Ações
Tolerância é diferente de paciência; tolerância é resistir e ajudar as ações, respostas e verbos; paciência é equilibrar e prometer o seu tempo, hábito e olhar.
Veja a diferença da ética para moral:
Ética é tomar as decisões e medidas a partir das ações prudentes e regradas.
Moral é ouvir e atender os modos e conselhos do que combina com o convívio social.
O livre-arbítrio é uma ilusão, pois nossas ações são o único resultado possível de causas que vieram antes de nós.
Ações coloniais
matam com fuzis,
Eu sou a arte que mata
com todas as cores,
Posso me vestir com
todos os tipos de mortes,
Porque sou a poesia
que mata com palavras.
Se o Papagaio se desapegasse das Narrativas e focasse nas Ações do João-de-barro, certamente viraria um baita Ajudante de Pedreiro.
Há uma diferença muito profunda entre repetir discursos e aprender com exemplos práticos.
O papagaio domina a arte da reprodução; repete sons, frases e até opiniões sem necessariamente compreender o significado do que está dizendo.
E, infelizmente, nós já estamos fazendo o mesmo.
Já o João-de-barro não faz discursos sobre trabalho, planejamento ou construção..
Ele simplesmente constrói.
Vivemos em uma época em que muitos papagaios se transformaram em especialistas de quase tudo.
Repetem palavras de ordem, slogans, frases de efeito e verdades emprestadas.
Decoram narrativas inteiras e as reproduzem com impressionante fidelidade.
Mas, quando chega a hora de erguer algo concreto — uma ideia, um projeto, uma solução ou uma ponte entre pessoas — a habilidade desaparece.
O João-de-barro ensina uma lição bastante silenciosa.
Sua obra não nasce de discursos elaborados e inflamados, mas da prática persistente.
Com tijolo de barro sobre tijolo de barro, ele demonstra que resultados costumam ser filhos da ação disciplinada, não da retórica sofisticada ou rebuscada.
O maior problema das narrativas é que elas podem criar a ilusão de competência.
Quem fala muito sobre construção pode parecer construtor.
Os que falam muito sobre coragem podem parecer corajosos.
Quem fala muito sobre honestidade pode parecer íntegro…
Entretanto, a realidade sempre cobra a apresentação da obra.
Talvez uma das maiores armadilhas dos tempos modernos seja confundir a capacidade de comentar com a capacidade de realizar.
Há quem passe anos analisando casas sem jamais colocar a mão na massa para levantar uma parede.
Assim como há quem se torne mestre em discursos sobre transformação sem transformar sequer os próprios hábitos.
Talvez por isso essa reflexão se torne uma provocação tão incômoda.
Se o papagaio deixasse de admirar as histórias que contam sobre o João-de-barro e observasse como ele trabalha, descobriria que o conhecimento mais valioso não está nas narrativas, mas nos processos.
Não está no aplauso recebido pela obra pronta, mas na disciplina necessária para construí-la.
No fim das contas, o mundo precisa menos de ecoadores de certezas e mais de construtores de realidades.
Porque narrativas podem impressionar por um momento, mas são as ações que permanecem de pé quando o vento das opiniões muda de direção.
E é justamente nesse momento que se revela quem apenas repetia o que ouviu e quem realmente aprendeu a construir.
A realidade é vivida por ações e não sonhos. Nossos sonhos são importantes sim, porém, independente de quão grandes podem ser, são pérolas falsas, até que estes se transformem em ações.
Somos julgados por nossas ações, independente de nossas boas intenções, o que não significa que as boas intenções, não sejam fundamentais para que nossas boas ações tenham valor...
Quando as palavras voam em nosso pensamento
Voam nossas ações, e o nosso caráter torna forma incontestável do seu “eu”
De que adianta expressar algo que não és?
Cuida dos teus erros, refaça seu caminho
Lute, mas lute com coragem e dignidade
Seja uma alma do bem
A vida aqui é mínima em relação a sua vida verdadeira
Aproveite a oportunidade
Aproveite o amor, a sabedoria e a humildade
E transforme no que quiser sua alma, seja boa ou atrasada.
É da sensibilidade que vem a força de nossas ações. Aquilo que nos causa indignação nos mostra ao que somos sensíveis.
Todos querem falar sobre alegria
Mas esquecem de evitar ações que nos causam agonia
Cometemos erros e nos fazemos de inocentes
Acho que pessoas assim são muito displicentes
Essa natureza humana
Me da vergonha
Raras são as pessoas que assumem
E falam “seja o que Deus quiser... amém!”
Erros fatais podem ser evitados
Quando nossos atos são pensados
Quantas vidas não seriam perdidas
Se quem bebeu pegasse um taxi na hora da saída?
Chame-me de malvado por querer uma lei mais rígida
Mas não chore quando seus amigos perderem a vida
Em um trágico acidente
Após o fim de uma festa ”inocente”
Eu pediria campanha de conscientização
Se já não soubesse que isso não tocaria o coração
Das pessoas que fazem essa combinação
Que mata e causa a destruição
Tenho interesses próprios
E interesses impróprios
Penso em minha futura família
E penso em sua alegria
Não espere alguém querido morrer
Vamos nos unir antes de sofrer
Você não perderá cinco minutos para assinar a petição
Que poderá amedrontar que possa atropelar seu coração
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