Acreditar no Amanhã

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Acreditar é o ato inaugural. É destrancar o caminho para que a vida não apenas se refaça, mas transborde em ação imediata.

A esperança é o ato teimoso de acreditar no sol mesmo em dias de chuva torrencial.

⁠As pessoas compram a versão dos fatos que mais lhes seja conveniente acreditar e não necessariamente a verdadeira. Deplorável.

“Para mim é impossível acreditar num ser superior que determinou o castigo eterno para a raça humana.”

⁠Louca!? Sou?! Ou estou?!
São dúvidas que me assolam.
Até que ponto acreditar em sonhos,
Viver intensamente os sonhos,
Como se tivessem corpo, alma, sentimentos, emoções,
É loucura!
Essas verdades, ou mentiras,
Vem e voltam no meu pensamento,
Como deuses a direcionar
a minha vida.
Já perdi o controle real dela.
Os sonhos já me dominam.
A realidade é muito cruel,
Mas os sonhos são tão doces.
É impossível resistir-los.
Eles me abraçam, fazem carinhos, dizem palavras belas, enfeitam minha alma, trazem luz para meu caminho.
O real é tão rude, bruto, traiçoeiro, tão egoísta, tão objetivo, que até doe.
A diferença é tão infinita que enredei-me a viver os sonhos, nas horas vagas o real se afirma, só para não esquecer os pés no chão,
Não criar asas e viver voando.

Duvide antes de acreditar, o amigo "maduro" solteirão do seu esposo destruirá sua união.

A falta de perspicácia faz acreditar no coitado frustrado mal sabendo o mal que habita alí.

Não espere o dinheiro para acreditar, acredite e o dinheiro virá.

Tudo poder naquele que te fortalece é poder acreditar, fazer e acontecer.

A arte narcísica gera comparações para rivalizar, assim induz o outro a acreditar que você a odiava.

"Posso acreditar e reconhecer a fé em Deus, Jesus, Buda e Maomé. Meu templo não é uma igreja, mas a natureza. Minha oração é a respiração."

⁠Duvidar é um direito seu, o meu é acreditar.

Brincar de ser cristão também é um direito — acreditar que o encardido faça o mesmo é só outra tolice.

⁠Talvez não haja falta de sentimento mais tacanha e equivocada que a pessoa acreditar que só ela tem sentimentos.

Talvez acreditar que mais ninguém esteja Ferido — seja só outra forma medonha de Ferir.⁠

⁠Talvez acreditar que mais ninguém esteja Ferido — seja só outra forma medonha de Ferir.


Porque a dor, quando não ouvida, vira eco.


E quando presumimos que o mundo está inteiro, deixamos de perceber os cacos que alguém tenta segurar com as próprias mãos.


A verdade é que ninguém sai ileso da travessia — enquanto uns sangram por dentro, outros tentam esconder os cortes com sorrisos.


Estamos quase todos lutando com dores, dificuldades e problemas…


Ainda que diferentes.


Mas ignorar o sofrimento alheio é como esbarrar em uma ferida aberta fingindo ser só o vento.


Empatia não é diagnóstico — é presença.


É a coragem de admitir que talvez o outro também esteja lutando uma guerra que não machuca e apavora somente você.


E que às vezes, só de reconhecer a batalha, já deixamos de ser um potencial inimigo sem perceber.


Se não soubermos enxergar a dor do outro, a nossa também ficará sem testemunha.


E nada fere ainda mais do que sofrer sozinho num mundo que insiste em parecer inteiro.


A vulnerabilidade compartilhada e o reconhecimento mútuo do sofrimento são, talvez, os caminhos mais curtos para nos sentirmos menos frágeis em um mundo tão quebrado.


Em meio a tantas dores, dificuldades e problemas, quem presume não tê-los — ou imagina que o resto do mundo segue ileso — acaba sendo, sem perceber, a parte mais perigosa deles.

⁠Acreditar em quase tudo é tão fácil quanto não praticar quase nada.

⁠Qualquer político-influencer pode até acreditar que seus “asseclas mais apaixonados” sejam tão idiotas quanto ele.


A arrogância — especialmente a que se traja de bravura — costuma precisar desse autoengano para sobreviver.




O que não lhe cabe, jamais, é estender tão medonho juízo de valor a todo um povo.


O povo não é rebanho permanente, nem plateia cativa de narrativas requentadas.


Ele erra, sim, — mas também aprende, desperta, compara e aprende a cobrar.


Subestimá-lo é confissão de covardia: medo da lucidez alheia, temor do dia em que o encantamento se rompe e a máscara cai.


No fim, quem trata o povo como idiota útil, revela menos sobre o povo e muito mais sobre a própria pequenez.


E, como são pequenos os políticos-influencers, e qualquer da vida pública, que fingem zelar pelo povo, produzindo conteúdos fragmentados.

Senhor,
Concedei-me serenidade para enxergar, mesmo onde não consigo ver...
E fé para acreditar, que isso pode acontecer!

Tem gente que prefere acreditar
na versão doce da mentira do que encarar a dureza da verdade.