Acreditar no Amanhã

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Seres cegos,
Pois lamento pelo humanidade.
Sois fruto do futuro ate amanhã seja apenas um deserto de desolação.
Nos primórdios da almas as palavras jogadas nas paredes são nov ecografia da era da pedra.
Vamos precisar de uma pedra roseta.
Nossa civilização terá sobras ou seremos essas sobras sem intelecto,
Otopia dos macacos...
Num suposto telema do amanhã serei um pássaro no mural da eternidade ou serei parte da música cantada na fogueira... ou serei a poeira do universo...
O eterio momento irônico...
Espírito humano transcende o indivíduo digital para uma nova expressão de consciência. O ser alienado.

Fogo que consome ate o amanhã anotamos tudo bem guardado num sonho.
Fogo sera aguas tão intensa e volumosa fogo seria defazagem na profunda herança da terra num estado primitivo seria o começo da vida. Nos labirinto da alma homem nasceu diante a evolução existencial atravessa tempos, sendo cada instante avançamos sem olhar para lados ou para cima so viajando num estado que cada segundo é importante pois extensão da existência uma só dentro contexto universal a gota no oceano se secou a vida nunca brotou diante dos meus olhos o sentimento foi levado pelo vento dentro da resistência da resiliência fez gota voltar no meio do mar a vida suspiro. Tudo é vida ate que a morte consuma tudo recomeçar num pingo de água.

Se o amanhã anotamos tudo...
....para que o paradoxo tome formas.
Mas.
Somos copilidos pelo que somos.
Diante o que somos ainda seremos o somos.
Nas profundezas do esquecimento somos um vórtice de contradições e reações...
Para as realizações somos servos de nos mesmo esperando um dia melhor...
Então somos apenas somos dentro da apologia do ser para que sou diante do que somos...

Em toda amanhã o por do sol mostra quem somos diante da escuridão e quando dormimos sonhamos num mundo espiritual e astral.
Podemos ter várias existência na mesma existência.

Nós, vassalos do amanhã, somos inocentes até prova em contrário. No amplo desejo de transformação, somos um pingo de interrogação.
​Nos limites do espírito, encontramos a alma na beira do preceito de ser. O espelho flutua pela imensidão; erráticos seres voam como as lembranças de outra vida. Talvez sejam fragmentos esquecidos da minha própria vida. O subconsciente e a realidade tocam-se em olhos profundos, que dão sentido à escuridão.
​A consciência — o traumático ser cheio de dúvidas, mas que sabe o que quer — tem dois caminhos na linha linear do tempo. Vemos contradições serem o palco do perfeito equilíbrio e, às vezes, pairamos no abismo. "Quem sou eu?", e o eco responde: "Euuuuu".
​Então, o reflexo escuro se repete, se quadricula e, depois, torna-se parte da luz que ilumina a vida. Minha humanidade depende do meu espírito aventureiro, meu ser que se joga no mar sem olhar para trás, pois o mundo é um ponto de interação e interpretação nas vastas linhas do tempo.
​Vemos aglomerados de estrelas, vemos vida e morte, mas ainda sequer saímos do lugar. Vemos a vida brotar até no asfalto quente ou no deserto mais frio e quente que se possa imaginar. Imagina a vastidão do universo... Somos grãos de areia que ganharam consciência e contradições no crepúsculo de outras eras. Eras contemporâneas de seres que habitavam o cosmos sem questionar: por que existir dentro de um contexto maior e mais amplo?
​Então a alma pairou. Temos a certeza que a humanidade mudou. Dentro da sopa primordial, éramos células que apenas queriam viver diante da adversidade do mundo. O espelho dentro de nós gritou: existir é a pura verdade que escorre entre o desespero de nossas expectativas, enquanto a luz contempla nossos atos na imensidão do universo.
​Voamos no espaço sideral e gritamos ao vácuo: "Existimos!". Os alienígenas: "Credo... Vamos fingir que não vimos nem ouvimos".
​Tocamos a Lua com a imaginação de séculos. E, quando lá chegamos, vimos a nós mesmos na escuridão do universo, olhando para a Terra como um mero ponto. Resgatamos a essência do espírito, encontramos a fé e voltamos para casa. Fechamos as portas. Depois de 50 anos, voltamos para ver o que esquecemos no espaço.
Por Celso Roberto Nadilo
Um pássaro na imensidão de nossas almas sendo a voz da resiliência.

“A ansiedade sussurra urgências que não existem — enquanto a mente corre atrás de um amanhã que ainda não chegou.”

​"Transformar-se não é trocar de pele, é implodir o próprio horizonte para que o amanhã não seja um eco do ontem, mas um grito de luz em meio ao silêncio do mármore."

​"A previsão dos homens tenta adivinhar o amanhã olhando as nuvens; o sábio olha para o céu e confia em Deus, pois sabe que nenhuma tempestade na terra pode anular o propósito de quem é guiado pelo Criador."

Participe amanhã da campanha municipal “Mantenha sua cidade linda”. Não saia de casa.

Deus ajudou ontem, está mentindo hoje e vai matar você amanhã.

1567
"A exemplo do que foi ontem e do que será amanhã, também hoje é Novo Dia. Por enquanto é... Sou capaz de apostar!"

"A pior dor é perceber que o amanhã é incerto e que ninguém permanece para sempre."

Solitude

Outrora se preocupava,
cuidava, honrava.
Planejava o amanhã por
convicção.
Desmoronado pelo recurso da alma
corrompida, e com a dor brutal
encontrou solitude.

"De repente amanhã pode ser diferente."

"Não se pode mudar o amanhã, repetindo hoje, tudo o que foi feito ontem."

"O amanhã será o mesmo, para àqueles que repetem hoje, o que foi feito ontem.

"O amanhã será diferente, para quem não repetir hoje, o que foi feito ontem."

A vida também guarda a semente do ontem para gerar o fruto do amanhã.⁠

A vida te ensina cada lição valiosa e você nem percebe, se ela te derruba hoje é para que amanhã quando ela tentar te derrubar novamente você tenha forças suficiente para aguentar o impacto, não se deixe abater porque algo deu errado uma, duas ou três vezes, você está na escola da vida e todos os dias uma nova lição é passada, foque no seu objetivo e pegue os erros passados e use-os como aprendizado para não comete-los novamente.

Eu: Posso lhe ver amanhã?
Ela: Pode.
Eu: Vai me bater?
Ela: Provavelmente.
Eu: Depois me abraça?
Ela: Talvez.
Eu: Você me ama?
Ela: Eu te odeio!
Eu: Isso também é uma forma de amor.
Ela: Você é idiota.
Eu: Mas sou seu idiota.