Frases sobre acreditar
" Talvez eu seja um tolo
de acreditar no amor,
mas enquanto houver flores
amantes de mãos dadas
namorados se beijando
Pássaros fazendo ninho
de tolo serei todo
pois acreditarei no amor
de novo
E de novo
E de novo...""
Talvez o problema nunca tenha sido gostar de você. Talvez tenha sido acreditar que um olhar pudesse responder perguntas que você nunca fez questão de ouvir.
Olhar para você nunca foi difícil. Difícil é acreditar que os meus olhos consigam guardar um segredo toda vez que encontram os seus.
Sempre que eu começo a querer acreditar te pego na mentiras mais ridículas. Quando vai conseguir ser honesto com você mesmo? Parece que acredita nas próprias mentiras.
As pessoas mudam... sim, acredito que as pessoas podem mudar. Eu mesma mudei em relação a acreditar que as pessoas mudam... então, estou aqui a falar com conhecimento de causa.
Eu acreditava piamente na impossibilidade de as pessoas mudarem e agora acredito que tudo é possível no que diz respeito às pessoas. Eu acreditava que todo ser humano é de um jeito... e, conforme o tempo passa... e a vida vai se fazendo vida na vida de cada um, cada ser humano ia ficando mesmo mais parecido consigo mesmo... sim mais igual a si mesmo... e não diferente de si mesmo. Hoje acredito que se alguém é de um jeito - errado, torto, estragado, quebrado, desarrumado, desqualificado - e decide querer mudar... esse alguém consegue mudar
Ninguém precisa ficar quebrado pra sempre. E, agora, escrevendo sobre isso, me dou conta da grande bobagem em que eu acreditava: que o tempo passa e as pessoas vão se tornando cada vez mais elas... me dou conta da minha incoerrência: eu acredito totalmente (um pleonasmo intencional aí, blz?) que Jesus pode mudar a vida de uma pessoa - afinal Ele mudou a minha... então estou a falar com conhecimento de causa -, e ficava defendendo que uma pessoa não muda... apenas se torna mais parecida com ela mesma.
Muita repetição de palavras... muita repetição da mesma ideia... estou eu aqui querendo convencer você de que as pessoas podem mudar? Talvez.... ou talvez esteja apenas tentando convencer a mim mesma de que eu mudei...
pensando aqui com meus botões: isso de convencer a si próprio é meio difícil. Formar uma opinião não é algo fácil... é preciso esforço mental enormíssimo para formar uma opinião... colocar tijolinho sobre tijolinho e construir uma convicção forte leva tempo e esforço, e mudar a forma de pensar é mais - é como mudar pedras enormíssimas de lugar, pedras que estão a atravancar nossa lucidez e tirar do lugar o que não faz a pensar preconceituosamente, indevidamente erradamente. Antes disso até, acho que é necessário humildade pra admitir que se está errado - e poucos somos humildades, você há de comigo concordar..
Antes que este post se torne extenso demais... vou parar... mas não sem antes lhe falar o seguinte: você sabe do jeito que é, você sabe o que faz de errado (e se não sabe, peça a Deus pra lhe mostrar), você sabe que titudes suas estão a lhe incomodar, você sabe se o céu vai ganhar...
... se não sabe nada disso, está na hora de mudar seu jeito de essa sua vida levar... chega de travesseiro, lençol e lágrimas... chega de tudo azul não estar...
Você pode mudar... graças a Deus, você pode mudar... vai precisar de um forcinha aí, of course, mas o importante é que em outra vida, na outra vida, você vai estar... e mesmo nesta vida tudo pode mudar se você de uma vez por todas deixar por Jesus se encontrar.
"Eis que bato à porta...' quase O ouço a gritar.... você vai se fazer de surdo? não vai mesmo mudar? ai...aiaiai...aiai.
.。.✿*A frase do dia é, não deixe de acreditar nos seus sonhos, Deus é sempre maravilhoso no seu agir, Força, Foco e Fé
Bom dia♡●‿●✿
✿*:・゚♡
A maior ilusão que carreguei no peito foi acreditar que a intensidade de um sentimento bastava para segurar o mundo. Eu tive a chance de caminhar ao lado de uma mulher extraordinária; sua alma transbordava generosidade, os olhos sorriam antes dos lábios e a presença trazia uma calmaria que nenhum lugar do planeta conseguiu repetir. No entanto, caí na armadilha mais antiga do coração humano: a zona de conforto do afeto garantido.
Quando o destino coloca a pessoa certa na nossa jornada, a mente sabota a realidade fazendo parecer que o amanhã é eterno. Deixei de notar os pequenos silêncios dela. Ignorei os cansaços mudos, achando que o laço que nos unia era indestrutível. O erro cometido por quem ama demais costuma ser o orgulho bobo de achar que o outro suportará qualquer ausência, qualquer deslize, só porque fomos rotulados como almas gêmeas. O apego cega a percepção.
A vida pune severamente essa negligência. O universo não tolera o desperdício de milagres cotidianos. Em um amanhecer qualquer, a linha invisível que nos conectava simplesmente se rompeu, não por falta de carinho, mas pelo peso dos desencontros acumulados que a rotina disfarçou. Vê-la partir quebrou o espelho do meu egoísmo.
Aprendi da forma mais dolorosa que os encontros celestiais exigem manutenção terrena. Ficar longe de quem completa nossa essência transforma os dias em mera contagem de tempo. Hoje, guardo as lembranças como joias trancadas na memória.
Se o fio que prende você ao seu par ideal ainda permanece intacto, cuide de cada centímetro dele agora, pois o amanhã costuma ser um mestre cruel que ensina o valor do abraço apenas através da saudade vazia.
O Capataz Querubim
Em alguns momentos da vida, cheguei perto de acreditar que a liberdade existia.
Não a liberdade vendida por filósofos, políticos ou vendedores de felicidade. Falo de uma liberdade absoluta. Daquelas que não deixam correntes, portas ou nomes para trás. Uma liberdade capaz de arrancar de um homem tudo aquilo que o prende à realidade que aprendeu a chamar de sua.
Durante muito tempo, pensei que meu maior inimigo fosse o sistema.
O trabalho.
O dinheiro.
As regras.
As expectativas.
Toda aquela arquitetura invisível que nos ensina, desde cedo, onde devemos estar, o que devemos desejar e até quando devemos chamar de sonho aquilo que alguém decidiu por nós.
Acreditei que liberdade fosse romper essas amarras.
Então passei anos tentando encontrar uma saída.
Até perceber que o sistema nunca foi o verdadeiro carcereiro.
Ele apenas administra a prisão.
O verdadeiro capataz é muito mais antigo.
Muito mais inteligente.
E, talvez, muito mais difícil de odiar.
O amor.
Demorei para entender isso.
Porque as correntes mais resistentes não fazem barulho.
Não enferrujam.
Não deixam marcas nos pulsos.
São feitas de afeto.
Às vezes têm a forma de um abraço.
Às vezes, de uma promessa.
Às vezes, de um rosto que você não consegue abandonar.
E há correntes que parecem tão quentes contra a pele que passamos a acreditar que foram feitas para nos proteger do frio.
Foi então que dei um nome àquilo.
O Capataz Querubim.
Ele não empunha chicotes.
Não grita.
Não ameaça.
Não precisa.
Ele chega devagar.
Senta ao nosso lado.
Escuta nossos medos.
Conhece nossas fraquezas.
E, quando percebe que estamos prestes a partir, simplesmente segura nossa mão.
Nunca com força.
Apenas o suficiente.
Enquanto sorri, fecha uma porta.
Enquanto acaricia nossos cabelos, reforça uma grade.
Enquanto nos faz sentir necessários, nos convence de que ficar é uma escolha.
E talvez seja.
Esse é o seu maior poder.
O Capataz Querubim nunca nos obriga a permanecer.
Ele nos faz querer ficar.
Durante muito tempo, procurei uma porta.
Uma única passagem escondida entre a razão e a loucura.
Acreditei que, se conseguisse encontrá-la, tudo faria sentido. As ilusões desapareceriam. As correntes cairiam. Finalmente saberia o que existia do outro lado.
Mas comecei a desconfiar de que não existem portas.
Existem apenas corredores.
Cada resposta abre uma pergunta.
Cada verdade revela outra camada.
E, quando pensamos finalmente ter chegado ao fim, percebemos que apenas encontramos uma prisão menor dentro de uma maior.
Às vezes, no silêncio absoluto, chego perto da liberdade.
São momentos estranhos.
As vozes desaparecem.
Os desejos se calam.
As lembranças parecem distantes.
Por alguns segundos, resta apenas a consciência olhando para si mesma, sem passado para carregar e sem futuro para desejar.
Nesses momentos, penso que talvez seja isso.
Talvez liberdade seja não precisar de nada.
Então alguma coisa acontece.
Uma memória.
Uma saudade.
Um rosto.
E eu volto.
O Capataz Querubim nunca está longe.
Ele conhece todos os caminhos de volta.
Sabe exatamente qual lembrança tocar.
Qual ausência despertar.
Qual nome pronunciar dentro do silêncio.
E talvez esse seja o verdadeiro paradoxo:
não estou lutando contra um inimigo.
Estou lutando contra aquilo que dá sentido à minha existência.
Porque, se um dia eu conseguir romper todas as correntes, quem sabe o que sobrará de mim?
Talvez a liberdade absoluta exija uma coisa que não estamos dispostos a entregar:
a capacidade de amar.
E, se para ser completamente livre eu precisar deixar de amar, talvez a prisão seja um preço pequeno demais para reclamar.
Toda liberdade cobra alguma forma de solidão.
Todo amor cobra alguma forma de renúncia.
Talvez seja por isso que continuamos caminhando entre as grades.
Não porque não enxergamos as portas.
Mas porque algumas portas dão para lugares onde ninguém nos espera.
Enquanto não descubro a resposta, continuo observando.
Não contra o sistema.
Não contra o mundo.
Mas contra a necessidade de transformar qualquer dúvida em certeza.
Ainda assim, existe uma pergunta que não consigo abandonar.
E se o Capataz Querubim nunca tiver sido meu carcereiro?
E se todas as correntes que passei a vida tentando romper forem justamente aquilo que me impede de desaparecer?
Talvez eu passe a vida inteira chamando de prisão aquilo que me mantém vivo.
Porque, quanto mais observo minhas próprias correntes, mais percebo o segredo mais terrível de todos:
nunca fui capaz de descobrir onde termina o amor e começa a liberdade.
Talvez não exista uma fronteira.
Talvez ambos sejam feitos da mesma matéria.
Talvez a diferença esteja apenas no nome que damos às coisas que escolhemos não perder.
E talvez o dia em que eu finalmente vencer o Capataz Querubim…
seja justamente o dia em que não reste ninguém para atravessar os portões da prisão.
Mudar a chave da escassez para a abundância exige coragem para acreditar que o sucesso do próximo não subtrai o seu. No Reino da criação, a matemática é de adição e multiplicação, nunca de divisão.
Quem precisa invalidar uma causa para defender outra, pode acreditar em qualquer coisa, menos que tenha uma causa legítima para acreditar.
Porque causas verdadeiras não precisam nascer da demolição das demais.
Elas se sustentam pela própria densidade moral que carregam, pela coerência entre aquilo que dizem defender e aquilo que estão dispostas a preservar no mundo.
Quando alguém sente a necessidade de ridicularizar, desumanizar ou apagar a dor alheia para que a sua bandeira pareça maior, talvez não esteja defendendo uma causa — esteja apenas disputando território no mercado das indignações.
A legitimidade de uma luta não se mede pelo volume com que ela silencia as outras, mas pela capacidade que tem de existir sem negar a dignidade de quem também luta.
Afinal, o sofrimento humano não é um campeonato, e a justiça não deveria depender de quem consegue gritar mais alto ou cancelar mais rápido.
Há quem transforme causas em trincheiras identitárias, onde o objetivo deixa de ser reparar injustiças e passa a ser vencer adversários imaginários.
Nesse terreno infértil e inóspito, qualquer argumento serve, qualquer distorção vira estratégia, e qualquer verdade inconveniente é descartada como traição.
A causa vira instrumento — e instrumentos, nas mãos erradas, raramente constroem algo que mereça ser chamado de justo.
Talvez a maturidade de uma sociedade comece quando entendermos que defender algo não exige destruir tudo o que não seja idêntico a nós.
Pelo contrário: as causas mais nobres costumam caminhar lado a lado, porque reconhecem na dor do outro um espelho possível da própria dor.
No fim das contas, quem precisa diminuir o mundo para botá-lo dentro da própria causa, talvez nunca tenha lutado por justiça — apenas por pertencimento.
E pertencimento, quando substitui a verdade, aceita qualquer narrativa que preserve o grupo… mesmo que sacrifique a honestidade da caminhada.
Você pode acreditar em Deus sem afirmar que possui conhecimento suficiente para declarar que uma determinada instituição humana possui monopólio sobre Ele.
0044 "Passo a acreditar prontamente em algumas religiões quando elas próprias acreditarem e aceitarem umas às outras!"
É, estou solteiro, sim. Mas quem sabe até encontrar uma pessoa que valha a pena e me faça mudar essa situação... Se acredito no amor? Sim, desde que não seja somente de um lado!
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