Acorde Arrependido mas Nao Durma com Vontade
“Não é possível orientar ou liderar pessoas de forma verdadeira e eficaz se o objetivo não estiver voltado ao bem coletivo. Conduzir pessoas exige um propósito voltado ao bem comum. A verdadeira liderança só é eficaz quando está alinhada ao bem geral e não aos interesses individuais.”
"No Reiki, não é possível orientar ou ajudar verdadeiramente os outros se a prática não estiver alinhada ao bem-estar de todos; a direção correta é servir com consciência e dedicação ao bem maior, promovendo equilíbrio e harmonia para todos.”
"Todos os seres humanos são irmãos, e por isso a guerra não tem sentido diante da verdadeira consciência de unidade e fraternidade.”
"Até entender que não são os grandes feitos, mas sim os pequenos gestos, que constroem pontes permanentes... sofre-se!"
Pessoas como você não são apenas queridas, são raras e essenciais. Que hoje você sinta a beleza de ser quem é, valorize cada pequeno momento e perceba que a sua presença ilumina o mundo ao seu redor. Lembre-se: o hoje é uma dádiva única, viva com leveza, sorria sem medo e receba todo o carinho que você merece.
O verdadeiro Armagedom talvez não seja a destruição dos homens, mas o colapso definitivo das estruturas que lucram com a deformação da alma humana.
Eu não dormi —
atravessei a noite armada de silêncio.
Havia um mundo em colapso
respirando atrás das paredes,
soldados marchando dentro do tempo,
e eu…
com as mãos cheias de nomes que amo.
Corri.
Não por mim —
mas por cada pedaço de mim
que anda solto no mundo
com o meu coração no peito.
Havia códigos escondidos no ar,
segredos costurados nos bastidores,
e eu entendia tudo
como quem carrega um mapa
que ninguém mais pode ler.
Mas o preço da lucidez
é nunca descansar.
—
Te levaram.
Não com gritos —
mas com laços delicados,
fitas de cetim preto
que pareciam suaves demais
para aprisionar um universo inteiro.
E ainda assim…
prendiam.
Me ajoelhei diante do poder
não por fraqueza,
mas porque o amor
às vezes se curva
para não se partir.
E então eu dancei.
Dancei com o medo,
com a guerra,
com o absurdo de um mundo
que tenta domesticar o que nasceu livre.
Dancei com você.
E em cada movimento
desatei um nó invisível
até que a liberdade coubesse de novo
no seu corpo pequeno.
—
Meus outros amores
ecoavam à distância,
como estrelas que não se apagam
mesmo quando o céu desaba.
Eu os guiava em silêncio,
em bilhetes invisíveis,
ensinando-os a sobreviver
sem que vissem o meu tremor.
Porque mães
não têm o direito de desmoronar
quando o mundo pede estratégia.
—
Mas eu sei.
Eu sei demais.
Sei do que se move por trás,
sei do que ninguém diz,
sei do fio tênue entre proteger
e desaparecer de si mesma.
E talvez seja isso
que me atravessa agora —
essa guerra que não terminou
quando abri os olhos.
—
Hoje,
eu ainda seguro a espada
mas minhas mãos tremem.
E tudo que eu queria
era lembrar
que não preciso salvar o mundo inteiro
para manter o amor vivo.
"Liderar não é administrar o que existe, mas assumir o desconforto de decidir pelo que ainda não está pronto."
A única rosa que te dei
não era flor, nem pétala, nem promessa —
era um espelho no meio do deserto,
um ponto luminoso na curva do nada,
o sinal de um certo querer que nem sempre se vê.
O gosto amargo permanece —
não na boca, mas no intervalo entre notas,
como se o silêncio fosse uma corda esticada demais.
Você era a borracha sobre calendários apagados,
apagando aquilo que nunca se soube desenhar.
O vento passou como uma lembrança
sobre o vidro frio dos dias alinhados,
um alfabeto de gestos que não se traduziu,
peças de um quebra‑cabeça que cabiam apenas
na caixa onde guardamos histórias incompletas.
Havia tanta corrente nas mãos —
um rio secreto subindo pelas margens do possível,
margens que se recusavam a ser caminhos.
O medo era ponte que avançava sobre espelhos,
cada passo dissolvendo areia invisível no ar.
Queimamos cartas que nunca se dobraram,
rasgamos páginas impregnadas de ausência,
apagamos sinais no calor das chamas —
gestos como pássaros que não voam,
ecoando um nome sem nunca pronunciá‑lo.
Agora restam os espaços vazios,
o ciclo fechado como livro antigo
que guarda apenas marcas de dedos na capa.
As linhas se tornaram fósseis de silêncio,
um suspiro seco que fica entre as notas
quando a canção já acabou.
E mesmo assim, no fundo do escuro,
a memória sussurra como vento em sala vazia,
um brilho que não ilumina nada,
um fogo que dobra as margens do possível,
um querer que recusa morrer —
não como chama, mas como reflexo de chama
sobre vidro que nunca virou cinza.
A respiração guarda vestígios de horizontes,
contornos de sombras que dançam sem corpo,
o olhar busca o que nunca foi alcançado,
o silêncio pesa como chão movediço,
cada lembrança uma ponte que não leva a lugar algum.
Não me procure, porque o que resta
é uma fome que não se cansa,
uma sede que não se dissolve em lágrimas,
um olhar que sempre busca o inalcançável,
um eco que insiste mesmo no silêncio.
Este é o ponto final do nosso nunca mais —
um fim absoluto, cruel, profundo,
mas mesmo assim, eu sempre vou querer mais.
Eu amei, me entreguei, mas não fui o suficiente, decidi trilhar caminhos, mergulhar em outra história, descobri que no amor o que sempre vence é o amor, ame, evolua e não deixe nada parar seu coração.
