Acorde Arrependido mas Nao Durma com Vontade
Se eu fosse crente, meu maior medo não seria o diabo, mas um dia descobrir que rezei a vida inteira para o deus errado!
Não existe nada mais perverso do que um ignorante tentando validar seu ódio chamando literatura barata de "vontade divina".
O crente percebe que falar com deus não adianta, pois ele não responde; então, o coitado vai a um grupo de ateus se humilhar. Pelo menos o ateu existe para lhe dar atenção, não é, meu filho?
O ateísmo não é a fuga da moralidade, é a coragem de assumir a responsabilidade total pelos próprios atos, sem o álibi do perdão divino ou o medo de um castigo eterno.
Dizer que o ateu nega a deus para pecar é o mesmo que dizer que o crente aceita a deus para não pensar; a descrença não nasce da vontade de errar, mas da recusa em fingir que sabe o que ninguém provou.
O silêncio do universo não é um vácuo de informação; é um dado. Se deus é uma hipótese que prevê manifestação, cada busca frustrada é uma evidência de sua inexistência.
A lógica cristã: deus nos deu o livre arbítrio, mas não podemos usar caso contrário deus nos destruirá!
Deus não existe, mas o diabo com certeza existe… basta observar o que as pessoas fazem quando acreditam estar do lado de deus.
Se o corpo humano é perfeito, então por que existe tanta gente que não usa o cérebro? Como, por exemplo, os crentes, os direitistas e os terraplanistas.
Se milagres não acontecem na vida real, a existência divina não faz diferença. Um criador que não mexe um dedo para mudar a realidade é, na prática, o mesmo que um deus que não existe!
A religião não ilumina: ela interrompe o amadurecimento espiritual, intelectual e moral da humanidade.
Por definição, aquilo que não deixa rastros é inexistente ou, no mínimo, uma inexistência prática. A maioria da humanidade nunca presenciou um milagre; logo, na prática, deus não existe para a maioria.
Uma pessoa inteligente não acredita no que deseja que seja verdade, mas no que a lógica e os fatos permitem concluir.
O maior milagre que o Brasil poderia presenciar não seria a cura de um cego, mas a cura de uma democracia contaminada pelo teocentrismo parlamentar.
A maioria dos religiosos não tem absolutamente nenhum propósito na vida; servem apenas como instrumento descartável nas mãos de líderes gananciosos.
Religião é o culto a entidades sobrenaturais; o budismo cultua o sobrenatural; portanto, não é ateísta!
Se alguém se declara "ex-ateu" e não apresenta nenhuma prova de que já defendeu o ateísmo, isso pode ser apenas uma mentira, e uma forma de chamar atenção!
Amar o inimigo não é virtude; é irresponsabilidade moral. O mal não se cura com afeto, mas com limites.
Conservadorismo não é firmeza, é atrofia. Fidelidade a dogmas obsoletos não passa de covardia intelectual diante da impermanência da vida. Homens de verdade não são estátuas de pedra que resistem ao tempo; são aqueles que possuem a plasticidade necessária para evoluir. Manter-se "constante" num universo em constante evolução é, logicamente, uma forma de suicídio em vida.
