Acreditar no Amanhã
Faço esforço para acreditar
Em dias melhores,
Esperando uma ligação
Que jamais irá tocar.
Porque ao meu redor,
Tudo já acabou…
E, mesmo assim,
Aprendo a seguir.
O grande mal do homem é acreditar que o homem nasce mau por coser em sua vida a narrativa de um pecado cujo cozer de falsas prerrogativas levou-o a abandonar ser um cavalheiro. Tornou-se um cavaleiro perdido em tachar o outro como o verdadeiro culpado de suas próprias escolhas. Ele acredita que Deus, ao taxar seus filhos num eterno conserto, pensa que o mundo é um triunfo da maledicência. Deus é, na realidade, o grande regente do concerto do mundo. Um grande equívoco é cometido, pois o único trunfo que se tem é acreditar não ser discriminado, mas para sermos descriminados basta não infringir as leis, pois infligir é uma questão do soar do sino, ao passo que suar e retificar todos os nós faz de todos nós o ratificar em tentarmos ser pessoas melhores.
***Exercício de engenharia linguística***
(3)
As pessoas nas redes sociais colocam o que querem para você acreditar no que ela quer que você acredite.
"A mentira visualizada e compartilhada mil vezes se torna verdade.".
Mas, é preciso saber contá-las e compartilhá-las.
Seja por quem estiver contando para quem estiver acreditando.
Existem histórias que as pessoas escutam e têm dificuldade de acreditar. Não porque sejam impossíveis, mas porque ninguém deveria precisar viver algo assim.
Parte da minha história começou antes mesmo de eu ter idade para formar lembranças. Minha mãe me contou que, quando eu ainda era um bebê, fui amarrada e submetida a maus-tratos durante horas pelo homem que deveria ter me protegido. Ela dizia que assistiu a tudo tomada pelo medo. Ao longo dos anos, ela me contou diversos episódios da minha infância que eu jamais poderia recordar sozinha, mas que ajudaram a explicar muitas marcas que carrego até hoje.
As primeiras lembranças que tenho são de medo.
Lembro de acordar muito pequena, com cerca de três anos de idade, ouvindo uma briga dentro de casa. Havia gritos, desespero e violência. Em meio àquela confusão, fui puxada de um lado para outro enquanto minha mãe tentava escapar. Naquele momento, senti um medo que uma criança não deveria conhecer.
Curiosamente, a única coisa que me lembro de ter pensado foi uma frase que eu ouvia minha mãe repetir quando passava por situações difíceis:
"Deus, me ajuda."
Eu nem compreendia completamente o significado daquelas palavras. Apenas as repeti dentro de mim.
Essa lembrança me acompanha até hoje porque foi uma das primeiras vezes em que senti que precisava me agarrar a algo maior do que eu para continuar.
Anos depois, já com oito anos de idade, vivi outro episódio que jamais esqueci. Eu costumava levar uma menina menor para a escola. Certo dia, almocei na casa dela e acabei chegando mais tarde em casa. Lembro de sentar em uma cadeira depois de voltar. O que aconteceu em seguida desapareceu da minha memória. O próximo momento de que me recordo foi despertar assustada em meio a uma situação de agressão e punição.
Foi uma das primeiras vezes em que percebi como o medo podia surgir sem aviso e transformar um dia comum em um dia inesquecível.
Também me recordo de outra situação envolvendo meu tio, que tinha idade parecida com a minha. Nós éramos apenas crianças. Havíamos sido encarregados de uma tarefa, mas acabamos nos distraindo brincando. O resultado foi uma punição extremamente severa.
Naquela época, eu não entendia por que crianças eram responsabilizadas daquela forma por comportamentos que eram próprios da infância.
O que ficou em mim não foi apenas a dor daquele momento, mas a sensação de injustiça. Eu era apenas uma menina tentando viver a infância que toda criança merece viver.
Outra lembrança marcante aconteceu quando cheguei da escola e encontrei meus irmãos reunidos em um ambiente tomado pelo medo. Recordo do clima de tensão, das palavras assustadoras, das ameaças e da sensação de impotência. Naquela noite, quase não consegui descansar. O medo parecia ocupar todos os espaços da casa.
Durante muitos anos, essa foi a realidade que conhecemos.
Minha mãe fugia.
Depois voltava.
Nós fugíamos.
Depois éramos levados de volta.
O ciclo parecia não ter fim.
Uma das lembranças mais fortes que guardo aconteceu durante a adolescência. Eu já trabalhava como estagiária e havia recebido meu primeiro salário. Cheguei em casa feliz, trazendo comida para a família e entregando parte do dinheiro para minha mãe.
Eu queria ajudar.
Queria construir algo melhor.
Mas aquela noite se transformou em mais um capítulo de sofrimento.
Foi a partir daquele momento que compreendi que, se eu quisesse sobreviver emocionalmente, precisaria partir.
Saí levando apenas o essencial. Algumas peças de roupa, minha coragem e a esperança de construir uma vida diferente.
Eu tinha apenas dezesseis anos.
Mesmo sendo tão jovem, sentia que precisava tentar salvar não apenas a mim mesma, mas também meus irmãos.
Conseguimos sair juntos. Encontramos um lugar para recomeçar. Durante alguns dias, acreditei que finalmente estávamos livres.
Mas, pouco tempo depois, minha mãe decidiu retornar para aquele ambiente.
Foi nesse momento que compreendi uma das lições mais difíceis da minha vida: nem sempre conseguimos salvar quem não está preparado para romper com aquilo que o machuca.
Hoje, quando olho para trás, percebo que muitas lembranças se perderam no tempo. Existem acontecimentos que já não consigo recordar com clareza. Existem cicatrizes cujo momento exato de origem desapareceu da minha memória.
Mas as marcas permaneceram.
E, de certa forma, elas contam uma história.
Não apenas a história da dor.
Mas a história da sobrevivência.
Porque apesar de tudo o que vivi, eu continuei caminhando.
Apesar do medo, continuei acreditando.
Apesar das feridas, continuei amando.
Apesar de todas as tentativas de me destruir, construí minha própria liberdade.
E talvez essa seja a maior vitória de todas.
Eles marcaram partes da minha história.
Mas não conseguiram definir quem eu me tornaria.
Hoje, eu não sou a criança assustada que vivia esperando a próxima tragédia.
Sou a mulher que sobreviveu a ela.
Hoje eu escolho olhar para mim com carinho.
Hoje eu escolho acreditar em mim.
Hoje eu escolho continuar.
E, aconteça o que acontecer, eu nunca mais vou me abandonar.
Ela construiu um castelo tão bonito na imaginação que passou a acreditar que era real
Para todos, mostrava flores nas janelas, sorrisos nas fotos e declarações que encantavam quem olhava de fora. As pessoas admiravam aquele conto de fadas e diziam: “Que relacionamento perfeito!”
Mas dentro do castelo, as paredes estavam rachadas.
Cada lágrima era escondida atrás de filtros. Cada ferida era coberta por uma nova publicação. Cada humilhação era justificada como prova de amor.
O tempo passou, e ela já não sabia mais distinguir a realidade da fantasia que havia criado. Mesmo machucada, continuava defendendo a história. Mesmo sendo destruída por dentro, insistia em mostrar que estava tudo bem.
Porque admitir a verdade significaria perder o personagem que criou para a sociedade.
E assim ela escolheu preservar a imagem, enquanto perdia a si mesma.
Até que um dia entendeu que status não cura feridas, aplausos não substituem paz, e nenhuma plateia merece o preço da própria felicidade.
Porque viver uma mentira bonita continua sendo viver uma mentira.
Acreditar no futuro é permitir que seu coração participe da Eternidade de Deus
e faça todas as mudanças necessárias
no presente momento da sua vida.
“Para mim é impossível acreditar num ser superior que determinou o castigo eterno para a raça humana.”
NINGUÉM PRECISA ACREDITAR NA MUDANÇA DE NINGUÉM. A MUDANÇA DO SEU PRÓPRIO EU, JÁ É O SUFICIENTE PARA SER OBSERVADA ATRAVÉS DO SEU PRÓPRIO AUTOCONHECIMENTO.
Com o tempo deixei de invejar os que são amados. Existe uma ingenuidade quase sagrada em acreditar que dois abismos podem salvar-se mutuamente. Eu conheço melhor a natureza humana. Sei que, por vezes, até o afecto é apenas uma forma mais delicada de abandono.
Parabéns para quem adora passar vergonha em dobro: primeiro, ao acreditar e espalhar uma mentira barata; segundo, ao achar que continua sendo uma alma evoluída enquanto apoia e defende o lixo alheio.O espelho de vocês deve ser feito de plástico,
porque se fosse de vidro já teria quebrado.
"O maior truque do ditador é fazer o rebanho acreditar que o lobo está vestindo a pele de cordeiro por amor à alcateia."
A Fé Além da Porta
Ter fé é acreditar que, quando a hora divina chegar, Deus fechará a porta e removerá as paredes.
Porém, muitos que dizem ter fé permanecem condicionados, esperando que a porta se abra, sem olhar ao redor, sem confiar que Deus só trabalha com abundância — e que Seus milagres não são apenas mágicos, são extraordinários.
Cristianismo é mais misericordioso do que você pode acreditar, pois para aqueles que não encontraram nem conquistaram nada em vida, existe a esperança na graça que os glorifica para além dela.
Sobre Deus:
Tem me ensinado a acreditar no que espero, e com paciência aguardar tranquilamente o que não vejo.
Wanessa Guimarães Z96
"O orgulho nos faz acreditar que somos capazes de ocupar lugares para os quais ainda não estamos preparados. A humildade, porém, nos ensina a reconhecer nossos limites, crescer com sabedoria e assumir apenas aquilo que somos capazes de sustentar."
"Nunca permita que um momento difícil faça você acreditar que sua história terminou. Enquanto houver esperança, Deus ainda estará escrevendo novos capítulos para a sua vida."
