, quero apenas a certeza que a conheci, e que você não está longe, está ali.
Sonhar é como ter asas de cera, se o destino não for bem traçado, não nos leva muito longe, ainda mais se o objetivo for o sol com apelido de Estrela. Mas porque não sonhar se a morte é certa?
Estrela seu mundo é frio, mas cheio de eventos diferentes, chama-me para aquecê-la, espero que minhas asas aguentem. Mesmo assim, ainda morrerei.
Estrela, seu amor é a cicuta que aspiro tomar, tudo pelo prazer de saber que, se ingeri-lo, morrerei, mas, se afastarem de mim esse cálice não sobreviverei.
Não lembro quando foi a primeira vez que desejei a minha morte, mas sei que penso desde criança.
Desde criança anseio por esse dia, um dia qualquer.
Todos aqueles que amei morreram ou foram embora. O motivo de ainda estar vivo é que prometi a mim mesmo que não morreria até encontrar algo que fizesse sentido nesse mundo. Estudei, amei, larguei tudo o que me prendia, tudo agora não tinha valor. Esperança? Deixara de existir quando meu pai me expulsou por ajudar minha mãe que também me deixou em troca de um homem qualquer. Morri anos atrás chorando em um banheiro, acho que tinha 17 anos nessa época, tinha percebido que minha mãe me largara novamente por outro homem o que se repetiu nos meus 21 anos.
Minha adolescência foi sufocante, vivi sozinho e aprendi o que sei hoje sozinho. Queria eu ter o amor de alguém novamente.
Não entendo, sempre estudei e mesmo que não estudasse tirava notas boas, ajudei todos no interclasse e minha sala ganhou (guardo a medalha até hoje). Leio livros, poemas, escuto Djavan e Chico Buarque.
Mas então o que falta? Me sinto vazio, quando vejo alguém na rua abaixo a cabeça por respeito a tudo que ela deve ter passado. Devo ser o primo que não faz nada, o que chamam de "vagabundo", sou o filho que não serve, o irmão renegado por ter sido de outra mãe. Choro enquanto escrevo e me pergunto, Quem sou eu?
A morte é o nosso passaporte, para gozo eterno ou tormento eterno.Cuide do seu destino em vida,para não ter decepção ao chegar no destino dos seus atos.
. Os momentos em família
São eternos, a Morte para os
Vivos é um sentimento cruel
Mas para os que Morrem é o fim
Do sofrimento .
Jefferson_monteiro
Pra que ter medo da morte. Se o momento de mais alivio e felicidade são na conclusão, quando um maratonista termina a maratona, quando um aluno termina a prova, nos não devemos ter medo da morte, e sim de não aproveitar a vida. Se o maratonista treinou e se esforçou no caminho ele vai se sair bem na maratona e vai finaliza-la com emoção e sem remorso, o aluno que estudou e aproveitou os momentos nas aulas vai sair feliz com um bom resultado na conclusão da prova, assim como nos na vida, se aproveitarmos , iremos morrer felizes e sem remorco, por isso não temeremos a morte ao longo da vida, isso se torna um ciclo, não temer a morte para poder aproveitar a vida e morrer em paz.
Descansa porque Eu sou seu dono.
Esse mal não é para a morte, entrega nas mãos do oleiro, que Ele fará o melhor para você.
Somente creia, Amém!
“Entender a morte é vital, mas fundamental mesmo é ser “chama”.
Ninguém sabe se estará vivo daqui a pouco ou amanhã, enfim, quanto tempo mais.
Melhor esquecer tudo isso e viver cada minuto como uma chama que só brilha, ilumina o seu redor, e é um meio de acionar ou propiciar tantas outras coisas imprescindíveis à vida…
Importante e imperativo, é crer que uma chama que tem o AMOR como combustível nunca se apagará”
Ney P. Batista
Feb/27/2022
As piores dores do mundo se resumem ao apego:
"Perder", por morte, pessoas insubstituíveis em nossas vidas (por conta do apego que temos).
Deixar de ter em nossas vidas quem amamos (apego).
Uma vez que você entenda que amor, apego e saudade são sentimentos diferentes, a dor se anestesia por mais tempo.
Os psicopatas e sociopatas tem exatamente o apego no grau errado: ou tem apego demais, ou nunca se apegam a coisa alguma.
O mal sempre mora nos extremos.
Para ser normal, seja equilibrado.
Se sentir que não está equilibrado, procure ajuda psicológica.
- Apenas uma reflexão sobre apego.
- Todo mundo tem o seu próprio apego, é do ser humano.
“Eu quero ser lembrada, em vida ou em morte, pelos livros que escrevi, pelos sorrisos que espalhei, pelos sonhos que realizei, mas sobretudo, pelo amor que doei a todos que cruzaram meu caminho.”
Além da Morte, o véu se desfaz, E a alma encontra o seu caminho. Vidas passadas se revelam, Em memórias de tempos antigos.
morte sem vestígios
parti em silêncio incontáveis vezes,
ninguém notou a minha partida,
nenhuma gota de sangue escorreu,
apenas um dilúvio de lágrimas vertidas.
parece denso, eu sei. proponho deixar para trás.
-
pois a vida, fugaz e breve,
merece ser abraçada intensamente,
cada instante, um tesouro,
como se fosse o derradeiro presente.
e, assim, convido, proponho evoluir.
-
vamos sorrir,
vamos nutrir o amor,
e vivenciar intensamente,
cada batida do coração, fervor.
viver! proponho a felicidade eterna.
-
pois a vida é uma preciosidade,
que merece nossa reverência,
cada segundo é um tesouro,
que merece toda nossa consciência
● Antes, o enfrentamento de ambas, morte e vida, não permitem fugas. É uma armadilha que supera as leis humanas, importando-se com a vaidade de levar o envelhecimento num ofício de percepções latentes nos esquecimentos dos túmulos. A importância dos vivos para os que morrem, é o fragmento do silêncio em pó. Sob a terra ou no sopro do fogo, nada foge, pouco é o abandono e intensa saudade. Distantes, o mármore gélido e o abraço, a chama e o vento, as rosas sobre o artifício da união, todo amor uma ambição de perseguir a vida.
A morte espreitou, silenciosa, enquanto caminhávamos lado a lado por aquele jardim. As folhas sussurravam ao vento uma melodia antiga, e o sol se punha, pintando o céu de tons dourados e vermelhos. O mundo parecia segurar o fôlego, como se até mesmo o tempo estivesse com medo de interromper nossa conversa.
Ela olhou para mim com olhos que guardavam oceanos inteiros.
— Você acha que vai doer? — perguntou, sua voz suave como um segredo compartilhado entre as estrelas.
Eu segurei sua mão, sentindo a delicadeza de seus dedos, e respondi com a sinceridade que só o amor pode inspirar:
— Não mais do que a vida sem você.
As palavras saíram como uma promessa silenciosa, uma declaração de que não havia dor maior do que a ausência de sua presença em meu mundo. Pois o que é a dor, se não o preço que pagamos pelas lembranças que construímos? O que é o medo do fim, se não o reflexo de um amor tão vasto que transcende até mesmo as fronteiras da mortalidade?
Naquele instante, percebi que o amor é a única coisa que transforma o desconhecido em certeza, que faz com que cada instante valha a pena, mesmo diante do inevitável. Porque, ao seu lado, até a eternidade parece apenas um momento fugaz, uma breve pausa na dança cósmica da vida.
Ela sorriu, e o sol pareceu brilhar um pouco mais forte, como se os céus também reconhecessem a beleza daquele momento.
— Então vamos viver — disse ela, com uma confiança que acendeu meu coração como uma chama eterna.
E ali, de mãos dadas, continuamos nossa jornada, sabendo que a vida, com todas as suas dores e incertezas, nunca poderia nos separar. Pois em cada olhar, cada toque, e cada palavra sussurrada, encontrávamos um pedaço de eternidade ao nosso lado.
O amor, afinal, é o que nos mantém vivos. É o que nos faz enfrentar a morte com um sorriso e dizer: "A vida, sem você, seria o verdadeiro fim."
Antes que a morte nos tome...
Quando a morte chega, fria e implacável,
E leva quem amamos ao reino insondável,
É então que o coração, em pranto se curva,
E entende o valor que a vida dali pra frente será oculta.
Em vida, deixamos passar o brilho no olhar,
O riso que encanta, o dom de amar,
Mas é na ausência, no vazio que se expande,
Que percebemos o quanto o amor nos prende.
Cada palavra não dita, cada gesto esquecido,
Transforma-se em lamento, em pesar contido,
A dor nos invade, o arrependimento persiste,
Por não termos amado com o fervor que insiste.
A morte revela o que a vida, em sua pressa, esconde,
Que o tempo é frágil, e o amor, que responde,
Deve ser vivido com toda a devoção,
Antes que a morte nos tome pela mão.
Ficamos com a lição, melancólica e severa,
Que o valor do amor só se vê quando a dor impera,
Aprendemos, tarde demais, na sombra que consome,
A dar valor à vida, antes que a morte nos tome.
Dedico este poema ao meu pai Waltairo Brumm , ao meu querido primo Marcelo e a tantos outros familiares e amigos que se foram.
