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Acreditar no Mentiroso

Cerca de 14212 frases e pensamentos: Acreditar no Mentiroso

Acreditar que o outro não é digno de crescer é a maior prova de uma mente pobre e limitada.

"Acreditar que o seu sucesso o autoriza a humilhar alguém é a prova de que o dinheiro chegou, mas a nobreza ficou para trás."

As pessoas preferem acreditar na sorte do que no investimento intelectual.

Acreditar no projeto é o primeiro passo para ver o gráfico romper as nuvens.

"Acreditar em Deus é o começo; obedecer aos Seus princípios é a prova da nossa confiança."

​"O 'não' que você dá sem necessidade pode ser o peso que faz o outro acreditar que não é capaz. Sejamos cura, não ferida."

⁠“Costumamos acreditar no que é mais conveniente, o que nos traz mais conforto, o que dissipa o medo, mas ninguém faz a diferença habitando na própria zona de conforto. Portanto, ninguém cresce sem enfrentar o medo da mudança”

⁠Duvidar é um direito seu, o meu é acreditar.

Não é fácil acreditar nos outros, porém eu acredito.

Ser feliz é ver beleza em tudo; Acreditar na plenitude do bem.

Acreditar nas opiniões humanas e religiosas fora das Escrituras em nada altera ou funciona, mesmo fazendo promessas e orações

“O cinza não é indecisão — é a marca de quem já viu luz demais para acreditar no escuro, e sombra demais para confiar na luz.”

O pior disso tudo não são as mentiras, é que vou demorar acreditar nas verdades de outra pessoa.

O maior defeito do mau caráter é acreditar que todo mundo tem o mesmo desvio que ele. A desonestidade o impede de enxergar a honestidade alheia.

"Você só acredita em Deus, se acreditar em você.
-Vós sois deuses...
-Assim disse Jesus!"

☆Haredita Angel

Mulher tem mania de acreditar em cada coisa!
É signo, duendes, fadas, simpatias, homens...

O povo está mais inclinado a acreditar na mentira que na verdade.

Acreditar é aceitar alguma coisa como verdadeira.
do livro Frases cristãs 9⁠

⁠Às vezes, a Justiça resolve dar o ar da graça no Brasil só para o povo insistir em acreditar que ela ainda existe.


E, quando isso acontece, vira quase um evento.


Um alívio coletivo, uma fagulha de esperança em meio a um cotidiano marcado por descrédito, morosidade e seletividade.


A sensação é de que algo finalmente funcionou — não como exceção deveria ser, mas como regra que raramente se cumpre.


O problema é que a Justiça não deveria surpreender.


Não deveria soar como milagre, nem como concessão ocasional de um sistema que parece escolher quando agir e, principalmente, contra quem agir.


Quando o básico vira motivo de espanto, é sinal de que o alicerce já não sustenta com a firmeza que deveria.


Essa aparição esporádica da Justiça cumpre um papel curioso: alimenta a esperança ao mesmo tempo em que mascara a falha estrutural.


Porque basta um caso emblemático, uma decisão firme, para reacender no imaginário coletivo a crença de que “agora vai”.


Mas o “agora” quase nunca se sustenta no depois.


E assim o povo segue — oscilando entre o fio da navalha da descrença e da necessidade de acreditar.


Porque desacreditar completamente é admitir um vazio perigoso demais.


A fé na Justiça, ainda que ferida, funciona como último fio que impede a normalização total do absurdo.


No fundo, não é que a Justiça não exista…


É que, muitas vezes, ela parece muito distante, intermitente — quase como uma visita muito mal-educada, daquelas que chega sem aviso, resolve algo muito pontual e vai embora antes de explicar por que demorou tanto.


E enquanto ela aparece apenas “às vezes”, o que se consolida no restante do tempo não é a ordem, mas a dúvida.


E um país que duvida constantemente da sua própria Justiça — aprende, aos poucos, a conviver com aquilo que jamais deveria aceitar.

Acreditar nas próprias mentiras
É uma armadilha mortal