Acreditar no Amanhã

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A ilusão do pecador é acreditar que tem o controle do próprio tempo para render-se a Deus, até que a morte o confronta com a eternidade, onde a esperança de mudança já não existe.

⁠faça me acreditar que eu posso,
faça me sentir que ainda posso.
diga me com atos e sem palavras
faça me ser o que já vivi
e deixei de estar para ser,
eu em você.

"É uma ilusão acreditar em uma espiritualidade que não se manifesta na prática de repartir com o próximo; a fé sem obras concretas é um refúgio para quem teme a realidade."

O futuro sempre pertencerá àqueles que têm a coragem de acreditar em ideias mirabolantes, deixando para trás toda a maldade, a falsidade e a mediocridade daqueles que preferiram passar a vida inteira apenas olhando e julgando.

O futuro pertence àqueles que oizam acreditar na beleza e na força de suas próprias ideias.

A maior mentira da mente é fazer você acreditar que é ela quem você é.

“Quando o pensamento deixa de acreditar na mente, a consciência deixa de procurar respostas; e, nesse exato instante, a alma deixa de parecer um mistério para se tornar o único observador que nunca precisou de um ‘eu’ para existir.”

Faço esforço para acreditar
Em dias melhores,
Esperando uma ligação
Que jamais irá tocar.
Porque ao meu redor,
Tudo já acabou…
E, mesmo assim,
Aprendo a seguir.

O grande mal do homem é acreditar que o homem nasce mau por coser em sua vida a narrativa de um pecado cujo cozer de falsas prerrogativas levou-o a abandonar ser um cavalheiro. Tornou-se um cavaleiro perdido em tachar o outro como o verdadeiro culpado de suas próprias escolhas. Ele acredita que Deus, ao taxar seus filhos num eterno conserto, pensa que o mundo é um triunfo da maledicência. Deus é, na realidade, o grande regente do concerto do mundo. Um grande equívoco é cometido, pois o único trunfo que se tem é acreditar não ser discriminado, mas para sermos descriminados basta não infringir as leis, pois infligir é uma questão do soar do sino, ao passo que suar e retificar todos os nós faz de todos nós o ratificar em tentarmos ser pessoas melhores.


***Exercício de engenharia linguística***
(3)

O golpista da fé destrói a mente do ser humano: ele faz o trabalhador acreditar que se a vida dele está dando errado, a culpa não é da crise, é porque ele ofertou pouco.

Quem quer estar com você dá um jeito. O resto é desculpa que você finge acreditar para não sofrer.

O maior pecado do religioso narcisista é acreditar que ele é o padrão de santidade pelo qual o mundo deve ser julgado.

Às vezes eu paro e fico apenas te observando, e é difícil acreditar na sorte que tive. Sabe, quando éramos mais novos, a gente achava que entendia o que era o amor, mas a verdade é que não tínhamos ideia da dimensão que isso tomaria. Hoje eu vejo que você era aquela pessoa que o destino estava guardando para mim o tempo todo.
Você se tornou essa mulher forte, incrível, que compartilha os sonhos comigo e que me faz querer construir um lar, uma vida e, quem sabe um dia, ver nossos próprios filhos correndo pela casa. Eu vejo o meu futuro inteiro quando olho nos seus olhos.
Eu sei que você tem suas inseguranças. Eu te ouvi sussurrar que "não está bem" ou que está "desarrumada", mas eu queria que você pudesse se enxergar através dos meus olhos, nem que fosse por um minuto. Você veria que, mesmo descalça na grama ou naquele vestido deslumbrante, você sempre está perfeita para mim.
Obrigado por segurar minha mão e por lutar ao meu lado contra qualquer obstáculo. Eu não vou desistir de nós, nunca. Você é o meu anjo em pessoa, e eu prometo passar o resto da vida tentando merecer o amor que você me dá.

“O cinza não é indecisão — é a marca de quem já viu luz demais para acreditar no escuro, e sombra demais para confiar na luz.”

As pessoas nas redes sociais colocam o que querem para você acreditar no que ela quer que você acredite.


"A mentira visualizada e compartilhada mil vezes se torna verdade.".
Mas, é preciso saber contá-las e compartilhá-las.
Seja por quem estiver contando para quem estiver acreditando.

Existem histórias que as pessoas escutam e têm dificuldade de acreditar. Não porque sejam impossíveis, mas porque ninguém deveria precisar viver algo assim.


Parte da minha história começou antes mesmo de eu ter idade para formar lembranças. Minha mãe me contou que, quando eu ainda era um bebê, fui amarrada e submetida a maus-tratos durante horas pelo homem que deveria ter me protegido. Ela dizia que assistiu a tudo tomada pelo medo. Ao longo dos anos, ela me contou diversos episódios da minha infância que eu jamais poderia recordar sozinha, mas que ajudaram a explicar muitas marcas que carrego até hoje.


As primeiras lembranças que tenho são de medo.


Lembro de acordar muito pequena, com cerca de três anos de idade, ouvindo uma briga dentro de casa. Havia gritos, desespero e violência. Em meio àquela confusão, fui puxada de um lado para outro enquanto minha mãe tentava escapar. Naquele momento, senti um medo que uma criança não deveria conhecer.


Curiosamente, a única coisa que me lembro de ter pensado foi uma frase que eu ouvia minha mãe repetir quando passava por situações difíceis:


"Deus, me ajuda."


Eu nem compreendia completamente o significado daquelas palavras. Apenas as repeti dentro de mim.


Essa lembrança me acompanha até hoje porque foi uma das primeiras vezes em que senti que precisava me agarrar a algo maior do que eu para continuar.


Anos depois, já com oito anos de idade, vivi outro episódio que jamais esqueci. Eu costumava levar uma menina menor para a escola. Certo dia, almocei na casa dela e acabei chegando mais tarde em casa. Lembro de sentar em uma cadeira depois de voltar. O que aconteceu em seguida desapareceu da minha memória. O próximo momento de que me recordo foi despertar assustada em meio a uma situação de agressão e punição.


Foi uma das primeiras vezes em que percebi como o medo podia surgir sem aviso e transformar um dia comum em um dia inesquecível.


Também me recordo de outra situação envolvendo meu tio, que tinha idade parecida com a minha. Nós éramos apenas crianças. Havíamos sido encarregados de uma tarefa, mas acabamos nos distraindo brincando. O resultado foi uma punição extremamente severa.


Naquela época, eu não entendia por que crianças eram responsabilizadas daquela forma por comportamentos que eram próprios da infância.


O que ficou em mim não foi apenas a dor daquele momento, mas a sensação de injustiça. Eu era apenas uma menina tentando viver a infância que toda criança merece viver.


Outra lembrança marcante aconteceu quando cheguei da escola e encontrei meus irmãos reunidos em um ambiente tomado pelo medo. Recordo do clima de tensão, das palavras assustadoras, das ameaças e da sensação de impotência. Naquela noite, quase não consegui descansar. O medo parecia ocupar todos os espaços da casa.


Durante muitos anos, essa foi a realidade que conhecemos.


Minha mãe fugia.


Depois voltava.


Nós fugíamos.


Depois éramos levados de volta.


O ciclo parecia não ter fim.


Uma das lembranças mais fortes que guardo aconteceu durante a adolescência. Eu já trabalhava como estagiária e havia recebido meu primeiro salário. Cheguei em casa feliz, trazendo comida para a família e entregando parte do dinheiro para minha mãe.


Eu queria ajudar.


Queria construir algo melhor.


Mas aquela noite se transformou em mais um capítulo de sofrimento.


Foi a partir daquele momento que compreendi que, se eu quisesse sobreviver emocionalmente, precisaria partir.


Saí levando apenas o essencial. Algumas peças de roupa, minha coragem e a esperança de construir uma vida diferente.


Eu tinha apenas dezesseis anos.


Mesmo sendo tão jovem, sentia que precisava tentar salvar não apenas a mim mesma, mas também meus irmãos.


Conseguimos sair juntos. Encontramos um lugar para recomeçar. Durante alguns dias, acreditei que finalmente estávamos livres.


Mas, pouco tempo depois, minha mãe decidiu retornar para aquele ambiente.


Foi nesse momento que compreendi uma das lições mais difíceis da minha vida: nem sempre conseguimos salvar quem não está preparado para romper com aquilo que o machuca.


Hoje, quando olho para trás, percebo que muitas lembranças se perderam no tempo. Existem acontecimentos que já não consigo recordar com clareza. Existem cicatrizes cujo momento exato de origem desapareceu da minha memória.


Mas as marcas permaneceram.


E, de certa forma, elas contam uma história.


Não apenas a história da dor.


Mas a história da sobrevivência.


Porque apesar de tudo o que vivi, eu continuei caminhando.


Apesar do medo, continuei acreditando.


Apesar das feridas, continuei amando.


Apesar de todas as tentativas de me destruir, construí minha própria liberdade.


E talvez essa seja a maior vitória de todas.


Eles marcaram partes da minha história.


Mas não conseguiram definir quem eu me tornaria.


Hoje, eu não sou a criança assustada que vivia esperando a próxima tragédia.


Sou a mulher que sobreviveu a ela.

Hoje eu escolho olhar para mim com carinho.
Hoje eu escolho acreditar em mim.
Hoje eu escolho continuar.
E, aconteça o que acontecer, eu nunca mais vou me abandonar.

Ela construiu um castelo tão bonito na imaginação que passou a acreditar que era real

Para todos, mostrava flores nas janelas, sorrisos nas fotos e declarações que encantavam quem olhava de fora. As pessoas admiravam aquele conto de fadas e diziam: “Que relacionamento perfeito!”

Mas dentro do castelo, as paredes estavam rachadas.

Cada lágrima era escondida atrás de filtros. Cada ferida era coberta por uma nova publicação. Cada humilhação era justificada como prova de amor.

O tempo passou, e ela já não sabia mais distinguir a realidade da fantasia que havia criado. Mesmo machucada, continuava defendendo a história. Mesmo sendo destruída por dentro, insistia em mostrar que estava tudo bem.

Porque admitir a verdade significaria perder o personagem que criou para a sociedade.

E assim ela escolheu preservar a imagem, enquanto perdia a si mesma.

Até que um dia entendeu que status não cura feridas, aplausos não substituem paz, e nenhuma plateia merece o preço da própria felicidade.

Porque viver uma mentira bonita continua sendo viver uma mentira.

Acreditar no futuro é permitir que seu coração participe da Eternidade de Deus
e faça todas as mudanças necessárias
no presente momento da sua vida.

“Para mim é impossível acreditar num ser superior que determinou o castigo eterno para a raça humana.”