Aceitar a Realidade
Aceitando “A SI MESMO” com gratidão, fica mais fácil encarar a realidade com suas alegrias e mazelas e, com maior habilidade de crescer em empatia, que se projeta além da simpatia.
Sinto falta, mas me priorizo.
Sinto falta, mas aceito a realidade.
Sinto falta, mas não me frustro.
Sinto falta, e continuo a viver.
Quando aceitamos a realidade, assim como é, com um 'SIM INTERNO', nos libertamos de qualquer julgamento.
A sereia não canta, encanta.
Abrace a realidade para amenizar a dor.
Canção
Aceita que dói menos de Trio parada dura/By 🌊Rainha dos oceanos
Um dia entendi que, ao aceitar como solução algo que não corresponde à realidade física do nosso universo, eu nunca mais poderia confiar na matemática. Nem em nada mais.
Sua realidade atual é apenas o reflexo das crenças que você aceitou como verdadeiras. Mude a crença na raiz e o fruto mudará sozinho.
Aceitar o que acontece não é desistir, mas agir sem lutar contra a realidade. A resistência inútil cansa; a aceitação sábia fortalece.
Nosso trabalho é amar a realidade, e tudo que a compõem. A profunda aceitação, sem o desejo de modificar nada, nos coloca em harmonia com o universo.
Talvez uma das principais comprovações de que a realidade humana seja muito dura seja a aceitação da nossa própria robotização.
Porque, no fundo, ninguém se transforma em máquina por acaso.
Não é apenas a tecnologia que nos molda — é o cansaço de sentir demais, pensar demais, carregar demais.
A automatização da vida não nasce do fascínio pelo artificial, mas da exaustão diante do real.
Ser previsível, repetir padrões, reagir como se tudo já estivesse programado… tudo isso oferece um tipo de alívio bastante silencioso.
Não é felicidade — é anestesia.
É mais fácil seguir um roteiro invisível do que encarar o peso de escolher, errar e se responsabilizar.
Tudo que honestamente quase ninguém quer, é Liberdade.
A liberdade, quando levada a sério, assusta muito mais do que qualquer algoritmo.
E assim, pouco a pouco, vamos terceirizando até a própria consciência.
Deixamos que tendências decidam gostos, que opiniões prontas substituam pensamentos, que notificações ditem o ritmo do dia.
A vida deixa de ser vivida e passa a ser apenas respondida.
Não há pausa, só reação.
O mais inquietante não é o avanço das máquinas — é o quanto nos tornamos compatíveis com elas.
Já não estranhamos agir sem refletir, consumir sem questionar, concordar sem compreender...
A robotização deixa de ser ameaça e passa a ser conforto.
Mas há um preço.
Sempre há.
Ao abrir mão da complexidade humana, também abrimos mão da profundidade.
Perdemos a capacidade de nos surpreender, de nos contradizer, de crescer a partir do desconforto.
Tornamo-nos eficientes, mas rasos.
Conectados, mas distantes.
Informados, mas pouco conscientes e muito vazios.
Talvez a realidade seja muito dura mesmo.
Talvez seja difícil demais sustentar a lucidez cobrada lá fora o tempo todo.
Mas aceitar a própria robotização não é solução — é desistência disfarçada de adaptação.
E, no meio de tanta fuga, a pergunta que insiste em permanecer é tão simples quanto incômoda:
em que momento sobreviver deixou de significar, também, sentir?
Quem teme a escuridão inventa luzes sobrenaturais. Quem aceita a realidade aprende a enxergar no escuro.
Imagine existir sem perceber a realidade. Pior ainda: imagine viver aceitando, passivamente, que tudo é exatamente como sempre lhe ensinaram.
VOCÊ NÃO CONSEGUE ENCARAR O QUE NÃO CONSEGUE ACEITAR”
Essa é a mais pura realidade das pessoas que só pensam “ no venha a nós vosso reino...” ou que deixam se levar pela inveja, etc., e tem como afirmação, eu posso, eu faço acontecer, etc., não importando onde esteja, seja no ambiente familiar, de trabalho, etc., raramente saem do papel de vitima e aceitam as coisas como elas realmente são, a não ser para tentar reverter alguma situação que não lhe seja favorável no momento, não se dando conta que as pessoas não estão querendo anular quem você é ou faz, pelo contrário, querem que você aceite a realidade e a encare, agora, apesar de tudo, ainda persistir na não aceitação, obrigará as pessoas a tomarem atitudes, pois as coisas não podem e não devem ficar limitadas “EM” pessoas que não querem enxergar o óbvio e coloquem o “EU” acima de tudo e de todos.
Enfrentar uma realidade inferiorizante enaltece quem o faz. Aceita-la apenas o encolhe além de qualquer diminutivo.
