Acordar

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Do que adianta acordar com um lindo dia, um lindo sol e não ter o brilho do teu sorriso para mim.

Estou na escola pensando o que vou fazer amanhã, pois não sei se fiz o certo em acordar hoje de manhã e ter que ver pessoas disssimuladas das quais não nos compartilham pensamentos ocultos de sabedoria inexistente. Não sei se sou boa o suficiente para esta vida, talvez eu seja apenas uma mulher indigente no mundo a vagar pelo conhecimento. Eu conheço muita gente, mas conheço poucas almas. Estou apenas pensativa demais para pensar em futilidades, talvez esteja pensando demais em tudo ao meu redor. Não sei se fiz escolhas certas hoje, não sei se farei amanhã. Tudo que sei é que estou cansada de pensar demais. Quero apenas deixar a vida me levar para que eu me perca no abstracionismo do mundo em suas faces perpetuárias.

Quem não quer acordar para a realidade não acorda nem com o despertador do óbvio.

A morte é como um sono profundo, só que ao invés de acordar no mesmo corpo, acorda em outro, e nem se lembra de como dormiu.

⁠"Tem gente que é feita de café e
foi feita pra acordar o amor na
gente."

⁠É em você que eu penso
Antes de dormir,
é em você que eu penso
depois de acordar,
É você que eu quero
Presente todos dias,
É você que eu quero
Na minha cama,
É você que eu quero
Pra minha vida toda,
É com você
Que vou me abrir,
É com você
Que vou fazer minhas loucuras e te fazer rir,
É com você que
eu quero ficar,
É com você que
Eu quero estar sempre,
É você
Que vou amar e cuidar,
É você
O amor da minha vida.

É você e só você.

"Ser Cristão é acordar morto pelo mundo todo dia, ressuscitar é dizer Jesus te ama"

Não tenho medo de acordar deste sonho, mas sim desse sonho virar pesadelo.

O RITUAL DO DESPERTAR
Acordar cedo não é apenas cansaço,
é um ritual sagrado, um convite ao dia que nasce.
"Puxar para cá, ajustar ali" —
movimentos precisos, quase uma dança,
uma geometria viva que ganha forma nas mãos.
Cada furo, cada encaixe,
é um verso no poema da madeira que respira,
que se transforma sob o toque do artesão.
CIÊNCIA E FÉ
Subir escadas não é só um esforço físico,
mas subir degraus de um altar,
onde medir, calcular e dominar forças
é o equilíbrio perfeito entre engenho e alma.
O suor que escorre é verniz sagrado,
brilhando sobre a obra-prima em construção,
testemunha da fé que move o trabalho.
ESCULTURA DA ALEGRIA
Não se constrói apenas móveis,
esculpe-se luz, escapa-se a essência do tempo.
Peça a peça, a madeira crua renasce,
ganha forma, função e fulgor,
transformando fadiga em orgulho,
trabalho que se torna oração silenciosa.
EM SÍNTESE
Arte + ciência + devoção = poesia concreta.
Nas mãos, a serraria canta sua melodia,
no coração, a criação habita,
e o mundo se enche de beleza e sentido.
Marcenaria é o encontro sagrado entre matéria, conclusão e alma.

Para fazer tudo novo só é necessário um novo amanhecer, acordar de novo é uma nova oportunidade de crescer.

⁠Mesmo que a esperança possa desaparecer no final do dia, ela vem nos acordar todas as manhãs.

06:57 da manhã - 30 de outubro de 2025 sonhei outra vez...


Acabei de acordar, em meio á um Frenesi de um sonho muito real.


Eu estava me preparando com várias pessoas para ir para um retiro em uma chácara.


Quando cheguei nesse local, me deparei com ninguém mais e ninguém menos que a Eria... Mãe do "C".


Ela estava com um monte de bagagens e eu me surpreendi, porque quem também estava lá, era o "C". Ele estava de costas e não me viu.


Enquanto ele arrumava um monte de coisas, ele de repente olhou para trás e me me viu, começou a me olhar de forma doce, mas sem nenhum tipo de sentimento aparente.


A gente se dava aquela olhadinha inocente, com respeito aos nossos parceiros, sequer nos falamos, pois ambos éramos casados.


Creio que a sintonia do olhar, não passava de lembranças e gratidão.


Ele ia de um lado para o outro, e não deixava de me olhar, eu o olhava também, ele era aquele mesmo garoto da época em que a fantasia tomava conta.


Bom, de repente ele estava vestindo um short e por milésimos de segundos, ficou pelado na minha frente, e parou um pouco, enquanto pensava em alguma coisa, vestindo um short, eu não me senti constrangida e nem ele, foi algo comum.


Era como se dissesse "você lembra daquela noite?" Hahhahah


A expressão dele, era de vergonha ou expressão de quem poderia ter feito a coisa certa naquela noite. Em um passado muito distante.


Eu encontrei uma estátua de Santo Antônio no sonho, lembrei da minha avó e dizia para a estátua "Santo Antônio, o que está acontecendo, resolva o meu destino".


Porque lembrei da minha avó que sempre fazia isso hahahahah!!


Sonho maluco.


A nossa sincronia do olhar, era como se dissesse "ambos nos amamos, mas é tarde, estamos os dois casados, vamos seguir em frente".


Ele estava sozinho, pegou folga do trabalho no ex... Por isso, estava no mesmo retiro que eu.


Muitas bagagens que ele e a mãe estavam levando, tudo em sacos velhos. Parecia que passaria 1 ano inteiro!!


Ele ainda era o mesmo garoto pelo qual me apaixonei no passado.




Agora acordei e estou terminando de escrever esse sonho bem maluco. Hahahahah

04:22 04/08/2025 Acabei de ver a minha mãe sozinha em um caixão...


Acabei de acordar, eu acordei após em um milésimo de segundos chegar em um velório onde não havia ninguém além de mim e um outro homem responsável pelo velório, acredito eu. Eu cheguei próximo ao caixão e vi a minha mãe, ela tinha algodão no nariz e na sua boca havia esparadrapos, seus olhos estavam cerrados. Ela vestia um vestido vermelho marsala, que ela tinha. Ela estava serena. Não havia flores, nem um paninho cobrindo ela, dentro do caixão.
Enquanto eu me aproximava do caixão bem devagar e com olhar observador, um homem me olhava, enquanto levantava a cabeça dela do caixão após retirar o algodão do nariz dela e o esparadrapo da boca dela e me mostrava o rosto dela.
Eu apenas falei: "ainda bem que você colocou algodão e esparadrapo na boca dela, é bom que não vaza líquido." Ele me olhava seriamente, era como se ele quisesse que eu gravasse bem o rosto dela morta, ele segurava com carinho. Eu apenas olhei e não senti nenhum tipo de sentimento, além de entender que ela havia morrido em plena solidão, porque o velório estava emanando um vazio existencial absurdo. Nem mesmo chorei. Mas, no velório, não havia ninguém mais além de mim, além daquele senhor de pele escura e cabelo duro e grisalho.
Estou aqui bem confusa. Será que ela está morta? Não tenho mais notícias dela, faz algum tempo... Será que ela morreu agora mesmo, por isso vi em sonho? Será que ela já morreu em outro dia e agora que vi? Não sei. Só sei que as escolhas dela, levou ela para distante de mim e dos meus irmãos. Se tiver realmente acontecido, que ela finalmente possa descansar em paz. Agora, sinto um enorme pesar. Não é algo fácil de lidar. Ela foi embora sem se despedir de mim, literalmente, mas se tiver acontecido dela ter ido para outra dimensão. Pelo menos consegui ver o seu rosto sereno pela última vez.




Edit: Ela está vivíssima 15 de março de 2026

Sonhos das últimas duas semanas 07:51 19 de novembro de 2024...


Acabei de acordar e hoje é 19 do mês de novembro. Acordei de um sonho onde meu marido era um homem muito rico, porém mafioso. Ele tinha um carro de luxo, na cor preta e andava como os pinkay blinders ou parecido. Ele era dono de duas empresas, uma de estética e a outra eu esqueci, mas lembro que ambas eram de fachada para lavar dinheiro.
Eu trabalhava para ele, e ele namorava alguém bem pobre, como eu.
Eu era fascinada pelo meu marido no sonho, eu apenas era serviçal dele.
Ele estava procurando alguém para casar, porém não queria nenhuma das meninas que trabalhava pra ele e que ficava em seus pés.
Eu gostava muito dele e resolvi falar pra ele, que se ele quisesse eu terminava com meu namorado, que praticamente nunca nos víamos e casava com ele.
Porém, ele rejeitou e eu fiquei muito triste e comecei a arrumar as minhas coisas e iria embora pra Suiça, mas não queria ir sozinha. Pensei em chamar meu irmão mais velho, mas ele estava estabilizado em outro Estado, não iria querer me acompanhar ou poderia ir comigo e se desestabilizar financeiramente, por causa da viagem.
Depois fui pedir roupas para a Josefa, uma senhora que conheci no trabalho.
Eu acordei, esqueci boa parte do sonho!






.......




Eu Sonhei com gigantes semana passada, eles invadiam a cidade e todos corriam, porque eles estavam comendo todos e massacrando tudo pela frente.
Eu corria, enquanto via duas crianças bebês enterrados e somente com o rosto descoberto, era uma menina e um menino, eles choravam muito alto. Era como se alguém tivesse colocado eles ali antes de ser devorado pelos gigantes para proteger eles, porém eles não paravam de chorar.
Eu passei direto por eles, pensei em pegar eles e levar comigo, mas havia um gigante se aproximando e só deu tempo ver que o bebê masculino, parecia possuído, pois seus olhos estavam brancos e revirados.
Eu corri para me esconder, escalando muros, quintais, escadas, enquanto parecia que era realmente o fim, porque não me esconderia dos gigantes por muito tempo, eles me encontrariam. Então, acordei!!




.......


Sonhei com o tio Chico, tio do meu marido falecido, entrando com uma bengala e de terno preto, dentro de uma sala, que não era no Brasil, era no Texas, nos EUA.
A família do meu marido, minha mãe e todos estavam morando lá, um lugar seco e interiorano, parecia que não chovia lá há tempos.
Na salinha estava todo mundo reunido. Quando ele entrou, virou para mim e eu falei para meu marido, o tio Chico? Mas, ele não morreu? Então, quando me voltei pra ele novamente, ele já era outro velhinho de bengala e cabelos grisalhos e mais alto. Ele dava a seguinte notícia "vim noticiar, que a luzia morreu" no sonho, essa luzia era amiga da minha mãe e ela murmurava muito da vida, por isso, no sonho eu falei para meu sogro que já havia saído para o quintal, enquanto estava com semblante triste e descascando uma laranja ou mexerica, eu dizia "por isso pastor a gente não pode murmurar, nós temos que manter o silêncio, a gratidão e a fé". Então, ele me respondeu "por isso, eu não murmuro, minha filha" Então, acordei.


...........




Sonhei por duas vezes, no antigo casebre onde eu morava com meus pais, há mais de duas décadas!
Haviam demônios em volta do terreno e além do arame farpado, eles me observavam, eles tinham rostos assustadores e eram na cor vermelho sangue. Eles me olhavam e pareciam furiosos comigo!
No primeiro sonho, eu ria da cara deles, porque eles não conseguiam me atingir, mesmo assim fiquei com receio deles fazerem algo e acabei fugindo com meu marido, enquanto eles nos perseguiam.
No outro sonho, eu os via e eles me observavam da mesma maneira, além da cerca de arame farpado.
Eu ficava receiosa e apesar de saber que eles não conseguiam fazer nada comigo, eu acabei saindo com meu marido de dentro do casebre. Quando saímos, automaticamente começou tudo a pegar fogo, eles conseguiram pôr fogo no casebre inteiro, só com o poder do pensamento deles, além da cerca.
Eu saí e vi que havia uma senhorinha que tinha problemas nas pernas e eu não ajudei ela a sair de dentro do casebre, ela escapou sozinha, fiquei me sentindo triste, por não ter ajudado ela. Eu a olhava e me perguntava, como ela conseguiu sair, arrastando aquele apoio que coloca na frente do corpo, para se segurar e não cair. Então, acordei!

Hoje sou feliz apenas por acordar e esse simples milagre faz de mim a pessoa mais rica do mundo.

“Quando alguém trai quem o ama por quem só o usa, descobre no fim que o castigo do engano é acordar só no próprio vazio.”

Algumas pessoas entram na nossa vida não para ficar…mas para nos acordar. É o despertar emocional.

QUANDO O FRACASSO SEMPRE PEDE UM RECOMEÇO


Viver no fracasso não é cair uma vez. É acordar todos os dias dentro dele. É abrir os olhos sabendo que os desafios continuam ali, intactos, esperando. É recomeçar sem plateia, sem garantias, sem a certeza de que desta vez será diferente. E ainda assim, você levanta. Homem ou mulher, você levanta porque está vivo e viva. E enquanto há vida, há algo que insiste. Esperança não como promessa bonita, mas como teimosia silenciosa.
Quem vive no fracasso aprende cedo que o recomeço não é um evento grandioso. Ele não vem com virada dramática nem com aplauso. Recomeçar, nesse contexto, é simplesmente não desistir naquele dia. É enfrentar o mesmo problema com o corpo cansado e a mente cheia, sabendo que ontem não funcionou e que talvez hoje também não funcione. Mesmo assim, você tenta. Isso não é ingenuidade. É sobrevivência consciente.
Há uma coragem pouco reconhecida em quem recomeça todos os dias sem mudança visível. O mundo costuma admirar apenas quem sai do fundo rápido, quem dá a volta por cima de forma limpa e vendável. Mas a maioria vive outra realidade. Vive o fracasso prolongado. Vive a espera. Vive o esforço que não gera retorno imediato. Vive a repetição.
E é nessa repetição que algo se constrói, ainda que invisível. Você aprende a lidar com a frustração sem se destruir. Aprende a ajustar expectativas. Aprende a medir o dia por pequenas vitórias que ninguém celebra. Às vezes a vitória é comer. Às vezes é não desistir de si mesmo e de si mesma. Às vezes é simplesmente não se entregar ao cinismo.
Recomeçar todos os dias não significa acreditar que tudo vai dar certo. Significa aceitar que desistir garante que tudo permaneça como está. Enquanto você vive, existe a possibilidade de mudança. Não a certeza. A possibilidade. E isso, para quem está no fundo, já é muito.
A esperança aqui não é euforia. É um fio fino, quase invisível, que impede o colapso total. Ela não grita. Ela sussurra. Diz apenas continue hoje. Amanhã você vê. Essa esperança não promete recompensa. Ela apenas lembra que a história ainda não acabou.
Viver no fracasso também ensina algo duro. Que você não controla tudo. Que o esforço nem sempre se converte em resultado. Que o mundo não é justo. Mas ensina algo igualmente importante. Que você pode controlar a decisão de continuar. Mesmo quando tudo ao redor sugere que seria mais fácil desistir.
Há dias em que o recomeço dói mais do que o fracasso em si. Porque recomeçar exige encarar novamente a possibilidade de errar. Exige abrir o peito para outra tentativa que pode falhar. Muitos desistem não por preguiça, mas por exaustão emocional. E ainda assim, você segue. Não porque é forte no sentido idealizado, mas porque algo em você se recusa a encerrar a própria existência antes do tempo.
Enquanto você vive, ainda há encontros possíveis. Ainda há aprendizados que não aconteceram. Ainda há uma versão sua que não foi testada. Viver mantém essas portas entreabertas. Morrer por dentro as fecha todas.
Recomeçar todos os dias também redefine o conceito de vitória. Vitória deixa de ser chegar lá e passa a ser não se perder completamente no caminho. Passa a ser manter alguma integridade interna em meio ao caos. Passa a ser preservar a capacidade de sentir, de pensar, de desejar algo diferente.
Há uma dignidade silenciosa em continuar mesmo quando ninguém aposta em você. Mesmo quando as circunstâncias são hostis. Mesmo quando o histórico não ajuda. Essa dignidade não aparece em discursos de sucesso, mas sustenta vidas inteiras.
Enquanto você vive, o fracasso não é definitivo. Ele é apenas o estado atual. Estados mudam. Às vezes lentamente. Às vezes de forma inesperada. Mas só mudam para quem permanece.
Viver no fracasso e recomeçar todos os dias não é romantizar a dor. É reconhecer que a esperança não nasce da facilidade, mas da insistência. Não nasce da certeza, mas da possibilidade. Não nasce do conforto, mas da recusa em se apagar.
Você continua porque ainda respira. Porque ainda pensa. Porque ainda sente. E isso, por mais simples que pareça, é a base de qualquer transformação futura. Enquanto há vida, o capítulo seguinte ainda pode ser escrito. Mesmo que hoje ele seja curto. Mesmo que hoje ele doa.
Enquanto você vive, ainda há esperança. Não porque alguém prometeu, mas porque você ainda está aqui. E estar aqui, todos os dias, apesar de tudo, já é um ato profundo de resistência.

"Se amanhã acordar com aquele amargo de arrependimento, tome um copo de água com açúcar e siga em frente 'Meu Bem'. Pior seria dormir com vontade."

-Aline Lopes

Café, pra acordar a alma e aquecer o coração.