Acordo
De acordo com a minha percepção, parte da tua composição é muito instigante, formada com uma deleitosa sensação espalhada
por fragmentos emocionantes.
A intensidade de um beijo ardente marcado com um batom vermelho, daqueles que ficam na mente por serem tão verdadeiros.
Uma explosão de vitalidade que é gerada no teu âmagoe invade todo
o teu ser, motivando constantementea tua insaciável vontade de viver.
A astúcia de uma raposa, já que não és facilmente persuadida, enganas por seres graciosa, porém, és muito atrevida.
Uma maturidade que se assemelha
a de uma linda árvore que no outono solta suas folhas secas assim como fazes com aquilo que não mais te representa.
E por fim, vejo que os teus sentimentos são apimentados
e assim,enchem de entusiasmo o teu corpo e o teu espírito, uma mulher admirável,um tesouro divino.
De acordo com a minha percepção,
a determinação corre pelas tua vêias,
tens uma essência sedutora, uma beleza intensa de dentro pra fora.
Dispões de um coração caloroso e muito acolhedor, um abrigo seguro aquecido com um vívido amor,
uma luz de equilíbrio em um mundo de desamor.
Dessarte, a tua presença enriquece tanto que a tristeza se acovarda, o fervor felizmente prevalece por uma vida mais grata.
Acordo bem cedo, noto que já estás acordada, simplesmente, bela, vejo um lindo amanhacer nos teus olhos, um breve momento precioso, sinto logo o sabor do teu beijo e o dia começa de um jeito bastante caloroso.
Claro que isso acontece apenas nos meus pensamentos, um desejo que ganha forma e vida na minha mente, onde os meus sentimentos te recebem e te abraçam e até a minha alma te sente e fica sinceramente grata.
Notoriamente, estes simples versos são como uma carta aberta de um amor declarado pra uma linda flor que encanta e deixa o poeta ricamente inspirado ao ponto de fazer um poema que emociona trazendo algum significado.
Sentimentos são VARIÁVEIS que mudam de acordo com o fluxo de informação ao qual são submetidos.
Uma maneira "sintética" de dizer: "Você e responsável por TUDO o que acontece a sua volta, inclusive e especialmente os sentimentos que desperta nas pessoas".
Cada pessoa em sua INDIVIDUAL forma necessita de um fluxo diferenciado de informações, vai ver "AMAR DE VERDADE" seja compreender isso e buscar dar as pessoas o que elas precisam, e não necessariamente o que você quer oferecer.
POR ISSO, eu acredito que o "AMOR VERDADEIRO" seja uma escolha. Uma consciente decisão (Guiada por suas emoções) de ser para alguém o fluxo correto de informações que esta necessita para evoluir.
Os números da minha vida diminuem
de acordo com a cor dos meus cabelos.
Mas continuo criança, abro as asas,
viro passarinho e... VOO!
☆Haredita Angel
Todos os dias quando acordo, visto meu olhar e eternizo o momento. Todos os dias a brisa me leva a um lugar desconhecido, a um intenso e longínquo plano que se eu contasse ninguém acreditaria. Vale a pena viver quando o natural me cobre com a intensidade que a vida me quer.
Criamos mecanismos para viver de acordo com a nossa vontade, porém não nos preparamos para enfrentar os mecanismos que a vida nos deixou.
DECLARAÇÃO DE AMOR .( Um poema para descontrair! )
ACORDO E TE DEIXO NA CAMA, LEVANTO E VOU FAZER CAFÉ,
MAS DURANTE O DIA, FICO PENSANDO EM VOCÊ ,
ME FAZENDO CAFUNÉ !
PASSO O DIA INTEIRO ESPERANDO A NOITE CHEGAR, SÓ PARA DEITAR O TEU LADO,
E MINHA CABEÇA EM VOCÊ ENCOSTAR.
,
QUE AMOR É ESSE , QUE ME FAZ SEMPRE DORMIR ABRAÇADO
ENROSCADO EM VOCÊ,
TÃO MACIO É O SEU CORPO,
QUE ME FAZ ADORMECER !
O SONO VEM LENTAMENTE,
E TE ABRÇO BEM FORTE E TE BEIJ,
TE COLOQUE ENTRE OS MEUS JOELHOS ,
E TE APERTO SEM MACHUCAR.
ESSA É A HISTÓRIA DE AMOR E SONHOS ,
ENTRE EU E O MEU TRAVESSEIRO ..
kkkkkkk !
TE PEGUEI !
AUTOR: GILBERTO BRAGA,CELEBRANTE DE CASAMENTOS E DE VEZ EM QUANDO, FAZENDO PIADA!
Vivendo um dia de cada vez. Gilberto Braga
Eu sou normal...
Eu sonho e acordo...
As vezes, eu sonho acordado..
Eu sorrio e choro.
As vezes eu choro sorrindo...
Em outras eu sorrio chorando....
Eu abraço e separo...
Outras vezes eu separo abraçando.
E assim vou vivendo..
Vivendo ou morrendo,
E se não morrer, vou vivendo,
Sempre Um dia de cada vez...
Eu sou normal...?
Mesmo lutando eu quero paz,
E mesmo numa guerra,
A minha paz é que impera...
Não sou um anjo e nem fera,
Mas sei perdoar quando sou ofendido,
Tento acalmar quando sou agredido,
Mas sou normal e sei me defender,
Quanto mais vou partindo ,é ai vou chegando...
Nunca me vejo alguém abandonando,
Quanto mais vou sorrindo, as vezes o coração esta chorando,
Mas nunca irei desanimar,
Não se engane comigo e nem me subestime
Pois quando pareço derrotado, é ai que estou vencendo.
Por isso sempre digo:
Quando pensam que estou morrendo,
Como uma phenix vou renascendo..
Como uma “ àguia” ,muito longe enxergando, eu vou vivendo,
Pois mesmo acordado....vou sonhando
Sonhando acordado, vou realizando...
Os sonhos que eu preciso para viver e ser feliz.
Como uma àguia” que bem alto e longe voa, não vivo por ai “ atôa”...
Não tenho medo do desconhecido ou de algo novo descobrir..
Por isso tenho uma certeza..
De que quando partir, ainda estarei vivo,
Pois sonhos não morrem, pois sempre estarão vivos dentro de nós.
Algumas vezes Eu tenho sede ,
Outras vezes eu sinto fome...
Mas a agua que sacia a minha sede
O alimento que sacia a minha fome...
É um alimento chamado amor.
Eu sou normal ?
Claro que não !
Sonhadores e visionários não ficam escondidos dentro de armários,
Mas vão luta por seus princípios, desejos e sonhos que nunca dormem ,
Pois dormir é preciso...sonhar muito mais.
Insisto, resisto , nunca desisto...
De ser um rio que corre pro mar,
De ser uma “àguia” ,eterna solitária, mas nunca sozinha...
O meu segredo? È sonhar,
Meu destino é voar !
de: Gilberto Braga
Poema - Dia Dos Finados
Acordo cedinho
Passo no mercadinho
Compro velas
Faço uma reza
Visito o cemitério
Muito tédio
Tá chovendo
2 de novembro
Dia dos finados
Estão enterrados
Nossos ente queridos
Corações partidos
Só resta saudades
Desejo na eternidade
Que nos encontramos
Que nos abraçamos.
Faço um acordo com o tempo
Tento não perder nenhum momento
O tempo vai passando lento
Numa lentidão que me desmonta
Desde muito cedo eu percebi
Que por menos que ele seja
Não há visão que alcance
Sequer de longe
Nem ao menos de relance
Um rastro da locomotiva
Que à reboque
E incalculável torque
Vai levando
Nesta vastidão perdida
Vagão após vagão
Dia após dia
A pesada carga
de tristeza e alegria
Que vivemos nesta vida
E não há como apontar
Em qual vagão se esconde
O Fandango
Cujo em qual eu guardei
Todos aqueles medos
Neste imenso bonde
Indifere, quão longo o dedo
Não se sabe aonde
Nem há como apontar
Acordo de madrugada
Muito cedo despertei
Quando aprendi nas lições da vida
Que quanto mais palavras conhecesse
Menos eu compreenderia
A noite lentamente
Desvenda seu véu
Pra revelar que o Céu
Anda encoberto
Muito cedo compreendi
Que as respostas certas
Estão abaixo das nuvens também
desde que a minha mente
não obstrua a verdade
Escondida
Não pedras do Céu e do chão
Nas quedas que eu não caí
Nos restos de comida
Que o mendigo deixou pela calçada
Nas palavras ditas
Por quem definitivamente
Não tem noção do que diz
Mas segue a dizer
Constante e eternamente
Compreendi
Que não devo exigir
de mim mesmo a aprender
Com quem não aprende
Ouvem, mas não escutam
Falam demais
Fazendo cara de inteligentes
Escondendo a incompreensão
Por trás de um sorriso mudo
A vida me ensinou
Que todo mundo sabe tudo
E dizem que própria sombra
As abandona no escuro
Quando na verdade
A escuridão as persegue
Na mais intensa claridade
O dia prossegue
Vento e Sol de inverno
Eu penso no fogo eterno
Queimando pra eles
Que se deram
Quando pensavam se vender
Mentem
E chegam a crer
nas próprias inverdades
Concluo, então
que do muito que eles sabem
Cada um na própria
Arrogância e prepotência
Me descabe querer
Ser e saber igual a eles
Fico feliz
Em não ser nada
Tampouco melhor que ninguém
Ainda bem!
Edson Ricardo Paiva
De vez em quando eu me vejo perdido
Acordo esquecido e descubro
Que despertei justamente no momento
Que os sonhos talvez revelassem
O dobro de passos acertados
Eu ouço o ponto de vista das paredes
Espero a voz da chuva
A cada dia uma coisa nova
A cada tarde a mesma coisa
De vez em quando eu me lembro
de um outubro esquecido
E percebo quanto tempo foi perdido
E sei que não sei
Tanta coisa que sabe Deus
Um dia eu pensei ter sabido
Edson Ricardo Paiva
Minha vida parecia um sonho
Que eu vivia acordado
Estava de acordo com tudo
Porque tudo parecia ser verdade
E agora, não sei onde eu ponho
Pois não tenho como carregar sozinho
O peso desta triste realidade
Passei minha existência
Somando e dividindo
E agora
Não quero aprender a conjugar
O verbo perder
No presente do indicativo
Pois "Não querer"
Sempre foi e continua sendo
Meu único princípio ativo
Minha história foi escrita
Conforme a luz das estrelas
chegava do Céu
Estava ficando bonita
Mas agora acabou
Elas continuam lá
Mas algo fez
Com que mesmo sem querer
Eu terminasse por perdê-las
Seus brilhos agora
Irradiam luzes de muitas pontas
E eu continuo aqui a olhá-las
Porém, minha vida se desmonta
Bem diante dos meus olhos
Que durante todo tempo
Permaneceram abertos
Pensando que estavam certos
Quando não estavam
E todas as imagens, mensagens
visões e conclusões
Não passaram de ilusões erradas
e apesar de pesada
A minha realidade
Não é nada.
Primeiro eu acordo
Pra depois tentar dormir
Vivo esta confusão
Pra cumprir o itinerário
E nesse espaço de vida
Que eu vivo ao contrário
Eu não sei mesmo o que vi
E o que foi ilusão
É a cada dia mais confuso
Este parafuso horário
É quase que impossível
organizar dentro da mente
Aquilo que foi extraordinário
daquilo que eu faço comumente
Há calamidades nos dois Mundos
Meu estado Alfa
é de alerta profundo
Quando a mente finalmente entra em Beta
Estou eu quase dormindo
Acordo cedo
E guardo os meus sonhos
Eu os escondo pra mim
Talvez seja medo
Que aconteçam ou não
Abaixo da linha do Sol
A vista alcança por demais distante
Mas eu tenho que admitir
Que a gente não consegue
distingüir com clareza
Entre duas belezas pulsantes
diante dos nossos olhos
O dia passa e novamente a gente falha
Durmo tarde
Abaixo da linha da Lua
Me pergunto
Quantas Luas serão necessárias
Quantos Sóis terão a necessidade
de clarear os meus caminhos
Quantos anos ainda viveremos
Tão perto e tão sozinhos
Quantos desertos atravessaremos
e quantos sonhos guardaremos
pra nós mesmos
Antes de viver
A ilusória realidade
Que bate à nossa porta todo dia
E nos convida a conhecer aquele lugar
Acima da linha dos sonhos
Iluminada pelos faróis
Pelas Luas
e pelos Sóis despercebidos
Que trazemos todos
dentro de nós
Um dia o menino acorda
e descobre não estar de acordo
com as cores que utilizaram
pra pintar o dia
Só usaram tintas tristes
economizaram na alegria
Quem foi que escolheu
a cor do dia
Quem será que escondeu
a alegria
Que a gente pretendia
viver hoje?
Pode ser num dia de chuva
tanto faz
Há dias cinzentos
Em que a gente encontra paz
E dias ensolarados
Em que paz não se enxerga não
As minhas vistas vêem
Mas são cegas
As cores que trazem harmonia
Não são aquelas que o Sol irradia
Mas as que apagam
As tristezas de ontem
Nas paredes do meu coração.
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