Aceito sua Amizade

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Eu sei que a amo porque já vi sua raiva seus maus hábitos, suas crenças absurdas e suas contradições, e mesmo assim estou com ela. Todos podem amar o por do sol e a alegria, apenas alguns são capazes de amar o caos e a decadência

Inserida por Paulo6565

⁠Não tente arruinar a minha vida com mentiras, quando a sua pode ser facilmente arruinada com verdades.

Inserida por joexis

Se eu entrar na sua vida nem que seja por um momento, você vai sentir minha falta.

Inserida por wavrik

Faça de sua vida uma história, mas que nela a ultima página não tenha um FIM.

Inserida por wavrik

Em algum momento da vida você tem tudo, menos Deus.
E na sua morte você não tem nada, só Deus.
Viva com Ele, e terás tudo com Ele na Eternidade.

Inserida por wavrik

Metamórfico, como religiões, não há. Sua hermenêutica permuta de acordo com a aparência do luar.
Assim como um camaleão perante à um leão, resmuda.

Inserida por leobosco

⁠Para Marx, a ordem mercantil é aquela que põe, em sua máxima radicalidade, a igualdade formal entre os agentes. E isto porque na troca mercantil os agentes intercambiantes são apagados; eles só valem pelo que eles portam de valor. Nesta troca, o único valor que interessa é o valor (de troca) das coisas; sejam elas mercadoria, seja dinheiro. O que leva à secundarização e, no limite, ao apagamento de qualquer estratificação social não-quantitativa. Se o “cliente” tem dinheiro, o fato dele ser muçulmano, judeu ou cristão; branco, negro ou asiático; homem, mulher, homossexual ou transgênero; adulto, velho ou criança; nobre ou plebeu; analfabeto, doutor ou com curso técnico; é de somenos importância. A tolerância com a diversidade – da qual a sociedade ocidental contemporânea tanto se vangloria como uma conquista ética e moral ímpar – deita suas raízes na universalização da indiferença que caracteriza as frias relações de mercado.

Inserida por leobosco

⁠A solidão só acabará quando descobrir que você sempre foi a sua melhor companhia.

Inserida por Senhorapensativa

Os hipócritas também são politicamente “corretos”. No entanto, na sua intimidade, traem, mentem, usam drogas, são promíscuos e medrosos.

Inserida por NICOLAVITAL

Os invejosos tentam de maneira tenebrosa menosprezar o trabalho de outrem, como álibi de sua própria incompetência.

Inserida por NICOLAVITAL

CONTRADITÓRIO:


O poeta expressa toda sua alma
Num instante de infinita euforia
Na mesma velocidade toda sua aura
Num toque de tão pura magia

De certo não finge sua verdade
Oculta deveras, sonhos e desencantos
Exibindo com ardor, toda sua vaidade
Por ser matrix de todo o encanto

Recuso-me, desatrelado ao pudor
De entender a razão da métrica e simetria
Quando se diz em refrão, o poeta é fingidor.

Inserida por NICOLAVITAL

"Se os homens ricos soubessem usufruir sua riqueza de certo possuiriam dois céus"

Inserida por NICOLAVITAL

"OS JORNALISTAS NEM SEMPRE PRATICAM O QUE FAZ JUS À SUA FORMAÇÃO, E SIM, AQUILO QUE FAZ JUS AO SEU SALÁRIO"...

Inserida por NICOLAVITAL

"ÉTICA. SÃO SEUS ATOS PRATICADOS DIANTE DE OUTREM, CARÁTER. SÃO AQUELES PRATICADOS EM SUA INTIMIDADE"

Inserida por NICOLAVITAL

"A APARÊNCIA FÍSICA É EFÊMERA E BANAL. DO ESPÍRITO, EM SUA ESSÊNCIA, PERENE E COLOSSAL"

Inserida por NICOLAVITAL

AQUÉM DA LINGUÍSTICA, O UNIVERSO ACADÊMICO BLINDA-SE SOB CERCA DE ARAME FARPADO, SUA PRÓPRIA LINGUAGEM!...

Inserida por NICOLAVITAL

O "HOMEM" HUMILDE TAMBÉM POSSUI SUBLIMES MOMENTOS DE LAZER E ALEGRIA, E NO AUGE DE SUA SAPIÊNCIA , DECLINA DE SUA EXIBIÇÃO!

Inserida por NICOLAVITAL

"SUA PRESENÇA FÍSICA CAUSA AUSÊNCIA À MINHA PSIQUE E FOMENTA AS PULSÕES DA "VIDA" MALOGRANDO PULSÕES DO TÂNATOS TORNANDO INSIGNE MINHAS AÇÕES MOTRIZ".

Inserida por NICOLAVITAL

"O autor, certamente não é possuidor de sua própria obra, por expressar nela o alheio.
Assim como o poeta fala de si não para si".

Inserida por NICOLAVITAL

MALUCO SENSATO (Crônica)


Diz o provérbio popular, cada doido com sua mania, sobre ele, grande parte dos atores sociais constroem uma prenoção sobre a configuração daqueles sujeitos que por uma construção social expõe lampejos de uma suposta "loucura".
Me aproprio dessa representação no intuito de refuta-la. Pois bem, vamos aos fatos. Na rua onde resido todas as manhãs tenho registrado a presença de um sujeito conhecido por "Ciço doido ou cabo Ciço", que passa logo cedinho para o centro da cidade, em ato continuo, retorna ao meio dia.
Na minha dedução aquele comportamento é peculiar de qualquer indivíduo em ritmo de trabalho.
Porém nos últimos dias tenho observado que ao voltar de seu passeio matinal aquele sujeito apresenta um comportamento alheio ao que se denota pela manhã quando volta visivelmente embriagado e, proferindo palavras não condizentes à sua aparente realidade tais como: "É pra matar ou pra morrer". Em voz alta e bom tom entre outros... Assustando transeuntes, moradores e crianças que subjetivam aquela suposta "loucura" como sendo um perigo iminente.
Não obstante, em outro momento encontrei-o a chorar e, contrito em seu íntimo - Percebia-se.
Aquilo me desperta curiosidade em desvelar sua aflição, ou quiçá, sua "loucura". No entanto me deparava a um grande obstáculo que seria como aborda-lo de maneira a não ferir seus sentimentos, sejam eles quais forem.
E para minha sorte ou felicidade, nesta manhã ele ao me ver de fronte à minha casa parou e fitou-me o olhar com profundidade e um aterrorizante silêncio. Aquilo me assustou é fato!
Todavia me facultou o poder indaga-lo. E assim o fiz. Olá Ciço tudo bem? Sobre o mesmo silêncio ele caminha até minha pessoa cabisbaixo, e ao erguer a cabeça me pede algo para comer, de pronto, peguei alguns pães, bananas e uma xícara de café, convidei-lhe para entrar, e ainda emudecido sentou-se à calçada rapidamente comeu e saiu.
Concomitantemente, diante de peculiar comportamento, confesso, só me fez substanciar minha curiosidade em saber porque aquele indivíduo apresentava comportamento arredio, de tamanho sofrimento e, porque era entendido como doido.
Dias depois resolvi segui-lo até sua residência que não ficava tão distante, ao vê-lo entrar logo percebi que não havia trancas na sua porta e logo se ouvia seus gritos de revolta e alguns palavrões, em seguida clamava pelo filho enquanto chorava copiosamente.
Fiquei estarrecido com aquela cena e resolvi procurar a vizinhança que logo disseram: Ah. Isso é assim todos os dias! Já estamos acostumados, é porque depois que a mulher deixou ele, ele saiu do emprego, o filho se envolveu com drogas e está preso.
Por conseguinte, descobri que ele gostava de frequentar a barraca do Elói que fica de fronte ao estádio de futebol aqui em Esperança-PB onde ele ia todos os dias quando passava pela minha casa.
Diz-se de um lugar pitoresco ou um pequeno comercio onde os viciados em drogas licitas ou não (excluídos), se encontram para se socializarem e só ali ele se encontra enquanto ser. Segundo o próprio.
Moral da história - A loucura e seus loucos, nada mais é que uma construção social objetivada por aqueles indivíduos cujo sentimento é segregar àqueles que não apresentam à sociedade um padrão de comportamento condizente com suas aspirações, e que se apresentam como exóticos, estranhos, esquisitos.
Seja do ponto de vista da moradia, indumentária, físico ou intelectual. A fim de demarcar sobre essas minorias uma relação de poder subjetivamente repressora e dominante.
Sei que o papo está um tanto quanto depressivo. Vou colocar um ponto por aqui. Aproveitando para me encontrar com meu também louco sensato e degustarmos um cafezinho sociológico diga-se de passagem sem açucares.

Inserida por NICOLAVITAL